Questões de Concurso Para professor - educação infantil

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Q2309597 Português
Analise as opções e assinale a que não apresenta pleonasmos: 
Alternativas
Q2309596 Português
Assinale a assertiva que não apresenta ambiguidade: 
Alternativas
Q2309595 Português
Os gêneros textuais surgem dos tipos de texto. Os tipos textuais são: 
Alternativas
Q2309594 Português

VIDA APAVORADA

De golpes a roubo de nudes, o medo cruel das ameaças on-line 


    Vivo em estado contínuo de terror. Outro dia entrei no meu e-mail. Veio um aviso ameaçador: se não assinasse um determinado serviço de proteção cibernética, poderiam invadir meu computador. Espalhariam meus nudes e arrasariam minha reputação que, reconheço, tem brechas. Levei um choque. Mas aí me lembrei: não tenho nudes. Nunca fiz um na vida. Mas meu corpinho já não dá, estou mais para fetiche que para bad boy. Há outras ameaças, constantes. Tipo: se eu não adquirir determinada proteção antivírus, vão entrar nas minhas contas bancárias, me depenar. Nem me abalei, mas tive pena de outros na mesma situação. Simplesmente, não administro minhas contas por computador. Nem por celular. Nem faço Pix. Computador para mim é para escrever. Novelas, livros, crônicas.  

    Nesse instante, fui avisado. Foram identificadas duas novas ameaças no meu PC. Eu ficaria mais apavorado se todos os dias não identificassem novas e novas. Pelo índice de ameaças detectadas, meu computador já deveria estar no lixo.  

    Mas eu fico pensando. Quem foi o gênio do terror que criou essa estratégia de marketing? O Lobisomem, o Conde Drácula, o Frankenstein? Por que cada vez que abro o computador tenho de ser ameaçado? Ah, sim, poderia perder todos os meus livros, arquivos esotéricos, projetos para o futuro.  Poderia, mas não perderei. Há a nuvem. Talvez um hacker entre na nuvem para descobrir que sou um chato, daqueles que não arquivam nem as datas de aniversário dos amigos (um drama, porque todo ano ouço as reclamações). Mas será que um hacker não tem mais o que fazer, como invadir os computadores da Nasa e despachar o próximo foguete para Andrômeda?  

    É estranho esse marketing do terror. Em vendas, avisam que é minha derradeira oportunidade de comprar algo de que não preciso. Ou que é o último par de sapatos, de casacos, enfim, minha única chance de fazer algo que não quero. Ou pior: que é a minha última oportunidade de comprar um curso on-line que mudará toda a minha vida, me transformará num ser especial e sábio. E que eu não posso perder, caso contrário…  

    É tão avassalador esse marketing do medo de perder, perder, perder, que larguei mão. Por que não me oferecem simplesmente algo com decência, sem sacudidas?  Algo mais doce, na linha do simplesmente “seria bom pra você”?  

    Não resisto, olhei de novo. Quem sabe vem nova ameaça, desta vez séria? Não veio, ainda bem. Mas vem o conselho. Ative o pacote “premium”, para ter mais segurança. Mas, espere aí, eu já não estava pagando um serviço cuja obrigação era me proteger? Agora tem que ser premium!? E depois do premium vem o quê?  

    Imagino o pai de família que fez um único nude na vida, ao receber uma mensagem dessas. Deve acabar num centro cardiológico, de medo de virar meme na internet.  

    Pensando bem, esse marketing do terror é uma espécie de chantagem, não é? É de lei? É justo sacudir o cidadão cada vez que ele abre o computador para mandar uma mensagem confortável e simpática?  

 (Por Walcyr Carrasco, publicado em 16 jul 2023.) 

Ao invés de receber o marketing do terror o que o autor esperava, ao abrir o computador: 
Alternativas
Q2309593 Português

VIDA APAVORADA

De golpes a roubo de nudes, o medo cruel das ameaças on-line 


    Vivo em estado contínuo de terror. Outro dia entrei no meu e-mail. Veio um aviso ameaçador: se não assinasse um determinado serviço de proteção cibernética, poderiam invadir meu computador. Espalhariam meus nudes e arrasariam minha reputação que, reconheço, tem brechas. Levei um choque. Mas aí me lembrei: não tenho nudes. Nunca fiz um na vida. Mas meu corpinho já não dá, estou mais para fetiche que para bad boy. Há outras ameaças, constantes. Tipo: se eu não adquirir determinada proteção antivírus, vão entrar nas minhas contas bancárias, me depenar. Nem me abalei, mas tive pena de outros na mesma situação. Simplesmente, não administro minhas contas por computador. Nem por celular. Nem faço Pix. Computador para mim é para escrever. Novelas, livros, crônicas.  

    Nesse instante, fui avisado. Foram identificadas duas novas ameaças no meu PC. Eu ficaria mais apavorado se todos os dias não identificassem novas e novas. Pelo índice de ameaças detectadas, meu computador já deveria estar no lixo.  

    Mas eu fico pensando. Quem foi o gênio do terror que criou essa estratégia de marketing? O Lobisomem, o Conde Drácula, o Frankenstein? Por que cada vez que abro o computador tenho de ser ameaçado? Ah, sim, poderia perder todos os meus livros, arquivos esotéricos, projetos para o futuro.  Poderia, mas não perderei. Há a nuvem. Talvez um hacker entre na nuvem para descobrir que sou um chato, daqueles que não arquivam nem as datas de aniversário dos amigos (um drama, porque todo ano ouço as reclamações). Mas será que um hacker não tem mais o que fazer, como invadir os computadores da Nasa e despachar o próximo foguete para Andrômeda?  

    É estranho esse marketing do terror. Em vendas, avisam que é minha derradeira oportunidade de comprar algo de que não preciso. Ou que é o último par de sapatos, de casacos, enfim, minha única chance de fazer algo que não quero. Ou pior: que é a minha última oportunidade de comprar um curso on-line que mudará toda a minha vida, me transformará num ser especial e sábio. E que eu não posso perder, caso contrário…  

    É tão avassalador esse marketing do medo de perder, perder, perder, que larguei mão. Por que não me oferecem simplesmente algo com decência, sem sacudidas?  Algo mais doce, na linha do simplesmente “seria bom pra você”?  

    Não resisto, olhei de novo. Quem sabe vem nova ameaça, desta vez séria? Não veio, ainda bem. Mas vem o conselho. Ative o pacote “premium”, para ter mais segurança. Mas, espere aí, eu já não estava pagando um serviço cuja obrigação era me proteger? Agora tem que ser premium!? E depois do premium vem o quê?  

    Imagino o pai de família que fez um único nude na vida, ao receber uma mensagem dessas. Deve acabar num centro cardiológico, de medo de virar meme na internet.  

    Pensando bem, esse marketing do terror é uma espécie de chantagem, não é? É de lei? É justo sacudir o cidadão cada vez que ele abre o computador para mandar uma mensagem confortável e simpática?  

 (Por Walcyr Carrasco, publicado em 16 jul 2023.) 

A oração: “É tão avassalador esse marketing do medo de perder, perder, perder, que larguei mão”, expressa que o autor:  
Alternativas
Q2309592 Português

VIDA APAVORADA

De golpes a roubo de nudes, o medo cruel das ameaças on-line 


    Vivo em estado contínuo de terror. Outro dia entrei no meu e-mail. Veio um aviso ameaçador: se não assinasse um determinado serviço de proteção cibernética, poderiam invadir meu computador. Espalhariam meus nudes e arrasariam minha reputação que, reconheço, tem brechas. Levei um choque. Mas aí me lembrei: não tenho nudes. Nunca fiz um na vida. Mas meu corpinho já não dá, estou mais para fetiche que para bad boy. Há outras ameaças, constantes. Tipo: se eu não adquirir determinada proteção antivírus, vão entrar nas minhas contas bancárias, me depenar. Nem me abalei, mas tive pena de outros na mesma situação. Simplesmente, não administro minhas contas por computador. Nem por celular. Nem faço Pix. Computador para mim é para escrever. Novelas, livros, crônicas.  

    Nesse instante, fui avisado. Foram identificadas duas novas ameaças no meu PC. Eu ficaria mais apavorado se todos os dias não identificassem novas e novas. Pelo índice de ameaças detectadas, meu computador já deveria estar no lixo.  

    Mas eu fico pensando. Quem foi o gênio do terror que criou essa estratégia de marketing? O Lobisomem, o Conde Drácula, o Frankenstein? Por que cada vez que abro o computador tenho de ser ameaçado? Ah, sim, poderia perder todos os meus livros, arquivos esotéricos, projetos para o futuro.  Poderia, mas não perderei. Há a nuvem. Talvez um hacker entre na nuvem para descobrir que sou um chato, daqueles que não arquivam nem as datas de aniversário dos amigos (um drama, porque todo ano ouço as reclamações). Mas será que um hacker não tem mais o que fazer, como invadir os computadores da Nasa e despachar o próximo foguete para Andrômeda?  

    É estranho esse marketing do terror. Em vendas, avisam que é minha derradeira oportunidade de comprar algo de que não preciso. Ou que é o último par de sapatos, de casacos, enfim, minha única chance de fazer algo que não quero. Ou pior: que é a minha última oportunidade de comprar um curso on-line que mudará toda a minha vida, me transformará num ser especial e sábio. E que eu não posso perder, caso contrário…  

    É tão avassalador esse marketing do medo de perder, perder, perder, que larguei mão. Por que não me oferecem simplesmente algo com decência, sem sacudidas?  Algo mais doce, na linha do simplesmente “seria bom pra você”?  

    Não resisto, olhei de novo. Quem sabe vem nova ameaça, desta vez séria? Não veio, ainda bem. Mas vem o conselho. Ative o pacote “premium”, para ter mais segurança. Mas, espere aí, eu já não estava pagando um serviço cuja obrigação era me proteger? Agora tem que ser premium!? E depois do premium vem o quê?  

    Imagino o pai de família que fez um único nude na vida, ao receber uma mensagem dessas. Deve acabar num centro cardiológico, de medo de virar meme na internet.  

    Pensando bem, esse marketing do terror é uma espécie de chantagem, não é? É de lei? É justo sacudir o cidadão cada vez que ele abre o computador para mandar uma mensagem confortável e simpática?  

 (Por Walcyr Carrasco, publicado em 16 jul 2023.) 

O autor do texto revela as ameaças de Marketing, sendo que elas não lhe afetam porque: 
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Q2287630 Pedagogia
Mantoan questiona, em Inclusão escolar: o que é? por que? como fazer? (São Paulo: Summus, 2015.): A inclusão e suas práticas giram em torno de uma questão de fundo: a produção da identidade e da diferença. Embora a inclusão seja uma prática que está penetrando pouco a pouco em nossas escolas, suas propostas consideram-na com a presença de todos os alunos, com e sem deficiência, nas salas de aulas comuns?
Tendo em vista a Educação Especial/Inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental e seus fundamentos, marcos legais e políticos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No Capítulo III (“Da educação, da cultura e do desporto”) da Constituição Federal de 1988, lê-se: “Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: (...) III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.
( ) No artigo 58 da Lei 9.394/1996, tem-se: “Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação”. 
( ) De acordo com a Convenção interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência: “O termo ‘discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência’ significa toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência, conseqüência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais”.
( ) Para a realização de uma inclusão escolar efetiva, é preciso: recriar o modelo educativo, reorganizar as escolas (aspectos pedagógicos e administrativos), preocupar-se em ensinar a turma toda (sem exceções ou exclusões) e ter uma postura de professor inclusivo.
Assinale a sequência correta.
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Q2287629 Pedagogia
Em O jogo do contrário em avaliação (Porto Alegre: Mediação, 2018.), Hoffmann propõe uma postura avaliativa mediadora do/a docente, a partir de três momentos:
1. Tempo de admiração dos alunos;
2. Tempo de reflexão sobre suas tarefas; e
3. Tempo de reconstrução das práticas avaliativas.
A partir da perspectiva assumida pela autora, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Tempo de admiração
2. Tempo de reflexão
3. Tempo de reconstrução
( ) Compreender para promover oportunidades
( ) Interpretar manifestações de aprendizagem
( ) Formar para a vida
Assinale a sequência correta.
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Q2287628 Pedagogia
Em “Portfólio, avaliação formativa e feedback”, Villas oas afirma que:
Avaliação formativa é o processo pelo qual são analisadas continuamente todas as atividades em desenvolvimento e as desenvolvidas pelos estudantes, para que eles e os professores identifiquem o que já foi aprendido e o que falta ser aprendido, a fim de que se providenciem os meios para que todos avancem sem interrupções e sem percalços.
(VILLAS BOAS, M. B. Avaliação: Interações com o trabalho pedagógico. Campinas: Papirus, 2017.)
Analise as afirmativas.
I. Privilegia o feedback realizado em formato de notas ou conceitos.
II. É conduzida de modo meritocrático, rigoroso e sério.
III. É realizada com procedimentos formais e informais.
IV. Todos os estudantes participam do processo: se autoavaliam e avaliam o trabalho educativo desenvolvido.
Em relação à avaliação formativa, segundo a perspectiva defendida pela autora, estão corretas as afirmativas
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Q2287627 Pedagogia
Candau, em “Direito à educação, diversidade e educação em direitos humanos” (Educ. Soc., Campinas, v. 33, n. 120, p. 715-726, jul-set. 2012.), reconhece que:
É possível afirmar que a luta pelos direitos humanos tem estado protagonizada pela busca da afirmação da igualdade entre todos os seres humanos. O primeiro artigo da Declaração Universal (1948) – “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos e, dotados que são de razão e consciência, devem comportar-se fraternalmente uns com os outros” – tem sido o centro das preocupações e suscitado inúmeras ações e políticas orientadas a garantir a igualdade entre todas as pessoas e a denunciar as múltiplas desigualdades que necessitamos superar para que se logre a efetivação dos direitos humanos, realidade ainda muito precária e frágil na maior parte do planeta, especialmente quando referida aos grupos excluídos, marginalizados e discriminados.
Tendo em vista a valorização das diferenças individuais para o combate à desigualdade em educação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A igualdade é sinônimo de homogeneização e uniformização do sistema.
( ) A “educação em direitos humanos” preocupa-se com a formação de pessoas com deficiência e não inclui o reconhecimento de especificidades como gênero, raça, etnia, territorialidade, orientação sexual e classe social.
( ) A proteção dos direitos humanos demanda tanto políticas universalistas quanto específicas, endereçadas a grupos socialmente vulneráveis, historicamente excluídos.
( ) A educação escolar deve ter como horizonte a construção de uma cidadania participativa e a formação de sujeitos de direito.
Assinale a sequência correta. 
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Q2287626 Pedagogia
O Ministério da Educação, em 1996, recomendou a pluralidade cultural como um dos temas transversais a serem trabalhados no Ensino Fundamental. E, em 2019, entre os temas contemporâneos transversais, incluiu o multiculturalismo.
É fato amplamente aceito pelos curriculistas que vivemos em uma sociedade multicultural, diversa e desigual. Uma perspectiva curricular que integre as manifestações culturais brasileiras a partir de uma visão transversal do conhecimento deve trabalhar com o multiculturalismo de forma a 
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Q2287625 Pedagogia
Quando se pesquisa a produção acerca do tema alfabetização e letramento no Brasil, percebem-se mudanças conceituais e metodológicas significativas, especialmente nas últimas décadas. Soares, em Alfabetização e letramento (São Paulo: Contexto, 2018.), discorre sobre este processo ao abordar as especificidades da alfabetização e do alfabetismo (termo presente em textos dos anos de 1990, que atualmente foi substituído por letramento).
Sobre o assunto, analise as afirmativas.
I. O letramento é um fenômeno homogêneo e invariável.
II. O termo alfabetização diz respeito à aprendizagem do sistema convencional de escrita (alfabético e ortográfico).
III. O termo letramento refere-se ao desenvolvimento de comportamentos e habilidades de uso do sistema convencional de escrita em atividades de leitura e escrita em práticas sociais (que envolvem a língua escrita).
IV. A entrada da criança no mundo da escrita ocorre primeiro pela alfabetização e, depois, pelo letramento.
De acordo com a perspectiva adotada pela autora, estão corretas as afirmativas 
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Q2287624 Pedagogia
A sequência didática (SD) é entendida por Barricelli, Karlo-Gomes e Dolz (Sequências Didáticas na Escola e na Universidade: Planejamento, Práticas e Reflexões Sobre o Ensino de Gêneros Textuais. Campinas: Mercado das Letras, 2020.) como um procedimento que agrupa um conjunto de atividades escolares, organizadas de maneira sistemática.
Considere as etapas:
I. Apresentação da situação
II. Planejamento de atividades/exercícios
III. Produção final
No planejamento do trabalho pedagógico com SD, o docente deve considerar as etapas:
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Q2287623 Pedagogia
Para ender, a Aprendizagem aseada em Projetos (A P) é “um modelo de ensino que consiste em permitir que os alunos confrontem as questões e os problemas do mundo real que consideram significativos, determinando como abordá-los e, então, agindo cooperativamente em busca de soluções”.
(BENDER, W. N. Aprendizagem Baseada em Projetos: Educação Diferenciada para o Século XXI. Tradução F. S. M. RODRIGUES. Revisão M. G. S. HORN. Porto Alegre: Penso, 2014.)
Na perspectiva adotada pelo autor, NÃO constitui a organização e o desenvolvimento de projetos: 
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Q2287622 Pedagogia
Em relação ao educar e cuidar na escola de Ensino Fundamental, analise as afirmativas.
I. A formação dos sujeitos integra educação e cuidado, tanto dos educadores em relação aos estudantes quanto destes em relação a si próprios.
II. Uma das competências gerais da Educação Básica presente na BNCC consiste em conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
III. Todos os educandos necessitam de cuidados especiais em termos de afeto, atenção e acompanhamento das aprendizagens e do desenvolvimento.
IV. Apenas com as crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental os educadores precisam ter cuidado ao desenvolverem as práticas educativas.
Está correto o que se afirma em
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Q2287621 Pedagogia
Enquanto o Planejamento Educacional (PE) corresponde ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual ou municipal, o Projeto Politico-Pedagógico (PPP) é a concretização do planejamento da instituição escolar.
De acordo com Veiga:
No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim projectu, particípio passado do verbo projicere, que significa lançar para diante. Plano, intento, desígnio. Empresa, empreendimento. Redação provisória de lei. Plano geral de edificação. (...) É antever um futuro diferente do presente. [VEIGA, I. P. A. Projeto Político-Pedagógico da escola: Uma construção coletiva. In: VEIGA, I. P. A. (org). Projeto políticopedagógico da escola: uma construção possível. 14a edição. São Paulo: Papirus, 2002.]
A respeito do assunto, analise as afirmativas.
I. No processo de elaboração do PE em nível nacional, a legislação educacional e o Plano Nacional de Educação em vigor devem ser desconsiderados.
II. O PPP deve conter: diagnóstico e análise da realidade da escola e definição de objetivos e metas.
III. O PPP deve ignorar questões curriculares.
IV. O PE deve visar à implantação de política(s) educacional(is), com a finalidade de levar o sistema educacional a cumprir funções que lhe são atribuídas.
Está correto o que se afirma em
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Q2287620 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) determina que:
A área de Ciências Humanas contribui para que os alunos desenvolvam a cognição in situ, ou seja, sem prescindir da contextualização marcada pelas noções de tempo e espaço, conceitos fundamentais da área. Cognição e contexto são, assim, categorias elaboradas conjuntamente, em meio a circunstâncias históricas específicas, nas quais a diversidade humana deve ganhar especial destaque, com vistas ao acolhimento da diferença. O raciocínio espaço-temporal baseia-se na ideia de que o ser humano produz o espaço em que vive, apropriando-se dele em determinada circunstância histórica. A capacidade de identificação dessa circunstância impõe-se como condição para que o ser humano compreenda, interprete e avalie os significados das ações realizadas no passado ou no presente, o que o torna responsável tanto pelo saber produzido quanto pelo controle dos fenômenos naturais e históricos dos quais é agente.

Sobre competências específicas de Ciências Humanas para o Ensino Fundamental, considere:
I. Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico-informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo.
II. Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.
III. Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados.
Está correto o que se afirma em
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Q2287619 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC): “Ao estudar Ciências, as pessoas aprendem a respeito de si mesmas, da diversidade e dos processos de evolução e manutenção da vida, do mundo material – com os seus recursos naturais, suas transformações e fontes de energia –, do nosso planeta no Sistema Solar e no Universo e da aplicação dos conhecimentos científicos nas várias esferas da vida humana. Essas aprendizagens, entre outras, possibilitam que os alunos compreendam, expliquem e intervenham no mundo em que vivem”.
A coluna da esquerda apresenta unidades temáticas e a da direita, objetos do conhecimento. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Vida e evolução
2. Terra e Universo
( ) Características e desenvolvimento dos animais
( ) Respeito à diversidade
( ) Escalas de tempo
( ) Usos do solo
Assinale a sequência correta.
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Q2287618 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento matemático.
Sobre o letramento matemático e seus desdobramentos na BNCC, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É definido como as competências e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e argumentar matematicamente, de modo a favorecer o estabelecimento de conjecturas, a formulação e a resolução de problemas em uma variedade de contextos, utilizando conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas matemáticas.
( ) Assegura aos alunos reconhecer que os conhecimentos matemáticos são fundamentais para a compreensão e a atuação no mundo e perceber o caráter de jogo intelectual da matemática, como aspecto que favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico e crítico, estimula a investigação e pode ser prazeroso.
( ) Corresponde ao conhecimento da terminologia, dos dados e dos procedimentos matemáticos. A partir da aprendizagem deles, a criança desenvolverá o domínio matemático, que é compreendido como as destrezas para realizar certas operações e utilizar os métodos apropriados à etapa em que se encontra.
( ) Demanda que o docente faça um planejamento interdisciplinar com o professor de Língua Portuguesa, trazendo a literatura como provocação e/ou contexto a partir do qual o pensamento matemático será desenvolvido.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2287617 Pedagogia
Para a Língua Portuguesa, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estipula: Ao componente Língua Portuguesa cabe [...] proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens. A coluna da esquerda apresenta práticas de linguagem e a da direita, objetos do conhecimento. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Leitura/escuta
2. Oralidade
3. Análise linguística/semiótica
4. Produção de textos
( ) Aspectos não linguísticos (paralinguísticos) no ato da fala
( ) Reconstrução das condições de produção e recepção de textos
( ) Morfologia
( ) Planejamento de texto/Progressão temática e paragrafação
Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Respostas
10541: E
10542: C
10543: B
10544: E
10545: E
10546: E
10547: D
10548: D
10549: B
10550: A
10551: B
10552: C
10553: C
10554: B
10555: D
10556: A
10557: C
10558: A
10559: A
10560: B