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A função principal das ligações em estruturas pré-moldadas de concreto é garantir o comportamento global pretendido para os subsistemas pré-moldados, permitindo a transferência das solicitações entre as interfaces dos elementos pré-moldados. Um exemplo de ligações utilizadas em estruturas pré-moldadas de concreto é mostrado na figura que segue.
Figura adaptada de ACKER, A. Van; FERREIRA, M. Manual de Sistemas Pré-Fabricados de Concreto. ABCIC – Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto.
Considerando a principal função das ligações mostradas na estrutura da figura, a alternativa CORRETA que descreve as solicitações transferidas por essas ligações é:
Leia as seguintes frases:
“O alimentador será dimensionado a partir da pressão e vazão disponíveis na rede, de modo a atender a demanda necessária à reserva e ao consumo nos pontos de distribuição direta.”
“A ligação à rede pública será escolhida de modo a proporcionar o menor trajeto possível do alimentador, respeitando-se as exigências da concessionária local.”
Considerando as frases acima, a palavra “alimentador” usada na elaboração de projetos de instalações de água fria significa:
Os requisitos e critérios de desempenho estabelecidos pela norma ABNT NBR 15.575 relativos à segurança contra incêndio estão pautados em exigências que visam a proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco em caso de incêndio; dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio; proporcionar meios de controle e extinção do incêndio; e dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. Os objetivos principais de garantir a resistência ao fogo dos elementos estruturais são: possibilitar a saída dos ocupantes da edificação em condições de segurança; garantir condições razoáveis para o emprego de socorro público, de modo que se permita o acesso operacional de viaturas, equipamentos e seus recursos humanos com tempo hábil para exercer as atividades de salvamento (pessoas retidas) e combate a incêndio (extinção); e evitar ou minimizar danos à própria edificação, às outras adjacentes, à infraestrutura pública e ao meio ambiente. Segue uma lista de requisitos relativos à segurança contra incêndio:
I. Dificultar o princípio do incêndio;
II. Facilitar a fuga em situação de incêndio;
III. Dificultar a inflamação generalizada;
IV. Dificultar a propagação do incêndio;
V. Minimizar o risco de colapso estrutural (Segurança estrutural);
VI. Dispor de sistema de extinção e sinalização de incêndio.
Dos requisitos listados, devem ser cumpridos no projeto de uma edificação:
[...] Resolvi aproveitar esta coluna para responder, de uma só vez, a vários amigos que escreveram para perguntar se realmente é necessário usar uma vírgula para separar os vocativos — e já vou dizendo, sem delongas, que sim: esta vírgula é absolutamente indispensável, pois evita que o vocativo, que sempre será um corpo estranho na estrutura sintática, seja tomado pelo leitor como parte integrante da frase. É ela que nos permite distinguir entre coisas tão diferentes quanto “Não coma gordura animal” e “Não coma gordura, animal”…
[...] Finalmente, uma leitora do Rio de Janeiro escreveu, alguns meses atrás, para reclamar de um erro na TV: “Professor, a pontuação dos títulos não é igual à pontuação normal? Vocativo não leva vírgula? Como é que a atual novela da Globo não tem vírgula?”. Ora, há mais de trinta anos não sei o que é novela; nada tenho contra elas, pois cada um tem o direito de se divertir como quer, mas confesso que, de minha parte, prefiro perder meu tempo assistindo aos vídeos divertidos do Animal Planet. Como nada mais constava na mensagem, fui pedir ajuda à vizinha, noveleira profissional, que me esclareceu que a novela a que a leitora se referia era uma tal de “Salve, Jorge”. A informação não me bastou. Haveria algum personagem chamado Jorge, que devia ser salvo? Nesse caso, o título deveria ser escrito sem vírgula, para não separar o verbo de seu objeto direto: “Salve Jorge” — assim como “Salvem as baleias” ou, mais radical, “Salvem o planeta”. Não, não, respondeu a prestativa vizinha; ela tinha lido uma entrevista em que a autora, Glória Perez, dizia que o título provinha de uma saudação a São Jorge, muito usada nas religiões afro-brasileiras. Bom, então certa estava a leitora: falta uma vírgula no título. “Salve, Jorge!”; “Ave, César!”; “Oh, Susana!” — tudo é vocativo.
Disponível em: <http://sualingua.com.br/2013/07/27/salve-jorge/>. Acesso em: 12/03/2016.
Embora o texto anterior seja predominantemente metalinguístico, a opinião do autor sobre determinados assuntos fica clara em alguns trechos. Assim, podemos afirmar CORRETAMENTE que é subjetivo o trecho:
I. No âmbito do exercício da titularidade, é absolutamente vedada a delegação da organização, da regulação, da fiscalização ou da prestação de serviços públicos de saneamento básico. II. A prestação de serviços públicos de saneamento básico por entidade que não integre a administração do titular depende da celebração de contrato, sendo vedada a sua disciplina mediante convênios, termos de parceria ou outros instrumentos de natureza precária. III. O lixo originário de atividades comerciais, industriais e de serviços cuja responsabilidade pelo manejo não seja atribuída ao gerador pode, por decisão do poder público, ser considerado resíduo sólido urbano. IV. Os recursos hídricos integram os serviços públicos de saneamento básico.