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Q3614253 Medicina
Paciente de 30 anos, admitido com dispneia, taquicardia e dessaturação. Iniciado protocolo Blue e descartado patologias no parênquima pulmonar. No braço do protocolo Blue sobrou avaliação de TVP, sendo que na insonação da veia poplítea foi visto o seguinte achado, sendo que a manobra de compressão o vaso venoso não fechava. Qual a conduta mais assertiva do plantonista?

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Q3614252 Medicina
Na atualidade é crescente o uso de US beira leito em todas as áreas da medicina, principalmente emergência e terapia intensiva. Um dos sinais clássicos a serem encontrados em ultrassonografia pulmonar é o sinal do código de barras demostrado na figura.

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Esse sinal pode estar presente em qual das patologias pulmonares elencadas?
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Q3614251 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 45 anos sabidamente portadora de neoplasia de colo uterino, apresentando há 5 dias dor em flanco e urina fétida, porém hoje procurou o pronto-socorro por conta de parada súbita de eliminação de urina. No exame clínico de entrada apresentava FC: 130, PA: 80 x 50, tempo de enchimento capilar 5 segundos, temperatura de 39 graus, escala de coma de Glasgow 15, ausculta respiratória sem alterações, FR 24 ipm. O emergencista coletou exames admissionais que constavam: creatinina 9,5, Ureia 160, potássio 5.8, lactato 4,0 mmol, ph 7,25, Bicarbonato 19. Ele fez expansão volêmica com 30 ml/kg de cristaloide balanceado e iniciou noradrenalina. Na avaliação inicial do intensivista, PAM de 65 mmhg, sendo que esse fez a avaliação com ultrassonografia e conseguiu a imagem mostrada abaixo. 



Imagine que a paciente evolui com refratariedade ao tratamento instituido e que no quinto dia da admissão apresenta PAM de 65 mmhg com uso de noradrenalina 1 mcg/kg/min e vasopressina 0.04 U/min. Se for necessário hemodiálise, qual é a modalidade mais completa de hemodiálise a ser instituída
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Q3614250 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 45 anos sabidamente portadora de neoplasia de colo uterino, apresentando há 5 dias dor em flanco e urina fétida, porém hoje procurou o pronto-socorro por conta de parada súbita de eliminação de urina. No exame clínico de entrada apresentava FC: 130, PA: 80 x 50, tempo de enchimento capilar 5 segundos, temperatura de 39 graus, escala de coma de Glasgow 15, ausculta respiratória sem alterações, FR 24 ipm. O emergencista coletou exames admissionais que constavam: creatinina 9,5, Ureia 160, potássio 5.8, lactato 4,0 mmol, ph 7,25, Bicarbonato 19. Ele fez expansão volêmica com 30 ml/kg de cristaloide balanceado e iniciou noradrenalina. Na avaliação inicial do intensivista, PAM de 65 mmhg, sendo que esse fez a avaliação com ultrassonografia e conseguiu a imagem mostrada abaixo. 



Após manejo inicial adequado feito pelo intensivista, qual é o próximo passo fundamental a adotar.
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Q3614249 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 45 anos sabidamente portadora de neoplasia de colo uterino, apresentando há 5 dias dor em flanco e urina fétida, porém hoje procurou o pronto-socorro por conta de parada súbita de eliminação de urina. No exame clínico de entrada apresentava FC: 130, PA: 80 x 50, tempo de enchimento capilar 5 segundos, temperatura de 39 graus, escala de coma de Glasgow 15, ausculta respiratória sem alterações, FR 24 ipm. O emergencista coletou exames admissionais que constavam: creatinina 9,5, Ureia 160, potássio 5.8, lactato 4,0 mmol, ph 7,25, Bicarbonato 19. Ele fez expansão volêmica com 30 ml/kg de cristaloide balanceado e iniciou noradrenalina. Na avaliação inicial do intensivista, PAM de 65 mmhg, sendo que esse fez a avaliação com ultrassonografia e conseguiu a imagem mostrada abaixo. 



O atendimento em urgência concluiu o seguinte diagnóstico ao encaminhar a paciente para a UTI.
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Q3614248 Medicina
Homem de 38 anos, IMC de 30, sem comorbidades, inicialmente avaliado na UPA por conta de desconforto respiratório que foi atribuído a crise de ansiedade, sendo liberado para casa. Após 24 horas é admitido na UTI com taquipnéia e com os seguintes parâmetros clínicos: PA 80 x 50 mmhg, FC: 120 bpm, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, Escala de coma de Glasgow de 14, saturação 82% com suplementação com 02 em cateter. O intensivista avaliou o paciente aplicando o protocolo RUSH. Insonação feita de forma adequada e com sonda setorial. Diante dos dados clínicos e dos achados ultrassonográficos encontrados, a conduta mais assertiva a ser tomada é


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Q3614247 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 33 anos, negra, admitida na UPA por desconforto respiratório, edema generalizado e astenia iniciado há aproximadamente 15 dias. Histórico de pré-eclâmpsia e seguimento irregular para hipertensão. Passou em avaliação ambulatorial recente onde foram solicitados exames que não foram ainda vistos pelo médico que solicitou (visto exames com C3 e C4 baixos, EAS com hematúria e aumento de leucócitos, FAN positivo, sendo anti-DNA e anti-SM pendentes). Admitida na UTI com FR de 24 ipm, saturação de 02 92 % com suplementação de O2, tempo de enchimento capilar menor que 3 segundos, FC: 100 bpm, PA: 150 x 98 mmhg, temperatura 36 graus com os seguintes exames: creatinina de 6.7, ureia 162, potássio 5,6. O intensivista fez a avaliação inicial com US beira leito e adquiriu as imagens abaixo relativas ao pulmão, coração е abdome. 







No caso apresentado deve ser instituido além disso o seguinte tratamento
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Q3614246 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 33 anos, negra, admitida na UPA por desconforto respiratório, edema generalizado e astenia iniciado há aproximadamente 15 dias. Histórico de pré-eclâmpsia e seguimento irregular para hipertensão. Passou em avaliação ambulatorial recente onde foram solicitados exames que não foram ainda vistos pelo médico que solicitou (visto exames com C3 e C4 baixos, EAS com hematúria e aumento de leucócitos, FAN positivo, sendo anti-DNA e anti-SM pendentes). Admitida na UTI com FR de 24 ipm, saturação de 02 92 % com suplementação de O2, tempo de enchimento capilar menor que 3 segundos, FC: 100 bpm, PA: 150 x 98 mmhg, temperatura 36 graus com os seguintes exames: creatinina de 6.7, ureia 162, potássio 5,6. O intensivista fez a avaliação inicial com US beira leito e adquiriu as imagens abaixo relativas ao pulmão, coração е abdome. 







Qual a conduta imediata a ser feita pelo intensivista diante dos achados clínicos e do ecocardiograma do caso em tela?
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Q3614245 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 33 anos, negra, admitida na UPA por desconforto respiratório, edema generalizado e astenia iniciado há aproximadamente 15 dias. Histórico de pré-eclâmpsia e seguimento irregular para hipertensão. Passou em avaliação ambulatorial recente onde foram solicitados exames que não foram ainda vistos pelo médico que solicitou (visto exames com C3 e C4 baixos, EAS com hematúria e aumento de leucócitos, FAN positivo, sendo anti-DNA e anti-SM pendentes). Admitida na UTI com FR de 24 ipm, saturação de 02 92 % com suplementação de O2, tempo de enchimento capilar menor que 3 segundos, FC: 100 bpm, PA: 150 x 98 mmhg, temperatura 36 graus com os seguintes exames: creatinina de 6.7, ureia 162, potássio 5,6. O intensivista fez a avaliação inicial com US beira leito e adquiriu as imagens abaixo relativas ao pulmão, coração е abdome. 







Quanto a esse caso clínico, é correto afirmar que a hipótese diagnóstica mais provável para a injúria renal aguda seja
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Q3614244 Medicina
Mulher 66 anos, portadora de cardiopatia chagásica e doença pulmonar obstrutiva crônica, admitida na UTI com queixa de dispneia e tosse iniciado há aproximadamente uma semana. Na admissão o intensivista insonou a paciente e encontrou a imagem demostrada abaixo que é mais sugestiva de


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Alternativas
Q3614243 Medicina
Uma das três técnicas de punção é a técnica estática transversal fora de plano demostrada. Nessa técnica usamos o teorema de Pitágoras onde o triângulo demarcado pode ser enquadrado como


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Alternativas
Q3614242 Medicina
O uso do ultrassom beira leito é um pilar fundamental na segurança do paciente, requisito tão importante dentro das unidades de terapia intensiva nos dias atuais. A técnica de punção vascular guiada é dividida em 3: transversal estática, transversal dinâmica e longitudinal. São duas técnica "out of plane" (fora de plano) e uma técnica " in plane" (em plano).
Na prática da terapia intensiva, é a técnica mais segura a ser usada pelo intensivista
Alternativas
Q3614241 Medicina
Dr. Daniel Lichetenstein fundou as bases da ultrassonografia pulmonar beira leito e correlacionou vários artefatos com patologias pulmonares, mas também imagens que não são baseadas em artefatos. Com isso descreveu vários padrões pulmonares comumente usados pelos intensivistas. Assinale a alternativa de linhas que são imagens artefatuais e não reais. 
Alternativas
Q3614240 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 42 anos com histórico de cardiopatia reumática, admitida na UTI em insuficiência respiratória, ausculta prejudicada por conta da obesidade, FR = 30 ipm, FC = 120 bpm, PA = 80 mmHg x 50 mmHg, saturação de 82% com suplementação de O2 em cateter e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Avaliada pelo intensivista, feito o US pulmonar e cardíaco beira leito, com os achados demostrados a seguir. 


Avaliando gasometrias pareadas coletadas antes das intervenções, seria um par representativo do que o intensivista encontra Gap de CO2 de
Alternativas
Q3614239 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 42 anos com histórico de cardiopatia reumática, admitida na UTI em insuficiência respiratória, ausculta prejudicada por conta da obesidade, FR = 30 ipm, FC = 120 bpm, PA = 80 mmHg x 50 mmHg, saturação de 82% com suplementação de O2 em cateter e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Avaliada pelo intensivista, feito o US pulmonar e cardíaco beira leito, com os achados demostrados a seguir. 


Feita a intubação com sucesso, passado cateter de pressão arterial invasiva guiado por US em femoral direita, passado acesso central guiado por ultrassom na axilar direita e coletado gasometria venosa e arterial, iniciado noradrenalina e no momento com PAM de 68 mmhg. Considerando os achados clínicos e ultrassonográficos, a próxima conduta do intensivista é
Alternativas
Q3614238 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Mulher de 42 anos com histórico de cardiopatia reumática, admitida na UTI em insuficiência respiratória, ausculta prejudicada por conta da obesidade, FR = 30 ipm, FC = 120 bpm, PA = 80 mmHg x 50 mmHg, saturação de 82% com suplementação de O2 em cateter e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Avaliada pelo intensivista, feito o US pulmonar e cardíaco beira leito, com os achados demostrados a seguir. 


O intensivista opta em intubar a paciente. Após proceder com pré-oxigenação, escolhe mais acertadamente os medicamentos da sequência rápida de intubação, que são:
Alternativas
Q3614237 Medicina
Homem de 60 anos, divorciado, desempregado, ateu, sem filhos, com histórico de uso de álcool e depressão, foi admitido em UPA após tentativa de auto-extermínio. Recebeu atendimento na emergência onde foi transferido para a UTI. O método utilizado foi tentativa de enforcamento.
Relativo a esse caso clínico, o intensivista avaliou necessidade de avaliação psiquiátrica antes da alta, levando em conta os seguintes fatores de alto risco
Alternativas
Q3614236 Medicina
Homem de 54 anos, etilista há 34 anos, cessou uso de álcool há 4 dias por conta de um "resfriado". Familiares o trouxeram para avaliação, pois notaram agitação, insônia, alucinações visuais e febre não aferida. No exame na emergência apresentou sudorese, FC = 120 bpm, PA = 170 mmHg x 80 mmHg e temperatura = 38 °C. Evoluiu com crise convulsiva ainda na emergência, sendo a mesma abortada e então encaminhado a UTІ.
Quanto a esse caso clínico é correto afirmar que a hipótese diagnóstica mais provável e a respectiva conduta são
Alternativas
Q3613148 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 53 anos de idade, obeso e dislipidêmico, sem uso de medicações contínuas, procurou o pronto-socorro com queixa de dor de forte intensidade em joelho D, iniciada a cerca de dois dias, evoluindo nas últimas 24 horas com aumento do volume, calor local, vermelhidão e discreta restrição à flexão da articulação. O paciente nega febre ou outros sintomas gerais. Fez uso de dipirona, sem grande alívio do quadro álgico.
No tratamento da crise aguda de artrite gotosa, é recomendase o uso de
Alternativas
Q3613147 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 53 anos de idade, obeso e dislipidêmico, sem uso de medicações contínuas, procurou o pronto-socorro com queixa de dor de forte intensidade em joelho D, iniciada a cerca de dois dias, evoluindo nas últimas 24 horas com aumento do volume, calor local, vermelhidão e discreta restrição à flexão da articulação. O paciente nega febre ou outros sintomas gerais. Fez uso de dipirona, sem grande alívio do quadro álgico.
Considerando o diagnóstico diferencial de artrite gotosa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1021: B
1022: D
1023: D
1024: A
1025: B
1026: D
1027: B
1028: A
1029: D
1030: B
1031: A
1032: B
1033: A
1034: A
1035: C
1036: B
1037: D
1038: C
1039: B
1040: C