O uso do ultrassom beira leito é um pilar fundamental na se...

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Q3614242 Medicina
O uso do ultrassom beira leito é um pilar fundamental na segurança do paciente, requisito tão importante dentro das unidades de terapia intensiva nos dias atuais. A técnica de punção vascular guiada é dividida em 3: transversal estática, transversal dinâmica e longitudinal. São duas técnica "out of plane" (fora de plano) e uma técnica " in plane" (em plano).
Na prática da terapia intensiva, é a técnica mais segura a ser usada pelo intensivista
Alternativas

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Tema central: A questão aborda punção vascular guiada por ultrassom na terapia intensiva, especificamente a escolha da técnica mais segura entre as opções “in plane” (em plano) e “out of plane” (fora de plano).

Justificativa da alternativa correta (B): A técnica longitudinal “in plane” é considerada a mais segura na prática intensiva. Nela, o feixe do ultrassom acompanha todo o trajeto da agulha, permitindo ao operador visualizar continuamente a ponta e o corpo da agulha enquanto ela avança em direção ao vaso. Isso reduz significativamente os riscos de complicações, como perfuração de estruturas adjacentes ou inserção inadequada da agulha. Conforme evidências científicas e recomendações didáticas, a visualização direta e constante da agulha é fundamental para a segurança do paciente (RBTI, 2017; UpToDate).

No contexto prático, a execução correta da “in plane” longitudinal permite rápida identificação de desvios na trajetória, evitando complicações graves como pneumotórax e hematoma. Além disso, favorece o desenvolvimento de habilidades técnicas essenciais na residência médica em Medicina Intensiva.

Análise das alternativas incorretas:

A) Fora de plano, transversal com sonda estática:
A técnica “out of plane” oferece apenas a visão de um corte da agulha, dificultando distinguir a ponta do corpo, favorecendo erros e complicações.

C) Fora de plano, transversal com sonda dinâmica:
Apesar da sonda se mover, a visualização segue limitada. O risco de cometer iatrogenias permanece devido à incerteza da posição exata da ponta da agulha.

D) Mista, movimentos alternados da sonda:
Essa abordagem não é padronizada nem recomendada em diretrizes ou manuais de referência, já que pode confundir a identificação correta das estruturas desejadas, aumentando o risco ao paciente.

Estratégia para provas: Fique atento às palavras-chave “visualização da agulha”, “segurança” e “complicações”. Técnicas que permitem acompanhar toda a extensão da agulha são sempre preferíveis.

Segundo a literatura: “A técnica longitudinal (in plane) é preferencial, pois permite o acompanhamento de toda a extensão da agulha durante o procedimento, tornando o acesso vascular mais seguro” (RBTI, vol. 29, supl. 1, p. 33).

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