Caso clínico para responder à questão.
Mulher de 62 anos, hipertensa, portadora de doença renal
crônica estágio 3A, tabagista 40 anos/maço é admitida no
pronto socorro por conta de déficit de força em perna
esquerda iniciada no dia anterior. Paciente acreditava se
tratar de uma entorse, por isso não procurou atendimento
médico. No pronto socorro visto glicemia de 110 mg/dl, PA:
150 x 100 mmhg, FC: 80, tempo de enchimento capilar
menor 3 segundos. No exame clínico neurológico visto
déficit de força e diminuição de sensibilidade em perna
esquerda, sem alterações nos membros superiores, sem
déficits de fala e sem déficit facial. Médico de plantão
solicitou tomografia sendo que ela veio sem alteração. Então
resolveu solicitar ressonância que demonstrou alteração
compatível com isquemia.