Foram encontradas 10.408 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1687008 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para esse caso, a meta terapêutica é atingir LDL abaixo de 100 mg/dL.

Alternativas
Q1687007 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente é considerado de risco cardiovascular intermediário.

Alternativas
Q1687006 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Quando o paciente retornou após seis anos do diagnóstico de diabetes e apresentando piora clínica, fez-se necessário iniciar a utilização de um segundo medicamento e, nesse caso, uma excelente opção é o uso de insulina.

Alternativas
Q1687005 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A piora clínica apresentada pelo paciente, ao longo dos seis anos de diagnóstico, não era esperada, mas é facilmente explicada por meio da provável dificuldade do paciente em seguir as orientações médicas, principalmente com relação ao tratamento não medicamentoso (dieta e exercícios físicos).


Alternativas
Q1687004 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Não há embasamento científico para justificar a opção de iniciar o tratamento, nesse caso clínico, de forma não medicamentosa. A melhor opção, portanto, seria iniciar o tratamento de forma medicamentosa, e uma das melhores drogas indicadas naquele momento seria a glibenclamida.

Alternativas
Q1687003 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para esse paciente (por não apresentar complicações crônicas e ter risco baixo para hipoglicemias), pode-se estabelecer, como meta terapêutica, uma HbA1c = 7%.

Alternativas
Q1687002 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Pode-se afirmar que esse paciente tem diagnóstico de diabetes tipo 2, obesidade e possivelmente hipertensão arterial sistêmica (HAS).

Alternativas
Q1687001 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O início do rastreamento citológico é a partir dos 25 anos de idade para todas as mulheres.

Alternativas
Q1687000 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


De acordo com as diretrizes brasileiras, o rastreamento deve ser realizado em todas as mulheres até os 69 anos de idade, exceto naquelas que foram submetidas à histerectomia total prévia.

Alternativas
Q1686999 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O exame citopatológico deve ser realizado pelas mulheres portadoras de HIV na mesma frequência da recomendada para as mulheres não portadoras.

Alternativas
Q1686998 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A infecção cervical pelo HPV, na grande maioria dos casos, é transitória e regride espontaneamente entre seis meses a dois anos após a exposição.

Alternativas
Q1686997 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O câncer de colo do útero está associado à infecção persistente por subtipos oncogênicos do vírus papilomavírus humano (HPV), especialmente o HPV-16 e o HPV-18, responsáveis por cerca de 75% dos casos.

Alternativas
Q1686996 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Alguns cofatores podem aumentar o risco de a mulher apresentar uma neoplasia invasiva, como, por exemplo, o tabagismo e o uso prolongado de anticoncepcionais orais (cinco anos ou mais).

Alternativas
Q1686995 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O exame citológico (Papanicolau) é realizado nas unidades básicas de saúde e pode detectar alterações antes mesmo de que o câncer se instale. Porém, sua sensibilidade e especificidade são menores, quando comparadas às da citologia em base líquida.

Alternativas
Q1686994 Medicina

O câncer de colo uterino atualmente causa 300 mil óbitos por ano no mundo. É a terceira neoplasia mais frequente nas mulheres. No Brasil, excluindo-se os tumores de pele não melanoma, é a terceira neoplasia mais comum na população feminina, sendo a mais incidente na região norte do País. É uma doença que tem prevenção, tratamento e cura.


Tendo em vista o câncer de colo uterino e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Oitenta por cento dos casos são associados ao vírus do HPV.

Alternativas
Q1686993 Medicina

As hepatites virais são temas reconhecidos na literatura médica desde a antiguidade, quando Hipócrates descrevia surtos epidêmicos de icterícia na Grécia Antiga. Outros quadros de icterícia também foram descritos durante a história da humanidade, contudo, apenas no século 20, os vírus das hepatites virais foram descritos e bem estudados.


Considerando essas informações e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O panorama do tratamento da hepatite C vem evoluindo substancialmente nos últimos anos, principalmente após o surgimento dos inibidores de protease, em 2011, e de outros antivirais de ação direta. O objetivo final do tratamento é a cura, com erradicação do HCV.

Alternativas
Q1686992 Medicina

As hepatites virais são temas reconhecidos na literatura médica desde a antiguidade, quando Hipócrates descrevia surtos epidêmicos de icterícia na Grécia Antiga. Outros quadros de icterícia também foram descritos durante a história da humanidade, contudo, apenas no século 20, os vírus das hepatites virais foram descritos e bem estudados.


Considerando essas informações e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O consumo de café está associado a menor atividade inflamatória, a fibrose menos avançada e a menor risco de carcinoma hepatocelular em pacientes com hepatite C.

Alternativas
Q1686991 Medicina

As hepatites virais são temas reconhecidos na literatura médica desde a antiguidade, quando Hipócrates descrevia surtos epidêmicos de icterícia na Grécia Antiga. Outros quadros de icterícia também foram descritos durante a história da humanidade, contudo, apenas no século 20, os vírus das hepatites virais foram descritos e bem estudados.


Considerando essas informações e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A chamada fase de imunoclearance do vírus da hepatite B (HBV) ocorre quando o HBeAg está positivo, há diminuição de níveis de HBV DNA e aumento persistente ou oscilação dos níveis de TGO e TGP (aminotransferases). Nessa fase, a atividade necroinflamatória hepática pode ser moderada ou grave, com rápida evolução para fibrose.

Alternativas
Q1686990 Medicina

As hepatites virais são temas reconhecidos na literatura médica desde a antiguidade, quando Hipócrates descrevia surtos epidêmicos de icterícia na Grécia Antiga. Outros quadros de icterícia também foram descritos durante a história da humanidade, contudo, apenas no século 20, os vírus das hepatites virais foram descritos e bem estudados.


Considerando essas informações e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Após exposição aguda ao vírus da hepatite B (HBV), até 95% dos adultos imunocompetentes alcançam a cura clínica e produzem imunidade duradoura. O mesmo acontece com os recém-nascidos de mães HBeAg positivos.

Alternativas
Q1686989 Medicina

As hepatites virais são temas reconhecidos na literatura médica desde a antiguidade, quando Hipócrates descrevia surtos epidêmicos de icterícia na Grécia Antiga. Outros quadros de icterícia também foram descritos durante a história da humanidade, contudo, apenas no século 20, os vírus das hepatites virais foram descritos e bem estudados.


Considerando essas informações e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O vírus da hepatite C (HCV) está associado a sangue contaminado, e o uso de drogas injetáveis é o principal fator de risco para essa infecção. Além disso, a reutilização de equipamentos hospitalares esterilizados inadequadamente ou reutilizados e a transfusão de sangue e derivados não triados rotineiramente também são considerados fatores de risco. Por outro lado, apesar de ser transmitido pela via sexual e de mãe para o filho verticalmente, esses modos são incomuns.

Alternativas
Respostas
4501: E
4502: E
4503: E
4504: E
4505: E
4506: C
4507: C
4508: E
4509: E
4510: E
4511: C
4512: C
4513: C
4514: E
4515: E
4516: C
4517: C
4518: C
4519: E
4520: C