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Paciente masculino, 65 anos, apresenta sopro sistólico de baixa frequência, audível na base e no foco aórtico, com componente de alta frequência no foco mitral, sem irradiação.
Qual é a valvopatia associada a essa descrição do sopro?
Paciente masculino, 55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, em tratamento irregular com enalapril e espironolactona, é admitido no prontosocorro com quadro de edema agudo de pulmão, turgência jugular patológica, hepatomegalia congestiva e edema de membros inferiores. Ao exame físico constam: ritmo cardíaco irregular (fibrilação atrial) com B3, PA = 100/80 mmHg, FC = 90 bpm, saturação de O₂ = 91% e tempo de enchimento capilar = 3 segundos. Exames laboratoriais dentro dos limites da normalidade.
Qual medicação é contraindicada nesse caso?
Paciente com dor torácica tipo queimação, de início súbito, localizada em região retroesternal e epigástrica, associada a bradicardia, náuseas, vômitos, sudorese fria, iniciados há 3 horas. Ao eletrocardiograma, bloqueio AV de primeiro grau com supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em DII, DIII e aVF, com infradesnivelamento em DI e aVL.
Qual o diagnóstico do caso descrito?
Paciente masculino, 40 anos, com queixa de dispneia aos esforços, dor torácica tipo anginosa e episódios de pré-síncope aos esforços. Não faz uso de medicamentos. Ao exame físico, apresenta pulso parvo e tardus e sopro sistólico ejetivo rude em foco aórtico, com irradiação para as carótidas. PA = 110/80 mmHg; FC = 70 bpm. O ecocardiograma evidencia estenose aórtica importante, com área valvar aórtica de 0,9 cm², velocidade máxima do jato transvalvar de 4,5 m/s e gradiente médio de 45 mmHg, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (60%).
Qual a conduta terapêutica a ser indicada nesse caso?
Paciente do sexo feminino, 32 anos, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, comparece à consulta de rotina do tratamento anti-hipertensivo. Refere desejo de gestação e encontra-se atualmente em uso de enalapril 20 mg, com níveis pressóricos controlados.
Qual a conduta terapêutica a ser adotada nesse caso?
Homem de 40 anos chega ao ambulatório de Neurologia referindo cefaleia desde a adolescência, com piora progressiva ao longo dos anos, estando diária há mais de 6 meses. Refere que, além do aumento da frequência das dores, tem dores intensas muito frequentes, com idas aos prontos-socorros cerca de uma vez na semana. As dores localizam-se na região frontotemporal, são unilaterais alternas, de caráter pulsátil, acompanhadas de náuseas, vômitos, foto e fonofobia, piorando muito com esforços habituais, com poucas horas sem dor ao longo dos dias. Ele fazia uso diário de dipirona, paracetamol, isolados ou associados à cafeína e isometepteno, chegando a usar 4 comprimidos ao dia. Trouxe TC de Crânio contrastada normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas para esse caso, qual é a conduta adequada?
Paciente refere que, durante punção venosa na fossa cubital para coleta de sangue, apresentou sensação de choque, seguida de parestesias no antebraço. O exame neurológico, realizado em consulta posterior, demonstrou região de hipoestesia tátil e dolorosa na face anterolateral do antebraço.
O nervo lesado é uma continuação de qual ramo terminal do plexo braquial?
Mulher de 40 anos chega ao pronto-socorro com história de cefaleia holocraniana intensa há menos de 3 horas, com descrição de dificuldade na visão do olho direito logo em seguida à dor, referindo “inchaço” nesse olho. Refere que a dor se instalou e evoluiu rapidamente, atingindo intensidade descrita com nota 10 em segundos, sendo a pior dor de sua vida, mantendo-se até a consulta. O exame físico demonstrava uma ptose palpebral direita, estrabismo divergente nesse olho, além de midríase ipsilateral.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse caso?