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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Artificial Intelligence in Accounting and Auditing
Federica De Santis
27 October 2024
The labor-intensive and repetitive nature of auditing tasks, combined with strict compliance requirements, make auditing an ideal area for the integration of digital technologies like artificial intelligence (Al). Al offers significant potential for auditors, enabling them to accelerate auditing tasks, minimize human errors and bias, overcome sampling limitations, examine entire transaction populations, and lower audit costs. Nonetheless. similar to any innovation in professional practices, the adoption of Al in auditing poses unique challenges for both professionals and policymakers. These challenges mainly pertain to auditors' readiness for technological advancements, their willingness to adapt their approach to audit tasks, and the ethical considerations of utilizing Al in their work.
(Adapted from https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-71371-2_9)
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
Mas o grande perigo da crítica é um dedutivismo ingênuo que, partindo de uma pré-noção, acha no seu campo de pesquisas apenas aquilo que procura. Veja-se, por exemplo, o caso de Taine. Já Edmond Schérer, num dos seus "estudos" mais felizes, apontava os lados fracos da interpretação tainiana da arte ou da história literária. Em vez de proceder por indução, Taine deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma época ou o espírito de uma literatura.
Sem dúvida, o crítico não pode prescindir de uma hipótese, como o cientista, para abrir uma picada no mato virgem dos fatos. Mas também não deve esquecer que, além da clareira mensurável, começa a exuberância das probabilidades, como uma floresta de interrogações. Respeitar o outro lado provável das coisas, admitir em tudo a parte do indeterminado é uma boa tática para quem não gosta de tropeçar em surpresas irônicas.
(Adaptado de: MEYER, Augusto, "Mas...", Machado de Assis (1935-1958). Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 2008, p. 65)
Nossa discussão será apropriada se tiver tanta clareza quanto comporta o assunto, pois não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual [...]. E é dentro do mesmo espírito que cada proposição deverá ser recebida, pois é próprio do homem culto buscar a precisão, em cada gênero de coisas, apenas na medida em que a admite a natureza do assunto.
(Adaptado de: Aristóteles. Ética a Nicômacos. Brasilia: Editora UnB, 3.ed., 1992, p.18)
Confrontando o trecho acima com o texto de Augusto Meyer, considere as seguintes afirmativas:
I. Enquanto Aristóteles demonstra conhecer seu objeto o suficiente para estimar o teor de suas proposições, Augusto Meyer considera, em sua abordagem, a possibilidade do novo.
II. Em ambos os textos, busca-se uma adequação entre método e objeto a ser analisado, a qual tem como ponto de partida a consideração das características do objeto.
III. Aristóteles, ao dizer que não se deve exigir a precisão em todos os raciocínios por igual assemelha-se, quanto ao método, a Taine, que, segundo Augusto Meyer, deduz forçosamente de uma ideia preconcebida as componentes que deverão formar o caráter de uma épоca.
Está correto o que se afirma em
Está correto o que se afirma em
I. Se, em Clastres, o que motiva a hipótese contrária às provas materiais é o uso da lógica, em Franco-Moraes, são provas materiais que subsidiam a percepção de diferenças em concepções de mundo.
II. Em Clastres, a lógica de La Boétie se contrapõe ao seguinte raciocínio indutivo: há dominantes e dominados em todas as sociedades observadas, logo, a hierarquia é imanente à sociedade.
III. Em Franco-Moraes, o fato de os indígenas terem permanecido na floresta como extrativistas e coletores corrobora o argumento de que a consideram como um ambiente cultural.
Está correto o que se afirma em
Qual dos fatos a seguir, se verdadeiro, enfraquecerá consideravelmente o argumento apresentado?
A analogia é bem apropriada, dado que captura tanto os objetivos quanto as frustrações da pesquisa cientifica: queremos aprender o máximo possível sobre o mundo e traduzir o que aprendemos em um mapa que outros podem ler. Quanto mais aprendemos, mais detalhado fica o mapa. Entretanto, como o filósofo francês Bernard Le Bovier de Fontenelle já sabia em 1686, podemos ver apenas uma fração do que existe. Por consequência, qualquer mapa que produzimos é necessariamente incompleto. [...]
(Marcelo Gleiser, 12/08/2018. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/08/mapeando-a-realidade- em-busca-de-uma-perfeicao-Inatingivel.shtml)
Considere cinco pesquisas científicas fictícias cujos objetivos fossem desenvolver:
I. uma droga capaz de curar todos os tipos de lesões cancerígenas.
II. uma liga metálica capaz de resistira temperaturas mais altas do que as ligas atuais.
III. uma ferramenta de inteligência artificial capaz de compor uma sinfonia.
IV. uma bateria para carros elétricos com vida útil dez vezes maior do que a das atuais.
V. um robô humanoide capaz de conduzir um ônibus em uma grande cidade.
Entre essas pesquisas científicas, aquela que poderia ser criticada usando um argumento análogo ao apresentado no texto de Marcelo Gleiser é
Na carteira combinada, o intervalo que contém a soma (S) da mediana com a média é
D' e D" representam os desembolsos iniciais de A e B (data 0), respectivamente, sendo que D' supera D" em R$ 37.000,00. O valor de X correspondente ao 2º ano do fluxo de caixa A é então igual a
Evento A: inconsistências de classificação (erros na conta contábil utilizada).
Evento B: inconsistências de valor (erros numéricos nos lançamentos).
Após examinar uma amostra de documentos, o auditor encontra P(A) = 0,4 e P(AUB) = 0,7, enquanto P(B) = p. Sabe-se que os eventos A e B serão mutuamente excludentes apenas para um valor específico p = p1 e que os eventos A e B serão independentes apenas para um valor específico p = p2.
Com base nessas informações, a razão p2/p1 é