Questões de Concurso
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I Produzir, avaliar e utilizar, de forma crítica, ética e responsável, tecnologias digitais de informação e comunicação, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
II Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica.
III Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico e ter posicionamento crítico, fundamentado em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
IV Analisar e compreender o movimento, e os significados históricos, de populações e mercadorias no tempo e no espaço, considerando o respeito e a solidariedade com as distintas populações.
Assinale a opção correta.
Luis Fernando Veríssimo. As cobras: antologia definitiva. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 126. A partir das ideias suscitadas pela tirinha, assinale a opção correta a respeito das relações e dinâmicas sociopolíticas e culturais no Brasil colonial.
I A televisão foi a principal fonte de informação do povo brasileiro a partir da segunda metade do século XX, com redução do seu poder apenas no século XXI, com a popularização da internet no Brasil.
II Desde seu início, praticamente, a dinâmica social brasileira modificou-se com a popularização da novela como um novo entretenimento televisivo e, ao mesmo tempo, com a difusão constante das propagandas em uma sociedade de consumo que crescia no Brasil desde a metade do século XX.
III As emissoras de televisão não auferiram ganhos com as políticas de telecomunicações aplicadas pelos governos brasileiros.
IV Os costumes da sociedade brasileira mantiveram-se inalterados com a popularização da televisão no país.
Estão certos apenas os itens
Lara de Melo dos Santos. “Morte aos brancos, viva a liberdade!”: rebelião escrava em Camamu, Bahia (século XVII). In: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (Orgs.). Revoltas escravas no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, p. 85-86.
Com base no relato anterior, presente em um documento do arquivo público do estado da Bahia, datado de 9 de agosto de 1691, referente à escravidão e à resistência negra no Brasil colonial, assinale a opção correta.
Angelo Agostini. Revista Ilustrada, ano 5, n.º 222, 4/9/1880.
Internet: <https://memoria.bn.gov.br/pdf>.
Na capa do periódico, aparece um político do Império, Martinho Campos, montado sobre um negro, de quatro, como um cavalo, tendo correntes presas aos seus pés, às suas mãos e uma corrente no pescoço, que serve como rédea para o cavaleiro. Este usa botas e chapéu, como um fazendeiro usaria, tem na mão direita um chicote, e com a esquerda segura a corrente presa ao pescoço do negro. As figuras encontram-se sobre um grande pedestal onde se lê, logo abaixo das figuras, “Escravidão ou Morte”. Observa-se, ainda, que há índios na base do pedestal, sentados em uma posição desoladora, dois dos quais apoiam a cabeça com uma das mãos, como se estivessem muito tristes, e o índio da esquerda está com a cabeça baixa e os braços cruzados na frente do corpo, em total isolamento. A figura que apresenta mais energia e algum entusiasmo é a de Martinho Campos, que aparece na mesma posição da Estátua equestre de D. Pedro I, a qual pode ser observada ao fundo, apenas esboçada, o suficiente para que o leitor possa lembrar e fazer a comparação. O caricaturista propõe a aproximação do símbolo monarquista com a escravidão e, para não deixar qualquer dúvida, escreveu, conforme a grafia da época, o seguinte comentário, abaixo da imagem: Projecto de uma estatua equestre para o illustre chefe do partido liberal. Esta estatua deve fazer pendant com a de Pedro I e será collocada no dia 7 de Setembro de 1881. À iniciativa dos illustres fazendeiros de Cebolas é que devemos mais esse monumento das nossas glorias.
Rosangela de Jesus Silva. Desconstruções e reconstruções do Brasil: a caricatura e o monumento equestre a D. Pedro I. 19&20, v. VIII, n. 1, jan./jun. 2013. Internet: <http://www.dezenovevinte.net/> (com adaptações).
Transcrição da imagem, conforme a grafia da época: — Queira perdoar, mas...com aquelle negrinho não pode entrar. — Mas é que eu não posso separar-me delle: é quem me veste, quem me dá de comer, quem... me serve em tudo, afinal! — É que... Enfim, em attenção às illustres qualidades pessoais de tão sabio soberano, creio que as nações civilizadas não duvidarão em admittil-o.
Angelo Agostini. Revista Ilustrada, ano 8, n.º 347, 30/6/1883. In: Renato Lemos (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006. p. 13. Internet: <https://memoria.bn.gov.br/>.
Desde, pelo menos, inícios do século XIX, potências europeias, em especial a Grã-Bretanha, fazem pressão contra a escravidão negra no Brasil. Nem por isso, contudo, rompem relações com o império escravista. A charge aponta um contraditório d. Pedro II, tentando fazer-se aceito pelo mundo desenvolvido sem descartar a escravidão, e o cinismo das nações ditas civilizadas, que, na prática, legitimavam a Monarquia brasileira nessa condição.
Renato Lemos (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006. p. 13. Internet: <https://memoria.bn.gov.br/>.
Considerando as imagens e os textos precedentes, que trazem informações relativas ao período imperial brasileiro, julgue os itens a seguir.
I Observam-se, nas imagens e nos textos, duas das principais características do império brasileiro: o regime monárquico e a escravidão.
II As imagens e os comentários permitem aferir que o sistema escravista eram quem sustentava a sociedade brasileira da época.
III O processo de Independência do Brasil e a consolidação do regime monarquista, em aliança com a elite nacional da época, só foram possíveis devido à manutenção do sistema escravista.
IV As ditas nações civilizadas do século XIX, por mais que condenassem o regime escravista brasileiro, jamais romperam as relações com o Império do Brasil por esse motivo.
Assinale a opção correta.
I A densidade demográfica da região Nordeste é maior que a da região amazônica e, em consequência disso, também é maior a concentração de pessoas pobres.
II Apesar da baixa dinâmica econômica e do baixo índice de industrialização, a região amazônica possui dois centros industriais que se destacam nas práticas da agropecuária e do extrativismo.
III A região Sudeste engloba a maior parte da renda nacional e possui uma economia diversificada, com muitas oportunidades no terceiro e no quarto setor.
Assinale a opção correta.