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Questões de Concurso Para prefeitura de tremembé - sp

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Q4119068 Português
(Prefeitura Municipal de Curitiba. Disponível em:
https://mid-noticias.curitiba.pr.gov.br/2022/00346427.jpg.
Acesso em 04.04.2026)
O texto tem como principal função
Alternativas
Q4119066 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Quando eu era pequeno, assistia eletrizado àqueles filmes de cadeia em branco e preto. Os prisioneiros vestiam uniforme e planejavam fugas de tirar o fôlego na cadeira do cinema.

    Em 1989, vinte anos depois de formado médico cancerologista, fui gravar um vídeo sobre AIDS na enfermaria da Penitenciária do Estado, construção projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo nos anos 20, no complexo do Carandiru, em São Paulo. Quando entrei e a porta pesada bateu atrás de mim, senti um aperto na garganta igual ao das matinês do cine Rialto, no Brás.

    Nas semanas que se seguiram, as imagens do presídio não me saíram da cabeça. Os presos na soleira das celas, o carcereiro com a barba por fazer, um PM de metralhadora distraído na muralha, ecos na galeria mal iluminada, o cheiro, a ginga da malandragem, tuberculose, caquexia, solidão e a figura calada do Dr. Getúlio, meu ex-aluno no cursinho, que cuidava dos presos com AIDS.

    Duas semanas depois, procurei o dr. Manoel Schechtman, responsável pelo departamento médico do sistema prisional, e me ofereci para fazer um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção, o maior presídio do país, situado no mesmo complexo, de frente para a movimentada avenida Cruzeiro do Sul, vizinho do metrô, a dez minutos da praça da Sé, quilômetro zero de São Paulo.

    O trabalho começou em 1989 e dura até hoje. Com o apoio da Universidade Paulista (UNIP), uma instituição particular de São Paulo, fizemos pesquisas epidemiológicas sobre a prevalência do HIV, organizamos palestras, gravamos vídeos, editamos a revista em quadrinhos Vira-Latas, e atendi doentes. Com os anos, ganhei confiança e pude andar com liberdade pela cadeia. Ouvi histórias, fiz amizades verdadeiras, aprendi medicina e muitas outras coisas. Na convivência, penetrei alguns mistérios da vida no cárcere, inacessíveis se eu não fosse médico.

    Neste livro, procuro mostrar que a perda da liberdade e a restrição do espaço físico não conduzem à barbárie, ao contrário do que muitos pensam. Em cativeiro, os homens, como os demais grandes primatas (orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos), criam novas regras de comportamento com o objetivo de preservar a integridade do grupo. Esse processo adaptativo é regido por um código penal não escrito, como na tradição anglo-saxônica, cujas leis são aplicadas com extremo rigor:

    – Entre nós, um crime jamais prescreve, doutor.

    Pagar a dívida assumida, nunca delatar o companheiro, respeitar a visita alheia, não cobiçar a mulher do próximo, exercer a solidariedade e o altruísmo recíproco, conferem dignidade ao homem preso, o desrespeito é punido com desprezo social, castigo físico ou pena de morte:

    – No mundo do crime, a palavra empenhada tem mais força do que um exército.

    Não é objetivo deste livro denunciar um sistema penal antiquado, apontar soluções para a criminalidade brasileira ou defender direitos humanos de quem quer que seja. Como nos velhos filmes, procuro abrir uma trilha entre personagens da cadeia: ladrões, estelionatários, traficantes, estupradores, assassinos e o pequeno grupo de funcionários desarmados que toma conta deles.

    A narrativa será interrompida pelos interlocutores, para que o leitor possa apreciar-lhes a fluência da linguagem, as figuras de estilo e as gírias que mais tarde ganham as ruas.

    Por razões éticas, os casos descritos nem sempre se passaram com os personagens a que foram atribuídos. Como diz a malandragem:

    – Numa cadeia, ninguém conhece a moradia da verdade.


(Drauzio Varella, Estação Carandiru. Adaptado)
Considere a passagem, em que o acento indicativo de crase foi empregado diante de uma palavra feminina (“situação”) subentendida antes da expressão masculina (“dos 7.200 presos”).
“Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção”. (4o parágrafo)
Assinale a alternativa em que a crase está de acordo com a norma-padrão e foi empregada pelo mesmo motivo que na passagem
Alternativas
Q4119065 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Quando eu era pequeno, assistia eletrizado àqueles filmes de cadeia em branco e preto. Os prisioneiros vestiam uniforme e planejavam fugas de tirar o fôlego na cadeira do cinema.

    Em 1989, vinte anos depois de formado médico cancerologista, fui gravar um vídeo sobre AIDS na enfermaria da Penitenciária do Estado, construção projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo nos anos 20, no complexo do Carandiru, em São Paulo. Quando entrei e a porta pesada bateu atrás de mim, senti um aperto na garganta igual ao das matinês do cine Rialto, no Brás.

    Nas semanas que se seguiram, as imagens do presídio não me saíram da cabeça. Os presos na soleira das celas, o carcereiro com a barba por fazer, um PM de metralhadora distraído na muralha, ecos na galeria mal iluminada, o cheiro, a ginga da malandragem, tuberculose, caquexia, solidão e a figura calada do Dr. Getúlio, meu ex-aluno no cursinho, que cuidava dos presos com AIDS.

    Duas semanas depois, procurei o dr. Manoel Schechtman, responsável pelo departamento médico do sistema prisional, e me ofereci para fazer um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção, o maior presídio do país, situado no mesmo complexo, de frente para a movimentada avenida Cruzeiro do Sul, vizinho do metrô, a dez minutos da praça da Sé, quilômetro zero de São Paulo.

    O trabalho começou em 1989 e dura até hoje. Com o apoio da Universidade Paulista (UNIP), uma instituição particular de São Paulo, fizemos pesquisas epidemiológicas sobre a prevalência do HIV, organizamos palestras, gravamos vídeos, editamos a revista em quadrinhos Vira-Latas, e atendi doentes. Com os anos, ganhei confiança e pude andar com liberdade pela cadeia. Ouvi histórias, fiz amizades verdadeiras, aprendi medicina e muitas outras coisas. Na convivência, penetrei alguns mistérios da vida no cárcere, inacessíveis se eu não fosse médico.

    Neste livro, procuro mostrar que a perda da liberdade e a restrição do espaço físico não conduzem à barbárie, ao contrário do que muitos pensam. Em cativeiro, os homens, como os demais grandes primatas (orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos), criam novas regras de comportamento com o objetivo de preservar a integridade do grupo. Esse processo adaptativo é regido por um código penal não escrito, como na tradição anglo-saxônica, cujas leis são aplicadas com extremo rigor:

    – Entre nós, um crime jamais prescreve, doutor.

    Pagar a dívida assumida, nunca delatar o companheiro, respeitar a visita alheia, não cobiçar a mulher do próximo, exercer a solidariedade e o altruísmo recíproco, conferem dignidade ao homem preso, o desrespeito é punido com desprezo social, castigo físico ou pena de morte:

    – No mundo do crime, a palavra empenhada tem mais força do que um exército.

    Não é objetivo deste livro denunciar um sistema penal antiquado, apontar soluções para a criminalidade brasileira ou defender direitos humanos de quem quer que seja. Como nos velhos filmes, procuro abrir uma trilha entre personagens da cadeia: ladrões, estelionatários, traficantes, estupradores, assassinos e o pequeno grupo de funcionários desarmados que toma conta deles.

    A narrativa será interrompida pelos interlocutores, para que o leitor possa apreciar-lhes a fluência da linguagem, as figuras de estilo e as gírias que mais tarde ganham as ruas.

    Por razões éticas, os casos descritos nem sempre se passaram com os personagens a que foram atribuídos. Como diz a malandragem:

    – Numa cadeia, ninguém conhece a moradia da verdade.


(Drauzio Varella, Estação Carandiru. Adaptado)
Considere a seguinte passagem:
“Como nos velhos filmes, procuro abrir uma trilha entre personagens da cadeia: ladrões, estelionatários, traficantes, estupradores, assassinos e o pequeno grupo de funcionários desarmados que toma conta deles.” (10o parágrafo).
O emprego do sinal de dois-pontos, nesse contexto, é responsável por anunciar uma
Alternativas
Q4119063 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Quando eu era pequeno, assistia eletrizado àqueles filmes de cadeia em branco e preto. Os prisioneiros vestiam uniforme e planejavam fugas de tirar o fôlego na cadeira do cinema.

    Em 1989, vinte anos depois de formado médico cancerologista, fui gravar um vídeo sobre AIDS na enfermaria da Penitenciária do Estado, construção projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo nos anos 20, no complexo do Carandiru, em São Paulo. Quando entrei e a porta pesada bateu atrás de mim, senti um aperto na garganta igual ao das matinês do cine Rialto, no Brás.

    Nas semanas que se seguiram, as imagens do presídio não me saíram da cabeça. Os presos na soleira das celas, o carcereiro com a barba por fazer, um PM de metralhadora distraído na muralha, ecos na galeria mal iluminada, o cheiro, a ginga da malandragem, tuberculose, caquexia, solidão e a figura calada do Dr. Getúlio, meu ex-aluno no cursinho, que cuidava dos presos com AIDS.

    Duas semanas depois, procurei o dr. Manoel Schechtman, responsável pelo departamento médico do sistema prisional, e me ofereci para fazer um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção, o maior presídio do país, situado no mesmo complexo, de frente para a movimentada avenida Cruzeiro do Sul, vizinho do metrô, a dez minutos da praça da Sé, quilômetro zero de São Paulo.

    O trabalho começou em 1989 e dura até hoje. Com o apoio da Universidade Paulista (UNIP), uma instituição particular de São Paulo, fizemos pesquisas epidemiológicas sobre a prevalência do HIV, organizamos palestras, gravamos vídeos, editamos a revista em quadrinhos Vira-Latas, e atendi doentes. Com os anos, ganhei confiança e pude andar com liberdade pela cadeia. Ouvi histórias, fiz amizades verdadeiras, aprendi medicina e muitas outras coisas. Na convivência, penetrei alguns mistérios da vida no cárcere, inacessíveis se eu não fosse médico.

    Neste livro, procuro mostrar que a perda da liberdade e a restrição do espaço físico não conduzem à barbárie, ao contrário do que muitos pensam. Em cativeiro, os homens, como os demais grandes primatas (orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos), criam novas regras de comportamento com o objetivo de preservar a integridade do grupo. Esse processo adaptativo é regido por um código penal não escrito, como na tradição anglo-saxônica, cujas leis são aplicadas com extremo rigor:

    – Entre nós, um crime jamais prescreve, doutor.

    Pagar a dívida assumida, nunca delatar o companheiro, respeitar a visita alheia, não cobiçar a mulher do próximo, exercer a solidariedade e o altruísmo recíproco, conferem dignidade ao homem preso, o desrespeito é punido com desprezo social, castigo físico ou pena de morte:

    – No mundo do crime, a palavra empenhada tem mais força do que um exército.

    Não é objetivo deste livro denunciar um sistema penal antiquado, apontar soluções para a criminalidade brasileira ou defender direitos humanos de quem quer que seja. Como nos velhos filmes, procuro abrir uma trilha entre personagens da cadeia: ladrões, estelionatários, traficantes, estupradores, assassinos e o pequeno grupo de funcionários desarmados que toma conta deles.

    A narrativa será interrompida pelos interlocutores, para que o leitor possa apreciar-lhes a fluência da linguagem, as figuras de estilo e as gírias que mais tarde ganham as ruas.

    Por razões éticas, os casos descritos nem sempre se passaram com os personagens a que foram atribuídos. Como diz a malandragem:

    – Numa cadeia, ninguém conhece a moradia da verdade.


(Drauzio Varella, Estação Carandiru. Adaptado)
De acordo com a leitura, é correto afirmar que o autor tem por intenção com seu livro
Alternativas
Q4119062 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(André Dahmer. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOvidimDmDy/?igsh=M2hjNWN0cTgxYzl0%0A)

Assinale a alternativa que apresenta reescrita de passagem da tira em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q4119061 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(André Dahmer. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOvidimDmDy/?igsh=M2hjNWN0cTgxYzl0%0A)

A respeito do emprego de advérbios na tira, segundo a norma-padrão, é correto afirmar que o advérbio 
Alternativas
Q4119060 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(André Dahmer. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOvidimDmDy/?igsh=M2hjNWN0cTgxYzl0%0A)

A fala da personagem no último quadrinho deixa subentendido que 
Alternativas
Q3901176 Segurança e Saúde no Trabalho
A prevenção de acidentes em ambientes de trabalho, especialmente em cozinhas industriais e unidades de alimentação, é uma prática essencial para proteger a integridade física dos colaboradores. A organização do ambiente, a sinalização de riscos e a utilização adequada de equipamentos de proteção reduzem significativamente a ocorrência de lesões. Com relação a prevenção de acidentes em ambientes de trabalho, analise as afirmativas abaixo.
I.A prevenção de acidentes depende apenas da experiência dos funcionários, tornando desnecessário treinamento ou manutenção de equipamentos.
II.A sinalização adequada de áreas de risco, como pisos molhados, superfícies quentes ou zonas de movimentação de equipamentos, é fundamental para alertar os trabalhadores e evitar incidentes.
III.O treinamento periódico dos colaboradores sobre identificação de riscos, uso correto de equipamentos e procedimentos de emergência contribui significativamente para a prevenção de acidentes.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3901175 Saúde Pública
O controle integrado de vetores e pragas urbanas é essencial em estabelecimentos alimentícios, visando impedir que insetos e roedores tenham acesso, abrigo ou condições para se proliferar. A manutenção da edificação, equipamentos e utensílios livres de vetores é um dos pilares da higiene e da segurança alimentar.

No que se refere a prevenção e controle de insetos e roedores, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A implementação de um conjunto integrado de ações preventivas, monitoramento constante e medidas corretivas constitui a base de um programa eficaz de controle de pragas urbanas.
(__)Após o controle químico, não é necessário higienizar utensílios ou equipamentos antes de reutilizá-los, pois os resíduos dos produtos não apresentam risco à saúde.
(__)A prevenção de pragas consiste apenas na aplicação de inseticidas e rodenticidas, sendo desnecessária a manutenção estrutural das edificações e limpeza contínua dos ambientes.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3901174 Nutrição
A conservação adequada de alimentos é crucial para manter sua qualidade nutricional e prevenir o crescimento de micro-organismos patogênicos. O controle correto de temperatura em refrigeradores e congeladores é um dos principais fatores de segurança alimentar.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à conservação por temperatura:
Alternativas
Q3901173 Saúde Pública
A água é um veículo potencial de microrganismos patogênicos e parasitas que podem comprometer a saúde dos consumidores. Estabelecimentos alimentícios devem garantir que a água utilizada seja tratada ou, em caso de sistemas alternativos, monitorada periodicamente. Considerando essas medidas, assinale a alternativa que indica corretamente a frequência mínima de higienização da caixa d'água.
Alternativas
Q3901172 Nutrição

O armazenamento adequado dos alimentos constitui etapa essencial para a preservação de sua qualidade físico-química, sensorial e microbiológica, bem como para a manutenção da segurança alimentar. A seleção criteriosa dos materiais de acondicionamento, a disposição racional e o controle rigoroso das condições de conservação e funcionamento dos equipamentos são aspectos determinantes para a prevenção de contaminações cruzadas, deteriorações e perdas. Com relação as boas práticas de armazenamento dos alimentos, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


(__)O armazenamento correto e higienizado dos alimentos contribui para a prevenção de doenças transmitidas por alimentos e mantém a integridade dos produtos até o consumo.


(__)Os alimentos devem ser organizados pelo critério PVPS/PEPS (primeiro que vence/entra, primeiro que sai), de modo a assegurar a utilização prioritária dos produtos mais antigos, prevenindo desperdícios e otimizando a gestão do estoque.


(__)Os locais de armazenamento, como prateleiras, geladeiras e congeladores, devem estar em perfeitas condições de higiene e funcionamento, garantindo a preservação da qualidade, segurança e integridade dos alimentos.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

Alternativas
Q3901171 Segurança e Saúde no Trabalho
A prevenção de acidentes em ambientes de manipulação de alimentos envolve o uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs), manutenção da infraestrutura e treinamento contínuo dos colaboradores. A adoção correta dos EPIs contribui para a redução de riscos físicos, químicos e biológicos.
No que se refere a prática correta no uso de EPIs, analise as afirmativas abaixo.
I.Compartilhar aventais, luvas ou toucas entre diferentes manipuladores não representa risco, desde que todos estejam higienizados.
II.A substituição imediata de EPI's danificados, sujos ou comprometidos é essencial para garantir a integridade física do manipulador e a segurança do ambiente de trabalho.
III.Os EPI's podem ser retirados durante o preparo de alimentos para maior conforto ou agilidade, sem comprometer a segurança do manipulador ou dos alimentos.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3901170 Nutrição
O rigor no controle higiênico-sanitário é fundamental para a prevenção de doenças de origem alimentar, atuando na redução de riscos biológicos, químicos e físicos ao longo de toda a cadeia de produção e distribuição de alimentos. Nesse contexto, a adoção de práticas preventivas e protocolos de higienização adequados garante que os alimentos sejam oferecidos aos consumidores com segurança, qualidade e integridade nutricional.

Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que representa uma prática correta de controle higiênico-sanitário dos alimentos:
Alternativas
Q3901169 Saúde Pública
A manutenção das condições higiênico-sanitárias em locais de preparo de alimentos é essencial para a prevenção de surtos alimentares e para a garantia da segurança alimentar. Além da limpeza de superfícies, pisos e equipamentos, o controle de vetores e a correta destinação de resíduos são medidas indispensáveis.
Alternativas
Q3901168 Nutrição
O planejamento da merenda escolar visa garantir que os alunos recebam refeições balanceadas, adequadas às necessidades nutricionais e que incentivem hábitos alimentares saudáveis. A execução correta do cardápio, definida pelo nutricionista, é essencial para a Segurança Alimentar e Nutricional e para a qualidade do serviço prestado. Com base nesse contexto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)O cardápio escolar deve ser planejado de forma a atender às necessidades nutricionais dos alunos durante todo o período em que permanecem na unidade educacional.
(__)A execução do cardápio não precisa considerar horários de preparo ou distribuição, desde que os alimentos estejam disponíveis para os alunos.
(__)O nutricionista exerce papel estratégico no planejamento do cardápio, orientando os manipuladores sobre quantidades, tipos de alimentos e métodos de preparo.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3901167 Segurança e Saúde no Trabalho
Em ambientes profissionais, a padronização da vestimenta contribui para a segurança alimentar. O uso de vestimenta adequada é uma medida essencial de higiene pessoal na manipulação de alimentos, prevenindo a contaminação por microrganismos, cabelos, partículas de pele e vestígios de produtos químicos.

No que se refere a prática correta de vestimenta para manipuladores de alimentos, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A utilização de jalecos limpos, aventais e toucas ou redes para cabelos é fundamental para prevenir a contaminação de alimentos por partículas de pele, fios de cabelo e microrganismos provenientes do manipulador.
(__)A remoção de acessórios pessoais, como anéis, pulseiras, relógios e piercings, durante a manipulação de alimentos, minimiza a possibilidade de contaminação física ou microbiológica.
(__)A utilização de toucas ou redes para cabelo é opcional, sendo necessária apenas quando houver inspeção sanitária ou fiscalização.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA
Alternativas
Q3901166 Nutrição
A  higiene pessoal do manipulador é fundamental para a segurança alimentar, visto que micro-organismos patogênicos podem ser facilmente transferidos do corpo humano aos alimentos durante o preparo. Considerando as boas práticas de Higiene pessoal na manipulação dos alimentos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3901165 Saúde Pública
A organização e o armazenamento correto de utensílios e materiais de limpeza são fundamentais para evitar contaminações cruzadas e preservar a integridade dos alimentos e superfícies. A disposição inadequada desses materiais representa um risco sanitário significativo.
Considerando as boas práticas de higiene e segurança alimentar no contexto descrito, analise as afirmativas abaixo.

I.Todos os materiais utilizados na limpeza (panos, vassouras etc.) devem ser mantidos em bom estado de conservação e guardados em locais próprios, separados de acordo com o tipo de utilização.
II.Utensílios utilizados na higienização podem ser guardados junto aos equipamentos de preparo de alimentos, desde que estejam limpos.
III.A utilização de embalagens reaproveitadas para armazenar produtos químicos é prática recomendada para reduzir custos.

É CORRETO o que se afirma        
Alternativas
Q3901164 Nutrição
A correta organização de utensílios e equipamentos na cozinha é essencial para garantir a segurança alimentar, prevenir contaminação cruzada e otimizar o fluxo de trabalho. A disposição inadequada de materiais pode comprometer a higiene e aumentar o risco de acidentes. Assinale a alternativa que apresenta uma prática adequada de armazenamento de utensílios utilizados na manipulação de alimentos:
Alternativas
Respostas
841: D
842: C
843: B
844: E
845: A
846: D
847: C
848: B
849: C
850: C
851: B
852: C
853: B
854: B
855: D
856: B
857: B
858: B
859: C
860: B