Questões de Concurso Para prefeitura de são josé do rio preto - sp

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Q3855533 Medicina
Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos. A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante. O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP, o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
Alternativas
Q3855532 Medicina
Um homem de 74 anos, hipertenso e coronariopata, é levado ao pronto atendimento após episódio de tontura intensa seguido de queda ao tentar levantar-se da cama pela manhã. A família relata que ele vinha se queixando de fadiga incomum, nos últimos dois dias, e que, na noite anterior, apresentou breve mal-estar indiscriminado, mas recusou atendimento. Ele usa betabloqueador e nitrato diariamente e nega mudanças recentes na dosagem. Na chegada, encontra-se pálido, com sudorese fria e ligeiramente confuso. PA: 82 x 58 mmHg e respiração regular. Não há sinais de trauma decorrente da queda. A ausculta cardíaca revela ritmo bradicárdico, sem sopros evidentes. Os pulsos são fracos, porém palpáveis, e a perfusão periférica está reduzida. A glicemia capilar está normal. Potássio: 4,2 mEq/L, colhido rapidamente na triagem. O paciente mantém-se hipotenso, apesar de reposição volêmica inicial com cristaloide. O eletrocardiograma a seguir foi solicitado:
Imagem associada para resolução da questão
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é 
Alternativas
Q3855531 Medicina
Uma mulher de 68 anos, portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e doença pulmonar obstrutiva crônica avançada, é trazida ao pronto atendimento pela filha devido a perda progressiva de peso nos últimos três meses. Segundo a filha, a paciente “está minguando”, perdeu mais de 10 kg, no período, e tem comido muito pouco, afirmando sentir-se sem apetite e cansada até para mastigar. Ela refere fraqueza intensa ao se levantar da cama, episódios frequentes de tontura ao caminhar e incapacidade de realizar tarefas simples, como tomar banho sem ajuda. Nos últimos dias, passou a ficar grande parte do tempo na cama, despertando em geral prostrada. No exame físico, está muito emagrecida, com musculatura temporal visivelmente atrófica, clavículas proeminentes e perda de massa muscular em membros inferiores. PA: 96 x 62 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm e SpO2: 94% em repouso. A mucosa oral encontra-se seca, e há discreto edema maleolar bilateral. Está consciente, mas responde de forma lenta e monotônica. A filha relata que não há febre, diarreia ou vômitos. Não há sinais de processo infeccioso ativo no exame.
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
Alternativas
Q3855530 Medicina
Uma jovem de 22 anos, previamente saudável, é avaliada no pronto atendimento após episódio de desmaio durante apresentação acadêmica. Ela relata que estava em pé há vários minutos, sentiu calor súbito, tontura, visão escurecida e náuseas antes de perder a consciência. Colegas afirmam que ela caiu lentamente, sem rigidez corporal ou movimentos anormais, e recuperou-se em cerca de 30 segundos, acordando pálida, mas orientada. No hospital, encontra-se afebril, hidratada e sem queixas. PA: 108 x 70 mmHg em repouso, com leve queda para 96 x 68 mmHg ao se levantar; FC: passa de 78 para 102 bpm na ortostase. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Ausência de déficit neurológico.Glicemia capilar normal. Relata que dormiu mal na noite anterior, não tomou café da manhã e estava bastante ansiosa com a apresentação. Não usa medicamentos e não há história familiar de morte súbita.
Com base no relato apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada, nesse momento, é
Alternativas
Q3855529 Medicina
Mulher, 36 anos, previamente hígida, é trazida ao pronto atendimento após apresentar um episódio súbito de perda de consciência enquanto conversava com colegas no trabalho. Testemunhas relatam que ela caiu da cadeira, apresentou rigidez generalizada, seguida de abalos tônico-clônicos, por aproximadamente dois minutos, com liberação de saliva espumosa e leve mordedura de língua. Após o evento, permaneceu confusa e sonolenta por cerca de 20 minutos. Na chegada ao hospital, encontra-se mais desperta, porém desorientada no tempo, e com cefaleia intensa. Nega uso de drogas recreativas ou novos medicamentos. Refere apenas uma infecção respiratória alta há cerca de uma semana. Na avaliação inicial: PA: 128 x 82 mmHg; FC: 104 bpm; temperatura: 37,8 ºC; glicemia capilar: 102 mg/dL. O exame neurológico mostra lentificação psicomotora e discreta dificuldade de nomeação, mas sem déficits motores localizados. Pupilas simétricas e reativas. Ausência de sinais meníngeos. Foram realizados alguns exames iniciais no pronto atendimento: Sódio: 132 mEq/L; Potássio: 4,3 mEq/L; Magnésio: 1,7 mg/dL; Hemograma sem alterações relevantes. A tomografia de crânio sem contraste não revelou hemorragia ou lesões expansivas. A paciente permanece estável, porém ainda com leve sonolência e sem novo episódio convulsivo.
Considerando o quadro e o momento atual do atendimento, qual é a próxima conduta apropriada?
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Q3855528 Medicina
Homem, 67 anos, com histórico de adenocarcinoma de próstata, tratado há três anos, e doença óssea metastática conhecida, procura o pronto atendimento relatando dor lombar progressiva nos últimos dez dias. Descreve a dor como profunda, constante e que piora ao se deitar, acordando-o várias vezes durante a madrugada. Nas últimas 48 horas, notou dificuldade crescente para caminhar e sensação de fraqueza nas pernas, especialmente ao tentar subir degraus. Menciona ainda episódios de formigamento em ambas as coxas e dificuldade para controlar a micção desde a manhã do atendimento. No exame físico, apresenta marcha instável e fraqueza grau 4 na extensão dos joelhos, além de dorsiflexão dos pés. A sensibilidade tátil está diminuída na face anterior das coxas, e há hiperreflexia patelar bilateral. O toque retal mostra tônus esfincteriano reduzido. Pulsos periféricos presentes e simétricos. Sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Os exames laboratoriais iniciais mostram função renal preservada, hemograma sem alterações relevantes e cálcio discretamente elevado (10,8 mg/dL). A radiografia simples da coluna lombar evidencia colapso parcial do corpo vertebral de L2.
Diante desse quadro clínico, qual a intervenção inicial apropriada enquanto se aguarda exame avançado de imagem?
Alternativas
Q3855527 Medicina
Homem de 72 anos, hipertenso e com fibrilação atrial não anticoagulada, é trazido ao pronto atendimento após apresentar início súbito de dificuldade para falar e fraqueza no braço e perna direitos, enquanto almoçava com a família. Chegou ao hospital cerca de 55 minutos após o início dos sintomas. A esposa relata que ele vinha mantendo níveis pressóricos mais elevados, nas últimas semanas, e que havia esquecido as últimas doses da medicação para controle da frequência cardíaca. Na admissão, está consciente, porém com dificuldade para articular palavras e seguir comandos complexos. Apresenta desvio de rima labial para a esquerda, queda do braço direito ao teste de força e diminuição da força na perna direita. PA: 184 x 102 mmHg; FC: 112 bpm em ritmo irregular e a glicemia capilar: 128 mg/dL. Não há sinais de trauma, convulsão ou febre. Foi realizada tomografia de crânio sem contraste que não mostra hemorragia.
Considerando o quadro clínico e os achados iniciais, qual deve ser a próxima conduta apropriada?
Alternativas
Q3855526 Medicina
Um homem de 63 anos, em acompanhamento por adenocarcinoma de pulmão metastático, chega ao pronto atendimento com queixa de cefaleia difusa e contínua, há três semanas, acompanhada de náuseas matinais e episódios frequentes de desequilíbrio ao caminhar. Nos últimos cinco dias, a família notou que ele começou a apresentar dificuldade intermitente para movimentar o lado direito do rosto ao sorrir e episódios de visão dupla quando mudava o foco de longe para perto. Ele relata também sensação de “choques elétricos” ao flexionar o pescoço. No exame físico, encontra-se consciente e orientado, porém com marcha instável. Há paresia do nervo facial direito e leve paresia do abducente esquerdo. O restante do exame neurológico é simétrico. Sinais meníngeos são discretos. Tomografia de crânio realizada na admissão não evidencia massas expansivas ou hidrocefalia marcante.
Nesse caso, após o atendimento inicial e estabilização, qual é o exame apropriado para confirmar a suspeita diagnóstica sugerida pelo quadro?
Alternativas
Q3855525 Medicina
Paciente de 58 anos, sexo masculino, portador de cirrose hepática alcoólica Child-Pugh C, é trazido ao pronto atendimento pela família após apresentar sonolência progressiva nas últimas 12 horas. Relatam que, no dia anterior, ele teve dois episódios de vômitos alimentares e que, desde então, recusou a maior parte das refeições. Também mencionam que ele vinha apresentando fezes escurecidas nos últimos dias. Exame físico na admissão: Estado geral: sonolento, desperta ao estímulo verbal intenso; Glasgow: 13; PA: 102 x 68 mmHg; FC: 98 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 97%; pupilas isocóricas e reativas; Icterícia 2+/4+. Aranhas vasculares em tórax. Abdome globoso, com sinal do piparote positivo. Presença de asterixis ao estender as mãos. Sem sinais de meningismo ou sinais neurológicos focais. Resultados laboratoriais iniciais: Hemoglobina: 8,2 g/dL; Sódio: 128 mEq/L; Potássio: 4,1 mEq/L; amônia plasmática elevada; Bilirrubina total: 5,1 mg/dL; INR: 1,9; Creatinina: 1,3 mg/dL; Glicemia: 108 mg/dL; a gasometria arterial mostra pH: 7,42 e pCO2: 34 mmHg.
Considerando o quadro clínico exposto, assinale a alternativa que apresenta a intervenção prioritária após monitorização e estabilização inicial.
Alternativas
Q3855524 Medicina
Homem, 29 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 17 anos, é trazido ao pronto atendimento por sua namorada devido a quadro de fraqueza intensa, náuseas, dor abdominal difusa e respiração ofegante com início na manhã do mesmo dia. Ela relata que o paciente havia interrompido o uso de insulina basal, há 3 dias, porque acreditou que estava “comendo pouco demais” devido a uma virose. Depois disso, evoluiu com poliúria, polidipsia e perda acentuada de peso. Na avaliação de admissão: Estado geral: sonolento, porém despertável; Glasgow: 14; PA: 102 x 64 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 28 irpm, respiração profunda e ruidosa; SpO2: 97% em ar ambiente; Temperatura: 37,4 ºC. Pele seca, turgor diminuído. Halitose cetótica evidente. Abdome: dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais iniciais: Glicemia: 458 mg/dL; pH arterial: 7,09; HCO3: 8 mEq/L; pCO2: 22 mmHg; Potássio: 4,9 mEq/L; Sódio: 132 mEq/L; Cetonas séricas fortemente positivas; Lactato: 1,9 mmol/L; Creatinina: 1,4 mg/dL. Foi puncionado acesso venoso calibroso e iniciada monitorização. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável.
Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é
Alternativas
Q3855523 Medicina
Um homem de 34 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento após apresentar cefaleia intensa há 24 horas, descrita como a “pior da vida”, associada a múltiplos episódios de vômitos em jato. Nas últimas 6 horas, evoluiu com sonolência progressiva e dificuldade para manter a atenção. A companheira relata que o paciente vinha utilizando analgésicos em excesso nas últimas semanas devido a dor cervical após uma queda leve durante atividade física, mas não procurou serviço médico na época. Na admissão: Glasgow: 13 (abertura ocular = 3, resposta verbal = 4, resposta motora = 6). Pupilas isocóricas, porém com resposta lenta à luz; PA: 158 x 98 mmHg; FC: 58 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 98% em ar ambiente. Fundoscopia: borramento difuso de bordas papilares. Rigidez de nuca ausente. Sinais de lateralização ausentes. Após a admissão e avaliação inicial o paciente apresenta piora do nível de consciência (Glasgow 10) e episódio de bradicardia (48 bpm) com elevação da pressão arterial para 170 x 100 mmHg. Uma tomografia de crânio é solicitada antes de punção lombar, mas ainda não foi realizada.
Diante da principal suspeita diagnóstica, a conduta imediata apropriada no atendimento inicial é
Alternativas
Q3855522 Medicina

Homem, 71 anos, hipertenso, diabético e com histórico de infarto do miocárdio prévio, chega ao pronto atendimento com dispneia súbita, há 40 minutos, acompanhada de ortopneia intensa e sensação de sufocamento. Estava em repouso quando iniciou o quadro. Faz uso irregular de enalapril e furosemida há meses. Na chegada, apresenta-se extremamente ansioso, sentado e apoiado nos braços. Avaliação inicial: PA: 198 x 112 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 32 irpm; SpO2: 86% em ar ambiente. Perfusão periférica preservada. Estertores bolhosos difusos até metade dos campos pulmonares. Não há sinais de choque. Turgência jugular leve. Ausculta cardíaca: B3 audível. Extremidades sem edema importante. Gasometria arterial em O2 por cateter 3 L/min: pH: 7,31; pCO2: 32 mmHg; pO2: 54 mmHg; HCO3: 16 mEq/L; Lactato normal. Radiografia de tórax: congestão pulmonar acentuada e aumento leve da área cardíaca. O ECG está ilustrado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Com base no quadro clínico e na imagem apresentados, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada, nesse momento, é

Alternativas
Q3855521 Medicina
Homem de 62 anos, portador de linfoma difuso de grandes células B, iniciou seu primeiro ciclo de quimioterapia há 36 horas. Ele chega ao pronto atendimento por apresentar náuseas intensas, vômitos, dor abdominal difusa e sensação de fraqueza generalizada. Relata que, desde a noite anterior, urinou pouco, apesar de estar tentando manter boa hidratação oral, conforme recomendado pelo oncologista. No exame físico: Estado geral: cansado, mas orientado; PA: 104 x 66 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 22 irpm; SpO2: 96% em ar ambiente. Sem sinais de congestão pulmonar. Abdome levemente doloroso, sem peritonismo. Extremidades perfundidas, sem edema, e sem sinais de desidratação grave. Os exames laboratoriais mostram: Potássio: 6,3 mEq/L; Fósforo: 6,8 mg/dL; Cálcio: 7,1 mg/dL; Ácido úrico: 12,7 mg/dL; Creatinina: 2,1 mg/dL (basal 1,0 mg/dL); DHL: 2.100 U/L; ECG: ondas T apiculadas difusas. A oncologia já havia prescrito hidratação endovenosa, nas primeiras 24 horas após a quimioterapia, com adesão parcial. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, porém com clara piora da função renal e distúrbios metabólicos graves.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta prioritária apropriada nesse momento, além da administração de gluconato de cálcio?
Alternativas
Q3855520 Medicina
Mulher, 28 anos, procura o pronto atendimento com história de gastroenterite, há 48 horas, com mais de 12 episódios de diarreia aquosa, nas últimas 24 horas, e vômitos frequentes. Refere que não consegue ingerir líquidos adequadamente. Nas últimas 6 horas, percebeu piora importante do mal-estar, tontura ao levantar e redução importante do volume urinário. Exame físico: Estado geral: prostrada, olhos encovados e mucosas muito secas; PA: 92 x 58 mmHg em repouso, reduzindo para 78 x 52 mmHg ao se sentar; FC: 126 bpm; FR: 20 irpm; Temperatura: 37,1 ºC. Enchimento capilar: 4 segundos. Turgor cutâneo diminuído. Ausculta: sem alterações. Abdome: ruídos hidroaéreos aumentados. Laboratório inicial: Sódio: 150 mEq/L; Potássio: 3,1 mEq/L; Creatinina: 1,6 mg/dL; Gasometria com alcalose metabólica leve; Hematócrito discretamente elevado.
Considerando o quadro clínico, qual a conduta inicial apropriada no manejo dessa paciente?
Alternativas
Q3855519 Medicina
Homem, 47 anos, previamente hígido, é admitido no pronto atendimento após apresentar hematêmese volumosa enquanto jantava. Relata que, nos últimos 3 meses, vinha percebendo astenia progressiva, perda de 6 kg e episódios de epistaxe espontânea, que atribuía ao clima seco. Nega doenças prévias, mas refere uso frequente de anti-inflamatórios não esteroidais por dor lombar crônica. Na avaliação inicial, encontra-se pálido, sudorético e confuso. PA: 86 x 54 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 24 ipm; SpO2: 95% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 4 segundos. Abdome doloroso em epigástrio, sem visceromegalias palpáveis. Ausculta pulmonar sem alterações. Foram puncionados dois acessos periféricos e coletados exames, cujos resultados iniciais foram: Hb: 6,8 g/dL; Ht: 21%; Plaquetas: 38.000/mm3; TAP prolongado (INR 1,9); TTPA prolongado; Fibrinogênio: 98 mg/dL; D-dímero: > 10.000 ng/mL; Creatinina: 1,8 mg/dL (prévia desconhecida); Transaminases discretamente elevadas; Gasometria: acidose metabólica leve. Enquanto aguarda transfusão, o paciente apresenta novo episódio de hematêmese em grande volume, evoluindo com piora do rebaixamento do nível de consciência e queda da PA para 72 x 40 mmHg.
Considerando o quadro clínico, a hipótese fisiopatológica predominante e a conduta imediata adequada, além de transfusão de hemácias, que representa a intervenção prioritária é
Alternativas
Q3855518 Direito Sanitário
Uma prefeitura elabora um plano de saúde municipal que inclui ações de segurança alimentar e promoção de práticas de atividade física. Durante a apresentação, um vereador questiona se essas iniciativas realmente pertencem ao campo de atuação do setor saúde, já que muitas delas envolvem outras secretarias municipais.
Com base na Lei Federal nº 8.080/1990, é correto afirmar que tais ações
Alternativas
Q3855517 Saúde Pública
Em um hospital público, a direção decide restringir a presença de acompanhantes durante a internação de pacientes adultos, alegando que a medida “melhora o fluxo de trabalho da equipe e reduz o risco de infecções hospitalares”. A decisão gera desconforto entre pacientes e familiares.
Com base nos princípios do Programa Nacional de Humanização (PNH), a medida adotada pela direção hospitalar
Alternativas
Q3855516 Saúde Pública
Em determinado município, os usuários têm buscado o pronto atendimento como porta de entrada preferencial do sistema de saúde. As unidades básicas apresentam baixa resolutividade, alta rotatividade de profissionais e pouca integração com os serviços de média e alta complexidade. Diante desse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde decide ampliar as equipes da Estratégia Saúde da Família e investir na qualificação dos processos de cuidado.
Com base nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a principal finalidade dessa medida é
Alternativas
Q3855515 Direito Sanitário
Uma enfermeira da Atenção Primária atende uma criança com febre baixa e exantema, com história de contato recente com pessoas de outra cidade, onde há surto de sarampo. Sabendo que o município em que reside a criança não registra casos há mais de dez anos, a profissional decide aguardar a confirmação laboratorial antes de informar ao médico.
Com base nas normas do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, a conduta da enfermeira foi
Alternativas
Q3855514 Medicina
Um programa municipal de saúde da mulher desenvolve as seguintes ações:
1. vacinação contra o HPV em adolescentes;
2. rastreamento do câncer de colo do útero por meio do exame citopatológico (Papanicolau);
3. definição de rastreamento na faixa etária e periodicidade conforme as recomendações do Ministério da Saúde;
4. acesso e seguimento clínico garantido para pacientes diagnosticadas com câncer invasor.
Com base nos níveis de prevenção em saúde, essas ações correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: D
44: C
45: A
46: B
47: B
48: E
49: E
50: C
51: D
52: A
53: D
54: C
55: D
56: B
57: E
58: A
59: D
60: B