Questões de Concurso
Para prefeitura de tunápolis - sc
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(__)Os serviços de pavimentação e recuperação de vias públicas contribuem diretamente para a melhoria das condições de tráfego, a redução de riscos de acidentes e a preservação da integridade dos veículos, configurando ação de interesse público com impacto direto na segurança viária. (__)A execução de obras de manutenção viária em trechos urbanos de baixo fluxo de veículos dispensa a instalação de sinalização temporária, tendo em vista que o risco de acidentes é estatisticamente inferior ao verificado em vias de alta densidade de tráfego. (__)A manutenção periódica das vias públicas possui função que transcende o aspecto estético, constituindo instrumento de segurança viária, mobilidade urbana e preservação do patrimônio público, com reflexos diretos sobre os índices de acidentalidade e os custos operacionais dos veículos.
A sequência correta é:
I. O condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. II.O CTB autoriza o condutor a avançar o sinal vermelho quando a via estiver completamente livre de tráfego e pedestres, em situação de urgência comprovada ou quando aguardar o sinal representar risco à segurança do veículo. III.Os usuários das vias terrestres devem abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito de veículos, de pessoas ou de animais, ou ainda causar danos a propriedades públicas ou privadas
É CORRETO o que se afirma em:
Considerando esse contexto, a conduta do motorista deve demonstrar:
I.A logística busca aprimorar a rentabilidade e a eficiência dos serviços de distribuição por meio do planejamento, da organização e do controle das atividades de movimentação e armazenagem de produtos. II.As atividades logísticas contribuem para integrar os locais de produção aos mercados consumidores, superando barreiras de tempo e distância. III.A logística envolve o planejamento, a implantação e o controle do fluxo de mercadorias, serviços e informações desde a origem até o consumidor final.
É CORRETO o que se afirma em:
Coluna I
1.Riscos Físicos. 2.Riscos Ergonômicos. 3.Riscos Biológicos. 4.Riscos Químicos.
Coluna II
(__)Relacionados à exposição a substâncias que podem penetrar no organismo por via respiratória, digestiva ou por contato com a pele, incluindo poeiras, gases, vapores, fumos, névoas e produtos tóxicos. (__)Decorrentes da exposição a agentes como bactérias, vírus, fungos e parasitas, presentes principalmente em serviços de saúde, limpeza urbana e laboratórios. (__)Associados às condições inadequadas de trabalho que afetam as características psicofisiológicas do trabalhador, como postura incorreta, movimentos repetitivos, esforço excessivo e jornadas prolongadas. (__)Provenientes da exposição a diferentes formas de energia existentes no ambiente laboral, tais como ruídos, vibrações, temperaturas extremas, radiações e pressões anormais.
A correspondência CORRETA é:
Coluna I
1.Conduzir veículo com velocidade superior à máxima permitida para o local em mais de 50%. 2.Conduzir veículo sob influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência. 3.Participar, como condutor, de competição não autorizada em via pública ("racha"). 4.Dirigir o veículo utilizando fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular.
Coluna II
(__)Art. 174 do CTB. (__)Art. 252, VI do CTB. (__)Art. 165 do CTB. (__)Art. 218, III do CTB.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
"Os ministros das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, e da Saúde, Alexandre Padilha, lançaram dois editais para ampliar o acesso à internet e fortalecer serviços públicos em regiões consideradas mais vulneráveis. A proposta é conectar até 3,8 mil unidades básicas de saúde (UBS) e beneficiar cerca de 2,5 milhões de pessoas que ainda enfrentam dificuldades de acesso à conectividade de qualidade. Os recursos são do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
" Disponível em: https://medicinasa.com.br/editais-conectar-ubs/
A ampliação do acesso à internet em unidades de saúde amplia também o acesso a recursos que trarão diversos benefícios, sobretudo às regiões mais inacessíveis, como, por exemplo, o uso da telemedicina, que consiste em:
"Os casarões _____ do Litoral, a arquitetura em _____ no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições _____ ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver."
Disponível em: https://estado.sc.gov.br/conheca-sc/cultura/
Qual das alternativas abaixo preenche corretamente o trecho dado?
(__)O desenvolvimento econômico local fortaleceu os argumentos favoráveis à emancipação de Tunápolis/SC. (__)A ausência de estrutura pública básica foi utilizada como principal justificativa emancipacionista. (__)A diversificação das atividades agrícolas contribuiu para a sustentação econômica da comunidade. (__)O crescimento das atividades comerciais foi considerado irrelevante no processo emancipacionista.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é
I.Os jovens pesquisadores apresentaram o relatório detalhado durante o seminário acadêmico. II.A biblioteca foi reorganizada pelos funcionários. III.Brasília, capital federal do país, recebe visitantes de diversas regiões brasileiras. IV.Os alunos necessitam de orientação para concluir o projeto. V.Naquela manhã chuvosa, os dois atletas permaneceram bastante concentrados.
Identifique em quais afirmativas há o emprego de termos acessórios da oração.
I.O pesquisador estava convicto de que os resultados seriam compatíveis com as hipóteses iniciais do estudo. II.Os servidores permaneceram obedientes com as determinações expedidas pela comissão disciplinar do órgão. III.A diretora demonstrou urgência de que o relatório conclusivo fosse encaminhado ainda naquela semana. IV.O parecer técnico mostrou-se condizente ao regulamento interno aprovado pelo conselho universitário. V.A estudante revelou medo de que os documentos necessários não fossem entregues dentro do prazo previsto.
Identifique em quais afirmativas a regência nominal está correta em todas as ocorrências.
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
A partir das informações apresentadas, o texto sugere que o debate atual sobre a IA na produção textual envolve principalmente:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
De acordo com o texto, o crescimento do uso da inteligência artificial no mercado editorial passou a ser tratado como um desafio concreto porque:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Segundo o texto, a proposta de identificar conteúdos gerados por inteligência artificial busca:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
O episódio envolvendo livros sobre coleta de cogumelos foi utilizado no texto com a finalidade de:
I.O ciclo de polícia contempla as fases da ordem de polícia, do consentimento de polícia, da fiscalização de polícia e da sanção de polícia pelo agente público envolvido no exercício do poder administrativo durante a rotina diária do ente municipal envolvido. II.O ciclo de polícia dispensa a fase do consentimento de polícia durante o exercício do poder administrativo pelo agente público do ente municipal envolvido na fiscalização do estabelecimento, em razão da prevalência da fiscalização sobre as demais fases do ciclo. III.A delegação da fiscalização de polícia para pessoas jurídicas de direito privado figura como matéria controvertida na literatura especializada do Direito Administrativo, com posicionamentos divergentes sobre a possibilidade da delegação a entidades privadas pelo ente público.
Está correto o que se afirma em:
(__)A obrigação de prestar informações à autoridade administrativa fiscalizadora figura como dever genericamente atribuído a qualquer pessoa, sem que se reconheçam exceções relativas a profissões dispensadas legalmente. (__)A fiscalização tributária configura procedimento informal de comunicação entre o fisco e o contribuinte, com início e término registrados em meio verbal, sem necessidade de termo escrito. (__)A legislação tributária regula a competênciae os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização da aplicação dos tributos, conforme dispõe o art. 194 do Código Tributário Nacional. (__)As autoridades administrativas têm o direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos e papéis dos contribuintes, no exercício da fiscalização, conforme dispõe o art. 195 do Código Tributário Nacional.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo: