Questões de Concurso Para prefeitura de nilópolis - rj

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Q2722200 Biologia

Sabe-se que a Medicina Ortomolecular resolve o desequilíbrio do organismo de uma pessoa. O quadro a seguir relaciona o sintoma, o que está em falta e o alimento repositor.

Um aluno de Ciências, após as aulas de ser humano e saúde, nutrição e doenças carenciais, deverá ser capaz de compreender o que foi ensinado em sala de aula com a aplicabilidade do conhecimento no seu cotidiano.


Então, esse aluno, para evidenciar o processo ensinoaprendizagem de uma forma qualificada, deverá assinalar a alternativa que contempla as informações corretas.

Alternativas
Q2722199 Biologia

Botecando com estilo na grande Tijuca


Comida di buteco. Entre experientes e estreantes, bares da região aproveitam concurso para oferecer o que eles têm de melhor. O bar da Gema por exemplo, oferece samba de panela: minibifes de panela com purê de batata inglesa com manjericão, pimentões coloridos e cebola roxa no molho de gengibre.

Metro, Cultura, Rio de Janeiro, nº 1366, ano 6, pag.11, 2 maio 2016.


Esse contexto apresentado mostra o quanto a botânica se faz presente na cozinha. Um professor de Ciências pode afirmar que a batata inglesa, a cebola roxa e o gengibre são caules modificados e adaptados para acumular nutrientes.


Portanto, os tipos de caule subterrâneo, correspondentes à batata inglesa, à cebola roxa e ao gengibre são, respectivamente,

Alternativas
Q2722198 Biologia

Primeiro caso de ZIKA pode ter sido no Rio


Pesquisa. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz, a doença pode ter entrado na cidade após competição internacional de canoagem em 2014... André Siqueira, pesquisador da Fiocruz, se diz preocupado com possível surto na Olimpíada: Receberemos pessoas do mundo todo e sabemos que existem vírus circulando. Sendo assim, vamos ficar atentos.

Metro, Foco, Rio de Janeiro, nº 1356, ano 6, pag.11, 14 abr. 2016.


Esse contexto menciona o agente etiológico do Zika e uma característica que se espera encontrar é o

Alternativas
Q2722197 Biologia

Tocha olímpica viaja pelo país com som sustentável


O grupo brasiliense de percussionistas Patubatê toca instrumentos feitos de materiais reciclados... Vamos tocar escapamento, farol, cano de descarga... A maratona sonora terá 95 dias de viagem, passando por 329 cidades.

Metro, Cultura, Rio de Janeiro, nº 1366, ano 6, pag.9, 2 maio 2016.


No que se refere aos princípios gerais da Educação Ambiental, NÃO se pode afirmar que

Alternativas
Q2722196 Biologia

No Brasil, mais de 16 milhões de pessoas têm DIABETES.


Alerta: No mundo, 1(um) em cada 11(onze) adultos tem a doença, diz o relatório da OMS. Até 2013, a enfermidade deve ser a 7ª causa de morte... No mundo existem mais de 347 milhões de pessoas com diabetes. O Diabetes está se tornando uma epidemia mundial relacionada com o rápido aumento do excesso de peso, obesidade e inatividade física. O diabetes tipo 2 é mais comum do que o tipo 1, o tipo 2 do diabetes representa aproximadamente 90% dos casos mundiais. Casos do tipo 2 em crianças, que eram raros, têm aumentado em todo o mundo. Alguns países são responsáveis por quase metade dos novos casos diagnosticados em crianças e adolescentes.

Metro, Cultura, Rio de Janeiro, nº 1366, ano 6, pag.13, 2 maio 2016.(Adaptação)


O diabetes melito resulta de uma deficiência

Alternativas
Q2722195 Pedagogia

A prática de atividades físicas deve ser estimulada desde a pré-escola, as crianças devem aprender os benefícios da atividade física não só para o corpo como para a mente. O desenvolvimento de diversos padrões éticos e morais podem ser estimulados pela prática do esporte como, por exemplo, o respeito, a importância do trabalho em grupo, saber apreciar a vitória e aprender com as derrotas.


Disponível em:

<http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/49862/ed

ucacao-fisica-escolar-qual-a-sua-importancia>. Acesso em: out. 2016.

O item 4 do Parecer Nº 04 CNE/SEB/98 visa estabelecer a relação entre a Educação Fundamental com a vida cidadã, contemplando os seguintes de seus aspectos:


I. Saúde, Ciência e Tecnologia.

II. Sexualidade e Cultura.

III. Acessibilidade e Meio Ambiente.

IV. Trabalho e Religião.


Logo, segundo o item 4 do Parecer Nº 04 CNE/SEB/98 estão plenamente contemplados os aspectos relacionados na alternativa

Alternativas
Q2722194 Pedagogia

A prática de atividades físicas deve ser estimulada desde a pré-escola, as crianças devem aprender os benefícios da atividade física não só para o corpo como para a mente. O desenvolvimento de diversos padrões éticos e morais podem ser estimulados pela prática do esporte como, por exemplo, o respeito, a importância do trabalho em grupo, saber apreciar a vitória e aprender com as derrotas.


Disponível em:

<http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/49862/ed

ucacao-fisica-escolar-qual-a-sua-importancia>. Acesso em: out. 2016.

De acordo com o artigo 37 da Lei Federal Nº 9.394 de 20/12/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB, a Educação de Jovens e Adultos deverá ser oferecida

Alternativas
Q2722193 Pedagogia

A prática de atividades físicas deve ser estimulada desde a pré-escola, as crianças devem aprender os benefícios da atividade física não só para o corpo como para a mente. O desenvolvimento de diversos padrões éticos e morais podem ser estimulados pela prática do esporte como, por exemplo, o respeito, a importância do trabalho em grupo, saber apreciar a vitória e aprender com as derrotas.


Disponível em:

<http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/49862/ed

ucacao-fisica-escolar-qual-a-sua-importancia>. Acesso em: out. 2016.

Como todos sabemos, e confirmamos ao olhar para as pessoas que formam o povo brasileiro, os negros africanos deram uma contribuição muito importante para o Brasil ser como é hoje. [...] Abordar conteúdos que trazem para a sala de aula a história da África e do Brasil africano é fazer cumprir nossos grandes objetivos como educadores: levar à reflexão sobre a discriminação racial, valorizar a diversidade étnica, gerar debate, estimular valores e comportamentos de respeito, solidariedade e tolerância. E é também a oportunidade de levantar a bandeira de combate ao racismo e às discriminações que atingem em particular a população negra, afro-brasileira ou afrodescendente. [...]

SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. 2 ed., São Paulo: Ática, 2007.


Considerando a importância do estudo da História e Cultura Afro-Brasileiras, e com base na Lei Federal Nº 10.639/03, é correto afirmar que os conteúdos referentes a esse tema serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial, nas áreas de

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Q2722192 Pedagogia

A prática de atividades físicas deve ser estimulada desde a pré-escola, as crianças devem aprender os benefícios da atividade física não só para o corpo como para a mente. O desenvolvimento de diversos padrões éticos e morais podem ser estimulados pela prática do esporte como, por exemplo, o respeito, a importância do trabalho em grupo, saber apreciar a vitória e aprender com as derrotas.


Disponível em:

<http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/49862/ed

ucacao-fisica-escolar-qual-a-sua-importancia>. Acesso em: out. 2016.

A Lei Nº 11.114/2005 estabeleceu nova idade mínima obrigatória para ingressar no Ensino Fundamental, alterando o que era previsto na Lei Nº 9.394/96, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB.


De acordo com essas leis, a idade mínima para o ingresso obrigatório no Ensino Fundamental seria, em anos, respectivamente,

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Q2722191 Pedagogia

A prática de atividades físicas deve ser estimulada desde a pré-escola, as crianças devem aprender os benefícios da atividade física não só para o corpo como para a mente. O desenvolvimento de diversos padrões éticos e morais podem ser estimulados pela prática do esporte como, por exemplo, o respeito, a importância do trabalho em grupo, saber apreciar a vitória e aprender com as derrotas.


Disponível em:

<http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/49862/ed

ucacao-fisica-escolar-qual-a-sua-importancia>. Acesso em: out. 2016.

De acordo com a Lei Nº 10.793/2003, a prática da Educação física é facultativa ao aluno que

Alternativas
Q2722189 Legislação Estadual

É VEDADO ao Vereador, desde a expedição do diploma,

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Q2722188 Legislação Estadual

É de iniciativa exclusiva do Prefeito as leis que disponham sobre

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Q2722187 Legislação Estadual

A Lei Orgânica do Município de Nilópolis estabelece que o subsídio mensal do Prefeito não poderá ser superior à remuneração global dos Deputados Estaduais em

Alternativas
Q2722186 Legislação Estadual

Conforme estabelece a Lei Orgânica do Município de Nilópolis, compete privativamente ao município, EXCETUANDO-SE

Alternativas
Q2722185 Português

TEXTO III


Hoje

Trago em meu corpo as marcas do meu tempo

Meu desespero, a vida num momento

A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo...


Hoje

Trago no olhar imagens distorcidas

Cores, viagens, mãos desconhecidas

Trazem a lua, a rua às minhas mãos,


Mas hoje,

As minhas mãos enfraquecidas e vazias

Procuram nuas pelas luas, pelas ruas...

Na solidão das noites frias por você.


Hoje

Homens sem medo aportam no futuro

Eu tenho medo acordo e te procuro

Meu quarto escuro é inerte como a morte


Hoje

Homens de aço esperam da ciência

Eu desespero e abraço a tua ausência

Que é o que me resta, vivo em minha sorte


Ah, Sorte...

Eu não queria a juventude assim perdida

Eu não queria andar morrendo pela vida

Eu não queria amar assim como eu te amei.


Taiguara Chalar da Silva

A letra dessa canção é estruturada pela oposição do tempo presente ao tempo passado.


O “eu” que se expressa, no Texto III, apresenta o seguinte posicionamento diante da passagem do tempo:

Alternativas
Q2722184 Português

TEXTO III


Hoje

Trago em meu corpo as marcas do meu tempo

Meu desespero, a vida num momento

A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo...


Hoje

Trago no olhar imagens distorcidas

Cores, viagens, mãos desconhecidas

Trazem a lua, a rua às minhas mãos,


Mas hoje,

As minhas mãos enfraquecidas e vazias

Procuram nuas pelas luas, pelas ruas...

Na solidão das noites frias por você.


Hoje

Homens sem medo aportam no futuro

Eu tenho medo acordo e te procuro

Meu quarto escuro é inerte como a morte


Hoje

Homens de aço esperam da ciência

Eu desespero e abraço a tua ausência

Que é o que me resta, vivo em minha sorte


Ah, Sorte...

Eu não queria a juventude assim perdida

Eu não queria andar morrendo pela vida

Eu não queria amar assim como eu te amei.


Taiguara Chalar da Silva

O Texto III é uma letra de música que possui marcas linguísticas, através das quais se pode observar a presença do seu locutor.


O verso que contém essas marcas é o seguinte:

Alternativas
Q2722183 Português

TEXTO II


[...] ser jovem é não perder o encanto e o susto de qualquer espera. É, sobretudo, não ficar fixado nos padrões da própria formação. Ser jovem é ter abertura para o novo na mesma medida do respeito ao imutável. É acreditar um pouco na imortalidade da vida, é querer a festa, o jogo, a brincadeira, a lua, o impossível, o distante. Ser jovem é ser bêbado de infinitos que terminam logo ali. É só pensar na morte de vez em quando. É não saber de nada e poder tudo...


Arthur da Távola, fragmento.

A juventude, para o cronista do Texto II, é descrita como uma fase da vida, cujo principal atributo é

Alternativas
Q2722182 Português

TEXTO I


O jovem como lata de lixo da indústria do consumo


“Vistos cada vez mais como outro encargo social, os jovens não estão mais incluídos no discurso sobre a promessa de um futuro melhor. Em lugar disso, agora são considerados parte de uma população dispensável, cuja presença ameaça evocar memórias coletivas reprimidas da responsabilidade dos adultos.” Assim escreve Henry A. Giroux num ensaio de 3 de fevereiro de 2011 sob o título “A juventude na era da dispensabilidade.”

De fato, os jovens não são plena e inequivocamente dispensáveis. O que os salva da dispensabilidade total embora por pouco e lhes garante certo grau de atenção dos adultos é sua real e, mais ainda, potencial contribuição à demanda de consumo: a existência de sucessivos escalões de jovens significa o eterno suprimento de “terras virgens”, inexploradas e prontas para o cultivo, sem o qual a simples reprodução da economia capitalista, para não mencionar o crescimento econômico, seria quase inconcebível. Pensa-se sobre a juventude e logo se presta atenção a ela como “um novo mercado” a ser “comodificado” e explorado. Por meio da força educacional de uma cultura que comercializa todos os aspectos da vida das crianças, usando a internet e várias redes sociais, e novas tecnologias de mídia, como telefones celulares, as instituições empresariais buscam imergir o jovem num mundo de consumo em massa, de maneiras mais amplas e diretas que qualquer coisa que possamos ter visto no passado. Um estudo recente, orientado pela Kaiser Family Foundation, descobriu que “jovens dos oito aos dezoito anos gastam agora mais de sete horas e meia por dia com smartphones, computadores, televisores e outros instrumentos eletrônicos, em comparação com as mesmas seis horas e meia de cinco anos atrás. Quando se acrescenta o tempo adicional que os jovens passam postando textos, falando em seus celulares ou realizando múltiplas tarefas, tais como ver TV enquanto atualizam o Facebook, o número sobe para um total de onze horas de conteúdo de mídia por dia.” Pode-se prosseguir acrescentando um volume crescente de evidências de que “o problema dos jovens” está sendo considerado clara e explicitamente uma questão de “adestrá-los para o consumo”, e de que todos os outros assuntos relacionados à juventude são deixados numa prateleira lateral ou eliminados da agenda política, social e cultural.

De um lado, as sérias limitações impostas pelo governo ao financiamento de instituições de ensino superior, acopladas a um aumento também selvagem das anuidades cobradas pelas universidades, são testemunhas da perda de interesse na juventude como futura elite política e cultural da nação. Por outro lado, o Facebook, por exemplo, assim como outros “sites sociais”, está abrindo novíssimas paisagens para agências que tendem a se concentrar nos jovens e tratá-los como “terras virgens” à espera de conquista e exploração pelo avanço das tropas consumistas.


BAUMAN, Zygmunt. Sobre educação e juventude. Tradução Carlos

Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. (Adaptado)

TEXTO II


[...] ser jovem é não perder o encanto e o susto de qualquer espera. É, sobretudo, não ficar fixado nos padrões da própria formação. Ser jovem é ter abertura para o novo na mesma medida do respeito ao imutável. É acreditar um pouco na imortalidade da vida, é querer a festa, o jogo, a brincadeira, a lua, o impossível, o distante. Ser jovem é ser bêbado de infinitos que terminam logo ali. É só pensar na morte de vez em quando. É não saber de nada e poder tudo...


Arthur da Távola, fragmento.

Relacionando-se a temática do Texto II, escrito nos anos de 1970, com a do Texto I, de 2013, pode-se inferir que os jovens

Alternativas
Q2722181 Português

TEXTO I


O jovem como lata de lixo da indústria do consumo


“Vistos cada vez mais como outro encargo social, os jovens não estão mais incluídos no discurso sobre a promessa de um futuro melhor. Em lugar disso, agora são considerados parte de uma população dispensável, cuja presença ameaça evocar memórias coletivas reprimidas da responsabilidade dos adultos.” Assim escreve Henry A. Giroux num ensaio de 3 de fevereiro de 2011 sob o título “A juventude na era da dispensabilidade.”

De fato, os jovens não são plena e inequivocamente dispensáveis. O que os salva da dispensabilidade total embora por pouco e lhes garante certo grau de atenção dos adultos é sua real e, mais ainda, potencial contribuição à demanda de consumo: a existência de sucessivos escalões de jovens significa o eterno suprimento de “terras virgens”, inexploradas e prontas para o cultivo, sem o qual a simples reprodução da economia capitalista, para não mencionar o crescimento econômico, seria quase inconcebível. Pensa-se sobre a juventude e logo se presta atenção a ela como “um novo mercado” a ser “comodificado” e explorado. Por meio da força educacional de uma cultura que comercializa todos os aspectos da vida das crianças, usando a internet e várias redes sociais, e novas tecnologias de mídia, como telefones celulares, as instituições empresariais buscam imergir o jovem num mundo de consumo em massa, de maneiras mais amplas e diretas que qualquer coisa que possamos ter visto no passado. Um estudo recente, orientado pela Kaiser Family Foundation, descobriu que “jovens dos oito aos dezoito anos gastam agora mais de sete horas e meia por dia com smartphones, computadores, televisores e outros instrumentos eletrônicos, em comparação com as mesmas seis horas e meia de cinco anos atrás. Quando se acrescenta o tempo adicional que os jovens passam postando textos, falando em seus celulares ou realizando múltiplas tarefas, tais como ver TV enquanto atualizam o Facebook, o número sobe para um total de onze horas de conteúdo de mídia por dia.” Pode-se prosseguir acrescentando um volume crescente de evidências de que “o problema dos jovens” está sendo considerado clara e explicitamente uma questão de “adestrá-los para o consumo”, e de que todos os outros assuntos relacionados à juventude são deixados numa prateleira lateral ou eliminados da agenda política, social e cultural.

De um lado, as sérias limitações impostas pelo governo ao financiamento de instituições de ensino superior, acopladas a um aumento também selvagem das anuidades cobradas pelas universidades, são testemunhas da perda de interesse na juventude como futura elite política e cultural da nação. Por outro lado, o Facebook, por exemplo, assim como outros “sites sociais”, está abrindo novíssimas paisagens para agências que tendem a se concentrar nos jovens e tratá-los como “terras virgens” à espera de conquista e exploração pelo avanço das tropas consumistas.


BAUMAN, Zygmunt. Sobre educação e juventude. Tradução Carlos

Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. (Adaptado)

Sobre a seleção lexical que compõe o título do ensaio de Henri A. Giroux - A juventude na era da dispensabilidade-, é correto afirmar que ele

Alternativas
Q2722180 Português

TEXTO I


O jovem como lata de lixo da indústria do consumo


“Vistos cada vez mais como outro encargo social, os jovens não estão mais incluídos no discurso sobre a promessa de um futuro melhor. Em lugar disso, agora são considerados parte de uma população dispensável, cuja presença ameaça evocar memórias coletivas reprimidas da responsabilidade dos adultos.” Assim escreve Henry A. Giroux num ensaio de 3 de fevereiro de 2011 sob o título “A juventude na era da dispensabilidade.”

De fato, os jovens não são plena e inequivocamente dispensáveis. O que os salva da dispensabilidade total embora por pouco e lhes garante certo grau de atenção dos adultos é sua real e, mais ainda, potencial contribuição à demanda de consumo: a existência de sucessivos escalões de jovens significa o eterno suprimento de “terras virgens”, inexploradas e prontas para o cultivo, sem o qual a simples reprodução da economia capitalista, para não mencionar o crescimento econômico, seria quase inconcebível. Pensa-se sobre a juventude e logo se presta atenção a ela como “um novo mercado” a ser “comodificado” e explorado. Por meio da força educacional de uma cultura que comercializa todos os aspectos da vida das crianças, usando a internet e várias redes sociais, e novas tecnologias de mídia, como telefones celulares, as instituições empresariais buscam imergir o jovem num mundo de consumo em massa, de maneiras mais amplas e diretas que qualquer coisa que possamos ter visto no passado. Um estudo recente, orientado pela Kaiser Family Foundation, descobriu que “jovens dos oito aos dezoito anos gastam agora mais de sete horas e meia por dia com smartphones, computadores, televisores e outros instrumentos eletrônicos, em comparação com as mesmas seis horas e meia de cinco anos atrás. Quando se acrescenta o tempo adicional que os jovens passam postando textos, falando em seus celulares ou realizando múltiplas tarefas, tais como ver TV enquanto atualizam o Facebook, o número sobe para um total de onze horas de conteúdo de mídia por dia.” Pode-se prosseguir acrescentando um volume crescente de evidências de que “o problema dos jovens” está sendo considerado clara e explicitamente uma questão de “adestrá-los para o consumo”, e de que todos os outros assuntos relacionados à juventude são deixados numa prateleira lateral ou eliminados da agenda política, social e cultural.

De um lado, as sérias limitações impostas pelo governo ao financiamento de instituições de ensino superior, acopladas a um aumento também selvagem das anuidades cobradas pelas universidades, são testemunhas da perda de interesse na juventude como futura elite política e cultural da nação. Por outro lado, o Facebook, por exemplo, assim como outros “sites sociais”, está abrindo novíssimas paisagens para agências que tendem a se concentrar nos jovens e tratá-los como “terras virgens” à espera de conquista e exploração pelo avanço das tropas consumistas.


BAUMAN, Zygmunt. Sobre educação e juventude. Tradução Carlos

Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. (Adaptado)

No trecho [...] concentrar nos jovens e tratá-los como terras virgens..., ao empregar a expressão terras virgens, o autor, no que se refere à linguagem, fez uso de uma

Alternativas
Respostas
121: A
122: A
123: C
124: B
125: B
126: D
127: D
128: B
129: A
130: A
131: C
132: A
133: D
134: D
135: C
136: D
137: A
138: A
139: A
140: B