Questões de Concurso Para prefeitura de almirante tamandaré - pr

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Q3509337 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Estudantes de SP criam cadeira de rodas para cães com deficiência

Isadora Moraes

    Ao ________ que muitos cães não conseguem se locomover por conta de doenças ou lesões traumáticas, formandos do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram uma cadeira de rodas de baixo custo e alta qualidade para cachorros.
    “O objetivo foi de incluir esses animais na sociedade. Porque muitos tutores relataram que os cães que utilizam a cadeira de rodas convencional de alumínio acabam assustando outros bichos, devido ao barulho que o material faz quando entra em contato com o solo”, diz Victor Scaramal Monteiro de Souza em entrevista ao Vida de bicho. Ele desenvolveu o projeto ao lado dos colegas Eduardo Louzada Bicudo, Gabriel Francisco Medeiros Rossi e Lucas Kyoji Higa.
    Para a fabricação, os integrantes consideraram a escolha de um material resistente e que suportasse variações climáticas. “Diferentemente da grande maioria das cadeiras disponíveis no mercado feitas de alumínio, optamos por filamentos em 3D PETG”, afirma Victor.
    Esse material é composto por polímeros termoplásticos, produzidos na forma de um fio contínuo, que ________ uma impressora 3D. Ele então é derretido e expelido por uma máquina, sendo impresso no formato indicado pelos estudantes.
    Os benefícios desse filamento em relação ao alumínio ________: maior conforto e durabilidade, baixo custo para aquisição e redução do número de peças que compõem a cadeira. O produto ainda acompanha um colete que traz estabilidade para a cadeira, oferecendo mais segurança durante a locomoção do cachorro.
    E não para por aí! Os estudantes ainda pensaram na estética da cadeira. “As cores roxo e laranja claro remetem à alegria e bem-estar, tirando a sensação de tristeza que se passa quando falamos em cachorros com problemas pélvicos”, diz Victor.
    O formando ainda revela que, a princípio, a cadeira não está à venda, mas que o grupo não descarta a possibilidade de comercialização no futuro. “Já até fizemos um plano de negócios, caso ela seja colocada no mercado”, finaliza.


Disponível em: https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2022/10/estudantes-de-sp-criam-cadeira-de-rodas-para-caes-com-deficiencia.ghtml. Adaptado. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
Alternativas
Q3509336 Português
Leia o texto a seguir.

Retratos fantasmas é escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2024
     A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou nesta terça-feira (12) o filme Retratos fantasmas, de Kleber Mendonça Filho, como o representante do Brasil na disputa por uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024.
    Competiam pelo posto Estranho caminho, de Guto Parente; Noites alienígenas, de Sergio Carvalho; Nosso sonho – a história de Claudinho e Buchecha, de Eduardo Albergaria; Pedágio, de Carolina Markowicz; e Urubus, de Claudio Borrelli.
    “Foi uma reunião democrática, representativa, em uma comissão ampla. A diversidade e a qualidade dos filmes nos levaram a três horas de debate até chegarmos ao título escolhido”, disse Ilda Santiago, presidente da comissão de seleção, por meio de nota.
    Retratos fantasmas traz o centro do Recife como personagem principal, revisitado por meio dos grandes cinemas que serviram como espaços de convívio durante o século XX.
    A escolha como representante brasileiro ao Oscar não significa que o filme já garantiu uma indicação ao prêmio. Cada país aponta uma obra como sua representante para a disputa. O Oscar, então, analisa essas indicações e faz uma pré-seleção, a ser divulgada em 21 de dezembro.
    O anúncio oficial dos filmes que de fato concorrerão ao principal prêmio do cinema mundial ocorrerá em 23 de janeiro de 2024. Já a cerimônia está marcada para 10 de março.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cultura/retratos-fantasmas-e-escolhido-para-representar-o-brasil-no-oscar-de-2024/. Adaptado.

De acordo com o texto, o filme Retratos fantasmas: 
Alternativas
Q3509335 Português
Leia o trecho a seguir:

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2021, uma em cada duas pessoas é etarista, ou seja, tem preconceito contra os mais velhos. Um levantamento feito pela Universidade de Michigan corrobora a tese, ao informar que 80% das pessoas acima dos 50 anos já experimentaram algum tipo de ageísmo, outra expressão para esse tipo de preconceito.

Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/08/22/e-possivel-educar-as-pessoas-contra-o-etarismo.ghtml. Adaptado.

Com base no trecho, as expressões “etarismo”, “preconceito contra os mais velhos” e “ageísmo”: 
Alternativas
Q3509334 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:

1. Os projetos dos hospitais infantis são os que mais chamam atenção.
2. Os pacientes devem ser tratados em jardins em vez de hospitais.
3. Clare Cooper Marcus é a criadora dos hospitais com jardins terapêuticos.
4. Os jardins terapêuticos são espaços agradáveis para pacientes e familiares nos hospitais.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3509333 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
As expressões “a não ser” e “não se restringem ao”, destacadas no texto, podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3509332 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
O texto menciona vários elementos presentes nos jardins de tais hospitais. Qual elemento NÃO é citado? 
Alternativas
Q3509331 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Hospitais com jardins que ajudam a curar

Mariza Tavares

    A não ser quando se trata de visitar um bebê recém-nascido numa maternidade, qualquer ida a um hospital, com raras exceções, está longe de significar uma experiência agradável. É por isso que vem ganhando corpo a ideia dos jardins terapêuticos, que ajudam a curar: espaços onde pacientes, familiares e as equipes de saúde podem apreciar a natureza, relaxar e recarregar as baterias.
    Disparados na frente, enchem os olhos os projetos em hospitais infantis. O Boston Children’s Hospital tem jardins internos e externos, mas o principal fica no topo e pode ser utilizado para sessões de fisioterapia e até por crianças impossibilitadas de sair do leito. No centro, numa pequena elevação, o gramado convida a relaxar e olhar o céu. No St. Louis Children’s Hospital, o terraço dispõe de laguinho, muitas plantas e flores, área para contação de histórias e teatro de marionetes. Para driblar o frio da cidade, o Chicago Lurie Children’s Hospital criou um espaço no 23.º andar que, apesar de fechado, aproveita ao máximo a luz natural.
    As boas iniciativas não se restringem ao púbico infantil. No Boston Medical Center, o terraço foi transformado em horta, que fornece produtos fresquíssimos para o consumo dos pacientes e também para as lanchonetes da instituição. A “fazenda” conta ainda com uma colmeia e oferece visitas guiadas e trabalho para voluntários.
    No sul de Los Angeles, o Martin Luther King Jr. Community Hospital se orgulha do seu “Jardim Azul”, ao lado do espaço de meditação, aproveitando o efeito calmante da cor. Seu idealizador é o arquiteto Dan Corson, que usou 33 tons de azuis no projeto: do cascalho que forra os canteiros a plantas cujas folhas apresentam essa tonalidade.
    Clare Cooper Marcus, professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora de Paisagens terapêuticas e uma referência internacional sobre o assunto. Sua fórmula para os jardins terapêuticos inclui ênfase na acessibilidade e distrações: fontes, esculturas, áreas ensolaradas e de sombra, assim como lugares mais reservados para quem quer ficar sozinho.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/07/30/hospitais-com-jardins-que-ajudam-a-curar.ghtml. Adaptado.  
De acordo com o texto, os jardins em hospitais foram projetados com o objetivo de: 
Alternativas
Q3509330 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Releia o trecho a seguir:

“As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta […]”.

A expressão destacada introduz:
Alternativas
Q3509329 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
De acordo com o texto, as possíveis consequências da extinção das abelhas são: 
Alternativas
Q3509328 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:

1. A expressão “dessas plantas”, destacada no texto, retoma “matas nativas”.
2. O termo “Elas”, destacado no texto, refere-se a “abelhas”.
3. São usados pelo autor em substituição a “Décio Gazzoni”: engenheiro ambiental e pesquisador.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3509327 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no texto.  
Alternativas
Q1944226 Pedagogia
No ano de 2021, o Conselho Nacional de Educação instituiu Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos ao seu alinhamento à Política Nacional de Alfabetização (PNA) e à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e à Educação de Jovens e Adultos (EJA) a distância. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1944225 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação foi aprovado em 2014, com a vigência de dez anos, a partir da data de sua publicação. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1944224 Pedagogia
A implementação do ensino fundamental de 9 anos requereu, por parte dos sistemas de ensino, uma série de adequações de normas e organização curricular das escolas brasileiras. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1944223 Pedagogia
Em 2017, foi aprovada a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que é um documento de caráter normativo definidor do conjunto orgânico e progressivo das aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver ao longo das modalidades e etapas da educação básica. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1944222 Pedagogia
Considere o seguinte texto:

   Profissionais que trabalham na educação e no âmbito das políticas sociais voltadas à infância enfrentam imensos desafios: questões relativas à situação política e econômica e à pobreza das nossas populações, questões de natureza urbana e social, problemas específicos do campo educacional que, cada vez mais, assumem proporções graves e têm implicações sérias, exigindo respostas firmes e rápidas, nunca fáceis. Vivemos o paradoxo de possuir um conhecimento teórico complexo sobre a infância e de ter muita dificuldade de lidar com populações infantis e juvenis. Refletir sobre esses paradoxos e sobre a infância, hoje, é condição para planejar o trabalho na creche e na escola e para implementar o currículo. Como as pessoas percebem as crianças? Qual é o papel social da infância na sociedade atual? Que valor é atribuído à criança por pessoas de diferentes classes e grupos sociais? Qual é o significado de ser criança nas diferentes culturas? Como trabalhar com as crianças de maneira que sejam considerados seu contexto de origem, seu desenvolvimento e o acesso aos conhecimentos, direito social de todos? Como assegurar que a educação cumpra seu papel social diante da heterogeneidade das populações infantis e das contradições da sociedade?

(KRAMER, Sônia. A infância e sua singularidade. In: PAGEL, Sandra Denise & NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro (orgs.) Ensino fundamental de nove anos: orientações para inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007).

A inclusão das crianças de 6 anos no ensino fundamental, mediante o estabelecimento do ensino fundamental de 9 anos, ainda hoje é processo desafiador para a escola e para o professor. Sobre o tema, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1944221 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica estabelecem as bases comuns nacionais para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1944220 Pedagogia
A inclusão obrigatória da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” nos currículos das escolas marca um momento de inserção de uma pedagogia antirracista, valorizando-se a história e a influência do povo negro na cultura brasileira. Sobre o tema, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1944219 Pedagogia
Duas leis destacam-se com relação à implementação da Educação Ambiental nas escolas brasileiras: no ano de 1999, foi instituída a Lei. 9.795, que criou a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), estabelecendo que a educação ambiental na educação escolar deveria ser desenvolvida no âmbito dos currículos e das instituições de ensino público e privado; e, em 2012, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (DCNEA) reforçaram a PNEA em todos os níveis de ensino. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:

1. A PNEA indica que a educação ambiental deve ocorrer em todos os níveis da educação básica, assim como na educação superior, educação especial, profissional e na educação de jovens e adultos.
2. A educação ambiental deve ser desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal.
3. A educação ambiental, desde 2012, está norteada pelas DCNEA, sendo essas subsídio para inserção da temática ambiental nos currículos do ensino formal.

4. As DCNEA indicam a importância de se efetivar práticas interdisciplinares no contexto educativo, fomentando a aproximação entre diferentes áreas do conhecimento.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1944218 Pedagogia
O educador Paulo Freire, ao longo de sua trajetória, refletiu sobre os saberes necessários ao educador para a construção de uma prática educativa democrática. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
221: D
222: E
223: C
224: B
225: A
226: B
227: D
228: A
229: B
230: C
231: D
232: C
233: A
234: C
235: A
236: A
237: D
238: E
239: E
240: A