Questões de Concurso Para prefeitura de espera feliz - mg

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Q2493123 Pedagogia
Em seu livro “Liderança em gestão escolar” (2012), Heloísa Lück diz que todos os membros da equipe de gestão desempenham um papel de liderança e coliderança. Independentemente do tipo de liderança escolar, o trabalho com educação é de natureza formadora. Considerando o exposto, são consideradas algumas das vantagens de líder que optam pela coliderança, EXCETO:
Alternativas
Q2493122 Pedagogia
Todos os estabelecimentos de ensino têm a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica (Art. 12º da Lei nº 9.394/1996), também referida em outro artigo da Lei de Diretrizes e Bases como Projeto Pedagógico da Escola (Art. 14º inciso I). Alguns sistemas de ensino adotaram a nomenclatura Projeto Político-Pedagógico (PPP) para representá-lo. Independentemente da nomenclatura diferenciada, são equivalentes naquilo que representam e não apresentam diferenciação naquilo que explicitam. São denominações diferenciadas para designar o mesmo sentido de estabelecer uma visão de conjunto e direção ao processo pedagógico intencional a ser promovido na escola. Sobre o PPP, analise as afirmativas a seguir.

I. Deve ser construído a partir da realidade, explicitando seus desafios e problemas.
II. Explicita o compromisso com a formação do cidadão e os meios e condições para promovê-la.
III. É revisado mediante solicitação das secretarias estaduais ou municipais de ensino ou a cada dois anos.
IV. Corresponde a uma articulação e organização plena e ampla de todos os aspectos educacionais.
V. É elaborado de forma participativa, correspondendo a uma ação articulada de todos os envolvidos com a realidade escolar.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q2493121 Pedagogia
[...] a administração é a utilização racional de recursos para a realização de fins determinados. Assim pensada, ela se configura, inicialmente, como uma atividade exclusivamente humana, já que somente o homem é capaz de estabelecer livremente objetivos a serem cumpridos.
(Paro, 1997, p. 18-19.)
Atualmente, a gestão da educação ultrapassou as formas estritamente racionais, técnicas e mecânicas que a caracterizaram tempos atrás. Na realidade, a ressignificação do conceito de gestão está associada ao fortalecimento da democratização do trabalho da escola, bem como a participação responsável de todos com os resultados educacionais cada vez mais significativos para toda a população. Sobre a gestão democrática na escola, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2493095 Pedagogia
O plano de aula visibiliza o caminho que o professor propõe para o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), com foco na seleção dos recursos e atividades do Moodle ou de outras plataformas, tais como: fóruns, simulações, estudos de caso, análises de situações-problema, incidentes críticos do contexto real de trabalho etc. Ele deverá contemplar estratégias pedagógicas diversificadas, adequadas ao contexto de ensino e aos diferentes estilos de aprendizagem, compatibilizando-as com as competências a serem desenvolvidas. Entre outros, são elementos norteadores da qualidade do plano de aula para o ambiente virtual, EXCETO:
Alternativas
Q2493094 Pedagogia
Entende-se que a gestão educacional, por sua natureza, demanda um esforço compartilhado, realizado a partir da participação coletiva e integrada dos membros de todos os segmentos da unidade de trabalho. Uma forma de conceituar gestão é vê-la como um processo de mobilização de competências e da energia de pessoas coletivamente organizadas para que, por sua participação ativa e competente, promovam a realização, o mais plenamente possível, dos objetivos de sua unidade de trabalho, no caso, os objetivos educacionais.
(Lück, 2008, p. 21.)
Considerando que os diversos autores apresentam concordâncias entre si, são alguns valores que podem ser orientadores da ação participativa, devendo ser incluídos na prática diária dos gestores públicos, EXCETO:
Alternativas
Q2493093 Pedagogia
A Lei de nº 9.394 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), estabelece a finalidade da educação no Brasil, como ela deve estar organizada, quais são os órgãos administrativos responsáveis, quais são os níveis e modalidades de ensino, dentre outros aspectos em que se define e se regulariza o sistema de educação brasileiro com base nos princípios presentes na Constituição Federal de 1988. Considerando que a Constituição Federal e a LDB, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração os seus sistemas de ensino, analise as afirmativas a seguir.

I. Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na pré-escola.
II. Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio.
III. A União organizará o sistema federal de ensino e o dos territórios; financiará as instituições de ensino públicas federais.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2493092 Pedagogia
O planejamento pode ser entendido como um processo no qual são envolvidas uma ou mais pessoas, com o propósito de pensar sobre os melhores meios de se realizar uma determinada tarefa. Como processo, o planejamento leva os indivíduos que dele participam a discutirem suas próprias concepções acerca do que é planejar, estabelecer suas metas, debater e escolher as melhores formas de alcançá-las. Fazendo isso, os indivíduos participam da elaboração de determinado planejamento.
(Paro, 1997.)
Sobre os vários níveis de planejamento e suas características, “o processo de tomada de decisões sobre a dinâmica da ação escolar, que apresenta a previsão sistemática e ordenada de toda a vida escolar do aluno”, trata-se do planejamento:
Alternativas
Q2493091 Pedagogia
As tendências pedagógicas são teorias que visam direcionar o trabalho educacional, orientando o professor, através de metodologias que têm por objetivo concretizar o processo de ensino e aprendizagem. Dentre as tendências pedagógicas encontramos propostas diferenciadas e também as que apresentam semelhanças, mas com outra denominação. Saviani (1985) propôs a classificação das tendências em: teoria não-crítica; teoria crítico-reprodutivista, e teoria crítica. Sobre tal classificação, analise as afirmativas a seguir. (Uma das teorias poderá se repetir.)


I. Da teoria __________ surge a pedagogia histórico-crítica com o objetivo de resgatar a crítica e a dialética no processo de ação-reflexão sobre a práxis social.
II. A teoria ______________ é representada pela teoria do sistema de ensino como violência simbólica, teoria da escola como Aparelho Ideológico de Estado (AIE) e teoria da escola dualista.
III. A teoria ____________ é representada pela pedagogia tradicional, pedagogia nova e pedagogia tecnicista. Este grupo de teorias entende a educação como instrumento de superação da marginalidade.
IV. A teoria ____________ envolve a necessidade de se compreender a educação no seu desenvolvimento histórico-objetivo e, por consequência, a possibilidade de se articular uma proposta pedagógica, cujo ponto de referência e compromisso seja a transformação da sociedade e não sua manutenção, a sua perpetuação.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2493090 Pedagogia
Devido à sua importância, a especificidade da organização educacional tem sido tratada, nos últimos anos, por diversos autores que discutem a administração escolar. Particularmente, dois desses autores – Bordignon e Gracindo (2001) ressaltam que essa especificidade é definida por alguns fatores que tornam a escola singular, diante de quaisquer outras organizações sociais. A “produção” da escola, diferentemente de outras organizações, não tem sua qualidade definida na padronização, mas na “produção” de seres emancipados, autônomos, não-autômatos (dimensão individual) e na “produção” da equidade, da justiça social (dimensão social).
(Bordignon & Gracindo, 2001, p. 155.)

Sobre o exposto, é possível afirmar que a escola se distingue das demais organizações, dentre outros fatores, por:

I. Promover o desenvolvimento de capacidades cognitivas, operativas e sociais dos alunos, por meio de conteúdos sistematizados.
II. Formar para a cidadania crítica sujeitos que interfiram na realidade, visando transformá-los e não apenas integrá-los ao mercado de trabalho.
III. Desenvolver a formação dos indivíduos para valores éticos, qualidades morais, traços de caráter, atitudes e convicções humanitárias de solidariedade.
IV. Propiciar condições para fortalecer a neutralidade dentre as variadas identidades culturais das pessoas, favorecendo a um mecanismo adaptativo do homem à sociedade, fazendo com que tradições e regras sociais sejam defendidas, com o objetivo de manter o equilíbrio social.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2493089 Pedagogia
Segundo Ferreira (2001), a palavra “inspeção” significa revista, fiscalização, carga semântica negativa que expressa a aversão dos professores à figura do inspetor. Diante dessa comprovação, constatamos a necessidade de investigar as matrizes da inspeção escolar e suas relações com a profissão docente e, na medida do possível, “desconstruir” as concepções equivocadas atribuídas atualmente a esse profissional. Para historiadores como Marc Bloch, o passado só virá à tona caso seja provocado pelo presente. Segundo o autor, “em primeiro lugar, a história não seria mais entendida como uma ‘ciência do passado’ [...]. Ao contrário, era no jogo entre a importância do presente para a compreensão do passado e vice-versa que a partida era, de fato, jogada”. (2001, p. 7.) Considerando a trajetória cronológica da inspeção escolar no país, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Remonta a 1756, no exercício de um papel legitimador da estrutura burocrática de poder do Estado, em manter a escola sob seu controle.
( ) Em 1799, com encerramento abrupto das atividades dos jesuítas no Brasil, provocou certa desorganização da atividade escolar. Inicia-se a fiscalização das aulas régias, serviço de inspeção realizado por um professor de confiança do vice-rei.
( ) No início do século XX, a inspeção técnica já era exercida pelos inspetores ambulantes, que tinham atribuição, como agentes do governo, encarregados da fiscalização das escolas e mais estabelecimentos de instrução do Estado, de conformidade com as exigências do serviço público.
( ) De 1930 a 1961, todos os estabelecimentos de ensino médio e superior ficaram sujeitos à inspeção federal, ocorrendo após essa época a descentralização para os Estados. A atribuição da inspeção abrange o funcionamento das escolas, excluindo os métodos de ensino, o comportamento dos professores e o aproveitamento dos alunos.
( ) As alterações das atribuições e da estrutura da função acompanham as reformas educacionais no país, estando a inspeção prevista como função nas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, desde 1971, passando a formação a ser o principal requisito para investidura em cargos dos profissionais de apoio à docência, dentre eles, a inspeção escolar.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2493088 Pedagogia
Os novos paradigmas da educação nacional encaminham a questão de ordem prática: são desafios que colocam o Inspetor Escolar (IE) para a observância da legislação da educação junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração central e regional do sistema. Uma leitura mais atenta da Lei de Diretrizes e Bases de alguns de seus artigos remete a algumas competências que o IE pode exercer, em ação solidária com as escolas e seus diretores, pedagogos e professores e em interação com setores das secretarias estaduais e municipais e dos órgãos regionais de educação.
(Disponível em: http://www.redemebox.com.br/. Acesso em: janeiro de 2024.)
A Inspeção Escolar é correção, auditoria, orientação e assistência técnica. Esses profissionais “são os olhos e os ouvidos do poder público na escola”. Considerando que o perfil desse profissional deve ter algumas funções básicas, relacione-as adequadamente às suas respectivas características.

1. Corretiva.
2. Avaliadora.
3. Orientadora.
4. Verificadora.
5. Realimentadora.

( ) Está relacionada à segurança e à postura pedagógica.
( ) Consiste em comparar a situação concreta, real com a ideal, e teórica.
( ) Compromete-se com a sintonia entre os conteúdos normativos, as ações educativas e com a adequação de uns e outros ao contexto sociopolítico da realidade onde acontece a educação.
( ) Consiste em conduzir ao conhecimento e à aplicação correta da norma, tendo em vista a unidade do sistema, bem como sua coerência interna e externa. Utiliza a competência da comunicação oral e escrita.
( ) Trata-se do exame para o cumprimento das normas que se aplicam à organização e funcionamento da escola e do ensino, nos campos administrativos e pedagógicos. Deve possuir domínio da legislação, ser pesquisador e observador.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2493087 Pedagogia
Segundo Sousa (2013), a administração de empresas desenvolve teorias sobre a organização do trabalho das empresas capitalistas, enquanto a administração escolar formula proposições teóricas sobre a organização do trabalho na escola e no sistema escolar. Em função de terem sido criadas para as empresas, as teorias administrativas apresentam alguns conceitos que precisam ser repensados, quando tentamos aplicá-los à realidade da escola, pois essa é uma instituição que possui certa especificidade em relação às demais organizações sociais. Considerando três das principais teorias que fazem parte das abordagens prescritivas e normativas: administração científica, teoria clássica das organizações, e escola das relações humanas, trata-se se um dos principais aspectos no que se refere à “escola das relações humanas”:
Alternativas
Q2493086 Pedagogia
A educação no Brasil foi implantada para fins evangélicos e dominação de maneira gradativa e lenta. Durante quatro séculos a educação ficou restrita sobre o domínio da elite e deixada em segundo plano pelos os governantes que nunca se preocupavam em desenvolver políticas sérias de educação. (Nascimento, et al. 2012.)
Sobre a história da educação no Brasil e, ainda, considerando a Reforma Pombalina de 1759, infere-se que:
Alternativas
Q2493085 Português

 Texto para responder à questão.   


     A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?

    É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.

    É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.

   Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.

    Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.

    Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.


(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.) 

Com base no texto e considerando as competências e habilidades propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) quanto aos aspectos avaliativos que deveriam ser enfatizados pela professora Juliana em suas aulas, analise as afirmativas a seguir.


I. Avaliação da capacidade dos alunos de utilizar corretamente as regras gramaticais e ortográficas em seus textos, independente do meio digital ou tradicional.

II. Avaliação baseada exclusivamente no conteúdo final dos textos produzidos pelos alunos, sem considerar o processo de criação e revisão mediado pela tecnologia.

III. Avaliação da habilidade dos alunos em integrar diferentes linguagens (visual, verbal, sonora) em suas apresentações de análise literária, usando plataformas de vídeo.

IV. Avaliação da competência dos alunos em expressar opiniões críticas e analíticas em blogs, demonstrando compreensão de diferentes gêneros textuais e digitais.

V. Avaliação da capacidade dos alunos de interagir de forma construtiva e colaborativa em projetos de grupo, utilizando ferramentas digitais para comunicação e compartilhamento de ideias.


Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q2493084 Pedagogia

 Texto para responder à questão.   


     A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?

    É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.

    É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.

   Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.

    Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.

    Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.


(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.) 

Considere o seguinte cenário hipotético: a professora Juliana planeja integrar tecnologias digitais em suas aulas para enriquecer o processo de aprendizagem. Ela propõe um projeto em que os alunos usarão aplicativos de edição de texto para criar e revisar suas redações, blogs para publicar resenhas literárias e plataformas de vídeo para apresentações de análises literárias. Qual dos seguintes objetivos a professora Juliana está mais provavelmente buscando alcançar com essa integração de tecnologias digitais? 
Alternativas
Q2493083 Português
Texto para responder à questão.

Qual romance você está lendo?

    Sempre pensei que fosse sábio desconfiar de quem não lê literatura. Ler ou não ler romances é para mim um critério. Quer saber se tal político merece seu voto? Verifique se ele lê literatura. Quer escolher um psicanalista ou um psicoterapeuta? Mesma sugestão.
    E, cuidado, o hábito de ler, em geral, pode ser melhor do que o de não ler, mas não me basta: o critério que vale para mim é ler especificamente literatura – ficção literária.
    Você dirá que estou apenas exigindo dos outros que eles sejam parecidos comigo. E eu teria que concordar, salvo que acabo de aprender que minha confiança nos leitores de ficção literária é justificada.
    Algo que eu acreditava intuitivamente foi confirmado em pesquisa que acaba de ser publicada pela revista Science (migre.me/gkK9J), Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind (ler ficção literária melhora a teoria da mente), de David C. Kidd e Emanuele Castano.
    Uma explicação. Na expressão “teoria da mente”, “teoria” significa “visão” (esse é o sentido originário da palavra). Em psicologia, a “teoria da mente” é nossa capacidade de enxergar os outros e de lhes atribuir de maneira correta crenças, ideias, intenções, afetos e sentimentos.
    A teoria da mente emocional é a capacidade de reconhecer o que os outros sentem e, portanto, de experimentar empatia e compaixão por eles; a teoria da mente cognitiva é a capacidade de reconhecer o que os outros pensam e sabem e, portanto, de dialogar e de negociar soluções racionais. Obviamente, enxergar o que os outros sentem e pensam é uma condição para ter uma vida social ativa e interessante.
 (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 17/10/2013.)
O texto “Qual romance você está lendo?” destaca a importância da literatura na formação da teoria da mente e como reflexo da cultura. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor aborda as especificidades do discurso literário, a relação entre gêneros literários clássicos e modernos e os processos de canonização na tradição literária. 
Alternativas
Q2493082 Português
Texto para responder à questão.

Qual romance você está lendo?

    Sempre pensei que fosse sábio desconfiar de quem não lê literatura. Ler ou não ler romances é para mim um critério. Quer saber se tal político merece seu voto? Verifique se ele lê literatura. Quer escolher um psicanalista ou um psicoterapeuta? Mesma sugestão.
    E, cuidado, o hábito de ler, em geral, pode ser melhor do que o de não ler, mas não me basta: o critério que vale para mim é ler especificamente literatura – ficção literária.
    Você dirá que estou apenas exigindo dos outros que eles sejam parecidos comigo. E eu teria que concordar, salvo que acabo de aprender que minha confiança nos leitores de ficção literária é justificada.
    Algo que eu acreditava intuitivamente foi confirmado em pesquisa que acaba de ser publicada pela revista Science (migre.me/gkK9J), Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind (ler ficção literária melhora a teoria da mente), de David C. Kidd e Emanuele Castano.
    Uma explicação. Na expressão “teoria da mente”, “teoria” significa “visão” (esse é o sentido originário da palavra). Em psicologia, a “teoria da mente” é nossa capacidade de enxergar os outros e de lhes atribuir de maneira correta crenças, ideias, intenções, afetos e sentimentos.
    A teoria da mente emocional é a capacidade de reconhecer o que os outros sentem e, portanto, de experimentar empatia e compaixão por eles; a teoria da mente cognitiva é a capacidade de reconhecer o que os outros pensam e sabem e, portanto, de dialogar e de negociar soluções racionais. Obviamente, enxergar o que os outros sentem e pensam é uma condição para ter uma vida social ativa e interessante.
 (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 17/10/2013.)

Refletindo sobre o papel da literatura na formação do leitor jovem, analise as afirmativas a seguir.


I. A literatura infanto-juvenil, ao apresentar narrativas complexas em um formato acessível, auxilia os jovens leitores a desenvolverem uma melhor compreensão das emoções e pensamentos alheios, fomentando a empatia.

II. Embora a literatura infanto-juvenil introduza os jovens a diferentes perspectivas, seu impacto no desenvolvimento da teoria da mente é limitado, sendo mais eficaz em estágios mais avançados de leitura.

III. A literatura infanto-juvenil contribui para o desenvolvimento da teoria da mente ao encorajar os jovens leitores a explorarem diversos cenários e personagens, embora a profundidade dessa contribuição possa variar.


Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q2493081 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)

Leia atentamente os seguintes fragmentos do texto e assinale a alternativa que identifica corretamente as classes de palavras e as suas respectivas funções sintáticas nos fragmentos apresentados:


Fragmento 1: “As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si.”

Fragmento 2: “É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar.”

Alternativas
Q2493080 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)

Considere o seguinte cenário hipotético: a professora Laura decide aplicar uma sequência didática para aprimorar as habilidades dos alunos em identificar relações discursivo-argumentativas, lógico-semânticas e modalizações enunciativas em textos.

Qual das seguintes atividades propostas por ela seria mais eficaz para alcançar esses objetivos educacionais?

Alternativas
Q2493079 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)
Com base nas informações sobre sequência didática e utilizando a teoria de Roman Jakobson sobre as funções da linguagem, considere o seguinte cenário hipotético: o professor Antônio planeja utilizar uma sequência didática para ensinar sobre as funções da linguagem, baseando-se na teoria de Jakobson. Ele também quer integrar aspectos avaliativos relevantes. Qual das seguintes atividades propostas por ele alinha-se melhor com a teoria de Jakobson e com a avaliação eficaz no ensino de Língua Portuguesa? 
Alternativas
Respostas
261: B
262: D
263: D
264: C
265: D
266: D
267: B
268: B
269: C
270: A
271: B
272: A
273: A
274: D
275: D
276: B
277: A
278: D
279: B
280: C