Questões de Concurso Para câmara de domingos martins - es

Foram encontradas 40 questões

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Q4312434 Não definido
Na Câmara Municipal de Domingos Martins, determinado auxiliar administrativo está produzindo um documento no Microsoft Word 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil). O documento trata de um debate sobre a regulação da micromobilidade urbana. Durante a produção do texto, o auxiliar administrativo realizou as seguintes ações: pressionou as teclas Ctrl + T; em seguida pressionou as teclas Ctrl + J; e, depois, selecionou com o mouse uma URL que havia sido adicionada ao texto. Ao perceber que a URL estava inserida apenas como texto, manteve-a selecionada, pressionou as teclas Ctrl + K; e, na sequência, pressionou a tecla Enter. Com base no uso das combinações de teclas utilizadas pelo auxiliar administrativo, quais foram as ações realizadas no documento?
Alternativas
Q4312433 Não definido
Ao utilizar o navegador, geralmente são realizadas pesquisas no Google, que retorna uma lista de endereços relacionados ao que é pesquisado. É possível, também, informar diretamente o endereço de um site na barra de navegação do Web Browser, fazendo com que a página seja carregada rapidamente. Por exemplo, para acessar o site da Câmara Municipal de Domingos Martins, o endereço utilizado é https://www.domingosmartins.es.leg.br/. Porém, considerando esse endereço de fácil compreensão para o usuário, há um endereço IP associado ao servidor que disponibiliza os serviços Web necessários para que o site possa ser acessado. O processo de associação entre o endereço digitado no navegador e o respectivo endereço IP facilita a vida do usuário. Sem esse mecanismo, para acessar os sites, seria necessário informar diretamente o endereço IP no navegador, o que tornaria o acesso às páginas da Internet mais difícil devido à quantidade de números. Nesse contexto, o serviço responsável por realizar a resolução de nomes, associando o endereço digitado no navegador ao respectivo endereço IP utilizado para localizar o site na Internet, é: 
Alternativas
Q4312432 Não definido
O Microsoft Excel é o programa de planilhas eletrônicas da Microsoft. Uma planilha de controle de mensalidades está sendo criada e otimizada com novas fórmulas no Microsoft Excel 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil). Durante os lançamentos das mensalidades, quando um atraso é identificado, o usuário precisa contabilizar manualmente os dias de atraso. Para automatizar esse processo, o usuário resolveu adicionar na planilha uma fórmula para calcular a diferença entre a data de vencimento e a data de pagamento. Considere que a data de vencimento foi inserida na célula A1, com a data 06/03/2026; e a data de pagamento foi inserida na célula B1, com a data 07/06/2026. Diante do exposto, qual fórmula pode ser utilizada para calcular os dias de atraso entre as datas de vencimento e de pagamento?
Alternativas
Q4312431 Não definido

Prefeitura apresenta planejamento estratégico com foco no futuro de Domingos Martins


O auditório da Biblioteca Municipal ficou completamente cheio durante a apresentação do Planejamento Estratégico de Domingos Martins, elaborado em parceria com o movimento ES em Ação. O planejamento estratégico está organizado em torno de cinco grandes objetivos: mobilidade urbana e infraestrutura rural; gestão eficiente e transparente; qualidade de vida; sustentabilidade; e atração de investimentos. A partir deles, cada secretaria detalhou como suas ações estão ligadas a esses eixos e de que forma podem contribuir para a transformação do município.

(Disponível em: https://www.domingosmartins.es.gov.br/. Publicado em: 11/09/2025. Acesso em: abril de 2026. Adaptado.)


A vegetação predominante em Domingos Martins é a Mata Atlântica, típica de regiões de montanha, e suas paisagens exuberantes são também consideradas patrimônio turístico. No escopo da sustentabilidade e do aproveitamento das belezas naturais do lugar:

Alternativas
Q4312430 Não definido

Dia D histórico: ES alcança maior número de vacinas contra influenza em 2026


Segundo números divulgados pelo painel Vacina e Confia, o estado do Espírito Santo registrou um desempenho histórico no Dia D de vacinação contra a influenza em 2026, quando foram aplicadas 44.973 doses ao longo do dia. Em 2025, foram registradas 24.103 doses. Já em 2024, o total foi de 39.381 aplicações. 

(Disponível em: https://www.portaltemponovo.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)



Diante do exposto, é correto afirmar que a influenza, foco da vacinação citada:

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Q4312429 Não definido
Considere, hipoteticamente, que, como parte de um projeto de valorização da tradição cultural da cidade de Domingos Martins, a professora Gabriela criou um projeto em que os alunos deveriam apresentar trabalhos sobre os eventos gastronômicos da cidade, caracterizando-os e abordando suas vinculações históricas a nível municipal. O trabalho gerou grande repercussão, contando com o envolvimento das famílias – muito empolgadas em prestigiarem suas tradições. Na culminância de tal projeto, a partir de apresentações conceituais e práticas, ficou explícito que:
Alternativas
Q4312428 Não definido
Durante o período de atendimento ao público na Câmara Municipal de Domingos Martins, 8 servidores conseguem organizar e protocolar 240 documentos em 6 dias, trabalhando 5 horas por dia. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho, quantos documentos poderão ser organizados e protocolados por 12 servidores, trabalhando 7 horas por dia, durante 10 dias?
Alternativas
Q4312427 Não definido
Durante uma atividade educativa promovida pelo Poder Legislativo do município de Domingos Martins, foi utilizada a palavra PROCESSO em um painel sobre Administração Pública. Considerando todas as letras da palavra “PROCESSO”, quantos anagramas distintos podem ser formados?
Alternativas
Q4312426 Não definido
Durante uma atividade de capacitação promovida pela prefeitura de determinado município, foi proposto o estudo do polinômio  P(x)= x³ +mx² +nx -12 . Sabe-se que esse polinômio é divisível por x - 2 e que: m+n = 5 . Considerando as informações, é correto afirmar que os valores de m e n são, respectivamente:
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Q4312425 Não definido
Durante um programa de modernização administrativa do Poder Legislativo do município de Domingos Martins, a quantidade de processos analisados semanalmente passou a seguir uma progressão geométrica crescente. Sabe-se que o terceiro termo dessa progressão é 24 e que o sexto termo é 192. Com base nessas informações, é correto afirmar que a soma dos sete primeiros termos dessa progressão geométrica é igual a: 
Alternativas
Q4312424 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

Com base na estrutura sintática e na pontuação do título do texto – “Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas”, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4312423 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela cujo emprego do sinal indicativo de crase é facultativo. 
Alternativas
Q4312422 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

Com base na leitura integral do texto, sobre a visão de “cidade inteligente” defendida pelo autor, analise as afirmativas a seguir.

I. O conceito de inteligência urbana está mais atrelado à eficácia na resolução de demandas sociais do que à mera sofisticação do aparato tecnológico.

II. O Brasil, apesar de ser um dos países mais conectados do mundo, enfrenta um paradoxo onde o excesso de tecnologia nos grandes centros impede a inovação em áreas periféricas.

III. A inclusão digital é apresentada não apenas como um direito social, mas como um pré-requisito para a viabilidade do próprio modelo de gestão digital.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q4312421 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

No 5º§, o autor afirma que: “Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação.” Sobre a oração em destaque e as normas de concordância e regência, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4312420 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

No trecho “[...] planejam com base em evidências, atuam de forma integrada [...]” (7º§), conforme o contexto inserido, o vocábulo “evidências” pode ser substituído, sem prejuízo no seu sentido original, por:
Alternativas
Q4312419 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

No período “Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.” (7º§), as vírgulas foram empregadas, respectivamente, para:
Alternativas
Q4312418 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

A locução conjuntiva “para que”, no seguinte contexto: “[...] ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.” (2º§), teria sua relação de sentido preservada, sem prejuízo à correção gramatical do período, ao ser substituída por:
Alternativas
Q4312417 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

Analise os termos destacados no seguinte contexto: “[...] são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, [...] garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, [...]” (7º§). Sobre as funções da palavra “que” e a classificação das orações por ela introduzidas, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4312416 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

Ao mencionar que “Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas” (4º§), é correto afirmar que o autor do texto: 
Alternativas
Q4312415 Não definido

Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas

    Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.

    O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.

    Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.

    Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.

    Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.

    Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.

    O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.


(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)

No trecho “[...] de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, [...]” (3º§), o termo destacado é formado pelo processo de:
Alternativas
Respostas
21: D
22: C
23: A
24: C
25: E
26: B
27: D
28: E
29: E
30: C
31: D
32: B
33: D
34: E
35: D
36: E
37: C
38: E
39: D
40: B