Questões de Concurso
Para câmara de domingos martins - es
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Prefeitura apresenta planejamento estratégico com foco no futuro de Domingos Martins
O auditório da Biblioteca Municipal ficou completamente cheio durante a apresentação do Planejamento Estratégico de Domingos Martins, elaborado em parceria com o movimento ES em Ação. O planejamento estratégico está organizado em torno de cinco grandes objetivos: mobilidade urbana e infraestrutura rural; gestão eficiente e transparente; qualidade de vida; sustentabilidade; e atração de investimentos. A partir deles, cada secretaria detalhou como suas ações estão ligadas a esses eixos e de que forma podem contribuir para a transformação do município.
(Disponível em: https://www.domingosmartins.es.gov.br/. Publicado em: 11/09/2025. Acesso em: abril de 2026. Adaptado.)
A vegetação predominante em Domingos Martins é a Mata Atlântica, típica de regiões de montanha, e suas paisagens exuberantes são também consideradas patrimônio turístico. No escopo da sustentabilidade e do aproveitamento das belezas naturais do lugar:
Dia D histórico: ES alcança maior número de vacinas contra influenza em 2026
Segundo números divulgados pelo painel Vacina e Confia, o estado do Espírito Santo registrou um desempenho histórico no Dia D de vacinação contra a influenza em 2026, quando foram aplicadas 44.973 doses ao longo do dia. Em 2025, foram registradas 24.103 doses. Já em 2024, o total foi de 39.381 aplicações.
(Disponível em: https://www.portaltemponovo.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)
Diante do exposto, é correto afirmar que a influenza, foco da vacinação citada:
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Com base na leitura integral do texto, sobre a visão de “cidade inteligente” defendida pelo autor, analise as afirmativas a seguir.
I. O conceito de inteligência urbana está mais atrelado à eficácia na resolução de demandas sociais do que à mera sofisticação do aparato tecnológico.
II. O Brasil, apesar de ser um dos países mais conectados do mundo, enfrenta um paradoxo onde o excesso de tecnologia nos grandes centros impede a inovação em áreas periféricas.
III. A inclusão digital é apresentada não apenas como um direito social, mas como um pré-requisito para a viabilidade do próprio modelo de gestão digital.
Está correto o que se afirma em
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Cidades inteligentes: tecnologia para o cotidiano das pessoas
Quando pensamos em “cidades inteligentes”, a imagem que costuma vir à cabeça é a de drones drones sobrevoando avenidas, sensores por todos os lados e grandes centros de controle repletos de telas. Essa visão existe, mas diz pouco sobre o que realmente faz diferença no dia a dia de quem vive nas cidades brasileiras. Para a maior parte da população, uma cidade inteligente é aquela em que o ônibus chega na hora, a luz não falta, as enchentes diminuem, a unidade de saúde atende com previsibilidade, a rua é segura e os serviços públicos são simples de usar, inclusive pelo celular. A tecnologia é, portanto, um meio para alcançar esse resultado e não um fim em si mesma.
O Brasil é um dos países mais urbanos do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais conectados digitalmente. A maioria da população vive em cidades e utiliza diariamente smartphones, redes sociais e meios de pagamento digitais. Em paralelo, muitos municípios ainda lidam com desafios históricos em áreas como saneamento, mobilidade, energia, habitação e adaptação climática. Esse contraste não é um obstáculo à inovação; ele é justamente o ponto de partida para que a tecnologia seja aplicada onde gera maior impacto social.
Nesse cenário, uma cidade fica mais inteligente quando conhece melhor o seu território, entende onde estão as áreas mais vulneráveis, antecipa riscos, identifica padrões e direciona os recursos públicos de forma mais precisa. Ela ganha eficiência quando encurta o caminho entre o problema e a solução: da reclamação sobre um buraco na rua à sua correção, de um pico de demanda no pronto atendimento à reorganização das equipes, de uma mudança de padrão de consumo de energia à redistribuição preventiva de cargas.
Dados, nesse cenário, tornam-se infraestrutura tão importante quanto as redes físicas. As cidades já produzem um grande volume de informações. O passo seguinte é integrar essas bases, garantir qualidade, segurança e governança dos dados, e criar rotinas para que eles não fiquem restritos a relatórios, mas alimentem decisões cotidianas.
Outro pilar fundamental é a inclusão digital. Não existe cidade verdadeiramente inteligente se uma parte da população fica de fora da transformação. Quando um serviço público migra para o digital, é preciso assegurar que ele seja acessível a todos, independentemente da renda, da escolaridade ou do bairro em que a pessoa mora. Isso passa por conectividade em escolas, unidades de saúde, centros comunitários e outros equipamentos públicos, por interfaces simples e linguagem clara nos aplicativos e portais, por ações de letramento digital e, ao mesmo tempo, pela manutenção de canais presenciais para quem ainda precisa deles. Inclusão digital, nesse sentido, é ao mesmo tempo uma política de equidade e de eficiência.
Mas nada disso se constrói de um dia para o outro. Em um país marcado pela diversidade e por desigualdades, o critério central para qualquer iniciativa de cidade inteligente deveria ser simples: essa tecnologia contribui para melhorar a vida de quem mais depende dos serviços públicos? Quando a resposta é positiva, vemos a inovação acelerar o acesso a benefícios, dar visibilidade a territórios antes pouco vistos, ampliar a transparência, fortalecer a participação social e aproximar cidadão e governo.
O futuro urbano brasileiro não será definido pelo número de dispositivos conectados, mas pela capacidade de usar a tecnologia para resolver problemas concretos com foco nas pessoas. Cidades inteligentes, no nosso contexto, são aquelas que conhecem profundamente sua realidade, planejam com base em evidências, atuam de forma integrada e garantem que a transformação digital seja também um instrumento de cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável. Esse é o caminho para construir cidades mais resilientes, eficientes e humanas, e o Brasil reúne condições tecnológicas e capital humano para avançar com rapidez nessa direção.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)