Foram encontradas 489 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

(Disponível em: https://riclan.com.br/9-tirinhas-para-rir-e-refletir/)
Os verbos "gostaríamos", "iremos" e "éramos" estão conjugados, respectivamente, no(s) tempo(s)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor nos oceanos gera branqueamento de corais; níveis podem ser os piores já registrados
Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países
Os recifes de corais de todo o mundo estão passando por um evento de branqueamento em massa à medida que a crise climática impulsiona o recorde de calor nos oceanos, disseram dois organismos científicos na segunda-feira (15) com alguns especialistas alertando que esse pode se tornar o pior período de branqueamento da história já registrado. Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países e territórios, incluindo grandes áreas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Os dados foram divulgados por meio de uma declaração conjunta da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e a Iniciativa Internacional do Recife de Coral (ICRI).
"É provável que este evento ultrapasse o pico anterior de 56,1% em breve", disse Derek Manzello, coordenador do programa Coral Reef Watch da NOAA, em um e-mail para a CNN. "A porcentagem de áreas do recife que são afetadas pelo calor e sofrem com descoramento aumentou cerca de 1% em uma semana".
Quando os corais são expostos ao estresse das ondas de calor marinhas, eles expelem as algas que vivem dentro de seus tecidos, o que lhes fornece a cor e a maior parte de sua energia. Se as temperaturas dos oceanos não voltarem ao normal, o branqueamento pode levar à morte em massa dos corais, ameaçando as espécies e as cadeias alimentares que dependem deles.
Isso marca o quarto evento mundial de branqueamento, e o segundo na última década com períodos anteriores em 1998, 2010 e entre 2014-2017.
No ano passado, o branqueamento em massa foi confirmado em regiões como a Flórida e o Caribe, México, Brasil, Austrália, Pacífico Sul, Mar Vermelho, Golfo Pérsico, Indonésia e Oceano Índico, incluindo a costa leste da África e as Seychelles.
O professor Ove Hoegh-Guldberg, cientista climático especializado em recifes de corais baseado na Universidade de Queensland, na Austrália, previu esse evento de branqueamento em massa há meses.
"Sabiámos que as temperaturas do mar estavam aumentando rapidamente, mas não a nessa velocidade", disse Hoegh-Guldberg à CNN. "A questão preocupante é que não sabemos quanto tempo essa enorme mudança de temperatura provavelmente durará".
Os últimos 12 meses têm sido os mais quentes do planeta e as temperaturas oceânicas têm crescido muito. Ás temperaturas globais da superfície do mar atingiram máximos recordes em fevereiro e novamente em março, de acordo com dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da Comissão Europeia.
Em fevereiro, os cientistas do programa Coral Reef Watch da NOAA adicionaram três novos níveis de alerta aos mapas de alerta de branqueamento de corais, para permitir que os cientistas avaliem a nova escala do aquecimento subaquático.
[...]
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/calor-nos-oceanos-gera-branqueamento-de-corais-niveis-podem-ser-os piores-ja-registrados/.)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor nos oceanos gera branqueamento de corais; níveis podem ser os piores já registrados
Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países
Os recifes de corais de todo o mundo estão passando por um evento de branqueamento em massa à medida que a crise climática impulsiona o recorde de calor nos oceanos, disseram dois organismos científicos na segunda-feira (15) com alguns especialistas alertando que esse pode se tornar o pior período de branqueamento da história já registrado. Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países e territórios, incluindo grandes áreas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Os dados foram divulgados por meio de uma declaração conjunta da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e a Iniciativa Internacional do Recife de Coral (ICRI).
"É provável que este evento ultrapasse o pico anterior de 56,1% em breve", disse Derek Manzello, coordenador do programa Coral Reef Watch da NOAA, em um e-mail para a CNN. "A porcentagem de áreas do recife que são afetadas pelo calor e sofrem com descoramento aumentou cerca de 1% em uma semana".
Quando os corais são expostos ao estresse das ondas de calor marinhas, eles expelem as algas que vivem dentro de seus tecidos, o que lhes fornece a cor e a maior parte de sua energia. Se as temperaturas dos oceanos não voltarem ao normal, o branqueamento pode levar à morte em massa dos corais, ameaçando as espécies e as cadeias alimentares que dependem deles.
Isso marca o quarto evento mundial de branqueamento, e o segundo na última década com períodos anteriores em 1998, 2010 e entre 2014-2017.
No ano passado, o branqueamento em massa foi confirmado em regiões como a Flórida e o Caribe, México, Brasil, Austrália, Pacífico Sul, Mar Vermelho, Golfo Pérsico, Indonésia e Oceano Índico, incluindo a costa leste da África e as Seychelles.
O professor Ove Hoegh-Guldberg, cientista climático especializado em recifes de corais baseado na Universidade de Queensland, na Austrália, previu esse evento de branqueamento em massa há meses.
"Sabiámos que as temperaturas do mar estavam aumentando rapidamente, mas não a nessa velocidade", disse Hoegh-Guldberg à CNN. "A questão preocupante é que não sabemos quanto tempo essa enorme mudança de temperatura provavelmente durará".
Os últimos 12 meses têm sido os mais quentes do planeta e as temperaturas oceânicas têm crescido muito. Ás temperaturas globais da superfície do mar atingiram máximos recordes em fevereiro e novamente em março, de acordo com dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da Comissão Europeia.
Em fevereiro, os cientistas do programa Coral Reef Watch da NOAA adicionaram três novos níveis de alerta aos mapas de alerta de branqueamento de corais, para permitir que os cientistas avaliem a nova escala do aquecimento subaquático.
[...]
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/calor-nos-oceanos-gera-branqueamento-de-corais-niveis-podem-ser-os piores-ja-registrados/.)
I. Definir as áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico, atendendo aos interesses da União, dos estados, do Distrito Federal, dos territórios e dos municípios.
II. Difundir as tecnologias de manejo do meio ambiente, divulgar dados e informações ambientais e formar uma consciência pública sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico.
III. Incompatibilizar o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico.
IV. Impor, ao poluidor e ao predador, a obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados, e ao usuário, a obrigação de contribuir pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos.
I. O ônus da prova de que uma atividade não causa dano ambiental recai sobre o Estado.
II. O desenvolvimento econômico deve prevalecer sobre a proteção ambiental.
III. As empresas não são responsáveis por danos ambientais causados por suas atividades.
IV. A falta de certeza científica sobre a existência de um dano ambiental não impede que se tomem medidas preventivas.
I. A topologia é usada apenas para a estilização de mapas.
II. A topologia não tem relevância em dados vetoriais.
III. A topologia garante precisão na localização de elementos geoespaciais.
I. A conectividade não tem importância na ecologia da paisagem.
II. A conectividade aumenta a competição entre espécies e reduz a diversidade biológica.
III. A conectividade é fundamental para a sobrevivência das espécies em um fragmento de habitat.
IV. A conectividade permite a migração de espécies e a dispersão de sementes.