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Texto para responder à questão.
O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
Texto para responder à questão.
O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
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O número de consumidores de livros cresceu em 2025 no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com a Nielsen BookData. Os dados mostram que 18% da população acima de 18 anos comprou ao menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. O número representa um aumento de 2 pontos percentuais – 3 milhões de novos consumidores – em relação a 2024.
Segundo o levantamento, as mulheres representam 61% do total de consumidores de livros. Considerando recorte de raça, classe e gênero, a pesquisa indicou que as mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros do país, alcançando 15% do total.
A pesquisa apontou ainda que o maior crescimento ocorreu entre os jovens. Na faixa de 18 a 34 anos, houve aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Para a diretora da CBL, as redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores.
Disponível em:<https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-
03/numero-de-consumidores-de-livros-aumenta-e-chega-a-18-da-populacao>
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
Texto para responder à questão.
A mudança social não é resultado exclusivo de líderes carismáticos nem produto automático de forças históricas impessoais. Ela emerge da interação entre indivíduos estrategicamente posicionados e configurações estruturais em transformação.
Talvez perguntar se um indivíduo pode mudar a sociedade seja formular mal a questão. A pergunta mais produtiva é: como indivíduos podem contribuir para alinhar forças em sistemas complexos?
Se a direção coletiva resulta de múltiplas forças, o papel do indivíduo não é substituir o sistema, mas atuar nele para aumentar a probabilidade de convergência.
Disponível em: : <https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/umindividuo-pode-mudar-a-sociedade/>.
I. Nível.
II. Térmico.
III. Eletrodomésticos.
IV. Energético.
Com base nas regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, quantas dessas palavras são classificadas como proparoxítonas?
I. A política pública descrita no texto tem caráter temporário e será revogada após 2040.
II. A diferenciação de níveis e prazos entre setor público e privado revela tratamento normativo distinto conforme a natureza da edificação.
III. O aproveitamento prolongado da iluminação natural é indicado como fator de redução do consumo de energia elétrica.
Está correto o que se afirma em:
I. A finalidade central da resolução publicada pelo governo federal consiste em determinar a substituição integral da matriz energética utilizada nas edificações por fontes renováveis.
II. A medida normativa converte o sistema de etiquetagem de eficiência energética, até então de adesão voluntária, em requisito obrigatório para novas construções.
Pode-se afirmar que:
I. Para proteger a identidade dos povos originários, a LDBEN veda o acesso das comunidades e dos povos indígenas aos conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades não indígenas.
II. Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular.
III. O ensino militar é regulado em lei específica, não se admitindo a equivalência de estudos com o ensino ministrado em instituições civis em nenhuma hipótese.
Quais estão corretas?