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Q3950636 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A importância da validação emocional mútua

Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3950475 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cuidar da mente através da leitura

A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.

Texto Adaptado

VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026.
No trecho "Os livros permitem compreender melhor o mundo...", o verbo "permitem" estabelece concordância com o sujeito. Considerando as noções de concordância verbal, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3949474 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A importância da validação emocional mútua

Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.

SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026. 
No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A importância da validação emocional mútua

Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.

SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026. 
No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949059 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A importância da validação emocional mútua



Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.


Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026. 

No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949028 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.


Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3949013 Português
Texto 01


A vida em “fogo baixo”


     Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.

       Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, comp

      Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

      Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

      No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...] 

BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Na passagem “É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que ‘dá certo’, mas não satisfaz.”, o verbo “ver”, flexionado no plural, assume a forma “veem” (ve + e + m). Analise os verbos a seguir, tendo em vista aqueles que, no plural, seguem essa mesma estrutura.
I- Crer. II- Ler. III- Dar. IV- Ter V- Vir.
Estão CORRETOS os verbos 
Alternativas
Q3948678 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.


Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3948515 Português
 A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente. 


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao
seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio
Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz
em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi
a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3948413 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Na passagem “Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.”, o verbo “têm” foi acentuado, de acordo com a norma, porque se trata
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Q3948412 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Na passagem “E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas.”, a omissão da palavra “tempo” no trecho “[...] o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas [...]” constitui um recurso de expressão denominado
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Q3948234 Português
Texto 01


A culpa não é só do brigadeiro


    Muito provavelmente você cresceu ouvindo que “comer muito doce causa diabetes”. A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição. Mas a ciência mostra um cenário bem mais complexo: na maioria dos casos, o diabetes tipo 2 nasce de uma soma de fatores, como predisposição genética, ganho de peso ao longo dos anos, alimentação desequilibrada e sedentarismo.
     Claro que os doces entram nessa conta porque contribuem para o excesso de calorias, mas não estão sozinhos: pães, massas, arroz e outros carboidratos em excesso também pesam na balança. É fundamental comer com responsabilidade, seja qual for o alimento. Em vez de apontar o dedo apenas para um, é mais honesto olhar para o cenário completo, concordam? Uma boa alimentação, a prática de exercícios e outros gestos diários de autocuidado. Afinal, vida é equilíbrio em todas as suas camadas. [...]


Fonte: BRITO, Diego. A culpa não é só do brigadeiro. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/. Aces
Na passagem “A frase assusta, culpabiliza aquele brigadeiro gostoso e acolhedor do fim de semana e transforma o açúcar no grande culpado solitário pelo surgimento da condição.”, os verbos foram empregados
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Q3947881 Português
Cuidar da mente através da leitura


A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar.

Texto Adaptado



VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. 
No trecho "Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.", o verbo "pode" apresenta valor semântico específico. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3947633 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A importância da validação emocional mútua



Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.


Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.



SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/. Acesso em: 18 fev. 2026. 

No texto, os verbos empregados organizam a progressão semântica e orientam a relação entre ações habituais e consequências emocionais discutidas no texto. A escolha dos tempos e modos constrói sentido vinculado à generalização das práticas descritas. Considerando tais usos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3946965 Português

Com base na leitura dos dois textos abaixo expostos: a crônica de Ricardo Freire e o comentário do linguista Sírio Possenti, responda à questão.



TEXTO III


PARA você estar passando adiante (Ricardo Freire)


Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.


Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.


[...]


As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We'll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo.


Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.


[...]


Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?


A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma ideia” e outros menos votados.


A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?


Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.



TEXTO IV


Gerundismo


[...] Assim, a nova locução está em perfeito acordo com a sintaxe do português: sua ordem auxiliar+ estar + -ndo é absolutamente  gramatical.


Vejamos agora o que a locução significa. Os que não gostam da forma dizem que não serve para nada, que há outra melhor para expressar a mesma coisa. Em vez de Vou estar mandando, que se diga Vou mandar ou Mandarei. Pode ser que nem todos os casos sejam claros, mas em muitos, nitidamente, a nova forma veicula um aspecto progressivo (ou seja, anuncia um evento que durará algum tempo para se realizar). Para que isso não pareça estranho, relembre-se de que o conhecido imperfeito do indicativo apresenta o mesmo aspecto: formas como amanhecia, pintava, etc. descrevem eventos ou ações não instantâneos, mas que têm alguma duração. Por isso, não é a mesma coisa dizer Vou mandar e Vou estar mandando , exatamente por causa da diferença entre “ir” (que marca só futuro) e “ir + estar” (que marca futuro, por causa do “ir” e “duração” por causa de “estar”). Vou estar providenciando significa, entre outras coisas, que a providência não se dará instantaneamente. Além disso, o compromisso expresso em Vou providenciar é mais incisivo do que o expresso em Vou estar providenciando , assim como é mais incisivo dizer Providenciarei do que Vou providenciar.


Além desses, a meu ver, há outro aspecto importante, de cunho pragmático ou interpessoal: a expressão conota gentileza, formalidade, deferência (se verdadeira ou simulada, pouco importa). [...]


Fonte: Possenti, Sírio. In: Questões de linguagem : passeio gramatical dirigido, São Paulo: Parábola editorial, 2011. p.160-161. 


Sírio Possenti não repudia o uso do gerúndio para a expressão de futuro, pois a nova locução em uso na língua


Alternativas
Q3946954 Português

Leia o texto abaixo, para responder à questão


TEXTO I


Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância


Impulsionados por políticas de inovação e pela cultura de alto desempenho escolar, eles ganham espaço na China


        Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China. Bichos de pelúcia que “falam”, pingentes que dão voz a personagens e robôs de mesa que jogam xadrez com crianças fazem parte de um catálogo em expansão acelerada. A engrenagem que puxa a onda combina três forças conhecidas do país: o investimento público em inovação (ainda que na marra, com a mão pesada do Estado), uma cultura que trata a educação como escada social desde cedo e o avanço dos modelos locais de linguagem ancorados em algoritmos. O resultado: “companheiros digitais” que prometem ensinar, conversar e até reconhecer emoções — uma evolução evidente em relação Rosie, a funcionária doméstica dos à Jetsons dos anos 1960 e 1970, que supunha um amanhã que agora chegou. A promessa empolga famílias e empresas, mas acende, com igual intensidade, o alerta de educadores.


        Startups exibem números vistosos; segundo projeções do setor, o mercado pode ultrapassar o equivalente a cerca de 75 bilhões de reais até 2030. A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram produto. Um dos campeões de venda é o BubblePal, um pequeno pingente que transforma qualquer pelúcia em interlocutor falante, com 39 vozes diferentes que dão “vida” a personagens da Disney e até heróis chineses. [...]


        No marketing, os autômatos são apresentados como “ferramentas educativas”. Na sala de aula e no quintal, porém, a conta é mais complexa. “Habilidades como empatia, resolução de conflitos e generosidade só podem ser aprendidas na arena complexa das interações humanas”, afirma Daniela Pannuti, diretora da divisão primária da Avenues São Paulo, escola internacional que também mantém um campus em Nova York. A ressalva toca o coração da infância: brincar é processo, não produto. [...] Quando a criança passa a “brincar” com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 


        Do lado de lá do balcão, o fenômeno ilumina uma política industrial cujo adversário, não há dúvida, são os Estados Unidos. O país opera há anos com metas explícitas de liderança tecnológica e digitalização. Brinquedos “inteligentes”, nesse contexto, deixam de ser apenas entretenimento para virar extensão de uma estratégia. “A China entende que a IA é uma ciência e que faz parte do progresso de uma nação. Por isso, esses brinquedos inteligentes são vistos como uma vantagem competitiva no campo da educação”, observa Thomas Law, presidente do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina). A leitura ajuda a explicar por que a adoção é tão veloz: se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. O gesto é cultural, mas também pragmático: a família compra o que acredita encurtar o caminho para o desempenho acadêmico.


        Nada disso, no entanto, significa que as máquinas devam ser mantidas do lado de fora da escola ou dos hospitais, onde também atuam, cuidando de idosos. Elas são fundamentais. A tecnologia viabiliza criações que não nasceriam sem câmera, microfone e software. [...] No fim, a questão não é preparar meninos e meninas para o brinquedo de IA de hoje e, sim, para um mundo com IA no futuro; aquele em que a curiosidade, a colaboração, a empatia e o pensamento crítico, as únicas tecnologias realmente exclusivas da espécie humana, conversem com peças de metal e silício. Não abandonemos ao léu os simpáticos robozinhos. 


Fonte: MORAES, Ligia. Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância. Veja, 25 out. 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/robos-no-parquinho-brinquedos-inteligentes-levantam-duvidas-sobre-efeitos-na-infancia/. Acesso em: 10 fev. 2026.


Observe o emprego das formas verbais em destaque nos fragmentos textuais abaixo elencados e, em seguida, analise as proposições.

“Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China.

[...] A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram deixaram de ser produto.

[...] Quando a criança passa a “brincar” curiosidade de com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 

-[...] Se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. 



Considerando os contextos de uso das formas verbais nos fragmentos citados, deduz-se que: 

I - As perífrases DEIXARAM DE SER e PASSA A BRINCAR pressupõem respectivamente – “os brinquedos eram curiosidade de feira tecnológica” e “a criança não brincava e agora vai brincar com um outro previsível”.

II - O verbo VIRAR de valor equivalente a TORNAR-SE ilustra o uso de forma verbal simples como geradora de pressuposição – a mudança de percepção sobre o que representa o aprendizado e o afeto.

III - As formas auxiliares PASSAR e PROMETER constitutivos das locuções “passar a brincar” e “promete treinar” classificam-se como modais e expressam os mesmos valores semânticos.

IV - O verbo auxiliar ACABAR na locução “acaba entrando” classifica-se como aspectual e expressa noção de término recente de uma ação.


É CORRETA a explicação proposta apenas nos itens:
Alternativas
Q3946495 Português
Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o emprego dos tempos e modos verbais no texto, especialmente nas formas "expressem", "pode agravar" e "podem surgir", assinale a alternativa que apresenta análise correta quanto ao valor semântico e à função sintática dessas formas no contexto.
Alternativas
Q3946087 Português

A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos



    Pinóquio é mundialmente conhecido pelas extravagâncias de seu nariz. Sua estranha história, transportada da literatura infantojuvenil para as telas do cinema e do streaming, tem encantado (e aterrorizado) crianças e adultos há mais de cem anos. Apesar de toda sua popularidade, no entanto, várias de suas lições, referências e simbolismos costumam passar despercebidos por grande parte do público.

    As aventuras do menino-marionete extrapolam — e muito — as fronteiras do entretenimento infantil. Publicada pela primeira vez em 1881, pela pena do italiano Carlo Collodi, e posteriormente adaptada pela Disney na famosa animação de 1940, a obra espelha-se em diversas outras tradições narrativas, como a mitologia, a tragédia e a epopeia, lançando o jovem Pinóquio à jornada do herói.

    Encontramos, no cerne dessa trajetória, o ritual de passagem: a transformação simbólica do indivíduo imaturo (o ingênuo e irresponsável menino-marionete) em um ser humano completo (um menino de verdade), por meio da morte e do renascimento. Enquanto o Grilo Falante representa a consciência de Pinóquio, a Fada Azul parece representar a própria Justiça, ora ajudando, ora julgando o menino em seu processo de amadurecimento. [...]

    Um dos temas centrais em Pinóquio é a autonomia do indivíduo, assim como as consequências dessa autonomia e as escolhas que se apresentam a partir dela.

    Em sua essência, a jornada de Pinóquio consiste na transformação de uma marionete (isto é, um indivíduo controlável, dependente e imaturo) em um menino de verdade (no controle de seu destino, autônomo e maduro). Trata-se de uma trajetória comum a todos os seres humanos — ou, pelo menos, de uma representação alegórica do amadurecimento psicológico humano. [...]

    Inspirado pelas elucubrações de Carl Jung, o psicólogo Jordan Peterson associa a condição de marionete à ideia de que todo ser humano é controlado, queira ele ou não, por forças internas ou externas, muitas delas desconhecidas ou além de sua compreensão. As cordas da marionete, assim, seriam os fatores que determinam o comportamento dos indivíduos — desde as pulsões psicológicas, vindas de dentro, até as pressões do ambiente, presentes mundo afora.

    A Ilha dos Prazeres, em Pinóquio, é um exemplo de como as pessoas podem ser controladas por meio de suas cordas pulsionais, servindo de marionetes para manipuladores mal-intencionados. As crianças trazidas à ilha são seduzidas pelas tentações do prazer fácil, dos vícios, junto à promessa de que não haveria consequências. Os meninos bebem cerveja, fumam charuto e passam o dia vadiando, sem ir à escola nem fazer qualquer coisa de útil. Libertos de suas responsabilidades, e tendo seus vícios saciados (como a preguiça, a gula, etc.), eles não percebem que essas tentações são as iscas de uma armadilha.



Fonte: Fantástica Cultural - adaptado. 

“Enquanto o Grilo Falante representa a consciência de Pinóquio, a Fada Azul parece representar a própria Justiça, ora ajudando, ora julgando o menino em seu processo de amadurecimento.” (3º parágrafo). Nesse segmento do texto, encontramos: 
Alternativas
Q3945426 Português

O verbo sublinhado abaixo está flexionado em:


Aproximadamente 18% das mulheres são diagnosticadas com endometriose.

Alternativas
Q3944990 Português
Considerando o emprego do particípio verbal, assinalar a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

As escolas tinham _________ as aulas no início da pandemia, pois tinha _________ o novo coronavírus que tem ___________ inúmeros problemas a todos, mas que será ___________ brevemente. 
Alternativas
Respostas
201: A
202: A
203: A
204: C
205: C
206: C
207: A
208: B
209: A
210: D
211: C
212: E
213: A
214: B
215: D
216: E
217: E
218: C
219: C
220: C