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( ) A leitura do Braille é tátil, feita da esquerda para a direita e passando letra por letra.
( ) O Sistema Braille é um código de escrita em relevo voltado às pessoas com deficiência auditiva.
( ) Por meio do toque das mãos, as pessoas que têm conhecimento dos caracteres do Braille podem realizar suas leituras.
( ) Na ópera, as personagens secundárias são chamadas comprimárias. Em Dom Casmurro, podemos encontrá-las no “coro” daqueles que habitam ou circulam pela casa de D. Glória, mãe de Bentinho. São familiares, (Tio Cosme e Prima Justina), agregados, (José Dias), Padre Cabral, vizinhos, (Pádua), escravos.
( ) Há muito valor para o grupo do salão de D. Glória, a atribuição do cargo de “protonotário apostólico” ao Padre Cabral: mesmo que não saiba do que se trata, o grupo imprime a essas palavras uma conotação de prestígio social; elas remetem, na escala miúda do cotidiano, ao culto das aparências.
( ) O cacoete linguístico do agregado José Dias: os superlativos exageram o real e procuram conferir a todas as coisas um aspecto superior àquele que elas têm, (como se exprimissem um desejo não satisfeito de ascender). José Dias concilia fidelidade á D. Glória e a Bentinho, com a fidelidade secreta a seus próprios desejos de satisfação pessoal, que na verdade nunca se explicitam, (como o de retornar à Europa, sob pretexto de encaminhar Bentinho ao Papa).
( ) Nessa pequena sociedade representada pelo círculo da casa de D. Glória, as relações de cortesia, respeito e desprendimento convencionais recobrem muitas vezes interesses velados e obsessivos: de ascensão, de ostentação, de autossatisfação. A ironia machadiana na visão dessas personagens se caracteriza com grandes obsessões, pretensões ou empostações, contrastam com a pequena capacidade humana de realizar os projetos ambicionados.
Coluna I.
A- Função referencial, informativa ou cognitiva.
B- Função emotiva ou expressiva.
C- Função conativa ou apelativa.
Coluna II.
1- O Sol é o centro do nosso sistema planetário.
2- Você acha que o mundo possa um dia viver em paz?
3- Meu maior sonho é ver o mundo viver em paz.
( ) Discurso indireto: é o narrador falando pela personagem.
( ) No discurso indireto, o verbo dicendi vem seguido de uma oração subordinada substantiva, iniciada pelo conectivo que ou se.
( ) Discurso indireto livre, (ou semi-indireto): é o narrador reproduzindo o pensamento da personagem.
( ) O pensamento da personagem no discurso indireto livre, se confunde com a própria linguagem do narrador. Não se usa verbo dicendi nem conectivos. Trata-se de um tipo de discurso que aproxima o narrador da personagem.
( ) Norma culta: forma linguística que todo povo civilizado possui, é a que assegura a unidade da língua nacional. É justamente em nome dessa unidade, tão importante do ponto de vista político-cultural, que é ensinada nas escolas e difundida nas gramáticas. Por isso, é a forma linguística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Por consideraremna “elitista”, há hoje uma corrente de professores e linguistas contrários ao ensino da norma culta nas escolas. Esquecem-se de que as escolas buscam formar exatamente a elite da sociedade, segmento que contribui mais (e melhor) para o progresso do país.
( ) Existem basicamente duas modalidades de língua, ou seja, duas línguas funcionais: Língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua padrão e Língua funcional de modalidade popular, língua popular ou língua cotidiana.
( ) Língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua padrão, compreende a língua literária e tem por base a norma culta. É a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, etc.), cuja função é justamente a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação e não justamente o contrário.
( ) Língua funcional de modalidade popular, língua popular ou língua cotidiana, apresenta gradações as mais diversas e tem o seu limite na gíria e no calão. Sendo mais espontânea e criativa, a língua popular se afigura mais expressiva e dinâmica.
I- Aprendendo um porquê, você pode aprender todos os porquês.
II- Porque você não vai jogar?
III- Você sabe por que rodovia eles viajaram?
IV- Todo mundo ria e ninguém me dizia o por que.
O uso dos porquês está correto:
Coluna I.
A- Martim.
B- Caubi.
C- Araquém.
D- Poti.
Coluna II.
1- Pai de Iracema e Caubi, é o pajé da tribo tabajara.
2- Português, casa-se com Iracema, aliado aos pitiguaras, vence os franceses e os tabajaras, conquista definitivamente o Ceará.
3- Guerreiro da tribo potiguara, amigo de Martim, aliado dos portugueses, vence os franceses e os tupinambás, depois da conquista passa a se chamar Antônio Felipe Camarão.
4- Irmão de Iracema, morre em luta contra os portugueses e potiguaras.
( ) Toda língua é um produto social histórico.
( ) A língua de um povo é o conjunto de palavras que formam o seu léxico e de regras de combinação dessas palavras.
( ) A fala é a ação comunicativa, oral ou escrita.
( ) A fala é o ato por meio do qual o indivíduo exterioriza seu discurso, com o objetivo de comunicar-se.
( ) Gêneros textuais são as diferentes formas de texto usadas para transmitir as mensagens que pretendemos aos seus receptores. São exemplos de gêneros textuais: crônicas, contos, notícias, bilhetes, listas de compras, receitas, etc.
( ) Os gêneros textuais são classificados conforme a sua função comunicativa. Eles são produzidos com linguagens e estruturas diferentes, ou seja, cada gênero textual recorre a um tipo de texto.
( ) Há muitos gêneros textuais, enquanto há cinco tipos de texto: narrativo, descritivo, argumentativo, expositivo e injuntivo.
( ) Os textos narrativos apresentam ações de personagens no tempo e no espaço.
A estrutura da narração é dividida em: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.
Coluna I.
A- Função referencial, informativa ou cognitiva.
B- Função emotiva ou expressiva.
C- Função conativa ou apelativa.
Coluna II.
1- É a comunicação pura e simples, está centrada no assunto ou referente, por isso, a maior preocupação é a mensagem, o emissor se limita a informar. Caracteriza-se pelo uso da terceira pessoa do discurso e pela denotação.
2- Centrada no receptor da mensagem, visa a uma atitude ou tomada de posição por parte do interlocutor ou receptor; por isso, o texto é geralmente sedutor, persuasivo. Toda mensagem publicitária é exemplo flagrante deste tipo de função.
3- Centrada no emissor da mensagem, veicula seus sentimentos, emoções e julgamentos; por isso, o texto é eminentemente subjetivo e , às vezes, crítico.