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Q3641601 Legislação Federal
A promulgação da Lei Federal Nº 10.436, amplamente reconhecida como a Lei de LIBRAS, foi concretizada por meio da sanção do(a) presidente:
Alternativas
Q3641600 Libras
No ensino de surdos, é amplamente reconhecido que a leitura deve ser uma das principais preocupações ao ensinar o português como segunda língua, visto que desempenha um papel fundamental na aprendizagem da escrita. Durante esse processo, o professor deve considerar, sempre que possível:
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Q3641599 Libras
As línguas de sinais estão presentes nas comunidades surdas em todo o mundo. Tais comunidades têm costumes e hábitos distintos. Por esse motivo, muitas pessoas erroneamente acreditam que existe apenas uma língua de sinais – ou seja, uma língua de sinais universal –, o que é um equívoco. Esse equívoco se desfaz porque a língua de sinais:
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Q3641598 Pedagogia
A FENEIS (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos) é uma organização sem fins lucrativos, com f inalidade: 
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Q3641597 Libras
Quando exploramos as categorias gramaticais na Língua de Sinais Brasileira (LIBRAS), podemos considerar com precisão que:
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Q3641595 Legislação Municipal
À luz da Lei Orgânica do Município de Cuiabá, Lei nº 220 de 22/12/2010, que dispõe sobre a carreira dos profissionais da Educação e posteriores alterações, um dos cargos técnicos integrantes da carreira dos profissionais da Secretaria Municipal de Educação é o de:
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Q3641590 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:
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Q3641589 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


No período “Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral” (3º parágrafo), a oração destacada pode ser classificada como:
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Q3641588 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


O trecho “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo) poderia ser reescrito, sem modificação do sentido, por:
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Q3641587 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor” (3º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3641586 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas” (8º parágrafo), o termo destacado indica a ideia de:
Alternativas
Q3641585 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


De acordo com o texto, o tratado oceânico da ONU visa a:
Alternativas
Q3589057 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta.

I- Foi instituído, em 2015, para assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania;
II- Considera pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas;
III- Prevê que a avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe profissional, considerando apenas os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
Alternativas
Q3589056 Libras
No que se refere à educação bilíngue para surdos não é correto afirmar que:
Alternativas
Q3589055 Pedagogia
Observe as duas assertivas sobre a história da educação de surdos e a relação entre ambas.
A história da educação de surdos vem se modelando com o passar dos anos, juntamente com as políticas públicas, por meio de instituições de ensino especializadas para pessoas surdas, cujas práticas vêm se alicerçando nos discursos médicos, religiosos, pedagógicos e jurídicos.
ASSIM,
ao longo desse tempo, foram geradas várias práticas educacionais desenvolvidas para o surdo, destacando-se três: metodologia oralista, bimodalista e bilíngue.
Alternativas
Q3589054 Pedagogia
Segundo o Decreto n.º 7.611/2011, e suas alterações, se houver, são objetivos do atendimento educacional especializado:

I- prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes;
II- garantir a transversalidade das ações da educação especial apenas no ensino superior;
III- fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem;
IV- assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino.

Dentre as assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3589053 Libras
 Assinale o que é correto afirmar sobre a literatura surda.
Alternativas
Q3589050 Direito Administrativo
Caso o servidor constate que seu enquadramento foi feito em desacordo com a Lei municipal n. 3.173/98, e suas alterações, se houver, ele:
Alternativas
Q3589049 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Carlos tomou posse em cargo público municipal e, passado o prazo máximo de 30 (trinta) dias, não entrou em efetivo exercício. Neste caso, é correto afirmar, conforme a Lei municipal n. 3.120/94, e suas alterações, se houver:
Alternativas
Q3589041 Noções de Informática
No Explorador de Arquivos do Windows 10, ao clicar o botão direito do mouse sobre o arquivo notas.xlxs (um arquivo do Excel 2010) e depois a opção "Propriedades" e indo na aba "Detalhes" existe a opção "Remover Propriedades e Informações Pessoais". Qual das informações a seguir não poderá ser removida com este conjunto de operações:No Explorador de Arquivos do Windows 10, ao clicar o botão direito do mouse sobre o arquivo notas.xlxs (um arquivo do Excel 2010) e depois a opção "Propriedades" e indo na aba "Detalhes" existe a opção "Remover Propriedades e Informações Pessoais". Qual das informações a seguir não poderá ser removida com este conjunto de operações:
Alternativas
Respostas
221: C
222: A
223: B
224: B
225: D
226: D
227: C
228: C
229: D
230: A
231: B
232: C
233: B
234: C
235: B
236: A
237: A
238: B
239: D
240: A