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Atualmente, em redes de computadores cabeadas, existem diversas categorias de cabos de par trançado, das quais três são descritas a seguir:
I. É um cabo que substitui o cabo categoria 5 e por padrão trabalha em redes 10/100/1000Mbps a uma distância de 100m.
II. É um cabo utilizado para transmissão de dados a uma taxa de 10Gbps. No entanto, caso se trate de um cabo UTP, a distância não deve exceder 55m. Já para as versões STP, esse cabo consegue manter seu desempenho para 100m.
As categorias para os cabos descritos em I e em II são denominadas, respectivamente:
O modelo OSI foi desenvolvido pela ISO (International Organization for Standardization) com sete camadas, cada camada possuindo um subconjunto de funções e dependente da camada inferior para realizar funções mais primitivas e ocultar os detalhes destas funções, além de oferecer serviços à próxima camada mais alta. Entre elas, duas são descritas a seguir:
I. é responsável pela comunicação entre duas máquinas, ou seja, transforma um canal de transmissão normal em uma linha livre de erros de transmissão, para isso, essa camada mascara os erros reais, de modo que a camada de rede não os veja, isto é possível usando o frame de dados, ou seja, o transmissor divide as informações de entrada em quadro de dados e os transmite sequencialmente. Se esse serviço for confiável, o receptor confirmará o recebimento através do frame de confirmação. Um frame ou quadro consiste em um conjunto de bits agrupados, que transportam informações de usuário e de controle.
II. é responsável pela utilização das mensagens, suportando vários protocolos necessários para o usuário. O mais usado é o HTTP (HyperText Transfer Protocol), quando digitado um endereço de site no browser, este envia o nome da página desejada ao servidor que hospeda a página, que responde transmitindo a página ao navegador. Além deste protocolo, outros são usados para transferências de arquivos, correio eletrônico e transmissão de notícias pela rede.
Essas duas camadas são conhecidas, respectivamente, como:
No que tange à instalação da ferramenta Bacula em sistemas Linux como o Ubuntu, os arquivos de configuração são armazenados em um diretório, sendo três deles caracterizados a seguir.
I. Define Storage Device (onde gravar, ex: diretório local ou fita).
II. Configuração do cliente a ser submetido ao processo de backup.
III. Configuração do console de administração.
Os arquivos de configuração para os três casos em I, em II e em II são, respectivamente:
O Bacula é uma ferramenta de backup, restauração e verificação de dados de nível corporativo, de código aberto. No que se refere aos conceitos dessa plataforma de backup, três são descritos a seguir:
I. Lista os arquivos/diretórios que serão incluídos ou excluídos no backup.
II. Tempo que os dados permanecem no Catálogo ou no Volume, antes de serem considerados expirados.
III. Comando que remove os registros de arquivos e/ou jobs do catálogo para liberar espaço, permitindo que o volume seja reciclado.
Os conceitos descritos em I, em II e em III são denominados, respectivamente:
O Nagios é usado em processos de negócios em uma cultura DevOps, sendo um software de código aberto para monitoramento contínuo de sistemas, redes e infraestruturas. Nessa atividade, ele executa plug-ins armazenados em um servidor conectado a um host ou outro servidor na rede ou na Internet. Em caso de qualquer falha, Nagios gera alertas sobre os problemas, para que a equipe técnica possa realizar o processo de recuperação imediatamente. Os arquivos de configuração do Nagios estão localizados em um diretório padrão que armazena diversos arquivos, cada qual com um objetivo. O principal que define parâmetros como o nome do servidor e o diretório de trabalho, é padronizado com um nome específico. Nesse contexto, o caminho utilizado para esse diretório e o nome específico para o arquivo principal de configuração constam, respectivamente, da seguinte opção:
O Citrix Virtual Apps and Desktops é uma solução de virtualização que oferece aos profissionais de TI o controle de máquinas virtuais, aplicativos, licenciamento e segurança, ao mesmo tempo que fornece acesso em qualquer lugar para qualquer dispositivo. Entre seus componentes principais, um realiza o gerenciamento central de um site, sendo instalado em pelo menos um servidor no datacenter e tendo como funções:
• Otimizar conexões do usuário
• Balancear a carga das conexões
• Distribuir aplicativos e áreas de trabalho
• Autenticar e gerenciar o acesso do usuário
• Trocar conexões entre usuários e suas áreas de trabalho e aplicativos
Esse componente é conhecido como:
A configuração de serviços de rede essenciais em um ambiente Linux (como Debian/Ubuntu), envolve a instalação e ajuste de arquivos de configuração específicos para HTTP (Apache), DNS (BIND9) e acesso remoto seguro (OpenSSH). Nesse sentido, a pasta padrão que tem por função armazenar os arquivos de configuração do sistema é:
O comando vi, no Linux, é um editor de textos ASCII poderoso e muito usado na interface de caracteres do Linux para edição de arquivos e programas. Seu uso não é muito intuitivo à primeira vista, mas a edição simples de textos pode ser feita usando poucos comandos. Para as ações “salvar arquivo”, “aplicar alinhamento à esquerda” e “localizar texto à frente” são utilizados, respectivamente, os seguintes comandos:
No que diz respeito ao Linux, um componente é o cerne do sistema operacional, constituindo a interface básica entre o hardware de um computador e seus processos, certificando-se de que haja memória disponível para que os aplicativos Linux sejam executados, otimizando processadores e navegando em requisitos de sistema entre aplicativos. Funciona como o componente interno de um Sistema Operacional (SO), que controla todas as funções primárias do hardware, independentemente do dispositivo, incluindo celulares, tablets, desktop, notebooks e servidores, tendo por foco as seguintes funções essenciais:
I. Gestão de memória: acompanhamento da quantidade de memória utilizada e como aproveitá-la.
II. Gerenciamento de processos: determinar quais processos e a maneira que eles podem utilizar a unidade de processamento central (CPU).
III. Drivers de dispositivos: atuam como um intermediário entre o hardware e os aplicativos/processos.
IV. Segurança e chamados do sistema: recebe as solicitações para atendimento emitidos pelos processos dos aplicativos.
Esse componente do Linux é conhecido como:
No processo de instalação, configuração e administração do Windows Server 2019 BR, na etapa “configurações de segurança e atualizações”, instala-se e ativa-se dois aplicativos, o primeiro para verificar se há atualizações e instalar todas as importantes e recomendadas, além da configurar as políticas de atualização conforme necessário, enquanto o segundo visa certificar-se de que esse aplicativo está ativado. Esses dois aplicativos são, respectivamente, Windows:
No que se refere à gerência de memória, uma técnica utilizada possui as características listadas a seguir.
I. os programas são divididos em blocos de tamanhos variados, cada um com seu próprio espaço de endereçamento.
II. emprega um tipo de alocação da memória de modo não fixo, dependente da lógica do programa.
III. o mapeamento é feito através das tabelas de mapeamento de segmentos.
IV. os endereços são compostos pelo número e um deslocamento dentro do segmento.
V. cada entrada na tabela mantém o endereço físico e o tamanho do segmento, se ele está ou não na memória e sua proteção.
VI. o sistema operacional mantém uma tabela com as áreas livres e ocupadas da memória.
VII. somente segmentos referenciados são transferidos para a memória principal.
VIII. ocorre fragmentação externa.
Essa técnica é denominada: