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Q4041779 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as assertivas abaixo
I. Em Mas nem tudo é culpa delas, a conjunção adversativa sublinhada introduz de forma efetiva uma quebra de expectativa em relação à aprovação da condenação das empresas feita no trecho imediatamente anterior.
II. No fragmento porque até o infantil tem desenhos e games estúpidos, o conectivo sublinhado estabelece uma nítida relação de causa, justificando o exato motivo pelo qual seria melhor sequer ter o aplicativo na televisão.
III. No trecho caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça, o vocábulo sublinhado introduz uma oração subordinada que expressa uma finalidade irrefutável e obrigatoria para o iminente pagApenas I.amento da polêmica indenizaçào.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4041778 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as partes que seguem: A autora exime totalmente as grandes corporaçoes de tecnologia de qualquer culpa, afirmando que a falta de controle e um problema exclusivo da esfera familiar e da fraqueza biologica intrínseca à raça humana (1ª parte). A argumentação sustenta que o tempo excessivo nas redes e o fator objetivo que transforma o uso da tecnologia em um vício destrutivo, comparando o limite do uso das telas a dosagem exata que diferencia um bom remedio curativo de uma droga potencialmente fatal (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041777 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando todas as inquestionáveis estratégias persuasivas e os recursos práticos de convencimento empregados ao longo de todo o desenvolvimento formal do texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A intensa citação das severas dependências químicas enfrentadas no passado pela propria autora atua como uma forte estrategia argumentativa para demonstrar, na prática, que a extrema fragilidade perante o vício é uma condição humana indesejável, mas universalmente comum.
( ) A reflexiva narrativa isenta de forma completa e absoluta os familiares de qualquer pontual responsabilidade na criação dos filhos, afirmando de modo dogmático que a educação infantil contemporânea deve ser obrigatoriamente terceirizada de forma integral aos coloridos aplicativos.
( ) A nítida comparação abertamente estabelecida entre o destrutivo cigarro e as engajadoras plataformas virtuais serve para exigir de modo público que as autoridades da área da saúde adotem corretas posturas de alerta oficial e de regulação estatal sobre os virtuais serviços prestados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4021315 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Levei 20 minutos para enganar ChatGPT e Gemini − e os fiz contar mentiras sobre mim


Talvez você já tenha ouvido que chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, às vezes inventam informações. Isso é preocupante. Mas existe um problema menos conhecido e potencialmente mais grave: a facilidade com que essas ferramentas são levadas a repetir conteúdos falsos, com efeitos sobre a busca por informação confiável e até sobre a segurança das pessoas.


Um número crescente de usuários descobriu um método simples para fazer sistemas de IA dizerem quase qualquer coisa. Essa estratégia interfere no que algumas das principais inteligências artificiais do mundo dizem sobre temas delicados, como saúde, finanças pessoais e reputação. Informações enviesadas influenciam decisões importantes, como escolhas de consumo, posicionamentos políticos e questões médicas.


Para demonstrar esse risco, um repórter realizou um experimento incomum: conseguiu fazer o ChatGPT, o Gemini e recursos de busca com IA do Google afirmarem que ele seria extraordinariamente habilidoso em comer cachorros-quentes. A experiência mostrou que alterar o que essas ferramentas dizem a outras pessoas é tão simples quanto publicar um único texto aparentemente informativo na internet.


O método explora fragilidades dos sistemas usados pelos chatbots. Especialistas alertam que as empresas de IA avançam mais rápido do que sua capacidade de controlar a precisão das respostas, o que amplia os riscos. As empresas afirmam utilizar mecanismos para reduzir manipulações e manter resultados confiáveis, mas o problema ainda está longe de ser totalmente resolvido. Entre as possíveis consequências estão golpes, destruição de reputações e até situações que provoquem danos às pessoas.


Quando alguém conversa com um chatbot, parte da resposta vem do material usado no treinamento do modelo. Em outros casos, porém, a ferramenta consulta a internet para complementar a informação. É nesse momento que ela se torna mais vulnerável a conteúdos manipulados.


Foi justamente essa brecha que permitiu o experimento. O repórter escreveu, em seu próprio site, um artigo afirmando que havia um ranking dos melhores jornalistas de tecnologia em competições de cachorro-quente. Ele inventou um campeonato inexistente e colocou a si mesmo em primeiro lugar. Em menos de um dia, os principais chatbots já reproduziam a história absurda como se fosse verdadeira.


Ao perguntar quem seriam os melhores jornalistas de tecnologia em comer cachorros-quentes, as ferramentas passaram a repetir o conteúdo publicado. Em alguns casos, os sistemas sugeriam que aquilo poderia ser uma piada. Então, o autor alterou o texto para afirmar que não se tratava de sátira, e por algum tempo as IAs passaram a tratar o conteúdo com mais seriedade.


O problema, porém, não se limita a experiências curiosas. Pessoas usam esse mesmo mecanismo para influenciar respostas de IA sobre temas muito mais sensíveis. Muitas vezes, os sistemas indicam caminhos (links) para a fonte, mas raramente deixam claro que a informação pode vir de um único texto ou de uma fonte interessada no assunto.


Especialistas afirmam que qualquer pessoa pode produzir esse efeito com relativa facilidade, bastando publicar um conteúdo aparentemente confiável. Há décadas, mecanismos de busca enfrentam tentativas de manipulação, mas vários analistas consideram que a nova fase da IA reabriu espaço para práticas que lembram os primeiros tempos do spam na internet.


A situação se agrava porque os usuários tendem a confiar mais na resposta sintetizada pela IA do que nos resultados tradicionais de busca. Antes, era preciso acessar um site e avaliar seu conteúdo. Agora, a informação aparece diretamente na resposta da ferramenta, com tom de autoridade. Mesmo quando há indicação de fonte, as pessoas se mostram menos propensas a verificar o material original.


Chatbots funcionam relativamente bem em temas de conhecimento consolidado. O risco aumenta quando o assunto envolve controvérsia, atualização constante ou consequências práticas importantes. Por isso, essas ferramentas não devem ser tratadas como fonte suficiente para orientações médicas, jurídicas ou decisões que afetem diretamente a vida das pessoas.


Diante disso, é importante buscar informações complementares e observar se a IA apresenta fontes confiáveis. É essencial lembrar que essas ferramentas apresentam mentiras com o mesmo tom de segurança com que apresentam fatos. Se antes os mecanismos de busca obrigavam o usuário a avaliar as informações por conta própria, agora a IA faz isso em seu lugar. Por isso, não se deve abandonar o pensamento crítico.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4w88ew21jo.adaptado.

Entre as possíveis consequências estão golpes, destruição de reputações e até situações que provoquem danos "às" pessoas.


Em relação ao emprego do acento indicativo de crase no trecho destacado, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q4021314 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Levei 20 minutos para enganar ChatGPT e Gemini − e os fiz contar mentiras sobre mim


Talvez você já tenha ouvido que chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, às vezes inventam informações. Isso é preocupante. Mas existe um problema menos conhecido e potencialmente mais grave: a facilidade com que essas ferramentas são levadas a repetir conteúdos falsos, com efeitos sobre a busca por informação confiável e até sobre a segurança das pessoas.


Um número crescente de usuários descobriu um método simples para fazer sistemas de IA dizerem quase qualquer coisa. Essa estratégia interfere no que algumas das principais inteligências artificiais do mundo dizem sobre temas delicados, como saúde, finanças pessoais e reputação. Informações enviesadas influenciam decisões importantes, como escolhas de consumo, posicionamentos políticos e questões médicas.


Para demonstrar esse risco, um repórter realizou um experimento incomum: conseguiu fazer o ChatGPT, o Gemini e recursos de busca com IA do Google afirmarem que ele seria extraordinariamente habilidoso em comer cachorros-quentes. A experiência mostrou que alterar o que essas ferramentas dizem a outras pessoas é tão simples quanto publicar um único texto aparentemente informativo na internet.


O método explora fragilidades dos sistemas usados pelos chatbots. Especialistas alertam que as empresas de IA avançam mais rápido do que sua capacidade de controlar a precisão das respostas, o que amplia os riscos. As empresas afirmam utilizar mecanismos para reduzir manipulações e manter resultados confiáveis, mas o problema ainda está longe de ser totalmente resolvido. Entre as possíveis consequências estão golpes, destruição de reputações e até situações que provoquem danos às pessoas.


Quando alguém conversa com um chatbot, parte da resposta vem do material usado no treinamento do modelo. Em outros casos, porém, a ferramenta consulta a internet para complementar a informação. É nesse momento que ela se torna mais vulnerável a conteúdos manipulados.


Foi justamente essa brecha que permitiu o experimento. O repórter escreveu, em seu próprio site, um artigo afirmando que havia um ranking dos melhores jornalistas de tecnologia em competições de cachorro-quente. Ele inventou um campeonato inexistente e colocou a si mesmo em primeiro lugar. Em menos de um dia, os principais chatbots já reproduziam a história absurda como se fosse verdadeira.


Ao perguntar quem seriam os melhores jornalistas de tecnologia em comer cachorros-quentes, as ferramentas passaram a repetir o conteúdo publicado. Em alguns casos, os sistemas sugeriam que aquilo poderia ser uma piada. Então, o autor alterou o texto para afirmar que não se tratava de sátira, e por algum tempo as IAs passaram a tratar o conteúdo com mais seriedade.


O problema, porém, não se limita a experiências curiosas. Pessoas usam esse mesmo mecanismo para influenciar respostas de IA sobre temas muito mais sensíveis. Muitas vezes, os sistemas indicam caminhos (links) para a fonte, mas raramente deixam claro que a informação pode vir de um único texto ou de uma fonte interessada no assunto.


Especialistas afirmam que qualquer pessoa pode produzir esse efeito com relativa facilidade, bastando publicar um conteúdo aparentemente confiável. Há décadas, mecanismos de busca enfrentam tentativas de manipulação, mas vários analistas consideram que a nova fase da IA reabriu espaço para práticas que lembram os primeiros tempos do spam na internet.


A situação se agrava porque os usuários tendem a confiar mais na resposta sintetizada pela IA do que nos resultados tradicionais de busca. Antes, era preciso acessar um site e avaliar seu conteúdo. Agora, a informação aparece diretamente na resposta da ferramenta, com tom de autoridade. Mesmo quando há indicação de fonte, as pessoas se mostram menos propensas a verificar o material original.


Chatbots funcionam relativamente bem em temas de conhecimento consolidado. O risco aumenta quando o assunto envolve controvérsia, atualização constante ou consequências práticas importantes. Por isso, essas ferramentas não devem ser tratadas como fonte suficiente para orientações médicas, jurídicas ou decisões que afetem diretamente a vida das pessoas.


Diante disso, é importante buscar informações complementares e observar se a IA apresenta fontes confiáveis. É essencial lembrar que essas ferramentas apresentam mentiras com o mesmo tom de segurança com que apresentam fatos. Se antes os mecanismos de busca obrigavam o usuário a avaliar as informações por conta própria, agora a IA faz isso em seu lugar. Por isso, não se deve abandonar o pensamento crítico.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4w88ew21jo.adaptado.

O problema, porém, não se limita a experiências curiosas. Pessoas usam esse mesmo mecanismo para influenciar respostas de IA sobre temas muito mais sensíveis. Muitas vezes, os sistemas indicam caminhos (links) para a fonte, mas raramente deixam claro que a informação pode vir de um único texto ou de uma fonte interessada no assunto.


Em relação à concordância nominal presente no trecho, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q4021310 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Levei 20 minutos para enganar ChatGPT e Gemini − e os fiz contar mentiras sobre mim


Talvez você já tenha ouvido que chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, às vezes inventam informações. Isso é preocupante. Mas existe um problema menos conhecido e potencialmente mais grave: a facilidade com que essas ferramentas são levadas a repetir conteúdos falsos, com efeitos sobre a busca por informação confiável e até sobre a segurança das pessoas.


Um número crescente de usuários descobriu um método simples para fazer sistemas de IA dizerem quase qualquer coisa. Essa estratégia interfere no que algumas das principais inteligências artificiais do mundo dizem sobre temas delicados, como saúde, finanças pessoais e reputação. Informações enviesadas influenciam decisões importantes, como escolhas de consumo, posicionamentos políticos e questões médicas.


Para demonstrar esse risco, um repórter realizou um experimento incomum: conseguiu fazer o ChatGPT, o Gemini e recursos de busca com IA do Google afirmarem que ele seria extraordinariamente habilidoso em comer cachorros-quentes. A experiência mostrou que alterar o que essas ferramentas dizem a outras pessoas é tão simples quanto publicar um único texto aparentemente informativo na internet.


O método explora fragilidades dos sistemas usados pelos chatbots. Especialistas alertam que as empresas de IA avançam mais rápido do que sua capacidade de controlar a precisão das respostas, o que amplia os riscos. As empresas afirmam utilizar mecanismos para reduzir manipulações e manter resultados confiáveis, mas o problema ainda está longe de ser totalmente resolvido. Entre as possíveis consequências estão golpes, destruição de reputações e até situações que provoquem danos às pessoas.


Quando alguém conversa com um chatbot, parte da resposta vem do material usado no treinamento do modelo. Em outros casos, porém, a ferramenta consulta a internet para complementar a informação. É nesse momento que ela se torna mais vulnerável a conteúdos manipulados.


Foi justamente essa brecha que permitiu o experimento. O repórter escreveu, em seu próprio site, um artigo afirmando que havia um ranking dos melhores jornalistas de tecnologia em competições de cachorro-quente. Ele inventou um campeonato inexistente e colocou a si mesmo em primeiro lugar. Em menos de um dia, os principais chatbots já reproduziam a história absurda como se fosse verdadeira.


Ao perguntar quem seriam os melhores jornalistas de tecnologia em comer cachorros-quentes, as ferramentas passaram a repetir o conteúdo publicado. Em alguns casos, os sistemas sugeriam que aquilo poderia ser uma piada. Então, o autor alterou o texto para afirmar que não se tratava de sátira, e por algum tempo as IAs passaram a tratar o conteúdo com mais seriedade.


O problema, porém, não se limita a experiências curiosas. Pessoas usam esse mesmo mecanismo para influenciar respostas de IA sobre temas muito mais sensíveis. Muitas vezes, os sistemas indicam caminhos (links) para a fonte, mas raramente deixam claro que a informação pode vir de um único texto ou de uma fonte interessada no assunto.


Especialistas afirmam que qualquer pessoa pode produzir esse efeito com relativa facilidade, bastando publicar um conteúdo aparentemente confiável. Há décadas, mecanismos de busca enfrentam tentativas de manipulação, mas vários analistas consideram que a nova fase da IA reabriu espaço para práticas que lembram os primeiros tempos do spam na internet.


A situação se agrava porque os usuários tendem a confiar mais na resposta sintetizada pela IA do que nos resultados tradicionais de busca. Antes, era preciso acessar um site e avaliar seu conteúdo. Agora, a informação aparece diretamente na resposta da ferramenta, com tom de autoridade. Mesmo quando há indicação de fonte, as pessoas se mostram menos propensas a verificar o material original.


Chatbots funcionam relativamente bem em temas de conhecimento consolidado. O risco aumenta quando o assunto envolve controvérsia, atualização constante ou consequências práticas importantes. Por isso, essas ferramentas não devem ser tratadas como fonte suficiente para orientações médicas, jurídicas ou decisões que afetem diretamente a vida das pessoas.


Diante disso, é importante buscar informações complementares e observar se a IA apresenta fontes confiáveis. É essencial lembrar que essas ferramentas apresentam mentiras com o mesmo tom de segurança com que apresentam fatos. Se antes os mecanismos de busca obrigavam o usuário a avaliar as informações por conta própria, agora a IA faz isso em seu lugar. Por isso, não se deve abandonar o pensamento crítico.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4w88ew21jo.adaptado.

O método explora "fragilidades dos sistemas usados pelos chatbots". Especialistas alertam que "as empresas de IA" avançam mais rápido do que sua capacidade de controlar "a precisão das respostas".


Considerando a substituição adequada dos termos destacados por pronomes, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3999074 Odontologia
O carcinoma espinocelular, principal neoplasia maligna da cavidade oral, origina-se:
Alternativas
Q3999068 Direito Sanitário
 Com relação ao princípio da equidade no SUS, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3999058 Odontologia
 Assinale a alternativa INCORRETA com relação à Sífilis:
Alternativas
Q3994535 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A proteção integral à infância e à adolescência é um tema central dos Direitos Humanos no Brasil. Casos de grande repercussão recente, como aqueles envolvendo a prisão de um ator de televisão e um piloto de linha aérea, reforçaram o debate na sociedade sobre a defesa dos direitos fundamentais da infância e adolescência. Sobre o assunto, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

I - O armazenamento de imagens de exploração infantil que serve para "preparação de personagens" para o trabalho artístico é aceita pela Justiça brasileira como uma exceção válida para não punir o agressor.
II - A garantia da dignidade humana estabelece que consumir, guardar ou compartilhar imagens de abuso infantil na internet é crime grave, independentemente de o agressor ter tido contato físico direto com a vítima.
III - O ambiente virtual não é considerado uma zona livre de regras; portanto, o Estado tem o dever de investigar e combater a exploração sexual infantil que ocorre por meios digitais e redes sociais.
IV - O consentimento dos pais ou a oferta de ajuda financeira à família da vítima anulam a gravidade da exploração sexual, tornando a conduta aceitável perante as autoridades.
Alternativas
Q3994534 Conhecimentos Gerais
Nos últimos anos, a região de Terra Roxa e Guaíra, no Oeste do Paraná, tem sido palco de graves conflitos relacionados à demarcação de terras indígenas. Esse processo é marcado por um clima de extrema tensão e episódios de violência. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa que indica quais itens estão CORRETOS:

I - O principal grupo indígena envolvido na disputa por terras e no processo de retomada na região é o povo Avá-Guarani.
II - O conflito ocorre, em grande parte, devido à disputa histórica e judicial que envolve comunidades indígenas, proprietários de terras e o poder público em torno da demarcação e reintegração de territórios.
III - O processo de demarcação na região tem sido pacífico, pautado exclusivamente pelo diálogo institucional, sem registros de ameaças ou violência física contra as comunidades.
IV - A disputa na fronteira ganhou repercussão nacional devido à escalada da violência, o que motivou o envio da Força Nacional de Segurança Pública à região.
Alternativas
Q3994533 Conhecimentos Bancários
Recentemente, o Brasil acompanhou o escândalo de uma instituição financeira que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central após a descoberta de graves irregularidades e severa crise de liquidez (falta de dinheiro em caixa). O caso ganhou as páginas policiais com a prisão de seu principal controlador e gerou um rombo histórico no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que precisou desembolsar bilhões de reais para ressarcir os clientes que tinham investimentos na instituição. Qual das alternativas abaixo indica CORRETAMENTE o nome da principal instituição financeira envolvida nesse caso?
Alternativas
Q3994532 Direito Constitucional
Nos últimos cinco anos do cenário político brasileiro (período de 2021 a 2026), a Justiça Eleitoral e o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados julgaram ou abriram representações de grande repercussão que envolviam a perda de mandatos parlamentares. Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa que indica quais dessas figuras públicas tiveram seus mandatos cassados ou foram alvos formais de processos e representações pedindo a perda do cargo nesse período recente:

I - Carla Zambelli.
II - Alexandre Ramagem.
III - Deltan Dallagnol.
IV - Eduardo Bolsonaro.
Alternativas
Q3994531 Geografia
O município de Terra Roxa, no Oeste do Paraná, possui uma posição geográfica peculiar que o coloca em estreita relação de proximidade com estados e até países vizinhos. Considerando a distância rodoviária oficial percorrida entre as sedes urbanas dos municípios, qual das alternativas abaixo indica a capital estadual mais próxima de Terra Roxa?
Alternativas
Q3994530 Geografia
A rodovia BR-163 é uma via estruturante fundamental para o escoamento de grãos e mercadorias no Oeste do Paraná, conectando o agronegócio da região a importantes eixos logísticos do país. Sobre os municípios paranaenses que são cortados pelo traçado dessa rodovia, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

I - Cascavel e Toledo.
II - Marechal Cândido Rondon e Guaíra.
III - União da Vitória e Castro.
IV - Foz do Iguaçu e Paranaguá.
Alternativas
Q3994522 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Considere as seguintes afirmações acerca do período “A família pediu privacidade neste momento tão difícil” e assinale a alternativa CORRETA:

I - As palavras família e privacidade são substantivos.
II - A palavra tão é uma conjunção.
III - A palavra difícil é um adjetivo.
Alternativas
Q3994521 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos.
Alternativas
Q3994520 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa na qual o uso da crase é justificado pelo mesmo motivo de seu uso no período: “Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.
Alternativas
Q3994519 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação da palavra fácil:
Alternativas
Respostas
181: B
182: D
183: C
184: C
185: B
186: A
187: C
188: C
189: C
190: D
191: D
192: C
193: E
194: B
195: A
196: E
197: D
198: B
199: A
200: E