Questões de Concurso Comentadas para analista ambiental

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Q3584075 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O último parágrafo do texto estabelece uma relação discursiva específica com os trechos anteriores. Trata-se de uma relação de:
Alternativas
Q3584074 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Com relação aos gêneros do discurso, esse texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3584073 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto organiza-se em torno de uma tese, acompanhada de fundamentos para a sua defesa. Esses traços caracterizam um modo de organização discursivo específico, que é o:
Alternativas
Q3584072 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto defende a tese de que os/as: 
Alternativas
Q3549822 Meio Ambiente
Na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ocorrido no Rio de Janeiro, em 1992, foi aprovada a proposta de criação de uma Norma Internacional, capaz de padronizar os procedimentos de gestão ambiental ao nível mundial. Como resultado dessa discussão foi criada mais tarde a norma 
Alternativas
Q3549821 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
A Lei Complementar nº 01/2022, do município de Buriti Alegre, que dispõe sobre as normas gerais para o Licenciamento Ambiental no Município, estabelece em seu art. 14 que não está sujeito ao licenciamento ambiental a atividade ou empreendimento
Alternativas
Q3549820 Direito Ambiental
A Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção, conhecida como CITES, é um mecanismo estratégico para conservação de espécies da fauna e da flora. A CITES tem como principal objetivo fiscalizar o comércio de 
Alternativas
Q3549819 Direito Ambiental
A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é um dos instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente. Sobre o Estudo de Impacto Ambiental-EIA que consta na Resolução CONAMA nº 001/1986, pode-se afirmar que ele deve ser realizado por 
Alternativas
Q3549817 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os processos de amostragem em um inventário florestal dizem respeito aos métodos de tratamento estatístico dado à população alvo sobre o conjunto da amostra. O método de inventário florestal que é mais recomendado para florestas heterogêneas e que consiste em especificar quantos elementos da amostra serão retirados em cada subgrupo é o
Alternativas
Q3549816 Meio Ambiente
A Portaria MMA nº 253/2006, cria o Documento de Origem Florestal-DOF, que tem como objetivo
Alternativas
Q3549815 Direito Ambiental
A Resolução CONAMA nº 420/2009, dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de substâncias químicas. Em seu art. 20 dispõe que, após a classificação do solo, “requer identificação da fonte potencial de contaminação, avaliação da ocorrência natural da substância, controle das fontes de contaminação e monitoramento da qualidade do solo e da água subterrânea”, como procedimento de prevenção e controle da qualidade, do solo da seguinte classe:
Alternativas
Q3549814 Direito Ambiental
A Resolução CONAMA nº 001/1990, que dispõe sobre níveis excessivos de ruído e que estão sujeitos ao Controle da Poluição de Meio Ambiente estabelece que a emissão de ruídos produzidos por veículos automotores e os produzidos no interior dos ambientes de trabalho, obedecerão às normas expedidas pelo
Alternativas
Q3549813 Direito Ambiental
A Lei nº 20.694/2019, dispõe sobre normas gerais para o Licenciamento Ambiental do Estado de Goiás. Em seu art. 67, estabelece o licenciamento ambiental corretivo de barragens em cursos d´água instalados e em operação sem a prévia licença até a data de promulgação desta lei. Para esses reservatórios que tenham lâmina de água acima de 500 (quinhentos) hectares a área de preservação permanente-APP fica definida em
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Q3549812 Direito Ambiental
A Resolução CONAMA nº 430/2011, complementa e altera a Resolução nº 357/2005 e dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes. O art. 16 cita que efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente no corpo receptor desde que obedeçam às condições e padrões nele previstos. Ainda nesse artigo, consta que a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO 5 dias a 20°C) deverá ter remoção mínima de 
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Q3549811 Engenharia Ambiental e Sanitária
O balanço hídrico de uma determinada bacia é a variação entre a entrada e saída de grandes volumes de água neste sistema. Numa bacia do município T., a precipitação anual média (P) é de 1500 mm e a vazão média (Q) é de 300 m³/s, medidas no longo prazo dos últimos 28 anos. Sabendo-se que a área (A) desta é de 10.000 km², qual é a evapotranspiração (EVT) nessa bacia? Desconsiderar a infiltração e considerar apenas o valor inteiro na resposta.
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Q3549809 Engenharia Ambiental e Sanitária
Numa floresta sob manejo florestal sustentável de cedro (Cedrela odorata), o diâmetro médio das árvores é de 35 cm e a altura média de 3 metros. Considerando cada árvore como um cilindro perfeito e um plantio com espaçamento de 3x2 m entre indivíduos, tem-se um total de 1667 árvores/hectare. Pergunta-se: qual o volume de madeira que essa floresta ofertará no primeiro ano de corte numa plantação de 3 hectares quando 25% das árvores forem colhidas (desconsiderar a parte decimal)?
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Q3549808 Direito Ambiental
Qual dessas espécies florestais está incluída nos Apêndices da lista de espécies ameaçadas de extinção da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção-CITES? 
Alternativas
Q3549807 Meio Ambiente
O DETER é um sistema de alerta de detecção de alterações em uma área florestal sob vigilância e foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para dar suporte a fiscalização. Sua principal importância é no levantamento de dados de
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Q3549806 Direito Ambiental
A Lei nº 6.938/1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, constitui o licenciamento ambiental de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras e nela estabelece que o licenciamento ambiental da fauna será renovável a cada
Alternativas
Q3549805 Direito Ambiental
A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é um instrumento de gestão que busca antecipar e mitigar danos ambientais anteriormente ao licenciamento de uma atividade, sejam positivos ou negativos. Segundo consta na Resolução CONAMA nº 001 de 1986, uma avaliação de AIA no processo de licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente dependerá dos instrumentos de análise, que são
Alternativas
Respostas
1701: B
1702: D
1703: A
1704: D
1705: B
1706: D
1707: D
1708: D
1709: B
1710: A
1711: C
1712: D
1713: C
1714: A
1715: B
1716: C
1717: A
1718: D
1719: B
1720: A