Questões de Concurso
Comentadas para técnico de laboratório
Foram encontradas 7.641 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
De acordo com De Cicco (2016), consideram-se tecnologias assistivas comunicacionais para surdos oralizados e sinalizantes, respectivamente:
Segundo Skliar (2005), “os surdos constituem seu conhecimento do mundo através do canal visual-gestual, adquirem a língua de sinais sem dificuldade e esta vai proporcionar seu desenvolvimento cognitivo e linguístico”. Sobre a inclusão de alunos surdos usuários de Língua de Sinais, é correto afirmar que:
“A profissão de Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILS) foi reconhecida pela Lei no 12.319/2010 (...). O processo de interpretação, apesar de parecer simples, é bem complexo. Estamos ouvindo uma informação linear e estruturada em uma determinada ordem sintática e precisamos que ela seja reconstruída de maneira visual, seguindo outra ordem sintática e sem prejuízo às ideias apresentadas na informação inicial” (DE CICCO, 2016). Nesse contexto, o TILS:
“Somos surdos, mas não somos todos os mesmos surdos” (DE CICCO, 2016). Existem diferentes sistemas de classificações da surdez. Quanto à classificação comunicativa, assinale a afirmativa INCORRETA.
A Norma Brasileira NBR 15290 segue os preceitos do Desenho Universal e estabelece diretrizes específicas para que a televisão, como um veículo de comunicação, seja considerada acessível. Selecione a única diretriz INCORRETA.
A Norma Brasileira NBR 15599/2008 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determina parâmetros para prestação de serviços referindo-se, especificamente, a uma das dimensões de acessibilidade, qual seja:
Para concorrer a recursos pelos editais da Lei Rouanet, as empresas interessadas devem seguir as orientações do Ministério da Cultura, o qual sugere breve descrição das medidas a serem adotadas para favorecer a acessibilidade a pessoas com deficiência em projetos culturais. Estão listados a seguir diversos exemplos de recursos de acessibilidade, EXCETO:
A audiodescrição (AD) ao vivo é um recurso de Tecnologia Assistiva também utilizado em eventos acadêmicos. Para a atividade, Tavares (2013) recomenda a utilização de uma cabine acústica e de equipamentos de transmissão e recepção:
Em sua grande maioria, os acervos das universidades brasileiras não têm acessibilidade comunicacional. Considerando que Adaptações Razoáveis são “as modificações e os ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e liberdades fundamentais” (ONU, 2006), objetivando tornar os conteúdos acessíveis e acessáveis para pessoas com deficiência visual, uma possibilidade seria:
Seguindo o que preconiza o conceito de Desenho Universal na Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, para que um filme seja acessível tanto para pessoas com deficiência visual quanto para pessoas com deficiência auditiva, respectivamente, deve ser elaborado com os seguintes recursos de Tecnologia Assistiva:
Como um recurso de Tecnologia Assistiva, a audiodescrição oportuniza:
Em artigo no qual discorre sobre as dimensões da acessibilidade, Sassaki (2009) especifica que, para garantir o pleno acesso à educação a pessoas cegas e com baixa visão, as instituições de ensino devem levar em conta, quanto ao aspecto comunicacional:
No livro “Ensaio sobre a cegueira”, o escritor José Saramago destaca o impacto e as transformações ocorridas no cotidiano das pessoas acometidas por aquela tipologia de deficiência. No Brasil, o Decreto nº 3.298/99, estabelece que uma pessoa acometida pela cegueira:
De acordo com os estudos de Mattoso (2012, p. 23-24), a partir das definições estabelecidas pela Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006) e pelo Programa Vision 2020 da Organização Mundial de Saúde, pessoas com deficiência visual são:
Os anos de 2012 e de 2016 marcaram significativamente a história da democratização do acesso à educação no Brasil, em função da promulgação das Leis nº 12.711 e nº 13.409, que garantiram, respectivamente:
No ano de 1998, nos Estados Unidos, James Charlton publicou um livro relacionando o lema “Nada sobre nós, sem nós” às pessoas com deficiência. Em 2007, no Brasil, o consultor Romeu Kazumi Sassaki, por meio de uma abordagem histórica em artigo publicado na Revista Nacional de Reabilitação, relacionou o tema a quatro eras de práticas sociais, quais sejam: a da exclusão, da segregação, da integração e da inclusão. Em se tratando de pessoas com deficiência, atualmente, este lema está relacionado: