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Q4135405 Português
A lição desperdiçada na crise em Ormuz

        Na história das civilizações, quando um sistema entra em colapso, a dor imediata frequentemente atua como o mais poderoso catalisador para a inovação. É exatamente sob essa lente histórica que o atual estrangulamento do Estreito de Ormuz, causado ora pelo Irã, ora pelos EUA, deve ser interpretado. A situação é a prova incontestável da dependência da humanidade em petróleo e escancara a urgência da transição energética.

        A asfixia imediata da economia global, causada pelo bloqueio militar da rota por onde passa um quarto do óleo consumido no planeta, deveria servir como o ultimato perfeito para forçar a transição definitiva rumo às matrizes limpas. Em vez de tratar o caos no Golfo Pérsico apenas como uma emergência bélica a ser contornada, a humanidade tem diante de si a oportunidade histórica para decretar, de uma vez por todas, o fim da era dos combustíveis fósseis.

        Em um mundo governado pela racionalidade e pelo instinto de sobrevivência, o bloqueio de Ormuz soaria como o alarme definitivo. Seria o momento em que governos e mercados decidiriam direcionar a fortuna gasta para proteger e subsidiar rotas petroleiras rumo à transição energética sustentável e definitiva.

        Ocorre que a governança global tem se mostrado míope para os perigos da crise climática e apegada a soluções de curto prazo. Longe de enxergar o gargalo no Golfo Pérsico como um ultimato para a descarbonização, a reação instintiva das superpotências ilustra o tamanho do problema.

        A prioridade absoluta nos países ocidentais e nas suas periferias — incluindo o Brasil — não é libertar a economia da dependência do petróleo, mas garantir que as bombas de combustível continuem cheias a qualquer custo. Em vez de injetar capital massivo na infraestrutura de matrizes limpas com senso de urgência, a energia política do mundo se esvai em manobras navais e manobras artificiais para conter a fúria inflacionária do eleitorado.

        O fechamento de Ormuz funciona hoje como um rascunho sombrio do futuro. A escassez de energia fóssil que a guerra impõe agora pela força bélica será provocada, logo mais, pelo próprio esgotamento climático e ambiental do planeta. A crise que virá pela escassez do petróleo deveria ser o empurrão que nos faltava para pular do barco antes que ele afunde por completo.

        Contudo, tudo indica que a humanidade deixará mais essa janela histórica se fechar. Quando a tensão militar eventualmente ceder, os acordos provisórios forem assinados e os superpetroleiros voltarem a cruzar o estreito, as bolsas de valores e as lideranças globais celebrarão com alívio o fim da crise. Mas, na prática, estaremos apenas comemorando o direito de voltar à exata mesma armadilha fóssil da qual, por um breve e doloroso momento, a humanidade teve a chance de escapar para criar um futuro mais sustentável e limpo — e que parece cada vez mais distante e impossível, para a tragédia das futuras gerações.

(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 15.04.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido próprio.
Alternativas
Q4135404 Português
A lição desperdiçada na crise em Ormuz

        Na história das civilizações, quando um sistema entra em colapso, a dor imediata frequentemente atua como o mais poderoso catalisador para a inovação. É exatamente sob essa lente histórica que o atual estrangulamento do Estreito de Ormuz, causado ora pelo Irã, ora pelos EUA, deve ser interpretado. A situação é a prova incontestável da dependência da humanidade em petróleo e escancara a urgência da transição energética.

        A asfixia imediata da economia global, causada pelo bloqueio militar da rota por onde passa um quarto do óleo consumido no planeta, deveria servir como o ultimato perfeito para forçar a transição definitiva rumo às matrizes limpas. Em vez de tratar o caos no Golfo Pérsico apenas como uma emergência bélica a ser contornada, a humanidade tem diante de si a oportunidade histórica para decretar, de uma vez por todas, o fim da era dos combustíveis fósseis.

        Em um mundo governado pela racionalidade e pelo instinto de sobrevivência, o bloqueio de Ormuz soaria como o alarme definitivo. Seria o momento em que governos e mercados decidiriam direcionar a fortuna gasta para proteger e subsidiar rotas petroleiras rumo à transição energética sustentável e definitiva.

        Ocorre que a governança global tem se mostrado míope para os perigos da crise climática e apegada a soluções de curto prazo. Longe de enxergar o gargalo no Golfo Pérsico como um ultimato para a descarbonização, a reação instintiva das superpotências ilustra o tamanho do problema.

        A prioridade absoluta nos países ocidentais e nas suas periferias — incluindo o Brasil — não é libertar a economia da dependência do petróleo, mas garantir que as bombas de combustível continuem cheias a qualquer custo. Em vez de injetar capital massivo na infraestrutura de matrizes limpas com senso de urgência, a energia política do mundo se esvai em manobras navais e manobras artificiais para conter a fúria inflacionária do eleitorado.

        O fechamento de Ormuz funciona hoje como um rascunho sombrio do futuro. A escassez de energia fóssil que a guerra impõe agora pela força bélica será provocada, logo mais, pelo próprio esgotamento climático e ambiental do planeta. A crise que virá pela escassez do petróleo deveria ser o empurrão que nos faltava para pular do barco antes que ele afunde por completo.

        Contudo, tudo indica que a humanidade deixará mais essa janela histórica se fechar. Quando a tensão militar eventualmente ceder, os acordos provisórios forem assinados e os superpetroleiros voltarem a cruzar o estreito, as bolsas de valores e as lideranças globais celebrarão com alívio o fim da crise. Mas, na prática, estaremos apenas comemorando o direito de voltar à exata mesma armadilha fóssil da qual, por um breve e doloroso momento, a humanidade teve a chance de escapar para criar um futuro mais sustentável e limpo — e que parece cada vez mais distante e impossível, para a tragédia das futuras gerações.

(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 15.04.2026. Adaptado)
O parágrafo final do texto permite concluir corretamente que, com o fim da tensão militar no Estreito de Ormuz, a humanidade 
Alternativas
Q4135403 Português
A lição desperdiçada na crise em Ormuz

        Na história das civilizações, quando um sistema entra em colapso, a dor imediata frequentemente atua como o mais poderoso catalisador para a inovação. É exatamente sob essa lente histórica que o atual estrangulamento do Estreito de Ormuz, causado ora pelo Irã, ora pelos EUA, deve ser interpretado. A situação é a prova incontestável da dependência da humanidade em petróleo e escancara a urgência da transição energética.

        A asfixia imediata da economia global, causada pelo bloqueio militar da rota por onde passa um quarto do óleo consumido no planeta, deveria servir como o ultimato perfeito para forçar a transição definitiva rumo às matrizes limpas. Em vez de tratar o caos no Golfo Pérsico apenas como uma emergência bélica a ser contornada, a humanidade tem diante de si a oportunidade histórica para decretar, de uma vez por todas, o fim da era dos combustíveis fósseis.

        Em um mundo governado pela racionalidade e pelo instinto de sobrevivência, o bloqueio de Ormuz soaria como o alarme definitivo. Seria o momento em que governos e mercados decidiriam direcionar a fortuna gasta para proteger e subsidiar rotas petroleiras rumo à transição energética sustentável e definitiva.

        Ocorre que a governança global tem se mostrado míope para os perigos da crise climática e apegada a soluções de curto prazo. Longe de enxergar o gargalo no Golfo Pérsico como um ultimato para a descarbonização, a reação instintiva das superpotências ilustra o tamanho do problema.

        A prioridade absoluta nos países ocidentais e nas suas periferias — incluindo o Brasil — não é libertar a economia da dependência do petróleo, mas garantir que as bombas de combustível continuem cheias a qualquer custo. Em vez de injetar capital massivo na infraestrutura de matrizes limpas com senso de urgência, a energia política do mundo se esvai em manobras navais e manobras artificiais para conter a fúria inflacionária do eleitorado.

        O fechamento de Ormuz funciona hoje como um rascunho sombrio do futuro. A escassez de energia fóssil que a guerra impõe agora pela força bélica será provocada, logo mais, pelo próprio esgotamento climático e ambiental do planeta. A crise que virá pela escassez do petróleo deveria ser o empurrão que nos faltava para pular do barco antes que ele afunde por completo.

        Contudo, tudo indica que a humanidade deixará mais essa janela histórica se fechar. Quando a tensão militar eventualmente ceder, os acordos provisórios forem assinados e os superpetroleiros voltarem a cruzar o estreito, as bolsas de valores e as lideranças globais celebrarão com alívio o fim da crise. Mas, na prática, estaremos apenas comemorando o direito de voltar à exata mesma armadilha fóssil da qual, por um breve e doloroso momento, a humanidade teve a chance de escapar para criar um futuro mais sustentável e limpo — e que parece cada vez mais distante e impossível, para a tragédia das futuras gerações.

(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 15.04.2026. Adaptado)
O editorial defende a ideia de que a situação atualmente vivida no Estreito de Ormuz 
Alternativas
Q4135401 Português


(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 11.04.2026. Adaptado)

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do 1º quadrinho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3847021 Direito Urbanístico
A Lei de Parcelamento do Solo estabelece as normas e condições para executar a política urbana do município.

Uma dessas determinações é que 
Alternativas
Q3847019 Agrimensura
As Áreas de Preservação Municipal correspondem às faixas de proteção municipal, destinadas à proteção dos cursos-d´água, sendo compostas de área verde, sistema de lazer e área de proteção permanente.

Em São José do Rio Preto, as faixas lindeiras de determinados córregos são definidas em limites de
Alternativas
Q3847018 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
O Código de Posturas do Município estabelece, em relação aos terrenos e ao meio ambiente: 
Alternativas
Q3847016 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
As supressões de árvores em áreas de domínio público, quando necessárias para a instalação de obras públicas, serão devidamente autorizadas caso haja
Alternativas
Q3847010 Agrimensura
O uso de drones permite coletar dados precisos do terreno em pouco tempo, porém cada tipo de drone tem aplicações específicas.
O drone com sensor LiDAR é especialmente indicado para situações de
Alternativas
Q3847005 Agrimensura
Analise o trecho a seguir da descrição de uma área levantada topograficamente:
Inicia-se a descrição no vértice P1, de coordenadas X = 254.430,00 m e Y = 6.584.700,00 m, situado junto ao limite leste do imóvel confrontante de propriedade de Maurício de Oliveira. Desse ponto, segue-se com azimute 90º00′00″ e distância de 180,50 m até o vértice P2.
Considerando as informações apresentadas, as coordenadas do vértice P2 são, em metros:
Alternativas
Q3847004 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Para o projeto de condomínio de lotes urbanos de uma gleba de 150.000 m2 serão utilizados os seguintes parâmetros: área para vias e áreas públicas = 0,35; áreas de preservação permanente e restrições = 0,10; perdas técnicas/serviços = 0,05; fator de eficiência de implantação = 0,92.

Qual é a quantidade máxima de lotes possíveis nessa gleba, considerando a Lei de Parcelamento do Solo do Município de São José do Rio Preto?
Alternativas
Q3847001 Agrimensura
Se as coordenadas planas de dois pontos consecutivos do perímetro de uma propriedade são A (1.200, 850) e B (1.860, 1.270), a distância horizontal entre esses pontos A e B mede, aproximadamente,
Alternativas
Q3846996 Noções de Informática
Têm-se 5 usuários, de uma mesma organização, em uma chamada de áudio e vídeo no Microsoft Teams, em sua configuração original, e com todos os usuários com o mesmo tipo de licenciamento Office 365 Enterprise, sendo João, o organizador, e Ricardo, Ana, Roberto e Paula, os demais participantes. Durante a chamada, João iniciou a gravação da reunião. Depois de algum tempo, Ana saiu da reunião, os demais continuaram. Um pouco depois, Roberto compartilhou a sua tela, e Ricardo saiu da reunião, sendo que os demais continuaram. Em seguida, João saiu da reunião, deixando Paula e Roberto na chamada. Depois, Roberto parou de compartilhar a sua tela.

Finalmente, Paula e Roberto saíram, encerrando assim a chamada. Dessa forma, a gravação foi automaticamente encerrada no momento em que
Alternativas
Q3830936 Agrimensura
As curvas de nível são representações fundamentais em plantas planialtimétricas, permitindo a visualização do relevo. Acerca das características técnicas das curvas de nível e sua interpretação, analise as afirmativas abaixo e assinale V para verdadeiro e F para falso.

(__)As curvas de nível são linhas isométricas, ou seja, unem pontos de mesma cota ou altitude, e, via de regra, não se cruzam, exceto em casos especiais de relevo como grutas ou penhascos.
(__)Em um terreno com declividade constante e uniforme, as curvas de nível, quando representadas em planta, aparecerão equidistantes entre si.
(__)A linha de maior declive em um ponto qualquer do terreno é sempre tangente à curva de nível que passa por esse ponto.
(__)As curvas de nível tendem a apresentar a concavidade voltada para a parte mais alta do terreno quando representam um talvegue (linha de fundo de vale). 

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3830935 Agrimensura
A locação de obras transfere os elementos do projeto para o terreno. Um dos métodos mais precisos para locação de pontos isolados, utilizando uma Estação Total instalada em um ponto conhecido e orientado, é o método das coordenadas polares. Assinale a alternativa CORRETA que descreve os dados necessários para este método: 
Alternativas
Q3830934 Agrimensura
A topologia nos levantamentos topográficos trata das relações espaciais e da verificação de erros nos dados coletados. Sobre os erros em topografia, analise as afirmativas abaixo e assinale V para verdadeiro e F para falso.

(__)Erros sistemáticos são aqueles que seguem uma lei física ou matemática definida e tendem a acumular-se com o sinal constante, podendo ser corrigidos mediante fórmulas ou calibração (ex: dilatação da trena).
(__)Erros acidentais (ou aleatórios) são inevitáveis e obedecem à lei das probabilidades, tendendo a se compensar parcialmente em grandes séries de medidas.
(__)Erros grosseiros são falhas operacionais ou distração do observador (ex: anotar 130 em vez de 103) e devem ser eliminados pela repetição do serviço ou verificação de dados, não sendo passíveis de distribuição matemática simples.
(__)A precisão de um levantamento está associada à eliminação dos erros sistemáticos, enquanto a acurácia (exatidão) está ligada apenas aos erros acidentais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3830933 Agrimensura
A NBR (Norma Brasileira) 13133 (Execução de Levantamento Topográfico) estabelece diretrizes rigorosas para a classificação e precisão dos levantamentos. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.O Apoio Topográfico Planimétrico é o conjunto de pontos, materializados no terreno, que servem de base planimétrica ao levantamento topográfico, classificados hierarquicamente em função da exatidão angular e linear.
II.A exatidão de um levantamento topográfico refere-se exclusivamente à precisão do equipamento utilizado, desconsiderando erros sistemáticos e grosseiros operacionais.
III.O erro de fechamento angular em uma poligonal topográfica fechada deve ser distribuído igualmente entre todos os vértices ou proporcionalmente aos lados, dependendo do método de ajustamento adotado, desde que esteja dentro da tolerância permitida.
IV.O levantamento de detalhes deve ser executado a partir de estações da poligonal principal ou secundária, sendo vedada a utilização de pontos irradiados para a instalação do equipamento para novos levantamentos de precisão.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3830932 Agrimensura
O cálculo de áreas é uma etapa crucial na elaboração de plantas de loteamentos e regularização fundiária. O método analítico, baseado nas coordenadas dos vértices do polígono, é amplamente empregado. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.O método de Gauss (ou fórmula das coordenadas) permite calcular a área de um polígono fechado a partir das coordenadas (X, Y) ou (N, E) de seus vértices, somando-se os produtos cruzados e dividindo o resultado por dois.
II.Para o cálculo gráfico de áreas em plantas impressas, o planímetro é um instrumento histórico, mas softwares CAD (Cadastro) modernos utilizam algoritmos de integração numérica precisos para obter a área instantaneamente.
III.O erro de graficismo não influencia o cálculo de área quando este é realizado analiticamente a partir de coordenadas ajustadas de um levantamento de alta precisão.
IV.No método de Gauss, a ordem de caminhamento dos vértices (horário ou anti-horário) altera o valor absoluto da área, tornando-a inválida se o sentido for invertido.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3830931 Agrimensura
O uso de softwares CAD (Computer Aided Design) é padrão na topografia. Para garantir a interoperabilidade e a correta georreferenciação dos desenhos, certos cuidados são necessários. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.Ao trabalhar com coordenadas UTM em ambiente CAD, deve-se configurar o sistema de coordenadas do desenho para o Datum e Fuso corretos, evitando que o desenho fique "flutuando" em coordenadas arbitrárias (0,0).
II.A utilização de "Layers" (camadas) permite a separação lógica dos elementos (vegetação, edificações, curvas de nível), facilitando a plotagem e o gerenciamento da informação.
III.O comando "Scale" (Escala) no CAD altera as dimensões reais dos objetos desenhados; portanto, ao desenhar topografia, deve-se desenhar sempre em escala 1:1 (unidade do desenho = unidade real) e ajustar a escala apenas na montagem da folha (ViewportLayout).
IV.Blocos (Blocks) são elementos agrupados que aumentam significativamente o tamanho do arquivo, devendo ser evitados em desenhos complexos, preferindo-se sempre explodir (Explode) todos os componentes.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS: 
Alternativas
Q3830929 Agrimensura
O conceito de declividade é vital para projetos de drenagem e viários. Uma rampa precisa ser projetada para vencer um desnível de 4 metros ao longo de uma distância horizontal de 50 metros. Assinale a alternativa CORRETA que indica a declividade dessa rampa em porcentagem (%):
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: B
24: C
25: B
26: A
27: D
28: E
29: B
30: A
31: B
32: C
33: B
34: C
35: C
36: E
37: C
38: D
39: A
40: C