Questões de Concurso Comentadas para agente educacional

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Q3391822 Pedagogia
Segundo a Lei nº 9.394/1996 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é INCORRETO afirmar que os sistemas municipais de ensino compreendem:
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Q3391821 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Tendo em vista a Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente, a educação é um direito fundamental, assegurando às crianças e aos adolescentes o desenvolvimento integral, a preparação para a vida em sociedade e a qualificação para o trabalho. Diante disso, é CORRETO afirmar que:
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Q3391820 Direito Eleitoral
Em conformidade com a Constituição Federal, a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos. Entretanto, existem casos específicos em que não se pode alistar como eleitor. Esse é o caso dos: 
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Q3391805 Português
Assinalar a alternativa em que todas as palavras são oxítonas.
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Q3391801 Português
Pechada


        O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
        — Aí, Gaúcho!
        — Fala, Gaúcho!
        Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?
        — Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
     — E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português.
        O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
        Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.         
        — O pai atravessou a sinaleira e pechou.
        — O quê?
        — O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
        A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
        — O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge.
        — Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
        — E o que é isso?
        — Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
        — Nós vinha...
        — Nós vínhamos.
      — Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto. 
        A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.
        “Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido. Pechada.
        — Aí, Pechada!
        — Fala, Pechada!

Fonte: Revista Nova. Luis Fernando Veríssimo.
Em determinado momento no texto, a professora faz uma observação à fala do Rodrigo (Gaúcho) com o intuito de fazer uma correção gramatical. Isso ocorre porque a fala dele se apresenta como:
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Q3370636 História

A construção da Estrada de Ferro Goiás, iniciada no começo do século XX, representou um marco importante no processo de integração econômica do estado ao restante do território brasileiro. No entanto, sua implantação foi dificultada por diversos fatores, entre eles: 

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Q3370635 História

Durante o século XVIII, Goiás foi inserido na economia colonial brasileira com base em uma atividade que atraiu grande fluxo populacional, impulsionou o surgimento de vilas e direcionou quase toda a energia econômica da região. Essa atividade era:

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Q3370634 História e Geografia de Estados e Municípios

A cidade de Nova Veneza-GO está localizada no Estado de Goiás, na mesorregião denominada Centro Goiano, que na sua origem pertencia ao município de:

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Q3370633 História e Geografia de Estados e Municípios

Os primeiros moradores da cidade de Nova VenezaGO, chegaram em 1895, vieram com a intenção de estabelecer fazendas para o cultivo: 

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Q3370632 Legislação Municipal

De acordo com o artigo 7º da Lei Orgânica de Nova Veneza, cabe privativamente ao Município, as seguintes atribuições, exceto:

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Q3370631 Direito Constitucional

O artigo 5º da Constituição Federal dispõe que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.


No inciso LXXVI do referido artigo, é assegurado para os reconhecidamente pobres, na forma da lei, a gratuidade dos seguintes documentos:

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Q3370630 Direito Constitucional

A União possui três poderes, sendo eles o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Dessa forma, é correto afirmar que:

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Q3370629 Noções de Informática

No ambiente do Windows 7 ou superior, qual item é utilizado para navegar pelas pastas, visualizar arquivos e organizá-los?

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Q3370628 Noções de Informática

No Microsoft Word 2007 ou superior, qual recurso é utilizado para inserir texto com efeitos especiais, como sombra e contorno?

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Q3370622 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

Marque a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q3370621 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

No trecho “A pergunta pegou Rosinha de surpresa”, o sujeito da oração é:
Alternativas
Q3370620 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

Releia o trecho a seguir e responda à questão:



– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.


[...]


– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar.



Assinale a alternativa que melhor descreve o nível de linguagem predominante nas falas da personagem Rosinha: 

Alternativas
Q3370619 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

Qual a figura de linguagem predominante no trecho “No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots”?
Alternativas
Q3370618 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

Com base no diálogo entre os personagens, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3367646 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Tendo por base o disposto na Lei Complementar nº 97/2009 que assinale a alternativa que corresponde ao conceito de servidor público:
Alternativas
Respostas
481: C
482: A
483: B
484: C
485: B
486: D
487: C
488: A
489: B
490: A
491: B
492: C
493: C
494: B
495: D
496: A
497: B
498: B
499: C
500: A