Foram encontradas 4.106 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3084004 Português

Um ano a menos



    Estamos nos aproximando do final de 2024 e temos um ano a menos para alcançar a meta do Pacto Contra a Fome: erradicar a fome até 2030 e garantir que todas as pessoas estejam bem alimentadas até 2040. Mais uma vez, é necessário destacar uma realidade alarmante: enquanto 64 milhões de brasileiros têm acesso restrito à alimentação, o país desperdiça 55 milhões de toneladas de alimentos todos os anos. Esse paradoxo entre abundância e escassez é um reflexo cruel da nossa atual crise alimentar.

    O Brasil é conhecido mundialmente como o celeiro do planeta e tem a capacidade de produzir alimentos suficientes para sua população e muito mais. No entanto, a realidade é que, enquanto uma parcela significativa da população enfrenta insegurança alimentar, uma quantidade impressionante de recursos é descartada.

    Esse desperdício não apenas perpetua a fome, mas também tem um impacto ambiental significativo. O ciclo de produção e descarte de alimentos é responsável por 8 a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa e contribui para a degradação ambiental.

    Além de ser um gigante agrícola, o Brasil enfrenta graves crises ambientais. As mudanças no clima estão intensificando eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, desencadeando efeitos diretos sobre a agricultura e a segurança alimentar. Enchentes e secas podem destruir colheitas, danificar infraestruturas, reduzir a produtividade agrícola e aumentar os preços dos alimentos. O impacto dessas crises é sentido não apenas pelos agricultores, mas também por toda a população, exacerbando as desigualdades existentes.

    Em um recente comunicado, o alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Volker Turk, alertou que a crise climática pode colocar 80 milhões de pessoas a mais em risco de fome até a metade deste século.

    O Brasil tem um papel importante na luta contra a fome e as mudanças climáticas. Como um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o país pode influenciar positivamente a segurança alimentar tanto nacional quanto global. No entanto, isso requer uma mudança de paradigma: precisamos adotar práticas mais sustentáveis e reduzir o desperdício de alimentos.

    Temos o potencial para liderar a transição para soluções climáticas. Nosso país possui vastos recursos naturais e uma crescente capacidade de gerar energia limpa, especialmente no Nordeste, que se destaca pela alta incidência solar e pelos ventos fortes, proporcionando um ambiente ideal para o avanço das fontes de energia renovável. Além disso, o Brasil já possui uma longa tradição no uso de bioenergia, com o etanol de cana-de-açúcar, e está investindo cada vez mais em tecnologias verdes. Esse investimento não só ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar os impactos das mudanças climáticas, mas também pode impulsionar o crescimento econômico por meio da criação de novos setores e empregos. 

    Estamos diante de uma encruzilhada. O futuro do Brasil – e do mundo – depende das escolhas que fazemos hoje. Precisamos urgentemente abordar o desperdício de alimentos e garantir que a produção agrícola em grande escala e dos pequenos produtores beneficie a todos. Além disso, a transição para práticas sustentáveis não é apenas uma responsabilidade ambiental, mas também uma oportunidade econômica. Nosso país pode se tornar uma potência verde, gerando renda e reduzindo desigualdades enquanto combate as crises ambientais.

    O que estamos vivenciando nos últimos tempos é um reflexo direto das escolhas que fizemos no passado. O aumento dramático de impactos ambientais, como queimadas e enchentes, é um sinal claro de que a falta de ação e a negligência em relação à sustentabilidade têm consequências severas. É urgente reavaliar e reformular nossas práticas diárias. Cada decisão que tomamos, desde o consumo até a gestão de resíduos, influencia o futuro do nosso planeta.

    Temos um ano a menos para tomar medidas efetivas. Se continuarmos ignorando a responsabilidade social e ambiental, o país e o mundo estarão drasticamente diferentes em 2030. As consequências de nossa inação se manifestarão em desastres ambientais mais frequentes, agravamento das desigualdades sociais e uma crise global de recursos. Cada dia que passa sem um compromisso firme com a sustentabilidade e a justiça social é um dia perdido para garantir um futuro habitável e equitativo. Temos menos tempo do que imaginamos para mudar o rumo de nossa trajetória e assegurar um futuro viável para todos. A hora de agir é agora, e o caminho para um mundo mais justo e equilibrado começa com nossas decisões de hoje.


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/colunas/geyze-diniz/nacional/um-ano-a-menos/. Acesso em: setembro de 2024.)

“Esse desperdício não apenas perpetua a fome, mas também tem um impacto ambiental significativo.” (3º§) Assinale a afirmativa que justifica adequadamente o emprego do pronome demonstrativo “esse”.
Alternativas
Q3084003 Português

Um ano a menos



    Estamos nos aproximando do final de 2024 e temos um ano a menos para alcançar a meta do Pacto Contra a Fome: erradicar a fome até 2030 e garantir que todas as pessoas estejam bem alimentadas até 2040. Mais uma vez, é necessário destacar uma realidade alarmante: enquanto 64 milhões de brasileiros têm acesso restrito à alimentação, o país desperdiça 55 milhões de toneladas de alimentos todos os anos. Esse paradoxo entre abundância e escassez é um reflexo cruel da nossa atual crise alimentar.

    O Brasil é conhecido mundialmente como o celeiro do planeta e tem a capacidade de produzir alimentos suficientes para sua população e muito mais. No entanto, a realidade é que, enquanto uma parcela significativa da população enfrenta insegurança alimentar, uma quantidade impressionante de recursos é descartada.

    Esse desperdício não apenas perpetua a fome, mas também tem um impacto ambiental significativo. O ciclo de produção e descarte de alimentos é responsável por 8 a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa e contribui para a degradação ambiental.

    Além de ser um gigante agrícola, o Brasil enfrenta graves crises ambientais. As mudanças no clima estão intensificando eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, desencadeando efeitos diretos sobre a agricultura e a segurança alimentar. Enchentes e secas podem destruir colheitas, danificar infraestruturas, reduzir a produtividade agrícola e aumentar os preços dos alimentos. O impacto dessas crises é sentido não apenas pelos agricultores, mas também por toda a população, exacerbando as desigualdades existentes.

    Em um recente comunicado, o alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Volker Turk, alertou que a crise climática pode colocar 80 milhões de pessoas a mais em risco de fome até a metade deste século.

    O Brasil tem um papel importante na luta contra a fome e as mudanças climáticas. Como um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o país pode influenciar positivamente a segurança alimentar tanto nacional quanto global. No entanto, isso requer uma mudança de paradigma: precisamos adotar práticas mais sustentáveis e reduzir o desperdício de alimentos.

    Temos o potencial para liderar a transição para soluções climáticas. Nosso país possui vastos recursos naturais e uma crescente capacidade de gerar energia limpa, especialmente no Nordeste, que se destaca pela alta incidência solar e pelos ventos fortes, proporcionando um ambiente ideal para o avanço das fontes de energia renovável. Além disso, o Brasil já possui uma longa tradição no uso de bioenergia, com o etanol de cana-de-açúcar, e está investindo cada vez mais em tecnologias verdes. Esse investimento não só ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar os impactos das mudanças climáticas, mas também pode impulsionar o crescimento econômico por meio da criação de novos setores e empregos. 

    Estamos diante de uma encruzilhada. O futuro do Brasil – e do mundo – depende das escolhas que fazemos hoje. Precisamos urgentemente abordar o desperdício de alimentos e garantir que a produção agrícola em grande escala e dos pequenos produtores beneficie a todos. Além disso, a transição para práticas sustentáveis não é apenas uma responsabilidade ambiental, mas também uma oportunidade econômica. Nosso país pode se tornar uma potência verde, gerando renda e reduzindo desigualdades enquanto combate as crises ambientais.

    O que estamos vivenciando nos últimos tempos é um reflexo direto das escolhas que fizemos no passado. O aumento dramático de impactos ambientais, como queimadas e enchentes, é um sinal claro de que a falta de ação e a negligência em relação à sustentabilidade têm consequências severas. É urgente reavaliar e reformular nossas práticas diárias. Cada decisão que tomamos, desde o consumo até a gestão de resíduos, influencia o futuro do nosso planeta.

    Temos um ano a menos para tomar medidas efetivas. Se continuarmos ignorando a responsabilidade social e ambiental, o país e o mundo estarão drasticamente diferentes em 2030. As consequências de nossa inação se manifestarão em desastres ambientais mais frequentes, agravamento das desigualdades sociais e uma crise global de recursos. Cada dia que passa sem um compromisso firme com a sustentabilidade e a justiça social é um dia perdido para garantir um futuro habitável e equitativo. Temos menos tempo do que imaginamos para mudar o rumo de nossa trajetória e assegurar um futuro viável para todos. A hora de agir é agora, e o caminho para um mundo mais justo e equilibrado começa com nossas decisões de hoje.


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/colunas/geyze-diniz/nacional/um-ano-a-menos/. Acesso em: setembro de 2024.)

O fragmento “[...] enquanto 64 milhões de brasileiros têm acesso restrito à alimentação, o país desperdiça 55 milhões de toneladas de alimentos todos os anos.” (1º§) apresenta informações que dão ao leitor ideia de:
Alternativas
Q3084002 Português

Um ano a menos



    Estamos nos aproximando do final de 2024 e temos um ano a menos para alcançar a meta do Pacto Contra a Fome: erradicar a fome até 2030 e garantir que todas as pessoas estejam bem alimentadas até 2040. Mais uma vez, é necessário destacar uma realidade alarmante: enquanto 64 milhões de brasileiros têm acesso restrito à alimentação, o país desperdiça 55 milhões de toneladas de alimentos todos os anos. Esse paradoxo entre abundância e escassez é um reflexo cruel da nossa atual crise alimentar.

    O Brasil é conhecido mundialmente como o celeiro do planeta e tem a capacidade de produzir alimentos suficientes para sua população e muito mais. No entanto, a realidade é que, enquanto uma parcela significativa da população enfrenta insegurança alimentar, uma quantidade impressionante de recursos é descartada.

    Esse desperdício não apenas perpetua a fome, mas também tem um impacto ambiental significativo. O ciclo de produção e descarte de alimentos é responsável por 8 a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa e contribui para a degradação ambiental.

    Além de ser um gigante agrícola, o Brasil enfrenta graves crises ambientais. As mudanças no clima estão intensificando eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, desencadeando efeitos diretos sobre a agricultura e a segurança alimentar. Enchentes e secas podem destruir colheitas, danificar infraestruturas, reduzir a produtividade agrícola e aumentar os preços dos alimentos. O impacto dessas crises é sentido não apenas pelos agricultores, mas também por toda a população, exacerbando as desigualdades existentes.

    Em um recente comunicado, o alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Volker Turk, alertou que a crise climática pode colocar 80 milhões de pessoas a mais em risco de fome até a metade deste século.

    O Brasil tem um papel importante na luta contra a fome e as mudanças climáticas. Como um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o país pode influenciar positivamente a segurança alimentar tanto nacional quanto global. No entanto, isso requer uma mudança de paradigma: precisamos adotar práticas mais sustentáveis e reduzir o desperdício de alimentos.

    Temos o potencial para liderar a transição para soluções climáticas. Nosso país possui vastos recursos naturais e uma crescente capacidade de gerar energia limpa, especialmente no Nordeste, que se destaca pela alta incidência solar e pelos ventos fortes, proporcionando um ambiente ideal para o avanço das fontes de energia renovável. Além disso, o Brasil já possui uma longa tradição no uso de bioenergia, com o etanol de cana-de-açúcar, e está investindo cada vez mais em tecnologias verdes. Esse investimento não só ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar os impactos das mudanças climáticas, mas também pode impulsionar o crescimento econômico por meio da criação de novos setores e empregos. 

    Estamos diante de uma encruzilhada. O futuro do Brasil – e do mundo – depende das escolhas que fazemos hoje. Precisamos urgentemente abordar o desperdício de alimentos e garantir que a produção agrícola em grande escala e dos pequenos produtores beneficie a todos. Além disso, a transição para práticas sustentáveis não é apenas uma responsabilidade ambiental, mas também uma oportunidade econômica. Nosso país pode se tornar uma potência verde, gerando renda e reduzindo desigualdades enquanto combate as crises ambientais.

    O que estamos vivenciando nos últimos tempos é um reflexo direto das escolhas que fizemos no passado. O aumento dramático de impactos ambientais, como queimadas e enchentes, é um sinal claro de que a falta de ação e a negligência em relação à sustentabilidade têm consequências severas. É urgente reavaliar e reformular nossas práticas diárias. Cada decisão que tomamos, desde o consumo até a gestão de resíduos, influencia o futuro do nosso planeta.

    Temos um ano a menos para tomar medidas efetivas. Se continuarmos ignorando a responsabilidade social e ambiental, o país e o mundo estarão drasticamente diferentes em 2030. As consequências de nossa inação se manifestarão em desastres ambientais mais frequentes, agravamento das desigualdades sociais e uma crise global de recursos. Cada dia que passa sem um compromisso firme com a sustentabilidade e a justiça social é um dia perdido para garantir um futuro habitável e equitativo. Temos menos tempo do que imaginamos para mudar o rumo de nossa trajetória e assegurar um futuro viável para todos. A hora de agir é agora, e o caminho para um mundo mais justo e equilibrado começa com nossas decisões de hoje.


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/colunas/geyze-diniz/nacional/um-ano-a-menos/. Acesso em: setembro de 2024.)

Conforme o contexto, assinale a alternativa correta para o significado de “inação” em: “As consequências de nossa inação se manifestarão em desastres ambientais mais frequentes, [...]”. (10º§)
Alternativas
Q3037650 Noções de Primeiros Socorros
Considerando-se a técnica de compressões torácicas em adultos, analise as respostas e escolha a opção CORRETA na contraindicação de um procedimento na sua aplicação.
Alternativas
Q3037649 Noções de Primeiros Socorros
Na parada Cardiorrespiratória (PCR) a cadeia de sobrevivência corresponde à sequência básica de ações a serem executadas por qualquer indivíduo que presencie uma situação de urgência/emergência, seja na sua residência, no local de trabalho ou fora dele. Avalie as respostas e marque a opção INCORRETA quanto a sequência de ações
Alternativas
Q3037648 Legislação de Trânsito
Mediante os equipamentos obrigatórios nos veículos, conforme estabelecido em lei, verifique as respostas e escolha a opção INCORRETA. 
Alternativas
Q3037647 Legislação de Trânsito
Considerando-se as regras básicas para os pedestres, analise as respostas e marque a CORRETA que define uma regra que é aplicável.
Alternativas
Q3037646 Legislação de Trânsito
Considerando-se as regras de preferência e de passagens em cruzamentos e passagem de nível em vias nas quais não há sinalização específica, analise as respostas e escolha a opção INCORRETA sobre quem terá a preferência.
Alternativas
Q3037645 Legislação de Trânsito
Uso correto de luzes e sinalização dos veículos de transporte escolar são essenciais para a segurança do estudantes. Avalie as respostas e marque a opção CORRETA sobre um uso inadequado de luzes e sinalização.
Alternativas
Q3037644 Noções de Primeiros Socorros
Convulsão é a perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias. Entre as principais causas estão epilepsia, exposição a agentes químicos de poder convulsígeno e outros. Analise as respostas e escolha a opção que está INCORRETA. 
Alternativas
Q3037643 Noções de Primeiros Socorros
O desmaio pode ser provocado por falta de oxigênio ou açúcar no cérebro, a que o organismo reage de forma automática, com perda de consciência e queda do corpo. Ocorrendo o desmaio, é recomendado fazer alguns procedimentos em primeiros socorros a vítima. Analise as alternativas e marque a opção CORRETA de um procedimento que não é recomendado.
Alternativas
Q3037642 Legislação de Trânsito
Os contratos de prestação de serviços para transporte escolar devem resguardar, em seus termos, tudo o que se refere à segurança, conforto e bem-estar dos estudantes transportados. Analise as alternativas e marque a opção que está INCORRETA sobre um desses termos.
Alternativas
Q3037641 Legislação de Trânsito
Os profissionais para efetuar a condução de transporte escolar necessitam determinadas habilitações. Verifique nas alternativas qual a opção CORRETA que se refere a uma condição que desabilita o profissional para essa condução.
Alternativas
Q3037640 Administração Geral
Contar com líderes estratégicos traz vantagens para a as instituições. Analise as respostas e marque a opção INCORRETA sobre estas possíveis vantagens.
Alternativas
Q3037639 Legislação de Trânsito
A velocidade máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Avalie as resposta e marque a opção CORRETA sobre as regras de velocidade em vias urbanas.
Alternativas
Q3037638 Legislação de Trânsito
As ultrapassagens são uma das principais causas de acidentes e precisam ser realizadas com toda a prudência e segundo procedimentos regulamentares. Analise as repostas e marque a opção INCORRETA de um desses procedimentos. 
Alternativas
Q3037637 Legislação de Trânsito
A direção defensiva é uma abordagem preventiva que foca na antecipação de problemas antes que eles se manifestem. Considerando-se os elementos da direção defensiva, verifique a alternativas e marque a opção CORRETA que refere um elemento desses.
Alternativas
Q3037636 Legislação de Trânsito
Direção defensiva é dirigir de uma forma que evite acidentes, mesmo diante dos erros de outros e de condições adversas. Analise as alternativas e marque a opção INCORRETA quanto a uma dessas situações adversas.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Barrolândia - TO Provas: INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Assistente Administrativo | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Agente Comunitário de Saúde | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Apoio Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Assistente de Transporte Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Almoxarifado | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Compras | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Comunicação | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Departamento Pessoal | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Posturas | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Tributos | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Saúde Bucal | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Transporte Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Coordenador Pedagógico | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Digitador | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Entrevistador do Programa Bolsa Família | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Faturista | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Licitações e contratos | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Vigilância Sanitária | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Monitor de Artes e Educação | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Monitor de Ensino | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Operador de Motoniveladora |
Q3037585 História e Geografia de Estados e Municípios
A partir de 2017, o IBGE passou a dividir os estados brasileiros em regiões geográficas intermediárias e regiões geográficas imediatas. O Tocantins possui três regiões intermediárias. Avalie as resposta e escolha a opção que está CORRETA na informação dessas regiões.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Barrolândia - TO Provas: INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Assistente Administrativo | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Agente Comunitário de Saúde | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Apoio Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Assistente de Transporte Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Almoxarifado | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Compras | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Comunicação | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Departamento Pessoal | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Posturas | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Tributos | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Saúde Bucal | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Transporte Escolar | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Coordenador Pedagógico | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Digitador | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Entrevistador do Programa Bolsa Família | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Faturista | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Auxiliar de Licitações e contratos | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Fiscal de Vigilância Sanitária | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Monitor de Artes e Educação | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Monitor de Ensino | INAZ do Pará - 2024 - Prefeitura de Barrolândia - TO - Operador de Motoniveladora |
Q3037584 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando-se os aspectos da Geografia do estado do Tocantins, analise as respostas e escolha a opção que está INCORRETA.
Alternativas
Respostas
901: E
902: A
903: A
904: B
905: E
906: A
907: E
908: E
909: A
910: E
911: C
912: D
913: E
914: C
915: E
916: A
917: A
918: E
919: E
920: C