Questões de Concurso Comentadas para professor - letras

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Q3503709 Português
TEXTO 1


Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários

Por Gina Vieira Ponte


A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(os) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.

Entendendo que a concepção de Educação Integral deve orientar a organização do trabalho pedagógico em todas as etapas e modalidades e no ensino de todos os componentes curriculares, como incorporar às aulas de Língua Portuguesa os princípios, os pressupostos teóricos e as concepções da Educação Integral? Antes de tudo, é necessário destacar que a base histórica do ensino de Língua Portuguesa no Brasil apoia-se na ideia de transformar as diferenças em deficiências. Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).

A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).

A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].

Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto-padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Este é um imperativo ético de uma Educação Integral que estabelece um compromisso inegociável com a garantia das aprendizagens (Guedes, 1997; Soares, 2002).

Para garantir esse direito, as(os) profissionais da educação precisam ainda se compreender como intelectuais orgânicas(os) (Giroux, 1997), precisam ter a sua autoria e autonomia respeitadas, devem ter, como elemento norteador do seu fazer pedagógico, a premissa de que “a aula de Português não faz sentido se não for dada para leitoras(es). Só a(o) leitora(or) pode ser chamada(o) a ler melhor o que leu e a escrever melhor o que escreveu” (Guedes, 1997, p.7). O sentido de ler, aqui, precisa também ser reconfigurado, porque não se restringe à concepção de leitura muitas vezes cristalizada na escola, em que se espera que a(o) aluna(o) leia apenas para aceitar ou descobrir os sentidos já constituídos como tradicionais nos textos. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23).

Quanto à leitura, merece destaque também o trabalho com a literatura, a literatura brasileira como este “esforço histórico que construiu uma cultura de resistência ao colonialismo” (Guedes, 1997, p.11), a literatura como espaço de reflexão crítica sobre a realidade, sobre nós mesmos, a literatura como alimento para a imaginação. Em uma escola que se ocupa da Educação Integral, o trabalho com a literatura tem centralidade, porque ela é um dos elementos culturais mais importantes para a formação humana, ética, artística e para o desenvolvimento da capacidade de pensar de forma inteligente e profunda a realidade [...].

Na tarefa de construir a(o) leitora(or), nós, professoras e professores, precisamos estar atentas(os) também ao fato de que a curadoria que fazemos dos textos que trabalhamos em nossas aulas, no nosso compromisso de promover uma Educação Integral, não pode repercutir as exclusões históricas que deixaram fora do currículo oficial as produções de mulheres, de escritoras e escritores negras(os), indígenas, quilombolas, bem como das(os) escritoras(es) locais, aquelas(es) que escrevem sobre a realidade daquele território e daquela comunidade onde a escola está inserida [...].

Falar da interface entre ensino de Língua Portuguesa e Educação Integral é falar da promoção de uma educação genuinamente transformadora. Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo, a forma como a escola ensina essa língua será decisiva, não só quanto a garantir ou não o direito de a(o) estudante aprender, mas ela será decisiva na maneira como essa(esse) estudante construirá relações consigo, com a sua comunidade e com o seu país [...].


PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
O posicionamento da autora quanto às variantes linguísticas e suas implicações para o ensino de Língua Portuguesa é de defesa da
Alternativas
Q3503708 Literatura
TEXTO 1


Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários

Por Gina Vieira Ponte


A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(os) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.

Entendendo que a concepção de Educação Integral deve orientar a organização do trabalho pedagógico em todas as etapas e modalidades e no ensino de todos os componentes curriculares, como incorporar às aulas de Língua Portuguesa os princípios, os pressupostos teóricos e as concepções da Educação Integral? Antes de tudo, é necessário destacar que a base histórica do ensino de Língua Portuguesa no Brasil apoia-se na ideia de transformar as diferenças em deficiências. Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).

A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).

A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].

Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto-padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Este é um imperativo ético de uma Educação Integral que estabelece um compromisso inegociável com a garantia das aprendizagens (Guedes, 1997; Soares, 2002).

Para garantir esse direito, as(os) profissionais da educação precisam ainda se compreender como intelectuais orgânicas(os) (Giroux, 1997), precisam ter a sua autoria e autonomia respeitadas, devem ter, como elemento norteador do seu fazer pedagógico, a premissa de que “a aula de Português não faz sentido se não for dada para leitoras(es). Só a(o) leitora(or) pode ser chamada(o) a ler melhor o que leu e a escrever melhor o que escreveu” (Guedes, 1997, p.7). O sentido de ler, aqui, precisa também ser reconfigurado, porque não se restringe à concepção de leitura muitas vezes cristalizada na escola, em que se espera que a(o) aluna(o) leia apenas para aceitar ou descobrir os sentidos já constituídos como tradicionais nos textos. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23).

Quanto à leitura, merece destaque também o trabalho com a literatura, a literatura brasileira como este “esforço histórico que construiu uma cultura de resistência ao colonialismo” (Guedes, 1997, p.11), a literatura como espaço de reflexão crítica sobre a realidade, sobre nós mesmos, a literatura como alimento para a imaginação. Em uma escola que se ocupa da Educação Integral, o trabalho com a literatura tem centralidade, porque ela é um dos elementos culturais mais importantes para a formação humana, ética, artística e para o desenvolvimento da capacidade de pensar de forma inteligente e profunda a realidade [...].

Na tarefa de construir a(o) leitora(or), nós, professoras e professores, precisamos estar atentas(os) também ao fato de que a curadoria que fazemos dos textos que trabalhamos em nossas aulas, no nosso compromisso de promover uma Educação Integral, não pode repercutir as exclusões históricas que deixaram fora do currículo oficial as produções de mulheres, de escritoras e escritores negras(os), indígenas, quilombolas, bem como das(os) escritoras(es) locais, aquelas(es) que escrevem sobre a realidade daquele território e daquela comunidade onde a escola está inserida [...].

Falar da interface entre ensino de Língua Portuguesa e Educação Integral é falar da promoção de uma educação genuinamente transformadora. Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo, a forma como a escola ensina essa língua será decisiva, não só quanto a garantir ou não o direito de a(o) estudante aprender, mas ela será decisiva na maneira como essa(esse) estudante construirá relações consigo, com a sua comunidade e com o seu país [...].


PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
Na Educação Integral, o ensino do texto literário deve estar focado na literatura como
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Provas: FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Administração Contábil e Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenho Técnico | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: História | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenvolvimento de Jogos Digitais | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Inglesa | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Didática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Manutenção e Suporte em Informática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Moda e Produção de Vestuário | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Políticas e Gestão Escolar | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Processamento de Alimentos | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Química | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Projetos Agrícolas e Agricultura de Precisão | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Rede de Computadores | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Sistemas da Informação | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Fundamentos da Administração, Gestão de Negócios, Logística, Marketing, Cooperativismo, Terceiro Setor e Empreendedorismo | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Gestão Ambiental |
Q3502512 Legislação Federal
De acordo com a Lei nº 12772/2012, que trata da carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), a progressão funcional será concedida em conformidade com
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Provas: FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Administração Contábil e Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenho Técnico | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: História | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenvolvimento de Jogos Digitais | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Inglesa | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Didática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Manutenção e Suporte em Informática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Moda e Produção de Vestuário | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Políticas e Gestão Escolar | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Processamento de Alimentos | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Química | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Projetos Agrícolas e Agricultura de Precisão | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Rede de Computadores | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Sistemas da Informação | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Fundamentos da Administração, Gestão de Negócios, Logística, Marketing, Cooperativismo, Terceiro Setor e Empreendedorismo | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Gestão Ambiental |
Q3502511 Ética na Administração Pública
O Decreto nº 1171/94 aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Segundo esse decreto, é dever do servidor público
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Provas: FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Administração Contábil e Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenho Técnico | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: História | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenvolvimento de Jogos Digitais | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Inglesa | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Didática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Manutenção e Suporte em Informática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Moda e Produção de Vestuário | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Políticas e Gestão Escolar | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Processamento de Alimentos | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Química | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Projetos Agrícolas e Agricultura de Precisão | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Rede de Computadores | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Sistemas da Informação | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Fundamentos da Administração, Gestão de Negócios, Logística, Marketing, Cooperativismo, Terceiro Setor e Empreendedorismo | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Gestão Ambiental |
Q3502510 Direito Administrativo
Segundo a Lei nº 8027/90, a conduta do servidor de se ausentar da repartição, durante o expediente, sem prévia autorização da chefia imediata, enseja a aplicação de pena de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Provas: FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Administração Contábil e Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenho Técnico | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: História | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Desenvolvimento de Jogos Digitais | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Inglesa | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Didática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Manutenção e Suporte em Informática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Moda e Produção de Vestuário | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Políticas e Gestão Escolar | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Processamento de Alimentos | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Química | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Projetos Agrícolas e Agricultura de Precisão | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Rede de Computadores | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Sistemas da Informação | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Física | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Fundamentos da Administração, Gestão de Negócios, Logística, Marketing, Cooperativismo, Terceiro Setor e Empreendedorismo | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-RN - Professor EBTT - Área: Gestão Ambiental |
Q3502508 Direito Administrativo
Constitui forma de provimento de cargo público, de acordo com a Lei nº 8112/90, a
Alternativas
Q3371447 Pedagogia
De acordo com o Art. 18-A do Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever de todos assegurar à criança e ao adolescente o direito de serem educados e cuidados com respeito e dignidade.

Analise as afirmativas e assinale a alternativa que está de acordo com o referido artigo.
Alternativas
Q3371439 Inglês

TEXT I


Why do birds sing so loudly in the morning in spring? It’s the ‘dawn chorus’ 


As spring begins, so does a fresh song at daybreak, unique to the season. Just before the sun rises, birds start singing their melodies, creating a chirpy symphony.


This phenomenon is known as the dawn chorus, and it’s special for a number of reasons: There are more birds singing at this time of year, and they also sing more often. This energetic burst of birdsong is often louder than usual too. The dawn chorus’ early morning explosion of sounds has even inspired multiple poems and songs.


“It's the epitome of spring,” says Jordan E. Rutter, an ornithologist at the American Bird Conservancy. After the long and cold winter, “all of a sudden you have this influx of so many beautiful birds coming back and singing.”


This harmony of birdsong at dawn happens during a fundamental time of the year. The dawn chorus is, in fact, mostly composed of birds of both genders singing to find a mate so they can breed (though males may sing more).


“There is such a large increase in quantity of song by individuals and the collective,” Rutter says. “These birds sing louder to literally be heard. They need to compete with each other as well, and the louder the better in regards to who is the most impressive mate.”


During this time, males also sing to assert their dominance and claim their territory. “Those songs are how they communicate to other males of the same species, or even just other birds and predators in general, and say, ‘This is my home,’” says Rutter.


In the United States and Canada, the dawn chorus can be heard roughly from March through May, when many bird species migrate there from their winter homes to breed. Peak dawn chorus times might depend on where you live, Rutter says. For example, April is peak for the southern U.S., but birds in Washington, D.C., will put on the best show in early May. (Alternatively, in the tropics, the dawn chorus can be heard almost any time of year, as many birds have a prolonged breeding season in those warmer climates.)


Why is it a ‘dawn’ chorus?


But why birds sing in the early morning is still “an open question,” says Mike Webster, an ornithologist at the Cornell Lab of Ornithology. “There's a lot of debate, and I don't think there's any consensus on exactly why it is that everything happens at dawn."


One hypothesis is that weather conditions at daybreak make it easier for birdsong to travel.


“In general, sound travels farther when the air is cooler and more dense. Sound also transmits more clearly (and very slightly faster) when humidity is higher so that details of the song do not degrade as much over distance,” says Heather Williams, a professor at Williams College who has studied the neuroscience of birdsong. She notes that wind may also impede sound transmission. “At dawn, the cooler air results in decreased winds at ground level, so coupled with the higher humidity, sound carries farther and more clearly, with less distortion.”


Extract from 



https://www.nationalgeographic.com/animals/article/birds-dawn-chorus (Accessed on 14 April 2025.)

In the sentence “… so many beautiful birds coming back and singing.”, there is one specific phrasal verb, which is come back, that can be replaced by the verb return without changing the meaning. Read and analyze the statement below:

“I need you to support me this afternoon.” The verb “to support” in this context can be changed by the phrasal verb:
Alternativas
Q3371437 Inglês

TEXT I


Why do birds sing so loudly in the morning in spring? It’s the ‘dawn chorus’ 


As spring begins, so does a fresh song at daybreak, unique to the season. Just before the sun rises, birds start singing their melodies, creating a chirpy symphony.


This phenomenon is known as the dawn chorus, and it’s special for a number of reasons: There are more birds singing at this time of year, and they also sing more often. This energetic burst of birdsong is often louder than usual too. The dawn chorus’ early morning explosion of sounds has even inspired multiple poems and songs.


“It's the epitome of spring,” says Jordan E. Rutter, an ornithologist at the American Bird Conservancy. After the long and cold winter, “all of a sudden you have this influx of so many beautiful birds coming back and singing.”


This harmony of birdsong at dawn happens during a fundamental time of the year. The dawn chorus is, in fact, mostly composed of birds of both genders singing to find a mate so they can breed (though males may sing more).


“There is such a large increase in quantity of song by individuals and the collective,” Rutter says. “These birds sing louder to literally be heard. They need to compete with each other as well, and the louder the better in regards to who is the most impressive mate.”


During this time, males also sing to assert their dominance and claim their territory. “Those songs are how they communicate to other males of the same species, or even just other birds and predators in general, and say, ‘This is my home,’” says Rutter.


In the United States and Canada, the dawn chorus can be heard roughly from March through May, when many bird species migrate there from their winter homes to breed. Peak dawn chorus times might depend on where you live, Rutter says. For example, April is peak for the southern U.S., but birds in Washington, D.C., will put on the best show in early May. (Alternatively, in the tropics, the dawn chorus can be heard almost any time of year, as many birds have a prolonged breeding season in those warmer climates.)


Why is it a ‘dawn’ chorus?


But why birds sing in the early morning is still “an open question,” says Mike Webster, an ornithologist at the Cornell Lab of Ornithology. “There's a lot of debate, and I don't think there's any consensus on exactly why it is that everything happens at dawn."


One hypothesis is that weather conditions at daybreak make it easier for birdsong to travel.


“In general, sound travels farther when the air is cooler and more dense. Sound also transmits more clearly (and very slightly faster) when humidity is higher so that details of the song do not degrade as much over distance,” says Heather Williams, a professor at Williams College who has studied the neuroscience of birdsong. She notes that wind may also impede sound transmission. “At dawn, the cooler air results in decreased winds at ground level, so coupled with the higher humidity, sound carries farther and more clearly, with less distortion.”


Extract from 



https://www.nationalgeographic.com/animals/article/birds-dawn-chorus (Accessed on 14 April 2025.)

In line 8, the words more often mean:
Alternativas
Q3371434 Inglês

TEXT I


Why do birds sing so loudly in the morning in spring? It’s the ‘dawn chorus’ 


As spring begins, so does a fresh song at daybreak, unique to the season. Just before the sun rises, birds start singing their melodies, creating a chirpy symphony.


This phenomenon is known as the dawn chorus, and it’s special for a number of reasons: There are more birds singing at this time of year, and they also sing more often. This energetic burst of birdsong is often louder than usual too. The dawn chorus’ early morning explosion of sounds has even inspired multiple poems and songs.


“It's the epitome of spring,” says Jordan E. Rutter, an ornithologist at the American Bird Conservancy. After the long and cold winter, “all of a sudden you have this influx of so many beautiful birds coming back and singing.”


This harmony of birdsong at dawn happens during a fundamental time of the year. The dawn chorus is, in fact, mostly composed of birds of both genders singing to find a mate so they can breed (though males may sing more).


“There is such a large increase in quantity of song by individuals and the collective,” Rutter says. “These birds sing louder to literally be heard. They need to compete with each other as well, and the louder the better in regards to who is the most impressive mate.”


During this time, males also sing to assert their dominance and claim their territory. “Those songs are how they communicate to other males of the same species, or even just other birds and predators in general, and say, ‘This is my home,’” says Rutter.


In the United States and Canada, the dawn chorus can be heard roughly from March through May, when many bird species migrate there from their winter homes to breed. Peak dawn chorus times might depend on where you live, Rutter says. For example, April is peak for the southern U.S., but birds in Washington, D.C., will put on the best show in early May. (Alternatively, in the tropics, the dawn chorus can be heard almost any time of year, as many birds have a prolonged breeding season in those warmer climates.)


Why is it a ‘dawn’ chorus?


But why birds sing in the early morning is still “an open question,” says Mike Webster, an ornithologist at the Cornell Lab of Ornithology. “There's a lot of debate, and I don't think there's any consensus on exactly why it is that everything happens at dawn."


One hypothesis is that weather conditions at daybreak make it easier for birdsong to travel.


“In general, sound travels farther when the air is cooler and more dense. Sound also transmits more clearly (and very slightly faster) when humidity is higher so that details of the song do not degrade as much over distance,” says Heather Williams, a professor at Williams College who has studied the neuroscience of birdsong. She notes that wind may also impede sound transmission. “At dawn, the cooler air results in decreased winds at ground level, so coupled with the higher humidity, sound carries farther and more clearly, with less distortion.”


Extract from 



https://www.nationalgeographic.com/animals/article/birds-dawn-chorus (Accessed on 14 April 2025.)

About the text I, we can infer that: 
Alternativas
Q3371284 Pedagogia
De acordo com o Art. 65 do Estatuto da Criança e do Adolescente, ao adolescente aprendiz, maior de quatorze anos, são assegurados os direitos: 
Alternativas
Q3371281 Português
Cotidiano
(Chico Buarque de Holanda)

Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã

Olhar 43
(RPM)

Seu corpo é fruto proibido/É a chave de todo pecado e da libido/E prum garoto introvertido como eu/É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar/É água turva de beber, se envenenar/Nas suas curvas derrapar, sair da estrada/E morrer no mar (no mar)

Quanto aos termos da oração em negrito, seguindo os fragmentos das músicas “Cotidiano (Chico Buarque de Holanda)” e “Olhar 43 (RPM)”, assinale a alternativa correta quanto à função sintática dos termos destacados.
Alternativas
Q3371280 Português
Leia os fragmentos das músicas abaixo e marque a alternativa correta, quanto às classes gramaticais, de acordo com o contexto das duas músicas respectivamente.

Cotidiano
(Chico Buarque de Holanda)

Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã

Olhar 43
(RPM)

Seu corpo é fruto proibido/É a chave de todo pecado e da libido/E prum garoto introvertido como eu/É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar/É água turva de beber, se envenenar/Nas suas curvas derrapar, sair da estrada/E morrer no mar (no mar)
Alternativas
Q3371277 Português
Em relação aos períodos compostos por subordinação, marque a alternativa correta quanto à classificação.
Alternativas
Q3371276 Português
Leia alguns enxertos da música a seguir e depois marque a alternativa INCORRETA quanto aos comentários.
Inútil
(Ultraje a rigor)

A gente não sabemos
escolher presidente
a gente não sabemos
tomar conta da gente
a gente não sabemos
nem escovar os dente
tem gringo pensando
que nóis é indigente...

Inútil!
A gente somos inútil!
Inútil!
A gente somos inútil!

A gente faz carro
E não sabe guiar
A gente faz trilho
E não tem trem pra botar
A gente faz filho
E não consegue criar
A gente pede grana
E não consegue pagar

[...]

A gente faz música
E não consegue gravar
A gente escreve livro
E não consegue publicar
A gente escreve peça
E não consegue encenar
A gente joga bola
E não consegue ganhar...



Alternativas
Q3371275 Português
Quanto ao uso da crase, assinale a alternativa correta quanto aos comentários, mas, antes, leia e analise os segmentos a seguir:

I. Prefiro minha blusa a de Camila;
II. Fomos à Portugal ano passado;
III. Estaremos aqui às cinco da tarde amanhã;
IV. Iremos a casa de João e Márcia hoje;
V. Estou a distância de cinco metros de minha casa.
Alternativas
Q3371274 Português
O Novo Acordo Ortográfico de 2008 modificou a língua quanto à ortografia, ao uso do hífen e à acentuação gráfica.

Marque a alternativa onde todos os vocábulos estão corretamente grafados:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Rolim de Moura - RO Provas: IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Assistente Social (Especialista em Educação C) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Técnico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Engenheiro Civil (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Educação Física | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de História (20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Inglês | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras e Literatura (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (Inglês - 20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Matemática (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Química (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Fonoaudiólogo (Especialista em Educação B) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Nutricionista (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo de Educação Infantil (30 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Ensino Especial | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo - Intérprete de Libras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Orientador (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Pré-Escolar | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Séries Iniciais | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Supervisor (40 Horas) |
Q3367072 Português

TEXTO II


Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de gênero


Apesar de concebida pelo senso comum como uma instituição predominantemente masculina, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro admite também mulheres entre seus servidores. Em suas atividades diárias, elas relatam enfrentar dificuldades, frustrações e cobranças. Um estudo realizado pelo Centro Latino-americano de Estudos de Violência e Saúde (Claves), vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), uma unidade da Fiocruz, questionou 2.746 policiais, dos quais cerca de 19% eram mulheres, e descobriu que elas apresentam mais sofrimento psíquico que seus colegas de trabalho.


"Sofrimento psíquico é um conjunto de condições psicológicas que, apesar de não caracterizar uma doença, gera determinados sinais e sintomas que indicam sofrimento" explica a psicóloga Edinilsa Ramos de Souza, coordenadora do projeto. O problema pode ser causado por diversos fatores, inclusive as condições de trabalho, como falta de instalações adequadas, estresse e falta de preparo para a função. "No dia-a-dia, o policial precisa continuar com o seu trabalho e não pode demonstrar fragilidade", acrescenta. "Isso aumenta o sofrimento e, muitas vezes, faz com que o profissional somatize as questões psicológicas em problemas de saúde, como pressão alta, insônia e dores de cabeça".



(Catarina Chagas)

O texto II é predominantemente:
Alternativas
Q3283832 Literatura
“Resistir fazia parte da sua vida e você nunca havia se questionado por que as coisas eram assim. Nunca se questionou por que era pobre, nunca se questionou por que vivia sem pai. Nunca se perguntou por que a polícia o abordava na rua com tanta frequência. A vida simplesmente acontecia e você simplesmente passava por ela”

Fonte: TENÓRIO, J. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 32-33.

A leitura literária pode atuar como fator de humanização e democratização, contribuindo para a emancipação dos sujeitos e, consequentemente, para a consolidação de uma cultura mais humanista e democrática, o que pode ser visto, por exemplo, no romance “O avesso da pele”. 

Sobre essa capacidade da literatura, considere as afirmativas a seguir.

I  →  As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana devem orientar para o desencadeamento de processo de afirmação de identidades, de historicidade negada ou distorcida.
II  →  Romances como “O avesso da pele” mostram que, mesmo após mais de um século do fim da escravidão no Brasil, o povo negro ainda é reprimido e perseguido na e pela sociedade brasileira. 
III  →  A inclusão da Literatura Afro-brasileira nas escolas, sua leitura e seu debate, funciona como estratégia para o estabelecimento de um diálogo cultural que pode promover um deslocamento de perspectiva frequentemente necessário para a discussão de temas como alteridade, diversidade cultural, exploração, opressão e racismo.
IV  →  A Lei Nº 10639/03 garante que se discutam, nas aulas de História, Literatura e Artes, questões de luta do povo negro no Brasil.

Está(ão) correta(s)
Alternativas
Q3283831 Literatura
Em viagem pela Europa, ou em contato com amigos europeus, escritores como Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Ronald de Carvalho, Tristão de Ataíde e Graça Aranha tiveram contato com os movimentos de vanguardas artísticas do início do século XX. A Semana de Arte Moderna de 1922 foi ponto de encontro desse grupo, trazendo inovações da linguagem literária, desde os caracteres materiais da pontuação e do traçado gráfico até as estruturas fônicas, léxicas e sintáticas do discurso.

Mario de Andrade, no “Prefácio interessantíssimo” de “Pauliceia Desvairada”, por exemplo, escreveu: 

“Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi. Daí a razão deste Prefácio interessantíssimo. (...) Um pouco de teoria? Acredito que o lirismo, nascido no subconsciente, acrisolado num pensamento claro ou confuso, cria frases que são versos inteiros, sem prejuízo de medir tantas sílabas, com acentuação determinada” (ANDRADE apud BOSI, 2013, p. 371).

Fonte: BOSI, A. História concisa da Literatura Brasileira. 49ª ed. São Paulo: Cultrix, 2013.

Sobre a primeira fase do Modernismo brasileiro, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) A Semana de Arte Moderna foi o ponto de encontro das várias tendências artísticas que, desde a I Guerra, vinham se firmando de Norte a Sul no Brasil.
( ) Apesar de a Semana ter ocorrido somente em 1922, entre os anos 1920 e 1921 Mário de Andrade já havia escrito “Pauliceia Desvairada”, primeiro livro de poesia integralmente nova.
( ) O verso livre foi a última conquista do Simbolismo e o primeiro passo do Modernismo. Sendo ele uma unidade rítmico-melódica, o verso livre virá a produzir também um novo modo de dispor o texto.

A sequência correta é
Alternativas
Respostas
421: D
422: D
423: B
424: D
425: A
426: B
427: C
428: E
429: D
430: B
431: C
432: C
433: E
434: E
435: D
436: C
437: B
438: E
439: E
440: A