Questões de Concurso Comentadas para inspetor de alunos

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Q3454027 Pedagogia
Conforme a Lei Federal nº 9.394/96, art. 12, os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de, entre outras,
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Q3454026 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme a Lei Federal nº 8.069/1990, art. 16, o direito _______________ compreende os seguintes aspectos, entre outros: brincar, praticar esportes e divertir-se; buscar refúgio, auxílio e orientação.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q3454025 Pedagogia
A respeito dos conhecimentos básicos e da atuação adequada com as crianças com síndrome de Down, assinale a alternativa correta.
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Q3454024 Pedagogia
Com relação aos conhecimentos básicos e à atuação adequada com as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), é correto afirmar que
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Q3454023 Pedagogia
Em relação à organização da escola e ao desenvolvimento dos educandos, é correto afirmar que a escola deve
Alternativas
Q3454022 Pedagogia
Na educação pública, a valorização das diferenças de gênero significa
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Q3454021 Pedagogia
No contexto da educação básica da rede pública de ensino, a dimensão do cuidado deve ser entendida como 
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Q3454020 Pedagogia
Considere a seguinte situação hipotética:
Ao notar que estava aumentando o número de desavenças entre os alunos durante o intervalo, o inspetor de alunos procurou a equipe gestora para comunicar a situação. No entanto, houve divergências entre os membros da equipe gestora.
Diante de tais divergências, o inspetor de alunos deve
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Q3454019 Pedagogia
Considere a seguinte situação hipotética:
Em uma escola da rede pública municipal, a professora deixava do lado de fora da sala de aula os alunos que se recusavam a fazer silêncio enquanto ela estava explicando o conteúdo. Isso ocorria com muita frequência. Às vezes, ficavam do lado de fora cinco ou seis alunos.
Diante dessa situação, a atitude mais adequada para o inspetor de alunos deve ser:
Alternativas
Q3454018 Pedagogia
Nas instituições de ensino público, em relação à movimentação dos alunos no espaço escolar, a atitude adequada de um inspetor de alunos é: 
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Q3454017 Atendimento ao Público
Em relação ao trato diário com pais de alunos ou responsáveis legais, é fundamental que o inspetor de alunos assuma uma postura
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Q3454016 Ética na Administração Pública
A respeito da ética no serviço público, é correto afirmar que o Inspetor de Alunos deve
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Q3454015 Pedagogia
Em relação à função social da escola pública, é correto afirmar que ela deve
Alternativas
Q3454014 Pedagogia
Conforme Ropoli (2010), o documento norteador das ações da escola que oportuniza um exercício reflexivo do processo para tomada de decisões no seu âmbito é o 
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Q3453833 Raciocínio Lógico
Caio está analisando o mapa de uma cidade, em particular a rua R1 em relação à rua R2 , ambas retas. Essas ruas são representadas na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Caio não pôde medir diretamente os ângulos envolvidos, mas percebeu que o ângulo BÂC está para o ângulo BÂD assim como 2 está para 7. Com base nisso, Caio concluiu, corretamente, que o ângulo BÂD mede 
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Q3453832 Matemática
Um terreno destinado ao cultivo de herbáceas tem a forma de um retângulo. A medida do seu comprimento é igual a 2,5 vezes a medida de sua largura, e sua área é de 810 m2. Assim, o perímetro desse terreno mede
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Q3453830 Matemática
No último dia de 2024, a soma das populações de duas espécies, A e B, em uma reserva ecológica, era igual a 373 indivíduos. Depois de algum tempo, a população da espécie A havia perdido 25 indivíduos, mas, em contrapartida, a população da espécie B havia aumentado em 25%, e, assim, a soma das populações das espécies A e B passou a ser igual a 410 indivíduos. No último dia de 2024, a diferença entre as populações das espécies B e A era igual a
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Q3453823 Português
A norma-padrão de regência verbal e nominal está respeitada em: 
Alternativas
Q3453822 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal. 
Alternativas
Q3453821 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Considere os trechos:
•  Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei. (1º parágrafo)
•  Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Respostas
321: C
322: A
323: C
324: E
325: D
326: B
327: E
328: C
329: B
330: D
331: B
332: A
333: E
334: E
335: E
336: C
337: B
338: D
339: B
340: A