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Q3972755 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O texto em análise é um artigo de opinião em que, quem o escreveu, expõe seu ponto de vista a respeito da presença e permanência de mulheres na ciência, argumentando em torno do fato de que apenas pensar em acesso à ciência não é suficiente, é preciso analisar o contexto de acesso e também de permanência.
(__)Apesar de não haver indicativo de quem escreveu o texto, marcas linguísticas ao longo da reflexão possibilitam ao(à) leitor(a) identificar essa autoria como sendo feminina.
(__)O texto foi construído com título, subtítulo e corpo do texto. O subtítulo, neste caso, é desnecessário porque ele não cumpre sua função principal que é ampliar as informações contidas no título, logo, não retém o leitor, nem o conduz à leitura do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3972754 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)
Leia as sentenças a seguir e analise-as:
I.Em "hiperprodutividade", há um erro de grafia porque a forma correta de escrita das palavras formadas com o prefixo hiper- é com hífen, independente do contexto: hiper-produtividade.
II.No trecho "Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência [...]", houve um equívoco na escrita da palavra "sub representadas". O correto é: sub-representadas, pois, nesse contexto, "sub-" é prefixo e designa sentido de inferioridade à palavra que ele acompanha.
III.Em "No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação [...]", a palavra "pós-graduação" foi escrita corretamente porque se usa hífen quando o prefixo tônico acentuado graficamente (pós-) acompanha uma palavra que tem vida à parte.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3972753 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)

Leia o excerto a seguir, que se trata da conclusão do texto:


"Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar."


Analise as sentenças a seguir:


I.Ao usar o pronome demonstrativo "este", referindo-se ao 11 de fevereiro, quem escreveu o texto situou o leitor temporalmente, deixando claro que se tratava desse dia em 2026, data em que o texto foi publicado por ocasião de se comemorar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Desse modo, há um contraponto com o 1º parágrafo, que se refere à data de modo geral, ou seja, a data em todos os anos.


II.No trecho sublinhado, tem-se uma relação de oposição, instaurada pela conjunção "mas", que é exclusivamente adversativa. 


III.Considerando toda a discussão proposta no texto, na conclusão pode-se inferir que, para produzir novos balanços, é preciso repensar a ciência também a partir da experiência de mulheres e meninas que vivem o ambiente acadêmico-científico.


É correto o que se afirma e

Alternativas
Q3948467 Ética na Administração Pública
A ética no serviço público relaciona-se ao conjunto de princípios que orientam a conduta dos agentes estatais no exercício de suas funções, visando assegurar a supremacia do interesse coletivo, a integridade das decisões administrativas e a confiança da sociedade nas instituições. Esses princípios estabelecem parâmetros de comportamento que ultrapassam o mero cumprimento legal, alcançando a dimensão valorativa da atuação do servidor público (BRASIL, 1994).
Com base nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3948461 Direito Administrativo
As condutas vedadas no exercício da função pública correspondem a práticas incompatíveis com os valores éticos e com os princípios que regem a Administração Pública. A observância dessas restrições visa preservar a integridade institucional, prevenir conflitos de interesse e assegurar a confiança da sociedade na atuação dos agentes públicos, prevendo consequências proporcionais ao descumprimento desses deveres (BRASIL, 1994).
Com base nessa compreensão, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3948460 Redes de Computadores
Um assistente de tecnologia está configurando o acesso remoto para um funcionário que precisa acessar a rede interna da empresa de sua casa, de forma segura, através da internet pública. Para isso, ele precisa estabelecer um "túnel" criptografado entre o computador do funcionário e a rede da empresa, garantindo a confidencialidade e a integridade dos dados trafegados. Marque a alternativa CORRETA que corresponde a conexão segura descrita. 
Alternativas
Q3948459 Sistemas Operacionais
Em sistemas operacionais, o kernel é o núcleo do sistema, responsável pelo gerenciamento de processos, memória, dispositivos e chamadas de sistema. Em ambientes Linux, um assistente de tecnologia pode precisar interagir com o kernel para carregar módulos ou compilar drivers. Já no Windows, essa interação é menos comum para o usuário final, mas o conceito de modos de operação (usuário e kernel) é fundamental para a estabilidade do sistema.

Analise as seguintes proposições sobre o funcionamento do kernel no Windows e no Linux:

I. No Linux, o kernel é monolítico, mas pode ter sua funcionalidade estendida dinamicamente através de módulos carregáveis (kernel monolítico modular), permitindo adicionar suporte a novos hardwares ou sistemas de arquivos sem a necessidade de reiniciar o sistema.
II. O sistema operacional Windows utiliza uma arquitetura de microkernel, na qual os serviços essenciais, como gerenciamento de memória e de processos, rodam em processos separados no modo de usuário para maior segurança e estabilidade.
III. Tanto no Windows quanto no Linux, os drivers de dispositivo executam em modo kernel (ou modo privilegiado) para ter acesso direto ao hardware, o que garante alto desempenho, mas também significa que um driver com falha pode comprometer a estabilidade de todo o sistema.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3948454 Redes de Computadores
Os protocolos de correio eletrônico definem como as mensagens são enviadas e recebidas entre servidores e clientes de e-mail. Um assistente de tecnologia precisa configurar contas de e-mail para os usuários e, para isso, deve conhecer a função de cada protocolo. Julgue os itens a seguir como Verdadeiro (V) ou Falso (F) sobre os protocolos de e-mail:

(__) SMTP (Simple Mail Transfer Protocol ou Protocolo Simples de Transferência de Correio) é o protocolo padrão utilizado para o envio de mensagens de e-mail de um cliente para um servidor e entre servidores.
(__) POP3 (Post Office Protocol 3 ou Protocolo dos Correios) baixa as mensagens do servidor para o dispositivo local, geralmente removendo-as do servidor. É ideal para acesso a e-mails de um único dispositivo.
(__) IMAP (Internet Message Access Protocol ou Protocolo de Acesso a Mensagens da Internet) sincroniza as mensagens com o servidor, permitindo que o usuário acesse e gerencie seus e-mails de múltiplos dispositivos, mantendo o estado (lido, não lido, etc.) consistente entre eles.
(__) HTTP (Hypertext Transfer Protocol ou Protocolo de Transferência de Hipertexto) é um protocolo comumente usado para configurar o recebimento de e-mails em clientes como Outlook ou Thunderbird.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA , de cima para baixo.
Alternativas
Q3948445 Português
A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao
seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio
Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz
em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi
a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Na frase "Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida", a concordância nominal e verbal organiza a relação entre o sujeito oracional, o predicativo e seus elementos modificadores, assegurando clareza e precisão semântica. Considerando tais aspectos, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3948441 Português
A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao
seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio
Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz
em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi
a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
A organização do texto apresentado revela características próprias de um gênero argumentativo que articula conceitos emocionais para defender uma ideia central. A progressão temática reforça o propósito de orientar o leitor sobre práticas relacionais. Considerando os elementos que estruturam o texto e sua função comunicativa, assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação textual.
Alternativas
Q3948439 Português
A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao
seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio
Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz
em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi
a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No período "Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária", a vírgula cumpre função sintática diretamente relacionada à organização das orações e à marcação de dependência estrutural. Considerando o valor dessa pontuação dentro da construção do enunciado, assinale a alternativa CORRETA sobre o emprego da vírgula no trecho.
Alternativas
Q3948438 Português
A importância da validação emocional mútua


Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente.

Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao
seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio
Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz
em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi
a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
 A leitura do texto apresentado permite inferir que a validação emocional, embora não dependa de concordância plena, envolve reconhecer a experiência alheia como legítima dentro da interação comunicativa. Considerando a coerência argumentativa do trecho, avalie como o sentido central é construído e como o autor articula ideias para sustentar sua tese. Assinale a alternativa CORRETA sobre o efeito interpretativo decorrente dessa construção textual. 
Alternativas
Q3947812 Saúde Pública
Sobre os conceitos de Saúde Pública e a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as analise as sentenças a seguir:

I- A Saúde Pública constitui um campo multiprofissional voltado à promoção, proteção e recuperação da saúde da população, atuando por meio de ações coletivas baseadas em diagnóstico epidemiológico e na consideração de fatores políticos, econômicos e sociais.
II- As ações de Saúde Pública têm como objetivo exclusivo o controle de doenças infecciosas e parasitárias, não abrangendo estratégias de mobilização social, participação comunitária ou uso racional de recursos científicos.
III- O Sistema Único de Saúde (SUS) é composto por ações e serviços de saúde prestados exclusivamente pela esfera federal, cabendo aos estados e municípios apenas funções complementares e de apoio administrativo.
IV- Entre as diretrizes do SUS definidas pela Constituição Federal de 1988 estão a universalidade do acesso, a integralidade da atenção, a descentralização com ênfase na gestão municipal e a participação e o controle social.
V- A criação do SUS foi resultado de importantes mobilizações sociais, com destaque para o movimento da Reforma Sanitária e a VIII Conferência Nacional de Saúde, que influenciaram o reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado.

Analisadas as sentenças, estão CORRETAS:
Alternativas
Q3947811 Odontologia
Em relação à toxicidade aguda do fluoreto e a segurança dos diferentes meios de exposição, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3947810 Odontologia
Com base nas considerações gerais relacionadas ao uso do fluoreto, seu mecanismo de ação anticárie e o equilíbrio entre benefícios e riscos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3947809 Odontologia
Segundo o tempo de guarda do prontuário odontológico, analise as sentenças a seguir:

I- O prontuário odontológico pertence ao cirurgião-dentista, que decide livremente sobre seu tempo de guarda e eventual eliminação, não havendo previsão legal específica sobre prazos mínimos.
II- O prazo mínimo de guarda do prontuário odontológico é de dez anos após o último comparecimento do paciente; contudo, quando o paciente for menor de dezoito anos, esse prazo deve ser contado a partir da data em que completar a maioridade.
III- De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a existência de vício oculto ou defeito de difícil constatação pode estender a necessidade de guarda do prontuário por período indeterminado, inclusive por toda a vida do paciente ou do profissional.
IV- A Lei n.º 13.787/2018 determina que todos os prontuários odontológicos, independentemente do suporte, devem ser obrigatoriamente eliminados após vinte anos do último registro, vedada qualquer outra destinação.
V- A legislação permite, alternativamente à eliminação do prontuário, sua devolução ao paciente, bem como a fixação de prazos diferenciados de guarda, desde que sejam preservados o sigilo, a confidencialidade e a intimidade das informações.

Analisadas as sentenças, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3947808 Odontologia
De acordo com o conceito e as formas de transmissão da infecção cruzada em ambiente clínico odontológico, analise as sentenças a seguir:

I- A infecção cruzada corresponde à transmissão de agentes infecciosos entre pacientes e membros da equipe de saúde dentro do ambiente clínico, podendo ocorrer por contato direto entre pessoas ou por meio de objetos contaminados.
II- O sangue, a saliva e outras secreções corporais são considerados veículos relevantes na transmissão da infecção cruzada em Odontologia.
III- Instrumentais odontológicos, quando adequadamente utilizados durante o atendimento clínico, não representam risco de transmissão de infecção cruzada, mesmo quando não passam por processos de limpeza e esterilização.
IV- A transmissão aérea por inalação, a ingestão de microrganismos e a inoculação por meio de mucosas ou rupturas da pele constituem vias reconhecidas de transmissão da infecção cruzada.
V- A infecção cruzada ocorre exclusivamente por contato direto entre paciente e profissional, não estando relacionada ao uso de superfícies, materiais ou instrumentais contaminados.

Agora, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3947807 Odontologia
A Odontologia é reconhecida como uma atividade profissional com elevado potencial de riscos ocupacionais, especialmente relacionados a aspectos ergonômicos. Considerando os impactos das posturas adotadas pelo cirurgião-dentista e os objetivos da ergonomia na prática odontológica, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3947806 Odontologia
Sobre as atividades privativas do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), que devem ser exercidas sob supervisão do Cirurgião-Dentista (CD) ou do Técnico em Saúde Bucal (TSB), é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3947805 Odontologia
Acerca da nomenclatura das cavidades em relação às faces envolvidas, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
101: A
102: D
103: D
104: D
105: D
106: B
107: C
108: C
109: D
110: C
111: B
112: C
113: C
114: C
115: B
116: B
117: D
118: D
119: D
120: C