Foram encontradas 65.685 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“No sertão, o ‘ocê’ é mais do que pronome: é o jeito de falar, de chegar, de estar.”
(GUIMARÃES ROSA, João. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.)
A citação apresenta uma forma regional do pronome “você”. Com base nesse exemplo, identifique a afirmativa correta sobre variação linguística.
Analise a frase abaixo.
"Os desafios e as oportunidades presentes no cenário educacional atual são enormes e exigem uma postura comprometida dos professores."
Assinale a alternativa que apresenta a análise correta da concordância nominal e verbal nessa frase.
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
Qual é a ideia principal do texto?
O desenvolvimento do pensamento algébrico é essencial para utilizar modelos matemáticos na compreensão, representação e análise de relações quantitativas de grandezas e, também, de situações e estruturas matemáticas, fazendo uso de letras e outros símbolos. Para esse desenvolvimento, é necessário que os alunos identifiquem regularidades e padrões de sequências numéricas e não numéricas, estabeleçam leis matemáticas que expressem a relação de interdependência entre grandezas em diferentes contextos, bem como criar, interpretar e transitar entre as diversas representações gráficas e simbólicas, para resolver problemas por meio de equações e inequações, com compreensão dos procedimentos utilizados.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2017. [Adaptado].
De acordo com a Base Nacional Curricular Comum, a trajetória dos objetos de conhecimento relacionados à álgebra, durante os anos do Ensino Fundamental, indica que o pensamento algébrico começa a ser desenvolvido no