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No contexto da globalização e das transformações técnico-científicas contemporâneas, um professor de Geografia do 9º ano organiza uma atividade em que os alunos analisam reportagens sobre a chamada Revolução 4.0. O docente orienta a turma a refletir sobre como tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas e robótica avançada vêm redefinindo a produção industrial e impactando o mundo do trabalho, além de provocar novas formas de organização do espaço geográfico.
Considerando a Revolução 4.0 e seus desdobramentos, assinale a alternativa CORRETA:
No contexto das transformações do espaço urbano contemporâneo, um professor de Geografia do 9º ano propõe uma sequência didática sobre cidades inteligentes (smart cities). Inicialmente, apresenta aos estudantes uma reportagem sobre o uso de sensores para monitoramento do trânsito e do consumo energético em grandes centros urbanos. Em seguida, orienta os alunos a compararem essas experiências com a realidade do município onde vivem, discutindo aspectos como acesso à tecnologia, desigualdades socioespaciais e participação cidadã.
Considerando os pressupostos da Geografia crítica e as competências da BNCC, assinale a alternativa que melhor expressa uma prática pedagógica adequada ao desenvolvimento desse tema:
As transformações recentes no espaço rural em países desenvolvidos têm sido interpretadas como parte de uma nova dinâmica territorial, marcada pela revalorização do campo e pela intensificação das relações entre urbano e rural. Esse processo, frequentemente denominado contraurbanização ou associado às novas ruralidades, evidencia mudanças significativas nas funções e no significado do espaço rural contemporâneo. Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. A ruralização contemporânea em países desenvolvidos está associada à busca por qualidade de vida, aliada à possibilidade de manutenção de vínculos com atividades urbanas, especialmente por meio do trabalho remoto.
II. O processo de contraurbanização implica o isolamento do espaço rural, reduzindo sua integração com redes tecnológicas e fluxos econômicos globais.
III. A multifuncionalidade do espaço rural é uma característica central desse processo, incorporando atividades como turismo, lazer, moradia e preservação ambiental.
IV. A ruralização contemporânea difere de processos históricos, pois atualmente ocorre de forma planejada e articulada a avanços tecnológicos e à lógica do consumo.
V. A valorização do espaço rural nos países desenvolvidos resulta da insignificância tecnológica do campo, que passa a atrair população por seu caráter ligado ao setor primário.
Assinale a alternativa CORRETA:
Considerando essa perspectiva, analise as assertivas a seguir:
I. O novo rural caracteriza-se pela multifuncionalidade do espaço rural, incorporando atividades como turismo, serviços e pequenas agroindústrias.
II. A pluriatividade contribui para a ampliação da renda das famílias rurais, combinando atividades agrícolas e não agrícolas.
III. A reconfiguração do campo implica o enfraquecimento das relações entre campo e cidade, tornando o espaço rural mais isolado economicamente.
IV. A valorização da identidade local e das práticas sustentáveis constitui um dos elementos centrais das novas ruralidades.
V. O novo rural está associado exclusivamente à substituição das atividades agrícolas por atividades urbanas.
Assinale a alternativa CORRETA:
Considerando essa situação didática e os fundamentos do conceito de lugar, analise as assertivas:
I. A abordagem do professor está alinhada à perspectiva humanista, pois valoriza a experiência vivida e reconhece o sujeito como produtor de significados espaciais.
II. A problematização de espaços padronizados permite introduzir a noção de “não-lugar”, caracterizada pela transitoriedade e fragilidade dos vínculos sociais.
III. Ao trabalhar com relatos individuais, o professor incorre em erro metodológico, pois o conceito de lugar deve ser tratado apenas em sua dimensão objetiva e cartográfica.
IV. A distinção entre lugar e não-lugar é absoluta e universal, não sendo influenciada pelas experiências individuais dos sujeitos.
V. A estratégia didática adotada contribui para o desenvolvimento do pensamento geográfico crítico, ao articular vivência cotidiana, conceitos científicos e reflexão sobre a produção do espaço.
Assinale a alternativa CORRETA:
11TEXTO I
A Bela e a Fera
A Fera era uma Fera mesmo. Tão feia que, quando olhava no espelho, o espelho quebrava de susto. Morava num castelo imenso, cercado de espinhos e solidão. Certo dia, um velho mercador se perdeu na floresta e acabou colhendo uma rosa no jardim da Fera. A Fera, surgindo do nada com um rugido de tremer as estruturas, disse: "Vou te matar! A menos que você me traga sua filha mais bela para morar comigo".
O velho, apavorado, levou a Bela. No começo, ela chorava muito, achando que seria devorada no jantar. Mas a Fera era um doce. Tratava a moça com as melhores iguarias, dava-lhe joias, lia poesia (embora com aquela voz de britadeira) e nunca, jamais, tentou qualquer gracinha. Com o tempo, Bela foi se acostumando. Começou a achar que a feiura da Fera era apenas uma "característica exótica".
Um dia, Bela pediu para visitar o pai doente. A Fera, com o coração na mão (figuradamente, claro), deixou: "Mas volte em uma semana, ou eu morrerei de tristeza". Bela foi, se distraiu com as irmãs invejosas e demorou dez dias. Quando voltou, encontrou a Fera estirada no jardim, quase morta. Chorando, Bela abraçou o monstro e disse: "Eu te amo, Fera! Case comigo!".
Nesse momento, uma explosão de luz! A Fera se transformou num Príncipe lindo, loiro, de olhos azuis e roupas de seda. Bela olhou para ele de cima a baixo, deu um passo atrás e disse:
— Ah, não! Assim não serve.
— Por que? — perguntou o Príncipe, chocado.
— Eu sou lindo!— Pois é — respondeu Bela, fazendo as malas.
— O que eu gostava em você era o contraste. Agora você é igual a todos os outros. E foi embora, deixando o Príncipe sozinho com sua beleza e sua perplexidade.
(Versão de Millor Fernandes)
11TEXTO I
A Bela e a Fera
A Fera era uma Fera mesmo. Tão feia que, quando olhava no espelho, o espelho quebrava de susto. Morava num castelo imenso, cercado de espinhos e solidão. Certo dia, um velho mercador se perdeu na floresta e acabou colhendo uma rosa no jardim da Fera. A Fera, surgindo do nada com um rugido de tremer as estruturas, disse: "Vou te matar! A menos que você me traga sua filha mais bela para morar comigo".
O velho, apavorado, levou a Bela. No começo, ela chorava muito, achando que seria devorada no jantar. Mas a Fera era um doce. Tratava a moça com as melhores iguarias, dava-lhe joias, lia poesia (embora com aquela voz de britadeira) e nunca, jamais, tentou qualquer gracinha. Com o tempo, Bela foi se acostumando. Começou a achar que a feiura da Fera era apenas uma "característica exótica".
Um dia, Bela pediu para visitar o pai doente. A Fera, com o coração na mão (figuradamente, claro), deixou: "Mas volte em uma semana, ou eu morrerei de tristeza". Bela foi, se distraiu com as irmãs invejosas e demorou dez dias. Quando voltou, encontrou a Fera estirada no jardim, quase morta. Chorando, Bela abraçou o monstro e disse: "Eu te amo, Fera! Case comigo!".
Nesse momento, uma explosão de luz! A Fera se transformou num Príncipe lindo, loiro, de olhos azuis e roupas de seda. Bela olhou para ele de cima a baixo, deu um passo atrás e disse:
— Ah, não! Assim não serve.
— Por que? — perguntou o Príncipe, chocado.
— Eu sou lindo!— Pois é — respondeu Bela, fazendo as malas.
— O que eu gostava em você era o contraste. Agora você é igual a todos os outros. E foi embora, deixando o Príncipe sozinho com sua beleza e sua perplexidade.
(Versão de Millor Fernandes)
11TEXTO I
A Bela e a Fera
A Fera era uma Fera mesmo. Tão feia que, quando olhava no espelho, o espelho quebrava de susto. Morava num castelo imenso, cercado de espinhos e solidão. Certo dia, um velho mercador se perdeu na floresta e acabou colhendo uma rosa no jardim da Fera. A Fera, surgindo do nada com um rugido de tremer as estruturas, disse: "Vou te matar! A menos que você me traga sua filha mais bela para morar comigo".
O velho, apavorado, levou a Bela. No começo, ela chorava muito, achando que seria devorada no jantar. Mas a Fera era um doce. Tratava a moça com as melhores iguarias, dava-lhe joias, lia poesia (embora com aquela voz de britadeira) e nunca, jamais, tentou qualquer gracinha. Com o tempo, Bela foi se acostumando. Começou a achar que a feiura da Fera era apenas uma "característica exótica".
Um dia, Bela pediu para visitar o pai doente. A Fera, com o coração na mão (figuradamente, claro), deixou: "Mas volte em uma semana, ou eu morrerei de tristeza". Bela foi, se distraiu com as irmãs invejosas e demorou dez dias. Quando voltou, encontrou a Fera estirada no jardim, quase morta. Chorando, Bela abraçou o monstro e disse: "Eu te amo, Fera! Case comigo!".
Nesse momento, uma explosão de luz! A Fera se transformou num Príncipe lindo, loiro, de olhos azuis e roupas de seda. Bela olhou para ele de cima a baixo, deu um passo atrás e disse:
— Ah, não! Assim não serve.
— Por que? — perguntou o Príncipe, chocado.
— Eu sou lindo!— Pois é — respondeu Bela, fazendo as malas.
— O que eu gostava em você era o contraste. Agora você é igual a todos os outros. E foi embora, deixando o Príncipe sozinho com sua beleza e sua perplexidade.
(Versão de Millor Fernandes)
Analise as assertivas a seguir, considerando a perspectiva de avaliação mediadora desenvolvida por Jussara Hoffmann:
I. A avaliação na Educação Infantil deve se constituir como um processo investigativo, no qual o professor interpreta as manifestações da criança como pistas de seu desenvolvimento.
II. O registro sistemático das observações do professor é um instrumento fundamental para subsidiar intervenções pedagógicas intencionais e contextualizadas.
III. A adoção de critérios padronizados de desempenho é necessária para garantir a equidade na avaliação das crianças.
IV. A avaliação deve priorizar o acompanhamento qualitativo dos processos de aprendizagem, em detrimento da ênfase em resultados finais.
Assinale a alternativa correta:
A inclusão escolar de alunos com deficiência na Educação Física requer uma mudança de atitude do professor e a revisão de métodos de ensino. Sassaki (1997) e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) defendem que a escola deve se adaptar ao aluno, e não o contrário. Na prática docente, isso implica na criação de estratégias que garantam o acesso e a participação efetiva de todos.
Ao receber um aluno com deficiência física (usuário de cadeira de rodas) em uma turma de Ensino Fundamental – Anos Finais durante uma unidade sobre "Esportes de Rede/Parede", o professor, pautado em uma perspectiva inclusiva, deve:
Ao planejar aulas para o Ensino Fundamental, o professor deve considerar que o desenvolvimento motor não é apenas um processo de maturação biológica, mas também de herança cultural.
Sobre os conceitos de Crescimento e Desenvolvimento, assinale a alternativa CORRETA: