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"Temos de agir agora para evitar o pior", comentou o agrônomo Eduardo Assad, pesquisador da Embrapa, ao apresentar as conclusões de um dos capítulos do primeiro relatório do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas - PBMC. Os pesquisadores esperam que as informações sirvam para nortear a elaboração e a implantação de políticas públicas e o planejamento das empresas.
Os desafios apontados no relatório são muitos. Ele indica que as consequências da elevação da temperatura média global serão dramáticas no Brasil. De acordo com os modelos computacionais de simulação do clima, a agricultura será o setor mais afetado, por causa das alterações nos regimes de chuva. "Mesmo que a quantidade de chuva fique inalterada, a disponibilidade de umidade do solo deve diminuir, em consequência da elevação da temperatura média anual, que intensifica a evapotranspiração", diz outro especialista. Segundo ele, esse fenômeno deve prejudicar os cultivos agrícolas em regiões onde a escassez de água é constante, como o semiárido nordestino.
Uma provável consequência da redução da produtividade agrícula é a queda na renda das populações intensificando a pobreza e a migração da área rural para as cidades que, por sua vez, deve agravar os problemas de infraestrutura ( habitação , escola , saúde , transporte e saneamento.
Os efeitos na agricultura já podem ser dimensionados. "De 1990 a 2010, a intensidade da precipitação dobrou na região do cerrado", diz Assad, "e o padrão tecnológico atual da agricultura ainda não se adaptou a esses novos padrões". Agora, segundo ele, torna-se imperioso investir intensivamente em sistemas agrícolas consorciados, e não somente na produção agrícola solteira, de modo a aumentar a fixação biológica de nitrogênio, reduzir o uso de fertilizantes e aumentar a rotação de culturas. "Temos de aumentar a produtividade agrícola no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, para evitar a destruição da Amazônia. A reorganização do espaço rural brasileiro agora é urgente."
Cheia e secas mais frequentes e intensas devem causar uma redução na produção agrícola também por outra razão. Pesquisadores da Embrapa concluíram que algumas doenças - principalmente as causadas por fungos - e pragas podem se agravar em muitas culturas analisadas, em decorrência da elevação dos níveis de CO2 do ar, da temperatura e da radiação ultravioleta, acenando com a possibilidade de aumento de preços e redução da variedade de cereais, hortaliças e frutas.
Cheias e secas devem também alterar a vazão dos rios e prejudicar o abastecimento dos reservatórios das hidrelétricas, acelerar a acidificação da água do mar e reduzir a biodiversidade dos ambientes aquáticos brasileiros. A perda de biodiversidade dos ambientes naturais deve se agravar; alguns já perderam uma área expressiva - o cerrado, 47%, e a caatinga, 44% - a ponto de os especialistas questionarem se a recuperação do equilíbrio biológico característico desses ambientes seria mesmo possível.
(Adaptado de: FIORAVANTI, Carlos. Revista FAPESPagosto de 2013, p. 23 e 24)
Em relação ao sarampo, correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa correta.
1. Período prodrômico ou catarral
2. Período exantemático
3. Período de convalescença
( ) Duração de 6 dias,nas últimas 24 horas deste período surge o sinal de Koplik.
( ) Manchas escurecidas e descamação fina.
( ) Acentuação de todos os sintomas, prostração importante e exantema característico.
I. despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.
II. investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional.
III. investimentos previstos no Plano Qüinqüenal do Ministério da Saúde.
IV. cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
I. Alimentação e nutrição.
II. Saneamento e meio ambiente.
III. Vigilância Sanitária e farmacoepidemiologia.
IV. Recursos humanos.
V. Ciência e tecnologia.
VI. Saúde do trabalhador.
I. universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.
II. integralidade de assistência.
III. preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral. IV. igualdade da assistência à saúde.
V. direito à informação parcial, às pessoas assistidas, sobre sua saúde.
VI. utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática.
VII. descentralização políticoadministrativa.
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Vigilância sanitária
2. Vigilância epidemiológica
3. Saúde do trabalhador
( ) conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com afinalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.
( ) conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.
( ) conjunto de atividades que se
destina, através das ações de
vigilância epidemiológica e
vigilância sanitária, à promoção e
proteção da saúde , assim como visa
a recuperação e a reabilitação da
saúde.
I. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
II. A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde.
III. Realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.