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Q3502368 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

A expressão deuses da cidade, presente no título, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento:
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Q3406761 Direito Ambiental
Segundo a Lei no 12.305/201 O são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retomo dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de  
Alternativas
Q3406745 Edificações
Considere as afirmativas a seguir sobre as informações complementares de acordo com as diretrizes normativas para elaboração de manuais de uso, operação e manutenção das edificações. O manual deve:

I. Apresentar recomendações para o uso racional da água, energia, gás e coleta seletiva de lixo, incluindo resíduos de construção e demolição, a fim de utilizar os recursos de forma consciente e racionalizada.
II. Conter informações sobre termos de compensação ambiental, quando houver, ou outras condicionantes ambientais estabelecidas na fase de projeto e obtenção do "Auto de Conclusão do Imóvel", alertando para a incidência de penalidades.
III. Conter informações sobre consequências advindas de não cumprimento às recomendações fornecidas ou estabelecidas em projeto, e executadas, que possam acarretar a perda do desempenho ambiental preestabelecido inicialmente e/ou risco à saúde do usuário.

Está correto o que se afirma em  
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Q3406713 Matemática
No basquete é possível marcar cestas de 3 pontos, de 2 pontos ou de 1 ponto. Em um jogo, um time marcou 86 pontos e fez 40 cestas. Se nesse jogo foram feitas 12 cestas de 3 pontos, o número de cestas de 1 ponto feitas foi
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Q3406710 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade

    
    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).

      Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

     Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. 


 (Adaptado de CALVINO, halo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Bami. Silo Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)
É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade.
Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:  
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Q3406709 Português
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Os deuses da cidade

    
    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).

      Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

     Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. 


 (Adaptado de CALVINO, halo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Bami. Silo Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)
Para fundamentar sua comparação da cidade com um organismo vivo (3o parágrafo), o autor se vale da convicção de que em ambos os casos 
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Q3406707 Português
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Os deuses da cidade

    
    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).

      Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

     Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. 


 (Adaptado de CALVINO, halo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Bami. Silo Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3406706 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade

    
    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).

      Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

     Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. 


 (Adaptado de CALVINO, halo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Bami. Silo Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)
A expressão deuses da cidade, presente no titulo, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento: 
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Q3406705 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em inscrições com os nomes dos resíduos e instruções adicionais quanto à segregação ou quanto ao tipo de resíduo que se esteja identificando em coletores, transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva, para que apresente contraste com a cor base, a Resolução CONAMA 275/2001 recomenda a adoção da(s) cor(es)
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Q3406704 Segurança e Saúde no Trabalho
Tendo em vista a elaboração e implantação do Programa de Proteção Auditiva - PPA pela organização, ações de identificação das fontes ou circunstâncias de geração de riscos; de explicação dos riscos gerados pelos perigos; e de indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a um determinado risco identificado estão contempladas na etapa de
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Q3406703 Segurança e Saúde no Trabalho
No Programa de Proteção Respiratória - PPR, ações como providenciar recursos adequados e garantir a eficácia continua do PPR; definir, Implementar e documentar o PPR; e fornecer o respirador adequado, entre outras, são responsabilidade do
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Q3406701 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a ABNT NBR 14276:2006, atualizada em 2020, que trata da brigada de incêndio e emergência - Requisitos e Procedimentos, a responsabilidade pelo atendimento na planta no caso de ocorrência ou simulação, até a chegada do serviço público de emergência, assumindo o comando das operações, quando de sua competência, assegurando prioritariamente as condições para a ação da equipe de emergências da planta, e com a incumbência, entre outras, de formar e assumir o comando global da situação na direção do grupo de controle de emergências (GCE) da planta, e tendo conhecimento dos procedimentos descritos no plano de emergência da planta, é:
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Q3406699 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com o estabelecido na norma de higiene ocupacional da FUNDACENTRO NHO 06 - Avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, o medidor utilizado no procedimento que é operado diretamente pelo avaliador e que fornece, por meio de integração, a dose ou nível médio necessário, é denominado medidor
Alternativas
Q3406698 Segurança e Saúde no Trabalho

Quanto ao uso de ferramentas manuais, considere:

 

I. Usar a ferramenta certa, sem improvisar. Deve-se inspecionar os equipamentos e identificar os que estão em mau estado, que devem ser retirados do uso e segregados ou destruídos.

 

II. Chaves de Iorque devem ser empurradas, não puxadas. Jamais usar extensões para obter maior torque.

 

III. Transportar as ferramentas em caixas próprias. Deve-se usar cintos de ferramentas adequados ou carregar as ferramentas os bolsos.

 

IV. Ferramentas de corte devem ser mantidas bem afiadas para redução do esforço, evitando a ocorrência de acidentes.

 

Para um trabalho seguro, deve ser considerado o que se afirma APENAS em

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Q3406697 Meio Ambiente
De acordo com o Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos - P2R2, as ações como coibir, inibir e/ou desmotivar práticas lesivas ao meio ambiente, objetivando integrar iniciativas que combatam o dano, têm a função de
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Q3406696 Segurança e Saúde no Trabalho

A percepção de risco é a capacidade de identificar os riscos existentes no ambiente de estudo e agir de forma preventiva em relação às ocorrências de acidentes.

 

Assim, é por meio dela que

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Q3406695 Segurança e Saúde no Trabalho

Um trabalhador capacitado foi destacado para realizar uma atividade em espaço confinado. Dentre suas principais funções estão: assegurar que os serviços de emergência e salvamento estejam disponíveis e que os meios para os acionar estejam operantes; executar os testes e conferir os equipamentos, antes da utilização; emitir a PET antes do inicio das atividades e encerrá-la após o término dos serviços.

 

Assim, para cumprir as ações descritas, o trabalhador deverá ter sido destacado para desenvolver a função de

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Q3406694 Segurança e Saúde no Trabalho
Quando da utilização de cores para a comunicação de segurança em estabelecimentos ou local,s de trabalho, a NR-26 - Sinalização de Segurança estabelece que
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Q3406691 Segurança e Saúde no Trabalho
Constitui requisito do comando a ser atendido nos casos em que forem utilizados dispositivos de acionamento bimanual, tendo em vista a exigência de manter as mãos do operador fora da zona de perigo:
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Q3406690 Eletricidade
Quanto aos procedimentos de trabalhos estabelecidos na NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade,
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Respostas
41: A
42: A
43: D
44: D
45: D
46: C
47: B
48: A
49: C
50: E
51: B
52: C
53: E
54: B
55: D
56: A
57: D
58: B
59: A
60: B