Questões de Concurso
Comentadas para câmara de campo grande - ms
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Os tradutores de Libras convertem, por exemplo, conteúdos de livros e documentos do português para a Língua Brasileira de Sinais. Já o intérprete está envolvido nas línguas sinalizadas ou faladas, ou seja, nas modalidades visual-espacial ou oral auditiva. O ato de interpretar:
Nos estudos da Libras, a transcrição é algumas vezes chamada de simplificada ou sistema de notação por palavras (FELIPE, 1998; FINAU, 2004). Sobre o Sistema de Transcrição de Sinais utilizado no Brasil atualmente, é correto afirmar:
Uma grande conquista da comunidade surda brasileira e considerada como um marco histórico, a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que reconhece como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados, dispõe, em seu Parágrafo único, que a Língua Brasileira de Sinais:
O Decreto federal nº 5626/2005 que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, consideram a pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Lingua Brasileira de Sinais - Libras. Avalia como deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total de:
Compreendendo os surdos como sujeitos que transitam em diferentes contextos de uma identidade comunitária, Perlin critica o saber ouvintista, isto é, o saber ouvinte em relação aos direitos e demais aspectos da vida dos surdos e ressalta as múltiplas identidades surdas: híbridas, de transição, incompletas e flutuantes; relacionando-as aos diferentes níveis de pertencimento e envolvimento com a comunidade surda e com o movimento surdo (PERLIN, 2011).
O que se pretende reivindicar como uma identidade, no caso dos surdos, é:
De acordo com Strobel (2008), “cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de torná-lo acessível e habitável, ajustando-o com suas percepções visuais, que contribuem para a definição de identidades surdas e das almas das comunidades surdas.” Levando em consideração esse pensamento, é possível compreender que a Língua de Sinais é intensamente valorizada pelos sujeitos surdos porque:
O sujeito surdo tem sua identidade e cultura representada por meio de uma língua visual, a língua de sinais, em que as percepções do mundo são marcadas pelas experiências visuais. Portanto, a legislação brasileira pondera o surdo como um sujeito bilíngue, considerando que:
Em vários países existem tradutores e intérpretes de língua de sinais. A história da construção desses profissionais no Brasil se deu a partir de atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividades laborais à medida em que os surdos foram conquistando o seu exercício de cidadania. O primeiro intercâmbio entre alguns intérpretes do Brasil e a avaliação sobre a ética do profissional intérprete foi realizado:
Em setembro de 1880, ocorreu um congresso internacional de educadores surdos na cidade de Milão na Itália. Esse evento ficou conhecido como o “Congresso de Milão” e teve um grande impacto na educação das pessoas surdas em todo o mundo. Algumas deliberações votadas durante o congresso impactaram drasticamente toda a história dos surdos que se beneficiavam da língua de sinais como forma de comunicação. Nesse congresso, foi realizada uma votação:
A Língua Brasileira de Sinais, também conhecida como Libras, é definida como uma língua visual-motora, visual-espacial ou gestual-visual. E reconhecida como meio legal de comunicação e expressão do pensamento da comunidade surda que se beneficia dessa forma de interação através da experiência visual para compreensão do mundo que os cerca. Pode-se considerar que teve o seu início e desenvolvimento a partir:
Conforme determina a Lei Orgânica da Saúde, Lei nº 8.080/1990, a internação domiciliar é uma modalidade:
De acordo com Barroco (2010), a possibilidade do ser social se objetivar como um ser ético tem como alicerce as seguintes capacidades humanas desenvolvidas pela práxis:
No âmbito do controle social, os eventos que devem ser realizados periodicamente para discutir as políticas sociais de cada esfera e propor ação são:
No contexto da reforma psiquiátrica no Brasil, para favorecer o processo de desinstitucionalização e reabilitação psicossocial das pessoas com história de internação de longa permanência, foi criado o Programa de Volta Para Casa. São elegíveis para o programa pessoas egressas de internação em hospitais psiquiátricos ou Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico por período igual ou superior a:
A Lei nº 8.142/1990 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde. O Conselho de Saúde é um órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço profissionais de saúde e usuários cujo caráter é:
Na instituição Y, Rosa é a única assistente social na equipe multidisciplinar. Muito organizada, construiu, junto com seu estagiário de graduação, o plano de estágio em serviço social em consonância com o projeto pedagógico da faculdade e em conformidade com as perspectivas e possibilidades do espaço sócio-ocupacional. Ao sair de férias, Rosa decidiu limitar as intervenções do estagiário, durante o período em que estivesse afastada, às ações circunscritas a atribuições privativas do assistente social. De acordo com o que estabelece o código de ética do serviço social, tal postura:
A Lei Maria da Penha, Lei nº 11.340/2006, define que, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, o juiz pode, em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal, decretar ao agressor:
A concepção que abrange a criança e o adolescente como indivíduos autônomos e íntegros, dotados de personalidade e de vontade próprias é resultado de um processo historicamente construído, marcado por transformações ocorridas no Estado, na sociedade e na família. Esse marco conceitual imprime à criança e ao adolescente a condição de:
João é filho único, tem 8 anos de idade e ficou órfão de ambos os pais. Maria é prima de João, tem 22 anos de idade, é solteira, trabalha e estuda. Em face da tragédia familiar vivida por João, Maria procurou o Serviço Social na intenção de obter orientações para adotar o primo. Diante do contexto, Maria foi informada que não está apta para a adoção em tela. De acordo com o Estatuto da Criança e do adolescente, Lei nº 8.069/90, o motivo da negativa está fundamentado no fato de a postulante à adoção:
A legislação vigente da Política Nacional do Idoso define como competência dos conselhos nacional, estaduais e municipais do idoso a sua: