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Q3390438 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão:


Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump


     Dia desses, assistindo a uma entrevista, vi um capitalista dizer que, para ganhar mais dinheiro, precisa sair de sua “zona de conforto”. Oh, chavão. Pelo que pude entender, a “zona de conforto” representaria para ele um convite à acomodação e à preguiça improdutiva. Logo, um estado de relaxamento e de calma seria um vício moral; o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos, mesmo que calculados. Moral da história: o conforto não é bom para o tilintar das caixas registradoras.

    Outro capitalista, esse mais velho, nos tempos em que tinha um banco de investimentos na Avenida Faria Lima, comentava com seus diretos que não gostava de “gato gordo”. Ele não se referia a felinos, óbvio. Ele falava de homens. O “gato gordo”, em seu dicionário, era aquele ex-jovem promissor que rapidamente se refestelava numa posição remediada e se dava por satisfeito com ganhos de adiposidade, não mais de cifrões. A partir daí, o “gato gordo”, indolente, comprava uma casa de campo num condomínio fechado com heliporto e não queria mais saber de aventuras perigosas. Segundo os ensinamentos do lendário banqueiro, o “gato gordo” era uma praga. Quando identificava um, demitia correndo.

    A expressão “gato gordo” não se popularizou. A outra, “zona de conforto”, esta caiu na boca do povaréu e virou clichê no mundo corporativo. A toda hora, alguém aparece na sua frente para falar mal da “zona de conforto”, um signo universal de morosidade, procrastinação, inoperância e falta de iniciativa (pública ou privada).

    A ideologia funciona exatamente assim: as implicâncias idiossincráticas do patrão são alçadas a cânones inabaláveis de virtude para o empregado. De pé, oh, vítimas da fome! Fujam da sua zona de conforto!

    Sim, estou sendo irônico. Se for para falar sério, digo que “zona de conforto” é piada de mau gosto. Na vida de um bilionário, que não precisa saber quanto custa a anuidade da escola dos filhos e troca de jatinho todo ano, pode até ser divertido quebrar a rotina de vez em quando e desafiar o sossego, um pouquinho só. Mas, na vida do resto da humanidade, uma pitada de estabilidade tranquila é tudo de bom. Deveria ser festejada, nunca repudiada.


(Eugênio Bucci, “Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump”, 02.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/ sobre-zona-de-conforto-meritocracia-e-trump/. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase foi redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e de pontuação.
Alternativas
Q3390437 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão:


Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump


     Dia desses, assistindo a uma entrevista, vi um capitalista dizer que, para ganhar mais dinheiro, precisa sair de sua “zona de conforto”. Oh, chavão. Pelo que pude entender, a “zona de conforto” representaria para ele um convite à acomodação e à preguiça improdutiva. Logo, um estado de relaxamento e de calma seria um vício moral; o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos, mesmo que calculados. Moral da história: o conforto não é bom para o tilintar das caixas registradoras.

    Outro capitalista, esse mais velho, nos tempos em que tinha um banco de investimentos na Avenida Faria Lima, comentava com seus diretos que não gostava de “gato gordo”. Ele não se referia a felinos, óbvio. Ele falava de homens. O “gato gordo”, em seu dicionário, era aquele ex-jovem promissor que rapidamente se refestelava numa posição remediada e se dava por satisfeito com ganhos de adiposidade, não mais de cifrões. A partir daí, o “gato gordo”, indolente, comprava uma casa de campo num condomínio fechado com heliporto e não queria mais saber de aventuras perigosas. Segundo os ensinamentos do lendário banqueiro, o “gato gordo” era uma praga. Quando identificava um, demitia correndo.

    A expressão “gato gordo” não se popularizou. A outra, “zona de conforto”, esta caiu na boca do povaréu e virou clichê no mundo corporativo. A toda hora, alguém aparece na sua frente para falar mal da “zona de conforto”, um signo universal de morosidade, procrastinação, inoperância e falta de iniciativa (pública ou privada).

    A ideologia funciona exatamente assim: as implicâncias idiossincráticas do patrão são alçadas a cânones inabaláveis de virtude para o empregado. De pé, oh, vítimas da fome! Fujam da sua zona de conforto!

    Sim, estou sendo irônico. Se for para falar sério, digo que “zona de conforto” é piada de mau gosto. Na vida de um bilionário, que não precisa saber quanto custa a anuidade da escola dos filhos e troca de jatinho todo ano, pode até ser divertido quebrar a rotina de vez em quando e desafiar o sossego, um pouquinho só. Mas, na vida do resto da humanidade, uma pitada de estabilidade tranquila é tudo de bom. Deveria ser festejada, nunca repudiada.


(Eugênio Bucci, “Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump”, 02.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/ sobre-zona-de-conforto-meritocracia-e-trump/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do 1o parágrafo “… o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos…” é fiel ao sentido original.
Alternativas
Q3390436 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão:


Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump


     Dia desses, assistindo a uma entrevista, vi um capitalista dizer que, para ganhar mais dinheiro, precisa sair de sua “zona de conforto”. Oh, chavão. Pelo que pude entender, a “zona de conforto” representaria para ele um convite à acomodação e à preguiça improdutiva. Logo, um estado de relaxamento e de calma seria um vício moral; o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos, mesmo que calculados. Moral da história: o conforto não é bom para o tilintar das caixas registradoras.

    Outro capitalista, esse mais velho, nos tempos em que tinha um banco de investimentos na Avenida Faria Lima, comentava com seus diretos que não gostava de “gato gordo”. Ele não se referia a felinos, óbvio. Ele falava de homens. O “gato gordo”, em seu dicionário, era aquele ex-jovem promissor que rapidamente se refestelava numa posição remediada e se dava por satisfeito com ganhos de adiposidade, não mais de cifrões. A partir daí, o “gato gordo”, indolente, comprava uma casa de campo num condomínio fechado com heliporto e não queria mais saber de aventuras perigosas. Segundo os ensinamentos do lendário banqueiro, o “gato gordo” era uma praga. Quando identificava um, demitia correndo.

    A expressão “gato gordo” não se popularizou. A outra, “zona de conforto”, esta caiu na boca do povaréu e virou clichê no mundo corporativo. A toda hora, alguém aparece na sua frente para falar mal da “zona de conforto”, um signo universal de morosidade, procrastinação, inoperância e falta de iniciativa (pública ou privada).

    A ideologia funciona exatamente assim: as implicâncias idiossincráticas do patrão são alçadas a cânones inabaláveis de virtude para o empregado. De pé, oh, vítimas da fome! Fujam da sua zona de conforto!

    Sim, estou sendo irônico. Se for para falar sério, digo que “zona de conforto” é piada de mau gosto. Na vida de um bilionário, que não precisa saber quanto custa a anuidade da escola dos filhos e troca de jatinho todo ano, pode até ser divertido quebrar a rotina de vez em quando e desafiar o sossego, um pouquinho só. Mas, na vida do resto da humanidade, uma pitada de estabilidade tranquila é tudo de bom. Deveria ser festejada, nunca repudiada.


(Eugênio Bucci, “Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump”, 02.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/ sobre-zona-de-conforto-meritocracia-e-trump/. Adaptado)
O fato de a expressão “zona de conforto” ser um clichê no mundo corporativo significa que, nesse contexto, seu emprego foi 
Alternativas
Q3390435 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão:


Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump


     Dia desses, assistindo a uma entrevista, vi um capitalista dizer que, para ganhar mais dinheiro, precisa sair de sua “zona de conforto”. Oh, chavão. Pelo que pude entender, a “zona de conforto” representaria para ele um convite à acomodação e à preguiça improdutiva. Logo, um estado de relaxamento e de calma seria um vício moral; o homem de negócios sem ócios precisa contar com uma dose de aflição, de nervosismo e até de medo, ou não terá disposição para correr riscos, mesmo que calculados. Moral da história: o conforto não é bom para o tilintar das caixas registradoras.

    Outro capitalista, esse mais velho, nos tempos em que tinha um banco de investimentos na Avenida Faria Lima, comentava com seus diretos que não gostava de “gato gordo”. Ele não se referia a felinos, óbvio. Ele falava de homens. O “gato gordo”, em seu dicionário, era aquele ex-jovem promissor que rapidamente se refestelava numa posição remediada e se dava por satisfeito com ganhos de adiposidade, não mais de cifrões. A partir daí, o “gato gordo”, indolente, comprava uma casa de campo num condomínio fechado com heliporto e não queria mais saber de aventuras perigosas. Segundo os ensinamentos do lendário banqueiro, o “gato gordo” era uma praga. Quando identificava um, demitia correndo.

    A expressão “gato gordo” não se popularizou. A outra, “zona de conforto”, esta caiu na boca do povaréu e virou clichê no mundo corporativo. A toda hora, alguém aparece na sua frente para falar mal da “zona de conforto”, um signo universal de morosidade, procrastinação, inoperância e falta de iniciativa (pública ou privada).

    A ideologia funciona exatamente assim: as implicâncias idiossincráticas do patrão são alçadas a cânones inabaláveis de virtude para o empregado. De pé, oh, vítimas da fome! Fujam da sua zona de conforto!

    Sim, estou sendo irônico. Se for para falar sério, digo que “zona de conforto” é piada de mau gosto. Na vida de um bilionário, que não precisa saber quanto custa a anuidade da escola dos filhos e troca de jatinho todo ano, pode até ser divertido quebrar a rotina de vez em quando e desafiar o sossego, um pouquinho só. Mas, na vida do resto da humanidade, uma pitada de estabilidade tranquila é tudo de bom. Deveria ser festejada, nunca repudiada.


(Eugênio Bucci, “Sobre zona de conforto, meritocracia e Trump”, 02.04.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/ sobre-zona-de-conforto-meritocracia-e-trump/. Adaptado)
De acordo com as ideias presentes no excerto, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q3554905 Direito Ambiental
Segundo a Lei nº 6.938/81 e alteragdes (PolÍtica Nacional do Meio Ambiente), a servidão ambiental poderá ser one-rosa ou gratuita, temporária ou perpétua.

O prazo mínimo da servidão ambiental temporária é de 
Alternativas
Q3554904 Direito Ambiental
Segundo a Lei nº 12.651/12 (Código Florestal), considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei, as faixas marginais de qualquer curso d'água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de 
Alternativas
Q3554903 Direito Ambiental
Sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, segundo a Lei nº 9.605/98, a prestação de serviços à comunidade pela pessoa jurídica consistirá em:

I. Custeio de programas e de projetos ambientais;
Il. Execução de obras de recuperação de áreas degradadas;
IIl. Manutenção de espaços públicos;
IV. Contribuições a entidades ambientais ou culturais públicas.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3554902 Direito Urbanístico
Segundo a Lei nº 10.257/01, o plano diretor é obrigatório, entre outros casos, para cidades com mais de vinte mil habitantes e, no caso de cidades com mais de X habitantes, deverá ser elaborado um plano de transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor ou nele inserido.

O valor de X é: 
Alternativas
Q3554901 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre o gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil, deve ser indicada área específica ______ para armazenamento _______ de resíduos segregados classificados como classe D, por exemplo, ________ e _________

As lacunas são, correta e respectivamente, preenchidas por: 
Alternativas
Q3554880 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação as formas ou atividades relacionadas à destinação ou disposição final de resíduos sólidos ou rejeitos, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos, afirma-se que são proibidas o (a):  
Alternativas
Q3554879 Direito Administrativo
De acordo com a Lei 11.079/04, em relação a contratação de parceria público-privada, afirma-se que a contratação será precedida de licitação na modalidade: 
Alternativas
Q3554878 Direito Administrativo
Em relação à responsabilidade dos entes consorciados, segundo a Lei nº 11.107/05, afirma-se que até que haja decisão que indique os responsáveis por cada obrigação, os entes consorciados responderão pelas obrigações remanescentes: 
Alternativas
Q3554877 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação às ações relacionadas ao gerenciamento de resíduos sólidos, afirma-se que são um conjunto de ações 
Alternativas
Q3554876 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação ao tema saneamento básico, em especial quanto a definição de esgotamento sanitário, afirma-se que é constituído pelas atividades  
Alternativas
Q3554875 Direito Ambiental
Acerca da coleta seletiva, prevista no Decreto nº 10.936/22, que regulamenta a Lei que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3554874 Direito Administrativo
No que pertine à Lei nº 8987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, estabelece-se que: 
Alternativas
Q3554873 Direito Administrativo
Acerca dos Consórcios Públicos, previstos na Lei nº 11.107/05, afirma-se que:  
Alternativas
Q3554871 Direito Ambiental
A respeito dos Comitês de Bacias Hidrográficas, previstos na Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei nº 9433/97, afirma-se que:  
Alternativas
Q3554870 Engenharia Ambiental e Sanitária
Leia o texto para responder à questão.

    The ecosystems, biomes and processes that regulate the stability and resilience of the Earth system are under severe pressure. So, it is timely to reflect on how our understanding of tackling environmental problems has shifted, and what factors make for successful outcomes.
    Standard risk management approaches will not be sufficient to address the complex societal, environmental and economic systems and their interactions that characterize nations across the world today. Reducing the loss of biodiversity simply by establishing protected areas will not succeed, when much biodiversity is found in areas under production, both in agriculture and in the seas. Furthermore, as the climate changes, habitat fragmentation restricts species to smaller spaces, reduces genetic variability and stresses ecosystems. Protected areas are important — but are only part of the answer. Innovative ways are needed to integrate development and biodiversity protection. There is a risk of inadvertently making things worse, for example, by expanding agriculture in ways that deplete soils, waste water and increase desertification and deforestation. 
STAPanalysed 32 climate change mitigation and chemicals and waste management projects worldwide. One such project was based on the “circular economy concept”, which aims to change the linear economic model based on ‘take, make, use, and dispose,’ to a more sustainable model that is restorative and regenerative by design. The concept ensures that the value of products, materials, and resources is maintained in the economy at their highest value and usefulness for as long as possible while minimizing waste.
A circular approach will also yield socio-economic gains. Transitioning to the circular economy in five European countries by 2030, apart from reducing carbon emissions by two-thirds, would also lower business costs and increase the workforce by about 4%, creating more than 1.2 million jobs, including benefits across focal areas — and are ultimately more transformational.  

(https://www thegef.org. Adaptado)

STAP1 Scientific and Technical Advisory Panel — United Nations. 
De acordo com os dois últimos parágrafos, o conceito de economia circular 
Alternativas
Q3554869 Inglês
Leia o texto para responder à questão.

    The ecosystems, biomes and processes that regulate the stability and resilience of the Earth system are under severe pressure. So, it is timely to reflect on how our understanding of tackling environmental problems has shifted, and what factors make for successful outcomes.
    Standard risk management approaches will not be sufficient to address the complex societal, environmental and economic systems and their interactions that characterize nations across the world today. Reducing the loss of biodiversity simply by establishing protected areas will not succeed, when much biodiversity is found in areas under production, both in agriculture and in the seas. Furthermore, as the climate changes, habitat fragmentation restricts species to smaller spaces, reduces genetic variability and stresses ecosystems. Protected areas are important — but are only part of the answer. Innovative ways are needed to integrate development and biodiversity protection. There is a risk of inadvertently making things worse, for example, by expanding agriculture in ways that deplete soils, waste water and increase desertification and deforestation. 
STAPanalysed 32 climate change mitigation and chemicals and waste management projects worldwide. One such project was based on the “circular economy concept”, which aims to change the linear economic model based on ‘take, make, use, and dispose,’ to a more sustainable model that is restorative and regenerative by design. The concept ensures that the value of products, materials, and resources is maintained in the economy at their highest value and usefulness for as long as possible while minimizing waste.
A circular approach will also yield socio-economic gains. Transitioning to the circular economy in five European countries by 2030, apart from reducing carbon emissions by two-thirds, would also lower business costs and increase the workforce by about 4%, creating more than 1.2 million jobs, including benefits across focal areas — and are ultimately more transformational.  

(https://www thegef.org. Adaptado)

STAP1 Scientific and Technical Advisory Panel — United Nations. 
The word “inadvertedly”, in “There is a risk of inadvertedly making things worse” (paragraph 2), means  
Alternativas
Respostas
101: D
102: D
103: A
104: C
105: B
106: C
107: E
108: C
109: E
110: B
111: C
112: B
113: B
114: A
115: D
116: B
117: D
118: D
119: E
120: C