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Metamorfose dois
8 de agosto, dia dos pais
quando lhe veio à lembrança
que bicho é pai de bicho
o pai de gregório samsa*
juntou-se ao filho no lixo
(PAES, José Paulo. Calendário perplexo. In: Poesia completa. São Paulo,
Companhia das Letras, 2008, p. 270)
*Gregor Samsa, protagonista de “A metamorfose”.
Metamorfose dois
8 de agosto, dia dos pais
quando lhe veio à lembrança
que bicho é pai de bicho
o pai de gregório samsa*
juntou-se ao filho no lixo
(PAES, José Paulo. Calendário perplexo. In: Poesia completa. São Paulo,
Companhia das Letras, 2008, p. 270)
*Gregor Samsa, protagonista de “A metamorfose”.
“A metamorfose”, de Kafka, faz 100 anos ignorado na República Tcheca
Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, “A metamorfose”, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.
Foi em 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, por editores alemães. “A metamorfose” é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram essa transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade. A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela essa interpretação da obra. “Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam”, comentou Malisova.
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. “A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia.
Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário. Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.
Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka. No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de se entender em tcheco, reconheceu Malisova.
(Adaptado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/10/metamorfose-de-kafka-faz-100-anos-ignorado-na-republica-tcheca.html)
“A metamorfose”, de Kafka, faz 100 anos ignorado na República Tcheca
Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, “A metamorfose”, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.
Foi em 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, por editores alemães. “A metamorfose” é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram essa transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade. A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela essa interpretação da obra. “Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam”, comentou Malisova.
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. “A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia.
Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário. Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.
Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka. No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de se entender em tcheco, reconheceu Malisova.
(Adaptado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/10/metamorfose-de-kafka-faz-100-anos-ignorado-na-republica-tcheca.html)
“A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia. (3° parágrafo)
No contexto, o termo então, em destaque, expressa circunstância de
“A metamorfose”, de Kafka, faz 100 anos ignorado na República Tcheca
Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, “A metamorfose”, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.
Foi em 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, por editores alemães. “A metamorfose” é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram essa transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade. A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela essa interpretação da obra. “Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam”, comentou Malisova.
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. “A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia.
Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário. Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.
Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka. No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de se entender em tcheco, reconheceu Malisova.
(Adaptado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/10/metamorfose-de-kafka-faz-100-anos-ignorado-na-republica-tcheca.html)
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. (3° parágrafo)
Preservando o sentido e a coesão textual, a expressão Apesar de, no contexto, poder ser corretamente substituída por:
“A metamorfose”, de Kafka, faz 100 anos ignorado na República Tcheca
Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, “A metamorfose”, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.
Foi em 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, por editores alemães. “A metamorfose” é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram essa transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade. A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela essa interpretação da obra. “Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam”, comentou Malisova.
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. “A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia.
Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário. Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.
Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka. No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de se entender em tcheco, reconheceu Malisova.
(Adaptado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/10/metamorfose-de-kafka-faz-100-anos-ignorado-na-republica-tcheca.html)
“A metamorfose”, de Kafka, faz 100 anos ignorado na República Tcheca
Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, “A metamorfose”, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.
Foi em 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, por editores alemães. “A metamorfose” é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram essa transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade. A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela essa interpretação da obra. “Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam”, comentou Malisova.
Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka. “A Metamorfose”, por exemplo, teve de esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da então Tchecoslováquia.
Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário. Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.
Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka. No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de se entender em tcheco, reconheceu Malisova.
(Adaptado de: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2015/10/metamorfose-de-kafka-faz-100-anos-ignorado-na-republica-tcheca.html)
O trecho acima, extraído de Vigiar e punir, sintetiza uma importante conclusão de Michel Foucault decorrente de suas análises sobre a prisão como uma instituição disciplinar moderna. Para o autor, a prisão permite
No trecho acima, extraído de seu livro A Ciência do Direito, Tércio Sampaio Ferraz Júnior refere-se a características do
Neste sentido, o autor considera que neste confronto do texto estabelecido e do seu tratamento explicativo, presente na prática dos glosadores, é que nasce a
I. Criou seção autônoma − A Defensoria Pública sai da Seção III (Da Advocacia e da Defensoria Pública) e passa a ter uma seção própria, a Seção IV, assim como já havia para a Advocacia Pública.
II. Conferiu status constitucional aos princípios institucionais da unidade, indivisibilidade e da independência funcional, às autonomias funcional, administrativa e orçamentária e ao conceito amplo de Defensoria Pública previsto no artigo 1° da LC n° 80/1994, com redação dada pela Lei Complementar n° 132, de 2009.
III. Previu foro por prerrogativa de função e porte de arma.
IV. Estipulou prazo de 8 (oito) anos para União, Estados e Distrito Federal possuírem defensores públicos em todas as unidades jurisdicionais, observadas, prioritariamente, regiões com maiores índices de exclusão social, adensamento populacional e o menor PIB per capita.
V. Atribuiu iniciativa de projetos de Lei que versem sobre alteração do número de membros, criação e extinção de cargos, remuneração dos seus serviços auxiliares, fixação do subsídio de seus membros, criação ou extinção de órgãos e alteração de sua organização e divisão.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. A Ouvidoria-Geral é órgão externo e integra a Administração Superior, conforme previsto na Lei Complementar estadual, n° 988/06. O Ouvidor-Geral é conselheiro-nato e, em razão de possuir assento no Conselho Superior, possui direito à voz, porém lhe é vedado o voto. Em caso de impedimento ou afastamento, o Ouvidor-Geral será substituído no Conselho Superior pelo Subouvidor, por ele indicado.
II. O Ouvidor-Geral do Estado poderá designar Subouvidores externos, que auxiliarão o Ouvidor-Geral nos assuntos relacionados às unidades da Defensoria Pública, constituindo um canal de comunicação mais próximo com os usuários residentes no Interior do Estado.
III. A participação na definição das diretrizes institucionais da Defensoria Pública e no acompanhamento da fiscalização das ações e projetos desenvolvidos pela Instituição, da atividade funcional e da conduta pública dos membros e servidores é direito das pessoas que buscam atendimento na Defensoria Pública.
IV. A participação popular na Defensoria Pública será efetivada, dentre outras formas, através da Conferência Estadual, das Pré-Conferências Regionais e do Plano Anual de Atuação da Defensoria Pública, elaborado pela Ouvidoria-Geral e aprovado pelo Defensor Público-Geral do Estado.
V. O direito à voz em sessões públicas do Conselho Superior a qualquer pessoa é um dos mecanismos de participação popular da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, vedada a manifestação em julgamento de processo administrativo disciplinar, salvo, em relação ao Defensor Público interessado e seu advogado legalmente constituído.
Está correto o que se afirma APENAS em