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Q1986858 Matemática
Um pedreiro cobrou R$ 1.250,00 para fazer rum muro de 10 metros de comprimento por 1,60 metros de altura. Devido a uma situação inesperada, o muro ficou com 2,00 m de altura e 10 metros de comprimento. Como o pedreiro cobra por metro quadrado e houve um aumento na área final, o preço, em reais, foi ajustado para 
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Q1986857 Português
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases a seguir.
Ela disse ao irmão que todos aqueles gastos excessivos e frequentes dele _____________ muito sacrifício. ____________ é muito importante ______________ daqui para a frente.
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Q1986851 Português
A regência das palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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Q1986850 Português
Assinale a alternativa em que a concordância das palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q1986849 Português
Leia o trecho da letra de música a seguir para responder à questão.


“Coisas são só coisas

servem só pra tropeçar

têm seu brilho no começo

mas se viro pelo avesso

são fardo pra carregar”.


(Chico César. De uns tempos pra cá.
Disponível em: https://m.letras.mus.br. Acesso em: 07.03.2022. Adaptado)
No trecho – Coisas são só coisas / servem só pra tropeçar… – os dois verbos destacados estão no tempo presente. Passando-os para o tempo futuro, tem-se, respectivamente:
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Q1986848 Português
Leia o trecho da letra de música a seguir para responder à questão.


“Coisas são só coisas

servem só pra tropeçar

têm seu brilho no começo

mas se viro pelo avesso

são fardo pra carregar”.


(Chico César. De uns tempos pra cá.
Disponível em: https://m.letras.mus.br. Acesso em: 07.03.2022. Adaptado)
Na frase – … são fardo pra carregar … –, as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, na ordem em que se apresentam, por
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Q1986847 Português
Leia o trecho da letra de música a seguir para responder à questão.


“Coisas são só coisas

servem só pra tropeçar

têm seu brilho no começo

mas se viro pelo avesso

são fardo pra carregar”.


(Chico César. De uns tempos pra cá.
Disponível em: https://m.letras.mus.br. Acesso em: 07.03.2022. Adaptado)
A ideia principal contida no trecho da letra de música “De uns tempos pra cá” é a de que as coisas
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Q1986846 Português
A pontuação está de acordo com a norma-padrão em:
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Q1986845 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da crase obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
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Q1986844 Português
Leia o texto para responder à questão.

Coisas são só coisas

  Uma das criadoras do movimento Simplicidade Voluntária, Vicki Robin, critica rigorosamente o consumismo desenfreado e afirma: “Estamos vivendo a doença do muito.” Quem tem suas necessidades básicas asseguradas e pode consumir além do que precisa é o que mais sofre dessa doença.
  Segundo Vicki, nos países mais ricos, as pessoas com acesso ao consumo estão viciadas no excesso. Vão comprando. E vão acumulando. Num dia é um travesseiro; no outro, o sapato que vai sair uma única vez do armário. Surgem depois a roupa de marca, o azeite importado, o carro do ano, o eletrodoméstico mais moderno – e mais um armário na casa para acomodar o que se compra.
   O que leva muita gente a consumir é a falta de contato com as próprias coisas. A pessoa se esquece do que tem e, com a sensação de não ter, acaba comprando mais. Estímulos não faltam: nunca houve tanta oferta e tanta facilidade para pagar. Outro aspecto que interfere muito é o uso cada vez menor do dinheiro vivo como forma de pagamento, o que contribui para estimular compras desnecessárias. Ao pagar com cartões, a pessoa não sente que está gastando.
   Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano, a sensação de que sempre falta algo. Queremos o que não temos, mas, assim que passamos a ter, aquilo já não nos interessa mais.
   Ao refletirmos profundamente a respeito do consumismo, podemos entender que é muito mais importante investir nos relacionamentos pessoais – amigos, filhos, colegas de trabalho – pois são eles que nos enriquecem verdadeiramente. Porque a relação com o consumismo é clara: quanto mais pobre for nossa vida interior, mais sentiremos necessidade de ter coisas.

(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
No trecho do 2º parágrafo – … e mais um armário na casa para acomodar o que se compra. –, a palavra destacada estabelece sentido de
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Q1986841 Português
Leia o texto para responder à questão.

Coisas são só coisas

  Uma das criadoras do movimento Simplicidade Voluntária, Vicki Robin, critica rigorosamente o consumismo desenfreado e afirma: “Estamos vivendo a doença do muito.” Quem tem suas necessidades básicas asseguradas e pode consumir além do que precisa é o que mais sofre dessa doença.
  Segundo Vicki, nos países mais ricos, as pessoas com acesso ao consumo estão viciadas no excesso. Vão comprando. E vão acumulando. Num dia é um travesseiro; no outro, o sapato que vai sair uma única vez do armário. Surgem depois a roupa de marca, o azeite importado, o carro do ano, o eletrodoméstico mais moderno – e mais um armário na casa para acomodar o que se compra.
   O que leva muita gente a consumir é a falta de contato com as próprias coisas. A pessoa se esquece do que tem e, com a sensação de não ter, acaba comprando mais. Estímulos não faltam: nunca houve tanta oferta e tanta facilidade para pagar. Outro aspecto que interfere muito é o uso cada vez menor do dinheiro vivo como forma de pagamento, o que contribui para estimular compras desnecessárias. Ao pagar com cartões, a pessoa não sente que está gastando.
   Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano, a sensação de que sempre falta algo. Queremos o que não temos, mas, assim que passamos a ter, aquilo já não nos interessa mais.
   Ao refletirmos profundamente a respeito do consumismo, podemos entender que é muito mais importante investir nos relacionamentos pessoais – amigos, filhos, colegas de trabalho – pois são eles que nos enriquecem verdadeiramente. Porque a relação com o consumismo é clara: quanto mais pobre for nossa vida interior, mais sentiremos necessidade de ter coisas.

(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Na frase contida no 4º parágrafo – Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano. –, a palavra destacada tem sentido contrário de
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Q1986840 Português
Leia o texto para responder à questão.

Coisas são só coisas

  Uma das criadoras do movimento Simplicidade Voluntária, Vicki Robin, critica rigorosamente o consumismo desenfreado e afirma: “Estamos vivendo a doença do muito.” Quem tem suas necessidades básicas asseguradas e pode consumir além do que precisa é o que mais sofre dessa doença.
  Segundo Vicki, nos países mais ricos, as pessoas com acesso ao consumo estão viciadas no excesso. Vão comprando. E vão acumulando. Num dia é um travesseiro; no outro, o sapato que vai sair uma única vez do armário. Surgem depois a roupa de marca, o azeite importado, o carro do ano, o eletrodoméstico mais moderno – e mais um armário na casa para acomodar o que se compra.
   O que leva muita gente a consumir é a falta de contato com as próprias coisas. A pessoa se esquece do que tem e, com a sensação de não ter, acaba comprando mais. Estímulos não faltam: nunca houve tanta oferta e tanta facilidade para pagar. Outro aspecto que interfere muito é o uso cada vez menor do dinheiro vivo como forma de pagamento, o que contribui para estimular compras desnecessárias. Ao pagar com cartões, a pessoa não sente que está gastando.
   Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano, a sensação de que sempre falta algo. Queremos o que não temos, mas, assim que passamos a ter, aquilo já não nos interessa mais.
   Ao refletirmos profundamente a respeito do consumismo, podemos entender que é muito mais importante investir nos relacionamentos pessoais – amigos, filhos, colegas de trabalho – pois são eles que nos enriquecem verdadeiramente. Porque a relação com o consumismo é clara: quanto mais pobre for nossa vida interior, mais sentiremos necessidade de ter coisas.

(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
É correto afirmar que o texto apresenta uma reflexão relacionada
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Q1986839 Português
Leia o texto para responder à questão.

Coisas são só coisas

  Uma das criadoras do movimento Simplicidade Voluntária, Vicki Robin, critica rigorosamente o consumismo desenfreado e afirma: “Estamos vivendo a doença do muito.” Quem tem suas necessidades básicas asseguradas e pode consumir além do que precisa é o que mais sofre dessa doença.
  Segundo Vicki, nos países mais ricos, as pessoas com acesso ao consumo estão viciadas no excesso. Vão comprando. E vão acumulando. Num dia é um travesseiro; no outro, o sapato que vai sair uma única vez do armário. Surgem depois a roupa de marca, o azeite importado, o carro do ano, o eletrodoméstico mais moderno – e mais um armário na casa para acomodar o que se compra.
   O que leva muita gente a consumir é a falta de contato com as próprias coisas. A pessoa se esquece do que tem e, com a sensação de não ter, acaba comprando mais. Estímulos não faltam: nunca houve tanta oferta e tanta facilidade para pagar. Outro aspecto que interfere muito é o uso cada vez menor do dinheiro vivo como forma de pagamento, o que contribui para estimular compras desnecessárias. Ao pagar com cartões, a pessoa não sente que está gastando.
   Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano, a sensação de que sempre falta algo. Queremos o que não temos, mas, assim que passamos a ter, aquilo já não nos interessa mais.
   Ao refletirmos profundamente a respeito do consumismo, podemos entender que é muito mais importante investir nos relacionamentos pessoais – amigos, filhos, colegas de trabalho – pois são eles que nos enriquecem verdadeiramente. Porque a relação com o consumismo é clara: quanto mais pobre for nossa vida interior, mais sentiremos necessidade de ter coisas.

(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Conforme o 3º parágrafo, pode-se afirmar que
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Q1986838 Português
Leia o texto para responder à questão.

Coisas são só coisas

  Uma das criadoras do movimento Simplicidade Voluntária, Vicki Robin, critica rigorosamente o consumismo desenfreado e afirma: “Estamos vivendo a doença do muito.” Quem tem suas necessidades básicas asseguradas e pode consumir além do que precisa é o que mais sofre dessa doença.
  Segundo Vicki, nos países mais ricos, as pessoas com acesso ao consumo estão viciadas no excesso. Vão comprando. E vão acumulando. Num dia é um travesseiro; no outro, o sapato que vai sair uma única vez do armário. Surgem depois a roupa de marca, o azeite importado, o carro do ano, o eletrodoméstico mais moderno – e mais um armário na casa para acomodar o que se compra.
   O que leva muita gente a consumir é a falta de contato com as próprias coisas. A pessoa se esquece do que tem e, com a sensação de não ter, acaba comprando mais. Estímulos não faltam: nunca houve tanta oferta e tanta facilidade para pagar. Outro aspecto que interfere muito é o uso cada vez menor do dinheiro vivo como forma de pagamento, o que contribui para estimular compras desnecessárias. Ao pagar com cartões, a pessoa não sente que está gastando.
   Na base do consumo exagerado está a insatisfação permanente do ser humano, a sensação de que sempre falta algo. Queremos o que não temos, mas, assim que passamos a ter, aquilo já não nos interessa mais.
   Ao refletirmos profundamente a respeito do consumismo, podemos entender que é muito mais importante investir nos relacionamentos pessoais – amigos, filhos, colegas de trabalho – pois são eles que nos enriquecem verdadeiramente. Porque a relação com o consumismo é clara: quanto mais pobre for nossa vida interior, mais sentiremos necessidade de ter coisas.

(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
De acordo com as ideias de Vick Robin, é correto afirmar que
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Q1986426 Direito Financeiro
Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de unidade orçamentária, segundo a Lei nº 4.320/1964:
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Q1986425 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Segundo prevê a Lei Municipal nº 4.994/1995, considera-se estabelecimento prestador o local:
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Q1986424 Legislação Federal
É correto afirmar sobre o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, com base na Lei Complementar nº 123: 
Alternativas
Q1986423 Direito Tributário
A empresa varejista ABC Comércio Ltda. realizou a compra e venda de mercadorias sujeitas ao pagamento do imposto estadual sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS). A respeito dessa situação hipotética, é correto afirmar, com base no Código Tributário Nacional, que
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Q1986422 Direito Tributário
Com base nas regras vigentes no país sobre o domicílio tributário, é correto afirmar que 
Alternativas
Q1986421 Direito Tributário
A respeito dos impostos municipais sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) e sobre a transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1041: B
1042: A
1043: C
1044: E
1045: E
1046: C
1047: B
1048: D
1049: B
1050: E
1051: C
1052: C
1053: E
1054: B
1055: B
1056: E
1057: A
1058: C
1059: D
1060: C