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Q3965373 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada em área de vulnerabilidade social, o Técnico de Enfermagem trabalha na promoção da saúde e prevenção de doenças junto à comunidade. A equipe reconhece que a educação em saúde é ação fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS), que contribui para o empoderamento da população, a prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida. O Técnico de Enfermagem participa de atividades educativas com grupos de gestantes, hipertensos, diabéticos e adolescentes, fornecendo orientações sobre alimentação saudável, atividade física, vacinação, higiene pessoal, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, cuidados na gravidez e outros temas relevantes para a comunidade. O profissional utiliza linguagem acessível, respeita os conhecimentos prévios da população, promove a participação ativa, adapta as orientações conforme contexto cultural e social e registra as atividades realizadas. Qual é a conduta CORRETA que o Técnico de Enfermagem deve adotar ao realizar educação em saúde junto à comunidade?
Alternativas
Q3965372 Saúde Pública
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada em área de vulnerabilidade social, o Técnico de Enfermagem participa de uma reunião de planejamento com a equipe multiprofissional (enfermeiro, médico, assistente social e agente comunitário de saúde) para reorganizar as ações de saúde e melhor atender à população adscrita. Durante a discussão, surgem propostas sobre como operacionalizar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) na prática assistencial diária. A equipe reconhece que a atenção básica é a porta de entrada do sistema de saúde e que a integralidade, a universalidade e a equidade devem guiar todas as ações. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer que a afirmação que melhor descreve a aplicação correta dos princípios do SUS na prática assistencial diária é:
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3965371 Enfermagem
Em uma Unidade de Internação de um hospital público, o Técnico de Enfermagem realiza diversos procedimentos que geram resíduos de diferentes tipos (agulhas, gazes, seringas, frascos de medicamentos e resíduos orgânicos). O profissional reconhece que o manejo apropriado e o descarte correto de resíduos de serviços de saúde são responsabilidades fundamentais que protegem a si mesmo, os colegas, os pacientes e o ambiente, conforme a Resolução ANVISA nº 358/2005.
O Técnico de Enfermagem deve classificar os resíduos conforme o tipo (grupo A: risco biológico; grupo B: químicos; grupo C: radioativos; grupo D: comuns; grupo E: perfurocortantes), descartá-los em recipientes apropriados com identificação clara, utilizar equipamentos de proteção individual durante o manejo, manter a higiene de mãos e cooperar com a equipe de limpeza e coleta de resíduos. Qual é a conduta CORRETA que o Técnico de Enfermagem deve adotar ao descartar agulhas e materiais perfurocortantes?
Alternativas
Q3965370 Enfermagem
Em uma Unidade de Internação de Clínica Médica de um hospital público, o Técnico de Enfermagem recebe prescrição médica para administrar medicamento por via oral em paciente adulto com diagnóstico de hipertensão arterial. Antes de administrar o medicamento, o profissional deve verificar a prescrição, confirmar dados do paciente, avaliar condições de administração e orientar sobre possíveis efeitos colaterais. Durante o procedimento, o Técnico de Enfermagem reconhece que a segurança do paciente exige rigor no cumprimento de protocolos e identificação de situações que impeçam a administração segura. Julgue as alternativas abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F), considerando os princípios fundamentais de segurança do paciente e da administração segura de medicamentos. Nesse contexto, o profissional deve:
(__)Verificar prescrição, nome do paciente, medicamento, dose, via e horário; confirmar alergias e contraindicações; orientar o paciente sobre o medicamento e registrar administração no prontuário.
(__)Administrar medicamento mesmo que o paciente relatar alergia conhecida, desde que o médico tenha prescrito, pois a responsabilidade é do prescritor.
(__)Recusar a administração de medicamento se identificar discrepância entre prescrição e dados do paciente, comunicando imediatamente ao enfermeiro e ao médico.
(__)Utilizar medicamentos de outros pacientes se o medicamento prescrito não estiver disponível no momento, desde que seja da mesma classe farmacológica e dose similar.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3965368 Enfermagem
Em um hospital público de médio porte, o Técnico de Enfermagem é designado para trabalhar na unidade de internação de clínica médica. Durante o turno, ele identifica que a unidade necessita reorganizar seus processos de limpeza, conservação de materiais e equipamentos, para otimizar a assistência e garantir a segurança dos pacientes. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, participa da reorganização da unidade de internação e reconhece que suas responsabilidades incluem:
I.Realizar limpeza terminal de enfermarias apenas quando solicitado pelo médico responsável, sem necessidade de protocolo específico.
II.Participar da organização e do controle de materiais e equipamentos, garantindo disponibilidade e funcionamento adequados conforme rotinas institucionais.
III.Colaborar na manutenção da ordem, limpeza e conservação de móveis, materiais e equipamentos da unidade.
IV.Executar rotinas administrativas e assistenciais conforme protocolos estabelecidos pela instituição e sob supervisão do enfermeiro.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as responsabilidades corretas do Técnico de Enfermagem.
Alternativas
Q3965367 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público, o Técnico de Enfermagem atende uma gestante em seu terceiro trimestre de gravidez para consulta de pré-natal. Durante a avaliação, identifica queixa de edema em membros inferiores, pressão arterial elevada (150/95 mmHg) e relato de cefaleia. A gestante também solicita orientações sobre alimentação saudável e cuidados na gravidez. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer que suas responsabilidades, nesse cenário, incluem:
I.Realizar diagnóstico de pré-eclâmpsia e prescrever medicamentos antihipertensivos, conforme avaliação pessoal dos sinais e sintomas.
II.Coletar dados clínicos completos (sinais vitais, queixas, histórico), registrar no prontuário e comunicar achados anormais ao enfermeiro para avaliação diagnóstica.
III.Fornecer orientações educativas sobre nutrição, higiene, repouso e cuidados gerais na gravidez sob supervisão e direcionamento do enfermeiro.
IV.Executar procedimentos de enfermagem conforme prescrição do enfermeiro, como a verificação periódica de sinais vitais e preparação para possíveis exames complementares.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as responsabilidades corretas do Técnico de Enfermagem.
Alternativas
Q3965366 Enfermagem
Em uma Unidade de Clínica Cirúrgica de um hospital público, o Técnico de Enfermagem observa que um colega administrou medicamento em dose maior que a prescrita e pede para não comunicar o fato ao enfermeiro ou médico, argumentando que o paciente não vai apresentar reação e que a comunicação pode prejudicar sua carreira profissional. De acordo com o texto acima, qual é a conduta CORRETA que o Técnico de Enfermagem deve adotar ao presenciar erro medicamentoso cometido pelo colega?
Alternativas
Q3965365 Direito Sanitário
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada em área de vulnerabilidade social, o Técnico de Enfermagem participa de uma reunião de planejamento com a equipe multiprofissional (enfermeiro, médico, assistente social e agente comunitário de saúde). O objetivo é reorganizar as ações de saúde para melhor atender à população adscrita. Durante a discussão, surgem propostas sobre como operacionalizar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) na prática assistencial diária. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer que a afirmação que melhor descreve o princípio da universalidade do SUS é:
Alternativas
Q3965364 Enfermagem
Em uma Unidade de Internação de Clínica Médica de um hospital público, o Técnico de Enfermagem realiza diversos procedimentos com um paciente internado há três dias com diagnóstico de pneumonia comunitária. Durante o turno, ele verifica sinais vitais, administra medicamentos conforme prescrição, realiza curativos e orienta o paciente sobre higiene pessoal. Ao final do turno, o Técnico de Enfermagem deve registrar todas as ações realizadas no prontuário do paciente. Nesse contexto, ele deve reconhecer que:
I.As anotações de enfermagem podem ser registradas em folhas soltas ou em cadernos pessoais do Técnico de Enfermagem, desde que sejam transcritas posteriormente para o prontuário oficial.
II.O prontuário do paciente é um documento legal que deve conter registros precisos, legíveis, datados e assinados de todas as ações de enfermagem realizadas, incluindo procedimentos, observações clínicas e orientações fornecidas.
III.O sigilo e confidencialidade das informações em saúde devem ser mantidos rigorosamente, sendo proibido compartilhar informações do prontuário com pessoas não autorizadas, mesmo em situações informais.
IV.Erros ou omissões nos registros de enfermagem podem ser corrigidos mediante rasura ou uso de corretivo, desde que o Técnico de Enfermagem indique a data e suas iniciais na margem.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as condutas corretas de registro e documentação.
Alternativas
Q3965363 Enfermagem
Em uma Unidade de Internação de um hospital público, o Técnico de Enfermagem realiza diversos cuidados com um paciente internado há cinco dias, com diagnóstico de insuficiência cardíaca. Durante o turno, ele verifica sinais vitais, administra medicamentos, realiza curativos, orienta sobre medicações e registra todas as ações no prontuário. Ao final do turno, o Técnico de Enfermagem observa que um colega comentou informações confidenciais do paciente na sala de descanso e que outro colega preencheu o prontuário com rasura e corretivo. O Técnico de Enfermagem reconhece que registros adequados e o sigilo profissional são direitos fundamentais do paciente e responsabilidades legais do profissional. Complete corretamente a afirmação a seguir sobre os princípios de confidencialidade e documentação em enfermagem:
"Conforme o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e a Resolução COFEN nº 358/2009, o Técnico de Enfermagem deve _____________, garantindo a segurança jurídica do documento e o direito fundamental do paciente à confidencialidade de suas informações de saúde."

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação acima.
Alternativas
Q3965361 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público, o Técnico de Enfermagem é acionado para realizar o acolhimento de um paciente com queixa de dor abdominal. Durante a entrevista, o paciente relata histórico de hipertensão e diabetes mellitus tipo 2. O Técnico de Enfermagem, atuando sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer que suas atribuições, nesse cenário, incluem:
I.Realizar diagnóstico clínico e prescrever medicamentos conforme avaliação pessoal.
II.Coletar dados de saúde, verificar sinais vitais e comunicar achados anormais ao enfermeiro.
III.Executar cuidados de enfermagem conforme protocolos institucionais e prescrição do enfermeiro.
IV.Fornecer orientações educativas sobre autocuidado e prevenção de complicações sob supervisão do enfermeiro.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as atribuições corretas do Técnico de Enfermagem.
Alternativas
Q3965360 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público, o Técnico de Enfermagem realiza diversos procedimentos durante o turno: coleta de sangue para exames, curativos em feridas, administração de injeções, higiene pessoal de pacientes e limpeza de consultórios. Ao final de cada procedimento, surgem resíduos variados que devem ser descartados conforme protocolos de biossegurança. O Técnico de Enfermagem reconhece que o manejo inadequado de resíduos compromete a segurança do profissional, do paciente e do ambiente. Complete corretamente a afirmação a seguir sobre o manejo e descarte de resíduos de serviços de saúde:
"Conforme a Resolução ANVISA nº 358/2005, agulhas e seringas utilizadas em procedimentos devem ser descartadas em _____________, sendo terminantemente proibida sua reutilização, independentemente da condição clínica do paciente atendido."

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação acima.
Alternativas
Q3965358 Legislação Municipal
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Helena/SC, o ato de investidura em cargo público, feito em comissão, quando se tratar de cargo que, em virtude de lei, assim deva ser provido, ou em caráter efetivo, nos demais casos, é chamado de: 
Alternativas
Q3965357 Segurança da Informação
Criminosos virtuais frequentemente utilizam páginas falsas que reproduzem com grande fidelidade a aparência de sites legítimos de bancos, lojas virtuais ou serviços online. Essa estratégia faz parte de ataques de phishing, nos quais o usuário é induzido a acreditar que está acessando um ambiente confiável, fornecendo dados pessoais, senhas ou informações bancárias. Como são chamadas essas páginas falsas que imitam visualmente sites verdadeiros para enganar os usuários?
Alternativas
Q3965355 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município de Santa Helena/SC estabelece limites à atuação administrativa do poder público local, como no seu artigo 6º, que trata de vedações ao município. Sobre este artigo, analise as assertivas a seguir:
I.O Município não pode estabelecer cultos religiosos ou igrejas, nem manter relações de dependência ou aliança com eles, ressalvada a colaboração de interesse público prevista em lei.
II.A administração municipal está proibida de recusar fé aos documentos públicos regularmente emitidos por autoridade competente.
III.O Município pode criar distinções entre brasileiros sempre que isso favorecer políticas públicas locais. 
IV.A Lei Orgânica impede que o Município conceda preferências entre brasileiros em sua atuação administrativa.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3965353 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica."
A oração que começa com 'de que o tempo de análise...' é classificada sintaticamente como: 
Alternativas
Q3965352 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica." Com base na análise sintática, julgue as afirmativas a seguir:
I.No trecho, o verbo 'haver' é impessoal, não apresenta sujeito e deve permanecer na terceira pessoa do singular, do mesmo modo que o particípio do verbo 'ser'.
II.O verbo 'haver' apresenta sujeito cujo núcleo é determinado por um adjunto adnominal, que será flexionado obrigatoriamente caso esse núcleo seja colocado no plural.
III.O travessão indica que a oração subsequente é um aposto explicativo da oração principal.
IV.A palavra 'consumida' exerce a função de predicativo do sujeito, concordando com a expressão 'proteção'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3965351 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento."
A palavra 'biotecnologia' não deve ser escrita com hífen, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico para palavras compostas. Considerando as normas ortográficas atualizadas, incluindo alterações além do emprego do hífen, identifique a alternativa que apresenta alguma palavra grafada INCORRETAMENTE.
Alternativas
Q3965350 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/

"Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil."


Com base na classificação do tipo de predicado presente no trecho, identifique a alternativa correta. 

Alternativas
Q3965349 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810

Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos. 

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema. Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica

https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais."
Considerando a regência verbal e nominal, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
(__)O verbo 'dedicar' atua como bitransitivo, exigindo preposição 'a' antes do objeto indireto.
(__)O verbo 'dedicar' atua apenas como transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado, o que justifica o uso da crase, uma vez que 'investigação' admite o artigo definido feminino 'a'.
(__)O verbo 'desenvolver' está no infinitivo atuando como intransitivo e com seu sujeito posposto.
(__)A forma 'associada' exige complemento preposicionado, todavia, o vocábulo 'estudos', por se apresentar no plural, não admite o uso da crase. Caso estivesse no singular, o emprego da crase seria obrigatório.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
21: C
22: D
23: A
24: A
25: D
26: D
27: B
28: A
29: A
30: B
31: C
32: B
33: A
34: C
35: D
36: D
37: C
38: D
39: B
40: A