Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de castro - pr

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Q3885920 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Quanto aos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista estabelecidos pela Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3885917 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003

O art. 19 do Estatuto da Pessoa Idosa estabelece que os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra pessoas idosas serão objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade sanitária.


Então, assinale a alternativa incorreta em relação ao órgão que pode ser obrigatoriamente comunicado em casos de violência contra a pessoa idosa, conforme dispõe esta Lei.


Alternativas
Q3885916 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003

Em relação ao Estatuto da Pessoa Idosa, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Entre as pessoas idosas, é assegurada prioridade especial aos maiores de 80 (oitenta) anos, atendendo-se suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais pessoas idosas.


( ) É de responsabilidade exclusiva do poder público prevenir a ameaça ou violação aos direitos da pessoa idosa.


( ) Todo cidadão tem o dever de comunicar à autoridade competente qualquer forma de violação desta Lei que tenha testemunhado ou de que tenha conhecimento.


( ) A pessoa idosa goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades para a preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.


Alternativas
Q3885915 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003

O art. 3º da Lei nº 10.741/2003, que institui o Estatuto da Pessoa Idosa, menciona que é obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar à pessoa idosa, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.


Sendo assim, assinale a alternativa incorreta no que se refere à garantia da prioridade absoluta tratada neste artigo.


Alternativas
Q3885914 Direito Penal
De acordo com a caracterização das formas de violência doméstica e familiar contra a mulher estabelecidas pela Lei nº 11.340/2006, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q3885909 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

O Estatuto da Criança e do Adolescente regulamenta as atribuições do Conselho Tutelar. Dentre estas, o texto menciona: “São atribuições do Conselho Tutelar atender as crianças e adolescentes nas hipóteses previstas nos artigos 98 e 105, aplicando as medidas previstas no art. 101 [...]”.


Analise as assertivas e assinale a alternativa correta em relação às medidas aplicáveis referentes ao art. 101 do ECA:


I – Orientação, apoio e acompanhamento temporários.
II – Requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico, em regime hospitalar ou ambulatorial.
III – Inclusão em serviços e programas oficiais ou comunitários de proteção, apoio e promoção da família, da criança e do adolescente.
IV – Acolhimento institucional.
V – Aplicação de medida socioeducativa de liberdade assistida.
Alternativas
Q3885908 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura ao adolescente o direito à profissionalização e à proteção no trabalho. De acordo com o art. 67, são vedadas atividades laborais noturnas, perigosas, insalubres, penosas, ou que prejudiquem sua formação e desenvolvimento físico, psíquico, moral e social, além de prejudicar a frequência escolar.


Sendo assim, assinale a alternativa incorreta quanto ao que se aplica a essas vedações:


Alternativas
Q3885907 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante diversos direitos fundamentais. De acordo com o art. 16, o direito de “participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação” corresponde a qual direito fundamental?
Alternativas
Q3885905 Conhecimentos Bancários

Em novembro de 2025, o Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial de uma instituição financeira brasileira. A medida foi tomada após constatação de problemas graves de solvência e gestão, o que levou à falência da instituição.


Qual foi o banco que entrou em processo de liquidação em novembro de 2025?


Alternativas
Q3885904 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Castro/PR, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


As instituições privadas poderão participar de forma complementar do Sistema Único de Saúde, mediante contrato de direito público ou ____________, tendo preferência as entidades filantrópicas e as ____________.


Alternativas
Q3885903 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Castro/PR, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa correta.


A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal, só poderão ser feitas:


( ) se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender à projeção de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes.


( ) se houver autorização da Câmara Municipal.


( ) se houver autorização expressa do Prefeito, por meio de publicação em decreto municipal.


( ) se houver autorização específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias.


Alternativas
Q3885902 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com sua Lei Orgânica, o Município de Castro/PR, unidade do território do Estado do Paraná, pessoa jurídica de direito público interno, é dotado de autonomia, assegurada pela Constituição da República e do Estado do Paraná. Organiza-se e rege-se por esta Lei Orgânica e pelas leis que adotar, observados os princípios das Constituições Federal e Estadual, e tem por objetivos, exceto:
Alternativas
Q3885896 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm
O principal propósito do documentário, conforme enfatizado no texto, e o principal argumento utilizado para convencer o leitor de que a obra é relevante (“vale o play”), é:
Alternativas
Q3885895 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Assinale a alternativa cujo uso da crase é obrigatório:


Alternativas
Q3885893 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Na oração: “O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente aí”, a classificação sintática do sujeito e do predicado são, respectivamente:


Alternativas
Q3885892 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm
De acordo com as regras de concordância verbal, se a frase “depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação” fosse reescrita no singular, qual alternativa apresentaria a concordância correta?
Alternativas
Q3885891 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Considere o trecho:


“A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal...”.


O verbo “promete” exige um objeto, classificando-se sintaticamente como:


Alternativas
Q3885890 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

No parágrafo que descreve a relação do casal, o autor afirma:


“Para o público, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real...”.


A preposição/conjunção “Para”, repetida no início de ambas as frases, tem o efeito de:


Alternativas
Q3885889 Português
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Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

“O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história...”.


O pronome pessoal reto “ela” atua como elemento de coesão referencial, substituindo:


Alternativas
Q3885888 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm
No trecho “O fim chegou no dia 1º de maio de 1994, com o acidente fatal”, a palavra “fatal” modifica diretamente o substantivo “acidente”. Morfologicamente, essa palavra é classificada como:
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: B
5: B
6: B
7: D
8: B
9: A
10: C
11: C
12: D
13: D
14: D
15: B
16: A
17: D
18: D
19: A
20: D