Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de japaratinga - al
Foram encontradas 580 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O desenvolvimento infantil pode ser compreendido a partir de diferentes abordagens teóricas que influenciaram fortemente as práticas pedagógicas. Entre elas, destacam-se as contribuições de Piaget, Vygotsky e Wallon, cada qual com uma ênfase específica no processo de aprendizagem e desenvolvimento. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B:
Coluna A (termos)
1.Piaget.
2.Vygotsky.
3.Wallon.
Coluna B (descrições)
(__)Defende que o desenvolvimento cognitivo ocorre por estágios sucessivos, resultantes da interação do sujeito com o meio e da construção ativa do conhecimento.
(__)Valoriza o papel das emoções e da afetividade no processo de desenvolvimento, propondo uma abordagem integradora entre motricidade, cognição e emoção.
(__)Sustenta que o desenvolvimento se dá nas interações sociais mediadas pela linguagem, com forte influência do contexto histórico e cultural.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
O uso da tecnologia na educação tem provocado mudanças significativas nas formas de ensinar e aprender, exigindo do professor domínio não apenas de recursos digitais, mas também de estratégias pedagógicas integradas ao contexto escolar. Em relação à aplicação da tecnologia no processo educativo, analise as afirmativas a seguir:
I.A utilização de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) favorece a autonomia do estudante ao permitir acesso flexível aos conteúdos, à comunicação com colegas e professores, e à construção colaborativa do conhecimento.
II.A introdução de tecnologias digitais no ensino dispensa o planejamento pedagógico tradicional, pois os recursos tecnológicos substituem a mediação docente e conduzem de forma autônoma o processo de aprendizagem.
III.O uso de metodologias ativas mediadas por tecnologia contribui para uma aprendizagem mais significativa, pois coloca o estudante no centro do processo, estimulando o protagonismo, a resolução de problemas e o pensamento crítico.
Está correto o que se afirma em:
"Para ler e compreender um texto é necessário criar uma relação entre o leitor e o texto."
Considere o comportamento do escritor e o do leitor em uma situação de produção textual e marque a alternativa incorreta.
"Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico..."
O emprego do vocábulo 'calarica', extraído do trecho da crônica de Lima Barreto, representa:
Quanto à linguagem oral, oralização e oralidade, analise as afirmativas a seguir:
I.Toda língua, que sirva a uma grande nação consideravelmente extensa e muito diferenciada cultural e socialmente, quer pertença a uma pequena comunidade isolada de algumas poucas dezenas de indivíduos, é um complexo de variedades, um conglomerado de variantes.
II.A língua é rica e rebuscada, pois a linguagem se diferencia em épocas (o português falado hoje é diferente do português de 50 anos atrás), regionalidade (diferentes lugares, diferentes falas), grupo social (uso de "etiqueta", assim como de gírias por determinadas "tribos") e ainda as diferentes situações (fala formal e informal).
III.Há variações, como, modo de falar de diferentes profissionais (linguagem técnica da área), as gírias das diferentes faixas etárias, a língua escrita e oral, nos oferecendo um cartel de possibilidades para seu estudo, compreensão e ampliação.
IV.Não existe forma mais correta, existe sim a forma mais adequada de se expressar de acordo com a situação social, histórica e cultural a qual o indivíduo está inserido, assim todas elas devem ser respeitadas e exploradas em função de sua razão primordial: a comunicação entre os sujeitos que a utilizam.
(https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/24/oralidade-ealfabetizacao-implicacoes-dos-generos-orais-para-o-ensino-e-aaprendizagem)
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
"Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida."
Analise a transitividade do verbo 'coletar' no trecho acima. Em seguida, observe o emprego dos verbos nos enunciados a seguir. Assinale a alternativa em que o verbo apresenta a mesma transitividade de forma incorreta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
Com base nos elementos linguísticos empregados no texto, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e (F) as falsas:
(__)Em 'descoberta fenomenal', observa-se uma hipérbole, pois intensifica a importância da descoberta de maneira expressiva, indo além da descrição neutra e científica dos dados.
(__)Em '...o risco de crianças pequenas', o vocábulo 'pequenas foi empregado em sentido denotativo.
(__)No trecho 'Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma...", observa-se emprego de figura de linguagem.
(__)Um texto, às vezes, apresenta tipologia textual mista, o que pode ser comprovado no texto apresentado, uma vez que ele é dissertativo e injuntivo.
A sequência que preenche corretamente os espaços é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
É extremamente importante, para que se compreenda o texto em profundidade, ter uma noção sólida dos recursos de que a língua dispõe para estabelecer a coesão textual — isto é, os vínculos que conectam palavras, orações, períodos e parágrafos.
Com base nos recursos coesivos que devem ser empregados em um texto, julgue a assertiva incorreta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
De acordo com a norma-padrão, quando se trata de colocação pronominal em locuções verbais, alguns critérios devem ser considerados. Com base nos critérios de emprego dos pronomes e suas devidas justificativas, ulgue as afirmativas:
I.Com verbo auxiliar mais infinitivo ou gerúndio, o pronome átono poderá aparecer proclítico ao auxiliar: Eu lhe quero falar ou enclítico ao auxiliar ligado por hífen: Eu quero-lhe falar.
II.Com verbo auxiliar mais infinitivo ou gerúndio, o pronome átono poderá aparecer proclítico ao auxiliar: Eu lhe quero falar ou enclítico ao auxiliar: Eu quero lhe falar.
III.Com verbo auxiliar mais infinitivo ou gerúndio pode ocorrer ênclise ao verbo principal ligado por hífen: Eu quero falar-lhe.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
"Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares." Com base na análise morfossintática do período acima, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e (F) as falsas:
(__)O verbo 'parecer' foi empregado como verbo de ligação, fazendo parte de um predicado nominal.
(__)A expressão 'risco' é um substantivo exercendo a mesma função sintática do termo destacado em 'Eles se cumprimentaram'.
(__)A expressão 'com infecções pulmonares' corresponde ao complemento nominal do vocábulo 'internadas' que rege preposição.
(__)Os verbos 'demonstrar', 'parecer' e 'ser' apresentam sujeito simples, estão conjugados no mesmo tempo e modo verbal .
(__)O 'que' é um pronome relativo que retomou uma ideia dita anteriormente, sendo utilizado em oração subordinada objetiva direta.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
"As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido."
A oração destacada no trecho é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como os que se encontram fora do contexto, julgue as assertivas a seguir:
I.O vocábulo 'útero' é acentuado por ser uma proparoxítona, havendo, nesse caso, apenas uma forma de pronúncia. No entanto, alguns vocábulos, mesmo na língua culta, apresentam oscilação de pronúncia, como ocorre em: crisântemo ou crisantemo e ortoépia ou ortoepia.
II.O vocábulo 'saímos' segue a regra de acentuação dos vocábulos que formam hiato com 'i' e 'u' tônicos. Mesma regra que se aplica aos vocábulos acentuados em: Alguns juízes consideram irrelevantes as crenças baseadas no zodíaco ao analisarem seus processos.
III.A forma 'para' preposição não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico, diferentemente de 'para' verbo, que, antes acentuado, agora não possui acento.
IV.O vocábulo 'microbioma' não leva hífen, pois o primeiro elemento termina com vogal, mas o segundo começa com a consoante 'b', neste caso não deve ocorrer hífen. Também são exemplos de palavras que não possuem hífen os vocábulos: aeroespacial, contraindicação, minirreforma.
V.O vocábulo 'estéreis' é acentuado por ser uma paroxítona terminada em 'eis'. A mesma regra aplica-se aos vocábulos: hóquei e sorrísseis, pois apresentam a mesma classificação tônica e as terminações 'ei' e 'eis'. É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis
As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.
Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.
Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.
Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.
Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.
Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.
Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.
Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.
Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.
Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.
Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado
Leia e analise os trechos a seguir:
I.Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.
II."Acho que é realmente fenomenal.
III.É incrível poder mostrar isso.
IV.Estou animado", disse Nigel Field.
Quanto ao processo de formação dos períodos acima, identifique a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mistério do canto das baleias
Cientistas descobriram como algumas das maiores baleias do oceano produzem cantos assustadores e complexos.
As baleias jubarte e outras baleias com barbatanas desenvolveram uma caixa vocal especializada, que permite cantar debaixo d'água.
A descoberta, publicada na revista Nature, também revelou porque os ruídos que navios e embarcações fazem são tão perturbadores para estes gigantes oceânicos.
O canto das baleias está restrito a uma frequência específica, que se sobrepõe ao ruído produzido pelos navios.
"O som é absolutamente crucial para a sobrevivência delas, porque é a única forma de elas se encontrarem para acasalar no oceano", explica o professor Coen Elemans, da Universidade do Sul da Dinamarca, que liderou o estudo.
"Estes são alguns dos animais mais enigmáticos que já viveram no planeta. Eles estão entre os maiores e mais inteligentes, e são altamente sociáveis."
As baleias de barbatanas são um grupo de quatorze espécies, incluindo a baleia azul, a jubarte, a franca, a baleia-de-minke e a baleia-cinzenta.
Em vez de dentes, esses animais têm placas chamadas barbatanas ou cerdas, através das quais peneiram enormes quantidades de criaturas minúsculas que vivem na água.
A forma exata como eles produzem sons complexos foi um mistério até agora.
Junto de colegas, Elemans realizou experimentos usando laringes, ou caixas vocais, que foram cuidadosamente removidas de três carcaças de baleias que encalharam em praias.
Após a retirada, eles sopraram ar através das estruturas maciças, com o objetivo de produzir um som.
Em seres humanos, a voz vem de vibrações que acontecem quando o ar passa por estruturas chamadas pregas vocais, que ficam na garganta.
As baleias de barbatanas, por outro lado, possuem uma grande estrutura em forma de U, com uma almofada de gordura, no topo da laringe.
Essa anatomia vocal permite que os animais cantem ao reciclarem o ar. Isso evita que a água seja inalada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrddp57r77o.adaptado
O som é absolutamente crucial para a sobrevivência delas, porque é a única forma de elas se encontrarem para acasalar no oceano, explica o professor Coen Elemans, da Universidade do Sul da Dinamarca, que liderou o estudo. Estes são alguns dos animais mais enigmáticos que já viveram no planeta. Eles estão entre os maiores e mais inteligentes, e são altamente sociáveis.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mistério do canto das baleias
Cientistas descobriram como algumas das maiores baleias do oceano produzem cantos assustadores e complexos.
As baleias jubarte e outras baleias com barbatanas desenvolveram uma caixa vocal especializada, que permite cantar debaixo d'água.
A descoberta, publicada na revista Nature, também revelou porque os ruídos que navios e embarcações fazem são tão perturbadores para estes gigantes oceânicos.
O canto das baleias está restrito a uma frequência específica, que se sobrepõe ao ruído produzido pelos navios.
"O som é absolutamente crucial para a sobrevivência delas, porque é a única forma de elas se encontrarem para acasalar no oceano", explica o professor Coen Elemans, da Universidade do Sul da Dinamarca, que liderou o estudo.
"Estes são alguns dos animais mais enigmáticos que já viveram no planeta. Eles estão entre os maiores e mais inteligentes, e são altamente sociáveis."
As baleias de barbatanas são um grupo de quatorze espécies, incluindo a baleia azul, a jubarte, a franca, a baleia-de-minke e a baleia-cinzenta.
Em vez de dentes, esses animais têm placas chamadas barbatanas ou cerdas, através das quais peneiram enormes quantidades de criaturas minúsculas que vivem na água.
A forma exata como eles produzem sons complexos foi um mistério até agora.
Junto de colegas, Elemans realizou experimentos usando laringes, ou caixas vocais, que foram cuidadosamente removidas de três carcaças de baleias que encalharam em praias.
Após a retirada, eles sopraram ar através das estruturas maciças, com o objetivo de produzir um som.
Em seres humanos, a voz vem de vibrações que acontecem quando o ar passa por estruturas chamadas pregas vocais, que ficam na garganta.
As baleias de barbatanas, por outro lado, possuem uma grande estrutura em forma de U, com uma almofada de gordura, no topo da laringe.
Essa anatomia vocal permite que os animais cantem ao reciclarem o ar. Isso evita que a água seja inalada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrddp57r77o.adaptado
O texto apresenta resultados de uma pesquisa científica que investigou os mecanismos de vocalização das baleias com barbatanas e os impactos ambientais causados por ruídos marítimos sobre esses animais.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mistério do canto das baleias
Cientistas descobriram como algumas das maiores baleias do oceano produzem cantos assustadores e complexos.
As baleias jubarte e outras baleias com barbatanas desenvolveram uma caixa vocal especializada, que permite cantar debaixo d'água.
A descoberta, publicada na revista Nature, também revelou porque os ruídos que navios e embarcações fazem são tão perturbadores para estes gigantes oceânicos.
O canto das baleias está restrito a uma frequência específica, que se sobrepõe ao ruído produzido pelos navios.
"O som é absolutamente crucial para a sobrevivência delas, porque é a única forma de elas se encontrarem para acasalar no oceano", explica o professor Coen Elemans, da Universidade do Sul da Dinamarca, que liderou o estudo.
"Estes são alguns dos animais mais enigmáticos que já viveram no planeta. Eles estão entre os maiores e mais inteligentes, e são altamente sociáveis."
As baleias de barbatanas são um grupo de quatorze espécies, incluindo a baleia azul, a jubarte, a franca, a baleia-de-minke e a baleia-cinzenta.
Em vez de dentes, esses animais têm placas chamadas barbatanas ou cerdas, através das quais peneiram enormes quantidades de criaturas minúsculas que vivem na água.
A forma exata como eles produzem sons complexos foi um mistério até agora.
Junto de colegas, Elemans realizou experimentos usando laringes, ou caixas vocais, que foram cuidadosamente removidas de três carcaças de baleias que encalharam em praias.
Após a retirada, eles sopraram ar através das estruturas maciças, com o objetivo de produzir um som.
Em seres humanos, a voz vem de vibrações que acontecem quando o ar passa por estruturas chamadas pregas vocais, que ficam na garganta.
As baleias de barbatanas, por outro lado, possuem uma grande estrutura em forma de U, com uma almofada de gordura, no topo da laringe.
Essa anatomia vocal permite que os animais cantem ao reciclarem o ar. Isso evita que a água seja inalada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrddp57r77o.adaptado
As baleias de barbatanas são um grupo de quatorze espécies. Esses animais têm placas chamadas barbatanas ou cerdas, através das quais peneiram enormes quantidades de criaturas minúsculas que vivem na água.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: