Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de divinópolis - mg

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Q3081674 Direito Constitucional
“Consoante doutrina especializada, a Hermenêutica Constitucional, que se destina à interpretação das normas fundamentais, possui métodos, princípios e limites próprios. Nesse contexto, para o método ___________________, a análise da norma constitucional não se fixa na literalidade da norma, mas parte da realidade social e dos valores subjacentes do texto da Constituição, a qual deve ser interpretada como algo dinâmico e que se renova constantemente, no compasso das modificações da vida em sociedade.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q3081673 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Considere as seguintes situações hipotéticas:

I. Adonias ausentou-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato.
II. Melquisedeque ausentou-se do serviço intencionalmente por mais de trinta dias consecutivos.
III. Bernardo injustificadamente recusou-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente.

Considerando que não há reincidência nas condutas descritas e que elas não justificam imposição de penalidade mais grave, os servidores estão sujeitos às seguintes penalidades disciplinares, respectivamente:
Alternativas
Q3081668 Direito Constitucional
Certo servidor público municipal efetivo foi eleito para o cargo de Vereador de Divinópolis. De acordo com a Constituição Federal, ele:
Alternativas
Q3081664 Direito Administrativo
Determinada autoridade municipal delegou ao seu subordinado, servidor público efetivo, por meio de Portaria Normativa publicada no meio oficial, a edição de instrução normativa, a decisão relacionada a pedidos de acesso a informações e a decisão de recursos administrativos. De acordo com a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo, a delegação é válida 
Alternativas
Q3081646 Português

Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário?



    Dia desses, soube que, na nossa praça pública virtual, se travava um interessante debate sobre a língua portuguesa, que, em suma, se resumia a distinguir entre a postura progressista e a postura reacionária (ou “fascista”) em relação ao idioma. A defesa do aprendizado da norma culta coube aos “reacionários”, enquanto o ataque à valorização desse registro formal reunia os “progressistas”. Posta dessa forma, a discussão cai na polaridade ideológica e o público tende a se alinhar segundo o posicionamento de seu grupo (ou de sua bolha), o que, em geral, abrevia o debate, logo dando lugar a outra polêmica qualquer.


    Segundo a tese progressista, o que chamamos de norma culta é o registro linguístico das classes dominantes, que, exatamente por sê-lo, seria “elitista” ou excludente. Hoje, soma-se a essa ideia a de que nem mesmo uma boa parte dessa classe dominante brasileira domina à perfeição essa norma, o que faria dela, em grande medida, uma norma obsoleta, um padrão antiquado ou mesmo “subserviente ao modelo colonizador eurocêntrico”.


    Se está na ordem do dia contar a história do ponto de vista dos historicamente excluídos e estimular ações concretas (queima de estátuas, destruição de símbolos etc.) para “recontar” o passado, analogamente parece estar em curso uma tentativa de derrubar a norma culta do pilar em que ainda se encontra e promover a “diversidade linguística”. Nesse caso, cada um se expressaria como achasse melhor em qualquer circunstância, tese que parece bem razoável quando vista apenas do ponto de vista de certo ativismo político.


    A tese progressista é sempre mais sedutora (e mais o seria se não fosse abraçada tão facilmente pelo sistema). Por que dizer “nós vamos” se a desinência “-mos” carrega a mesma informação contida no pronome “nós”? A formulação “nós vai”, por exemplo, é mais econômica, pois suprime a redundância, que é parte do sistema de concordância. Mais que isso, dizer “nós vai” pode ser algo libertário ou mesmo revolucionário. Pode, mas só enquanto representar um contraponto a uma norma estabelecida. Destruída a norma, “nós vai” se institucionaliza e passa a ser a nova norma. Ou, como aparentemente se deseja, as normas conviveriam todas em harmonia, com o mesmo peso. Será?


    Para começar a mudança, talvez os textos pudessem ter um salutar percentual de desvios da norma, outro percentual de estrangeirismos (os que porventura não o tivessem espontaneamente), um percentual de gírias locais, enfim, os textos poderiam ser mais “diversos”, refletindo a língua efetivamente falada pela sociedade. Bem, chega de imaginação.


    Quem tem de enfrentar as consequências desses debates são, em geral, os professores nas salas de aula. A eles cabe a parte prática de incorporar essas teses libertárias ao cotidiano da sala de aula ou bater na tecla da importância de dominar a norma dos espaços de poder e, ao mesmo tempo, estimular os jovens a ler os autores da nossa literatura, aqueles que, com sua inteligência e imaginação, cultivaram a língua portuguesa em todos os seus recursos. 


    Como se sabe, nem todos os estudantes se transformarão em leitores de literatura, principalmente nestes tempos de muita pressa para chegar a lugar algum. Aqueles que se aventurarem nesse mergulho, em que o tempo é suspenso e somos levados para outros mundos, esses, por certo, saberão dar valor à língua que, sim, nós herdamos do colonizador – do qual, a propósito, muitos de “nós” descendem – e cultivamos à nossa maneira, língua que é repleta de recursos e cujo conhecimento é mais que uma vestimenta de luxo para frequentar ambientes “elitistas”.


    Literatura requer tempo e um pouco de solidão. A leitura de um livro nos faz adentrar cenários que se constroem com palavras e conhecer pessoas também feitas de palavras, que nos deixam saudade quando o livro se fecha. Escritores transformam palavras e frases (as mesmas que usamos na comunicação) em arte e, assim, somos levados à fruição da linguagem como fruímos música ou pintura.


    É para ler os artistas da palavra que aprendemos os recursos da língua e é porque os lemos e vivenciamos em profundidade a experiência que generosamente compartilham conosco que queremos conhecer mais e mais os meandros dessa língua que nos conduz à sua alma.


    Ninguém deveria ser privado da experiência da leitura de romances, que é a melhor forma de aprender a língua. O debate público bem poderia sair da superfície e estimular o avanço do conhecimento. Aos professores cabe a tarefa de ensinar os alunos a ler literatura – e a língua estará lá em seu esplendor.


(NICOLETI, Thaís. Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário? Jornal Folha de S. Paulo, 2024.)

Considerando as ideias veiculadas no texto, só NÃO é de responsabilidade dos professores: 
Alternativas
Q3081645 Português

Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário?



    Dia desses, soube que, na nossa praça pública virtual, se travava um interessante debate sobre a língua portuguesa, que, em suma, se resumia a distinguir entre a postura progressista e a postura reacionária (ou “fascista”) em relação ao idioma. A defesa do aprendizado da norma culta coube aos “reacionários”, enquanto o ataque à valorização desse registro formal reunia os “progressistas”. Posta dessa forma, a discussão cai na polaridade ideológica e o público tende a se alinhar segundo o posicionamento de seu grupo (ou de sua bolha), o que, em geral, abrevia o debate, logo dando lugar a outra polêmica qualquer.


    Segundo a tese progressista, o que chamamos de norma culta é o registro linguístico das classes dominantes, que, exatamente por sê-lo, seria “elitista” ou excludente. Hoje, soma-se a essa ideia a de que nem mesmo uma boa parte dessa classe dominante brasileira domina à perfeição essa norma, o que faria dela, em grande medida, uma norma obsoleta, um padrão antiquado ou mesmo “subserviente ao modelo colonizador eurocêntrico”.


    Se está na ordem do dia contar a história do ponto de vista dos historicamente excluídos e estimular ações concretas (queima de estátuas, destruição de símbolos etc.) para “recontar” o passado, analogamente parece estar em curso uma tentativa de derrubar a norma culta do pilar em que ainda se encontra e promover a “diversidade linguística”. Nesse caso, cada um se expressaria como achasse melhor em qualquer circunstância, tese que parece bem razoável quando vista apenas do ponto de vista de certo ativismo político.


    A tese progressista é sempre mais sedutora (e mais o seria se não fosse abraçada tão facilmente pelo sistema). Por que dizer “nós vamos” se a desinência “-mos” carrega a mesma informação contida no pronome “nós”? A formulação “nós vai”, por exemplo, é mais econômica, pois suprime a redundância, que é parte do sistema de concordância. Mais que isso, dizer “nós vai” pode ser algo libertário ou mesmo revolucionário. Pode, mas só enquanto representar um contraponto a uma norma estabelecida. Destruída a norma, “nós vai” se institucionaliza e passa a ser a nova norma. Ou, como aparentemente se deseja, as normas conviveriam todas em harmonia, com o mesmo peso. Será?


    Para começar a mudança, talvez os textos pudessem ter um salutar percentual de desvios da norma, outro percentual de estrangeirismos (os que porventura não o tivessem espontaneamente), um percentual de gírias locais, enfim, os textos poderiam ser mais “diversos”, refletindo a língua efetivamente falada pela sociedade. Bem, chega de imaginação.


    Quem tem de enfrentar as consequências desses debates são, em geral, os professores nas salas de aula. A eles cabe a parte prática de incorporar essas teses libertárias ao cotidiano da sala de aula ou bater na tecla da importância de dominar a norma dos espaços de poder e, ao mesmo tempo, estimular os jovens a ler os autores da nossa literatura, aqueles que, com sua inteligência e imaginação, cultivaram a língua portuguesa em todos os seus recursos. 


    Como se sabe, nem todos os estudantes se transformarão em leitores de literatura, principalmente nestes tempos de muita pressa para chegar a lugar algum. Aqueles que se aventurarem nesse mergulho, em que o tempo é suspenso e somos levados para outros mundos, esses, por certo, saberão dar valor à língua que, sim, nós herdamos do colonizador – do qual, a propósito, muitos de “nós” descendem – e cultivamos à nossa maneira, língua que é repleta de recursos e cujo conhecimento é mais que uma vestimenta de luxo para frequentar ambientes “elitistas”.


    Literatura requer tempo e um pouco de solidão. A leitura de um livro nos faz adentrar cenários que se constroem com palavras e conhecer pessoas também feitas de palavras, que nos deixam saudade quando o livro se fecha. Escritores transformam palavras e frases (as mesmas que usamos na comunicação) em arte e, assim, somos levados à fruição da linguagem como fruímos música ou pintura.


    É para ler os artistas da palavra que aprendemos os recursos da língua e é porque os lemos e vivenciamos em profundidade a experiência que generosamente compartilham conosco que queremos conhecer mais e mais os meandros dessa língua que nos conduz à sua alma.


    Ninguém deveria ser privado da experiência da leitura de romances, que é a melhor forma de aprender a língua. O debate público bem poderia sair da superfície e estimular o avanço do conhecimento. Aos professores cabe a tarefa de ensinar os alunos a ler literatura – e a língua estará lá em seu esplendor.


(NICOLETI, Thaís. Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário? Jornal Folha de S. Paulo, 2024.)

A autora afirma que a norma culta pode ser considerada arcaica porque:
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Q3081644 Português

Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário?



    Dia desses, soube que, na nossa praça pública virtual, se travava um interessante debate sobre a língua portuguesa, que, em suma, se resumia a distinguir entre a postura progressista e a postura reacionária (ou “fascista”) em relação ao idioma. A defesa do aprendizado da norma culta coube aos “reacionários”, enquanto o ataque à valorização desse registro formal reunia os “progressistas”. Posta dessa forma, a discussão cai na polaridade ideológica e o público tende a se alinhar segundo o posicionamento de seu grupo (ou de sua bolha), o que, em geral, abrevia o debate, logo dando lugar a outra polêmica qualquer.


    Segundo a tese progressista, o que chamamos de norma culta é o registro linguístico das classes dominantes, que, exatamente por sê-lo, seria “elitista” ou excludente. Hoje, soma-se a essa ideia a de que nem mesmo uma boa parte dessa classe dominante brasileira domina à perfeição essa norma, o que faria dela, em grande medida, uma norma obsoleta, um padrão antiquado ou mesmo “subserviente ao modelo colonizador eurocêntrico”.


    Se está na ordem do dia contar a história do ponto de vista dos historicamente excluídos e estimular ações concretas (queima de estátuas, destruição de símbolos etc.) para “recontar” o passado, analogamente parece estar em curso uma tentativa de derrubar a norma culta do pilar em que ainda se encontra e promover a “diversidade linguística”. Nesse caso, cada um se expressaria como achasse melhor em qualquer circunstância, tese que parece bem razoável quando vista apenas do ponto de vista de certo ativismo político.


    A tese progressista é sempre mais sedutora (e mais o seria se não fosse abraçada tão facilmente pelo sistema). Por que dizer “nós vamos” se a desinência “-mos” carrega a mesma informação contida no pronome “nós”? A formulação “nós vai”, por exemplo, é mais econômica, pois suprime a redundância, que é parte do sistema de concordância. Mais que isso, dizer “nós vai” pode ser algo libertário ou mesmo revolucionário. Pode, mas só enquanto representar um contraponto a uma norma estabelecida. Destruída a norma, “nós vai” se institucionaliza e passa a ser a nova norma. Ou, como aparentemente se deseja, as normas conviveriam todas em harmonia, com o mesmo peso. Será?


    Para começar a mudança, talvez os textos pudessem ter um salutar percentual de desvios da norma, outro percentual de estrangeirismos (os que porventura não o tivessem espontaneamente), um percentual de gírias locais, enfim, os textos poderiam ser mais “diversos”, refletindo a língua efetivamente falada pela sociedade. Bem, chega de imaginação.


    Quem tem de enfrentar as consequências desses debates são, em geral, os professores nas salas de aula. A eles cabe a parte prática de incorporar essas teses libertárias ao cotidiano da sala de aula ou bater na tecla da importância de dominar a norma dos espaços de poder e, ao mesmo tempo, estimular os jovens a ler os autores da nossa literatura, aqueles que, com sua inteligência e imaginação, cultivaram a língua portuguesa em todos os seus recursos. 


    Como se sabe, nem todos os estudantes se transformarão em leitores de literatura, principalmente nestes tempos de muita pressa para chegar a lugar algum. Aqueles que se aventurarem nesse mergulho, em que o tempo é suspenso e somos levados para outros mundos, esses, por certo, saberão dar valor à língua que, sim, nós herdamos do colonizador – do qual, a propósito, muitos de “nós” descendem – e cultivamos à nossa maneira, língua que é repleta de recursos e cujo conhecimento é mais que uma vestimenta de luxo para frequentar ambientes “elitistas”.


    Literatura requer tempo e um pouco de solidão. A leitura de um livro nos faz adentrar cenários que se constroem com palavras e conhecer pessoas também feitas de palavras, que nos deixam saudade quando o livro se fecha. Escritores transformam palavras e frases (as mesmas que usamos na comunicação) em arte e, assim, somos levados à fruição da linguagem como fruímos música ou pintura.


    É para ler os artistas da palavra que aprendemos os recursos da língua e é porque os lemos e vivenciamos em profundidade a experiência que generosamente compartilham conosco que queremos conhecer mais e mais os meandros dessa língua que nos conduz à sua alma.


    Ninguém deveria ser privado da experiência da leitura de romances, que é a melhor forma de aprender a língua. O debate público bem poderia sair da superfície e estimular o avanço do conhecimento. Aos professores cabe a tarefa de ensinar os alunos a ler literatura – e a língua estará lá em seu esplendor.


(NICOLETI, Thaís. Língua é progressista, reacionária ou nada disso, muito pelo contrário? Jornal Folha de S. Paulo, 2024.)

De acordo com o texto, o estudo da língua tem como finalidade promover:
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Q3081643 Fonoaudiologia
Considere um paciente que cursou com acidente vascular cerebral resultando em alteração na programação motora da fala, com prejuízo na articulação e incapacidade de organizar o posicionamento da musculatura da fala e de sequencializar os movimentos na produção espontânea de fonemas ou de uma sequência de fonemas sem, no entanto, apresentar fraqueza, lentidão significativa ou incoordenação dos músculos nos movimentos reflexos ou automáticos, assim como alterações na linguagem expressiva e receptiva. Diante do exposto, é possível inferir que o paciente tem o seguinte diagnóstico fonoaudiológico: 
Alternativas
Q3081642 Fonoaudiologia
A avaliação audiológica é composta por procedimentos comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos. Os potenciais evocados auditivos avaliam a atividade neuroelétrica na via auditiva, desde o nervo auditivo até o córtex cerebral, em resposta a um estímulo acústico. Por meio da análise da latência das ondas do Potencial Evocado Auditivo de Troncoencefálico (PEATE), a 80 dBNA é possível predizer o tipo de perda auditiva. Um paciente com perda auditiva condutiva, em geral, pode apresentar no PEATE:
Alternativas
Q3081641 Fonoaudiologia
A deglutição é um fenômeno dinâmico ligado à manutenção da higidez biológica, que se verifica pela ingestão de nutrientes adequados, absorvidos e incorporados pelo organismo. Trata-se de um processo que, apesar de ser contínuo, é dividido em fases. O centro da deglutição é uma organização complexa de elementos neurais no córtex e no troncoencefálico. O controle neurológico da deglutição envolve: fibras sensoriais aferentes contidas nos nervos encefálicos; fibras cerebrais do mesencéfalo e cerebelares que fazem sinapse com os centros da deglutição no troncoencefálico; pares centrais da deglutição no troncoencefálico; e fibras motoras eferentes contidas nos nervos encefálicos. Sobre o papel dos nervos cranianos no processo de deglutição, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3081640 Fonoaudiologia
A pragmática refere-se ao uso efetivo da linguagem e aos seus propósitos funcionais de comunicação. Dessa forma, relaciona os diferentes significados intrínsecos aos processos comunicativos, determinados pelas informações extralinguísticas, como pistas contextuais e situacionais, e pelas mensagens linguísticas. Para que a linguagem possa ser funcional e interativa, é necessária a aquisição de seus atributos estruturais, entre eles, a semântica, a morfossintaxe e a fonologia, aspectos que, em geral, estão alterados em crianças com Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL). Sobre esse transtorno, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3081639 Fonoaudiologia
O trabalho fonoaudiológico com pacientes disfônicos constitui-se de abordagens envolvendo orientações, psicodinâmica e treinamento vocal por meio de métodos e exercícios vocais. Pacientes cuja fonoterapia inclui Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO) se beneficiam com melhora da propriocepção, redução da pressão fonatória, do fluxo glótico e, ao mesmo tempo, de voz rica em harmônicos. Em relação aos ETVSO, a fonoterapia pode incluir:
Alternativas
Q3081638 Fonoaudiologia
O ceceio é uma ocorrência frequentemente encontrada nas alterações fonéticas. Estudos que investigaram associação do ceceio anterior com a idade, gênero, tipo de mordida, deglutição atípica, oclusão dentária, tônus muscular rebaixado, presença de hábitos orais, modo respiratório, presença de diastema e crescimento craniofacial mostraram resultados divergentes. Sobre o ceceio, analise as afirmativas a seguir.

I. O posicionamento alterado de língua nos planos vertical e anteroposterior ocasiona transtornos articulatórios como ceceio anterior (na produção das fricativas linguoalveolares /s/ e /z/) ou interdentalização (na produção das plosivas /t/ e /d/ e nasal /n/).
II. A respiração oral não contribui para a ocorrência de ceceio anterior ou lateral, uma vez que a flacidez da língua e dos lábios, a retração de lábio superior e possíveis alterações oclusais causam as mordidas abertas e cruzadas, não os ceceios.
III. Problemas das estruturas orofaciais que surgem em decorrência de hábitos parafuncionais, como o uso prolongado da mamadeira, podem provocar alteração na relação de dentes superiores e inferiores e hiperatividade da musculatura elevadora da mandíbula. As relações espaciais entre as extremidades incisais inferiores e as superfícies dos dentes antagonistas são fatores determinantes na produção de vários fonemas fricativos, assim como a relação destes com a língua e os lábios. Alterações nessas relações podem gerar várias distorções sonoras como o ceceio.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3081637 Fonoaudiologia
A gagueira de desenvolvimento é um distúrbio universal, crônico, que se inicia na infância, mais frequentemente em torno dos dois anos e seis meses de idade, juntamente com a fase de maior elaboração da linguagem, quando há um aumento do vocabulário e começam a surgir as primeiras frases. Sobre os distúrbios da fluência, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os distúrbios da fluência na infância, manifestados pela sintomatologia de rupturas no fluxo na fala, atingem entre 5 e 11% das crianças em idade pré-escolar. É observado que algumas crianças recuperam a fluência da fala, de forma espontânea, entre 75 e 80% dos casos, embora em mais de 20% das crianças não haja remissão dos sintomas.
( ) Em publicações recentes foram apresentados indicadores de alto risco para a gagueira persistente, sendo os confirmadamente relevantes: antecedentes familiares para gagueira persistente; sexo masculino; rupturas de fala caracterizadas pelo esforço motor; sintomatologia há mais de doze meses e atitudes familiares negativas para a fluência da fala.
( ) Os estudos celulares e de neuroimagem já permitem uma maior compreensão dos mecanismos biológicos subjacentes à gagueira, indicando que não há correspondência espacial significativa entre anomalias estruturais de matéria cinzenta regional e a expressão de genes ligados ao metabolismo energético. Estudos confirmam a ausência de diferenças cerebrais entre pessoas que gaguejam e pessoas fluentes em relação ao volume de matéria cinzenta; espessura cortical; capacidade de difusão da matéria branca; taxa metabólica e outros achados neurogenéticos.
( ) A linguagem e seus aspectos são fatores heterogêneos quando se trata de sua relação com a gagueira. Enquanto uma criança com gagueira pode apresentar linguagem com desenvolvimento adequado e um sistema motor da fala menos desenvolvido, outra pode demonstrar inabilidades linguísticas e articulatórias que irão interagir com um sistema motor imaturo para a fala, e ambas apresentarão alterações de fluência da fala que podem ou não ser diferentes em suas características e frequência.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3081636 Fonoaudiologia
As disartriassão um grupo de distúrbios motores de fala de origem neurológica, que englobam anormalidades da respiração, fonação, articulação, ressonância e/ou prosódia. A diminuição da inteligibilidade da fala associada à disartria pode causar desafios na participação em atividades cotidianas, bem como rupturas sociais e emocionais. Sobre as disartrias, analise as afirmativas a seguir.

I. A alteração nas bases motoras da fala ocorre devido a irregularidades de força, velocidade, amplitude, firmeza ou precisão do mecanismo de fala. De acordo com tipos específicos de deficit ou patologia neurológica, existem diferentes tipos de disartria, como flácida, espástica, hipercinética, hipocinética, atáxica, mista e lesão do neurônio motor superior unilateral.
II. As disartrias hipocinéticas e hipercinéticas resultam da ruptura dos circuitos dos gânglios da base. A disartria hipercinética está associada, mais frequentemente, com a doença de Parkinson, podendo também emergir de etiologias vasculares; as disartrias hipocinéticas englobam patologias que cursam com movimentos voluntários hipocinéticos, como os casos de coreia – que também pertencem à doença de Huntington, distonia, tiques – síndrome de Gilles de la Tourette – entre outros.
III. A disartria flácida ocorre devido a danos nos neurônios motores inferiores (nervos cranianos e/ou espinhais) e a disartria espástica é uma consequência do dano bilateral aos neurônios motores superiores (tratos corticobulbar/corticoespinais). Os casos de disartria do neurônio motor superior unilateral (UUMN), frequentemente incluem comprometimento cognitivo-comunicativo concomitante, como negligência visuoespacial ou deficits pragmáticos.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3081635 Fonoaudiologia
A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), implementada pela Lei Federal nº 12.303/2010, foi um marco importante para a identificação precoce da deficiência auditiva, bem como para a saúde auditiva infantil. Os programas de saúde auditiva neonatal visam à realização de ações que minimizam as consequências causadas por perdas auditivas congênitas e permanentes em lactentes. São ações que envolvem a triagem auditiva, o diagnóstico médico e audiológico e a intervenção terapêutica, quando necessária, a fim de garantir o desenvolvimento da fala e da linguagem em lactentes com deficiência auditiva. Sobre a TANU, analise as afirmativas a seguir.

I. As habilidades auditivas são funções primordiais para que a criança possa desenvolver adequadamente a fala e a linguagem. A interrupção total ou parcial dessas funções poderá causar atraso no desenvolvimento da criança. Portanto, o diagnóstico precoce da deficiência auditiva, acompanhada de imediata e adequada intervenção fonoaudiológica, poderá evitar atrasos não só no processo da alfabetização de crianças, mas também no seu desenvolvimento psicossocial. O Joint Committee on Infant Hearing (JCIH) recomenda os métodos de triagem, diagnóstico e acompanhamento audiológico, considerando as perdas auditivas neonatais, progressivas, de aparecimento tardio e, ainda, o espectro da neuropatia auditiva.
II. A triagem auditiva deve ser um processo rápido e simples, utilizando-se exames fisiológicos, para identificação de possíveis alterações auditivas em neonatos. A metodologia difere para as crianças com e sem indicadores de risco para a perda auditiva. Para crianças sem indicadores de risco para a perda auditiva são utilizadas as emissões otoacústicas e para aquelas com indicadores de risco, devido à maior probabilidade de apresentar o espectro da neuropatia auditiva, é utilizado o potencial evocado auditivo de troncoencefálico.
III. São considerados indicadores de risco para a perda auditiva: histórico familiar de perdas auditivas precoces, progressivas ou de início tardio; UTI neonatal por mais de cinco dias; hiperbilirrubinemia com exsanguíneo transfusão; aminoglicosídeos por mais de cinco dias; asfixia/hipóxia; oxigenação extracorpórea; infecções intrauterinas, como herpes, rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus e zika vírus congênita; anomalias craniofaciais, incluindo microtia/atresia, displasia auricular, fissura oral; microcefalia congênita e hidrocefalia congênita ou adquirida; anomalias no osso temporal; síndromes associadas a perdas auditivas; infecções virais e bacterianas, sendo elas, herpes virais, varíola, meningites ou encefalites; traumatismo do osso temporal; quimioterapia; preocupação da família sobre o desenvolvimento de linguagem da criança.
IV. As três etapas do programa de saúde auditiva neonatal – identificação, diagnóstico e intervenção – devem ser integradas e de forma subsequente, com a estipulação de metas no tempo de realização. O Joint Committee on Infant Hearing (JCIH) nomeou esse processo de etapas 1-6-12, ou seja, a etapa 1 de triagem deve ser realizada até o primeiro mês de vida; a etapa 6 é o diagnóstico sendo concluído, preferencialmente, até o sexto mês de vida; e a etapa 12 é a intervenção auditiva, que não deve ultrapassar o primeiro ano de vida.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3081634 Fonoaudiologia
A voz exerce um papel fundamental na comunicação e no relacionamento humano, enriquecendo a transmissão da mensagem articulada, acrescentando a palavra, o conteúdo emocional, a entoação e a expressividade. A análise perceptivo-auditiva da voz avalia vários parâmetros. Um deles refere-se à sensação subjetiva de frequência; assinale-o.
Alternativas
Q3081633 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Uma vez concedido alvará (licença) de funcionamento para um estabelecimento comercial, segundo o Código de Posturas do Município de Divinópolis, este deverá ser renovado, sob pena de interdição do estabelecimento com a periodicidade de:
Alternativas
Q3081632 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Segundo o Código de Posturas do Município de Divinópolis, no que cerne à licença concedida a ambulantes para trabalhar, analise as afirmativas a seguir.

I. O endereço residencial do responsável deve estar presente na licença.
II. O horário e o local de funcionamento devem estar presentes na licença.
III. O nome de até duas pessoas que podem substituir o responsável no local, em caso de ausência do ambulante, devendo ser apenas cônjuge e/ou filhos, podendo estar presente na licença, caso exista um substituto designado.
IV. Pode ser concedida licença de ambulante para mais de uma pessoa da mesma unidade familiar, inclusive para casados ou unidos civilmente.
V. A licença para ambulante terá validade indeterminada, sem necessidade de renovação periódica. Mas, poderá ser revogada pelo Município a qualquer tempo.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3081631 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Segundo a Lei Orgânica do Município de Divinópolis, da receita total municipal resultante de impostos e transferências, os recursos que devem ser aplicados obrigatoriamente, a cada ano na manutenção e expansão do ensino público municipal correspondem ao percentual de:
Alternativas
Respostas
261: A
262: B
263: D
264: B
265: D
266: B
267: D
268: C
269: C
270: D
271: B
272: B
273: D
274: D
275: C
276: D
277: A
278: C
279: A
280: D