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As mudanças tecnológicas e institucionais exigem maior especialização e formas mais estruturadas de cooperação empresarial. Nesse contexto, observa-se uma gradativa substituição nas empresas do modelo horizontal pelo modelo de verticalização, com intuito de atingir maior competitividade.
As formas de mercado dependem de três características principais: quantidade de empresas, tipo do produto e existência de barreiras à entrada. O monopólio é uma estrutura que ocorre quando não existem substitutos próximos e uma única empresa atua no mercado.
A forma de mercado denominada de monopsônio é caracterizada pela existência de poucas empresas compradoras, que determinam seus preços e dificultam a entrada de novos compradores no mercado. Um exemplo dessa estrutura de mercado é a relação entre as poucas fábricas de cigarros e a compra de fumo em certas regiões do Brasil.
O oligopolista pode criar produtos diferenciados para permitir a fidelização de um conjunto de clientes, o que possibilita a adoção de preço superior ao custo marginal.
A curva de Engel relaciona a quantidade consumida de uma mercadoria ao nível de renda. No caso de um bem normal, a inclinação da curva de Engel será descendente
A isoquanta é uma curva que representa as combinações de fatores de produção que resultam na mesma quantidade de produto. O ponto ótimo de uma isoquanta é dado pela intersecção com outra isoquanta que descreve combinações de outros fatores de produção.
Uma alocação será considerada eficiente no sentido de Pareto, quando forem realizadas todas as trocas de bens mutuamente vantajosas. Um exemplo desse tipo de eficiência é o monopolista perfeitamente discriminador de preços, que incorpora todo o excedente do consumidor.
A essencialidade e a restrição de mercado de determinado bem são os principais elementos que motivam a elasticidade preço da demanda. O horizonte temporal não é um desses elementos, pois permite que os consumidores de determinada mercadoria encontrem outras formas de substituí-la, quando seu preço aumenta.
As curvas de indiferença indicam todas as combinações que geram a mesma utilidade para os consumidores. Uma inclinação positiva da curva de indiferença violaria a premissa de que uma quantidade maior de mercadoria é preferível a uma quantidade menor.
Em uma curva de possibilidade de produção, a quantidade produzida de bens e serviços é limitada pela disponibilidade de recursos e pela tecnologia dominada pelos trabalhadores.
Os rendimentos de escala estão associados ao aumento na escala de produção da firma e ao fato de que, à medida que a empresa ampliar sua escala de produção, o seu custo médio de curto prazo também aumentará.
A lei dos rendimentos decrescentes está associada ao fato de que, quando um dos fatores de produção é fixo, o decréscimo do produto marginal é uma regra geral.
Logo após os serviços de desguarnecimento do lastro, realizados para a recuperação das características granulométricas do lastro em um trecho, pode-se operar no lastro, sem restrição de velocidade.
Os agregados de forma poliédrica ou cúbica são os ideais para a formação de lastro ferroviário, já que permitem o atrito e o contato adequados de suas partículas, diferentemente dos agregados de formas arredondadas — que não permitem contatos múltiplos entre suas partículas — e dos de forma achatada ou alongada — que podem fragmentar-se com o efeito do tráfego ferroviário.
Receitas alternativas, complementares e acessórias podem, a critério da ANTT, ser apropriadas pelos concessionários, bem como ser investidas na modernização de ativos, com vistas a proporcionar ganho de eficiência operacional.
No método de tarifação por preço teto, a tarifa é obtida a partir de um valor de referência, reajustado de acordo com a evolução de um índice de preços ao consumidor e no qual se aplica um deflator relacionado ao ganho de produtividade.
No planejamento de terminal de carga, deve-se prever um setor de estacionamento de vagões, onde se efetuem as operações de carga e descarga, bem como um setor de recepção e expedição de vagões, onde os trens que chegam tenham seus vagões separados por tipo de operação no pátio e os vagões que já foram operados ou serão transferidos aguardem a formação dos trens respectivos.
A administração ferroviária pode impedir que vias, tubulações, redes de transmissão elétricas, telefônicas e similares atravessem suas linhas, por razões de segurança do tráfego, desde que haja parecer técnico circunstanciado aprovado pela ANTT.
Direito de passagem é a operação em que uma concessionária, mediante remuneração ou compensação financeira, permite às composições de outras concessionárias trafegarem na sua malha para dar prosseguimento, complementar ou encerrar uma prestação de serviço público de transporte ferroviário, utilizando a sua via permanente e o seu respectivo sistema de licenciamento de trens.
A exploração de ferrovias e a realização de transporte ferroviário de passageiros e cargas associado à exploração da infraestrutura ferroviária dependem de autorização da ANTT.