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Q1779954 Pedagogia
Segundo o inciso | do Artigo 23 da Lei nº 11.494/2007, lei do FUNDEB, é vedada a utilização dos recursos do Fundo:
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Q1779950 Pedagogia
Uma das metas do Plano Municipal de Educação de Cuiabá é “promover a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades do sistema municipal de ensino com a melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir médias nacionais para o IDEB até 2023.'' Dentre as estratégicas viáveis para o alcance desta meta, é correto incluir a:
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Q1779949 Pedagogia
A meta nº 6 do Plano Municipal de Educação de Cuiabá é “oferecer, em parceria com o MEC/FNDE, ações voltadas para a educaçãointegral no contraturno, ampliando a carga horária para os alunos matriculados na Educação Básica da rede pública municipal.” Uma das estratégias apresentadas no Plano para o atingimento dessa meta é:
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Q1779940 Filosofia
A etnologia da palavra ethos, ética em grego, designa a morada humana. Neste sentido, ética é uma construção contínua de princípios e valores, realizada de forma integrada pelo conjunto da sociedade, como uma morada filosófica que o ser humano constrói para sie para todos. Leonardo Boff define que é ético tudo que colabora para tornar melhor o ambiente em que se habita, fazendo dele uma moradia saudável, que deve ser:
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Q1779938 História e Geografia de Estados e Municípios
O sete de abri de 1831, mais do que o Sete de Setembro de 1822, representou a verdadeira independência nacional, o início do governo do país por si mesmo, a Coroa agora representada apenas pela figura quase simbólica de uma criança de cinco anos. O governo do país por si mesmo, levado a efeito pelas regências, revelou-se difícil e conturbado. Rebeliões e revoltas pipocaram por todo o país, algumas lideradas por grupos de elite, outras pela população tanto urbana como rural, outras ainda por escravos. CARVALHO, J. Murilo. Documentação política, 1808-1840. In: “Brasiliana da Biblioteca Nacional”. Nova Fronteira, 2001.
O período que se iniciou com a abdicação de D. Pedro I foi considerado o mais agitado do Império. À época foi consolidado o processo de independência, que acabou evidenciando as divisões no interior das elites dominantes, abrindo espaço para as revoltas, ou de cunho liberal ou populares. Essa agitação política atingiu inúmeras províncias, incluindo a de Mato Grosso, que foi palco da revolta conhecida como Rusga, que eclodiu na noite de 30 de maio de 1834.
Considerando-se o conturbado Período Regencial (1831-1840) e as Revoltas Provinciais, em geral, e a Rusga, em particular, é correto afirmar que:
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Q1779937 História e Geografia de Estados e Municípios
O mapa apresenta algumas das expedições que, já em meados do século XVI, embrenharam-se pelo interior da colônia portuguesa, em especial as empreendidas pelos bandeirantes paulistas a partir do século XVII, que visavam, entre outros objetivos, o apresamento de nativos, e que foram fundamentais para o processo de interiorização e expansão do território. 
Bandeiras e Expedições de Apresamento (1550-1720) Imagem associada para resolução da questão MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 13. (Adaptado).
Com base na análise do mapa e considerando outros conhecimentos sobre o assunto, pode-se afirmar corretamente que: 
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Q1779936 História e Geografia de Estados e Municípios
Através das complexas experiências históricas dos quilombolas se percebem, para além da resistência e dos variados aspectos das suas vidas sociais, promoção e culturais, as transformações nas relações entre senhores e escravos. Ao contrário do isolamento, os mundos criados pelos quilombolas acabaram por afetar e modificar os mundos dos que permaneciam escravos e toda a sociedade envolvente. GOMES,Flávio dos Santos. A hidra e os pântanos: mocambos quilombolas e comunidades de fugitivos no Brasil (século XVII-XIX). São Paulo: Ed. UNESP: Ed. Polis, 2005, p.30.
Sendo uma Província de Mato Grosso uma área fronteiriça, isso acabou favorecendo o movimento de nativos e africanos escravizados, facilitando o processo de formação de quilombos durante os séculos XVIIl e XIX, considerando os desafios de acesso e fluxo pelos rios caminhos nas matas, bem como como membros indígenas contra os colonizadores. Sobre a presença de quilombos na Província de Mato Grosso, verifica-se o fato de: 
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Q1779933 História e Geografia de Estados e Municípios

O mapa a seguir mostra os rios e bacias que cortam o território nacional.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://pt.wikipedia.orgAviki/Hidrografia do Brasil. Acesso em 27 de julho de 2019.


O maior divisor de águas da América do Sul está em Mato Grosso. Estende-se no sentido oeste-leste, separando as bacias fluviais opostas, vertentes umas para o norte e outras para o sul. Toda a extensa rede hidrográfica que serve o estado de Mato Grosso abrange grande parte das duas maiores bacias hidrográficas do Brasil - Amazônica e Platina -, cujas águas se acham separadas pela Chapada dos Parecis e pela Serra Azul. Destaca-se também uma terceira bacia hidrográfica, cujo tributário mais importante, em terras mato-grossenses, é o Rio Araguaia. Essa bacia hidrográfica é a do:

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Q1779931 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Fábio é vereador do município de Cuiabá e constata a necessidade de convocação extraordinária da Câmara Municipal. Nos termos da Lei Orgânica do Município de Cuiabá, uma convocação extraordinária pode ocorrer, em caso de urgência ou interesse público relevante, pelo:
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Q1779923 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
“Por serem diferentes dos originais, não agradáveis ​​pelas células do sistema imune” (2º parágrafo). O trecho destacado pode ser reescrito, mantendo o sentido original da frase, da seguinte forma: “por serem diferentes dos originais, não habituado pelas células do sistema imune” (2º parágrafo). O trecho destacado pode ser reescrito, mantendo o sentido original da frase, da seguinte forma:
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Q1779922 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
No terceiro parágrafo, o emprego do modo verbal em “dependesse” expressa a seguinte ideia:
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Q1779921 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
No primeiro parágrafo, o emprego dos parênteses introduzida com valor de:
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Q1779919 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
Em “Mas, a coisa não é tão simples assim” (2º parágrafo), o uso da palavra “coisa” é informal, pelo seguinte motivo:
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1228434 Direito Constitucional
Embora as Constituições sejam concebidas para durar no tempo, a evolução dos fatos sociais pode reclamar ajustes na vontade expressa no documento do poder constituinte originário. Considerando o poder de reforma da Constituição, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.
II. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta do Presidente da República, desde que conte com o apoio expresso de mais da metade das Assembleias Legislativas.
III. A proposta de emenda será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros.
IV. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta de mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1220586 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Orfeia deseja entregar para adoção filho originário de sua gestação por não possuir condições financeiras para propiciar adequado desenvolvimento à criança. Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ato de entrega para adoção da criança deverá ocorrer:
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Ano: 2019 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1220555 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
P. é responsável pelo menor Q., sendo acusado de utilizar castigo físico como forma de educação. As autoridades competentes, ao tomar ciência do fato, aplicam a sanção de encaminhamento do menor a programa oficial ou comunitário de proteção à família. Essa sanção, nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, deve ser aplicada pelo:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1220515 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Petrus é magistrado ocupando Vara com competência para aplicar as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ao realizar vistoria em unidade de acolhimento institucional de menores e requisitar relatório elaborado por equipe interprofissional ou multidisciplinar, pode decidir, de forma fundamentada, pela possibilidade de reintegração familiar. Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, a reavaliação da criança acolhida, pela autoridade judiciária competente, ocorrerá a cada:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1198201 Administração Geral
“Ferramenta que tem como foco central definir metas e resultados, a priori, em troca da concessão de algumas flexibilidades de gestão que facilitaria o atingimento das metas acordadas”. Em relação à ferramenta/conceito mencionada(o) no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1198096 Administração Geral
A tomada de decisão é a função de política pública em que se decide tomar um curso de ação (ou não ação) para tratar de um problema de políticas. Cientistas de políticas públicas usam uma variedade de modelos para capturar a dinâmica da tomada de decisão de políticas públicas. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Cuiabá - MT
Q1198032 Direito Administrativo
Leia o excerto abaixo:
“O _____ confere à Administração o poder de examinar infrações cometidas por servidores públicos e demais pessoas com vínculo _____ específico. O _____ edita atos normativos com o intuito de ordenar genericamente os subordinados.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Respostas
3001: A
3002: D
3003: C
3004: D
3005: A
3006: D
3007: B
3008: C
3009: C
3010: B
3011: C
3012: A
3013: B
3014: D
3015: C
3016: D
3017: B
3018: B
3019: C
3020: B