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Q4078345 Direito Administrativo
Considerando-se os dispositivos da Lei nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, quais os requisitos básicos para investidura em cargo público?
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Q4078344 Direito Constitucional
A respeito das normas constitucionais sobre a Educação, conforme a Constituição da República de 1988, é correto afirmar que
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Q4078343 Direito Constitucional
Sobre a Administração Pública e conforme a Constituição da República de 1988 é INCORRETO afirmar que
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Q4078342 Direito Constitucional
Conforme o artigo 2º da Constituição da República de 1988, sobre os Poderes da União é correto afirmar que
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Q4078339 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.”

Leia a passagem transcrita do texto, considere o gênero textual, os aspectos da textualidade e preencha corretamente as lacunas.

A intertextualidade é o diálogo entre textos. No trecho mencionado ela ocorre, inicialmente, por meio da __________ a obras de filósofos da Antiguidade e ao livro sagrado do cristianismo. Em um segundo momento, por meio de um gênero textual popular, reconhecido na expressão “Deus não escrevia certo por linhas tortas”. Todavia, nele se percebe o efeito de sentido __________ pela __________ do provérbio.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
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Q4078338 Linguística
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são ‘hermafroditas que não representam absolutamente nada’”.

Além da citação, a outra marca linguística do português do Brasil presente nessa passagem do texto é, fundamentalmente, o(a)
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Q2682400 Pedagogia

Para Freire (1996, p.52) “[...] ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.”


Na perspectiva deste autor, em relação ao processo de ensinar é correto afirmar que

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Q2682399 Pedagogia

Analise as asserções e a relação proposta entre elas.


I - Ao tratar questões do aprendizado escolar, é preciso considerar as dificuldades da criança na escola e as dificuldades da escola com as crianças


PORQUE


II - há uma reciprocidade entre estas duas dimensões.


A respeito das asserções, é correto afirmar que

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Q2682398 Pedagogia

Falar de resultados do aproveitamento do aluno, com posterior orientação docente para a obtenção de melhores resultados, é falar em primeiro lugar da avaliação escolar.


A este respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.


( ) É preciso fazer a avaliação mais processual para produzir aprendizagem.

( ) Ao avaliar, o professor deve se preocupar em encontrar estratégias de intervenção para que o aluno venha a aprender.

( ) A avaliação eficiente é aquela que avalia apenas o aluno classificando-o de acordo com o que aprendeu na escola.

( ) De nada adianta mudar a forma e o conteúdo se a avaliação continuar sendo usada para constar e não para intervir a fim de mudar.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Q2682397 Pedagogia

Na perspectiva de Vasconcellos (2002), é correto afirmar que o planejamento de um projeto de ensino-aprendizagem

Alternativas
Q2682396 Pedagogia

Ao se referir aos problemas de aprendizagem escolar, Bossa (2007) afirma EXCETO que

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Q2682395 Pedagogia

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o planejamento de atividades pedagógicas na perspectiva de Meirieu (1998).


( ) O ponto de partida para a elaboração das atividades pedagógicas é o programa escolar que se pretende desenvolver.

( ) Faz-se necessário inventariar um número limitado de noções essenciais e determinar seu registro de formulação que corresponda a um nível de compreensão nos alunos envolvidos.

( ) Para desenvolver a autonomia dos alunos, devem-se evitar dar instruções precisas para eles realizarem as atividades.

( ) O interesse de uma situação problema está no fato de permitir a implicação do sujeito em sua resolução.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Q2682394 Pedagogia

Avalie o que se afirma preconizar o Inciso III do Artigo 4º da Lei nº 9.394/96 para o atendimento especializado como dever do Estado com a educação escolar pública.


I - Gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.

II - Gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, exclusivamente na etapa do ensino fundamental modalidade presencial.

III - Gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino.

IV - Com ônus aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino.


Está correto apenas o que se afirma em

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Q2682393 Pedagogia

A apropriação de conhecimentos requer todo um processo e capacidades precisas, ou seja, estratégias de aprendizagem.


A este respeito, analise as asserções e a relação proposta entre elas.


I - Enraizadas em nós mesmos socialmente pela os pelo esquecimento de nossa própria história intelectual, substituídas socialmente pela ilusão da distribuição igualitária dos saberes na escola republicana, as representações dominantes da aprendizagem são particularmente sólidas


PORQUE


II - permitem também legitimar práticas de ensino ou, mais exatamente, limitar as últimas a práticas da informação.


A respeito das asserções, é correto afirmar que

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Q2682392 Pedagogia

Segundo a Lei nº 9.394/96 é correto afirmar que, no atendimento especializado,

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Q2682391 Pedagogia

A diferença básica entre os modelos organizativos disciplinares e os métodos globalizados está em que nestes últimos as disciplinas como tais nunca são a finalidade básica do ensino, senão que tem a função de proporcionar os meios ou instrumentos que devem favorecer a realização dos objetivos educacionais. (ZABALA, p.142).


Complete as lacunas das frases identificando corretamente os métodos globalizados.


________________________ - baseia-se na comprovação do fato de que às pessoas interessa, sobretudo, satisfazer as próprias necessidades naturais; possui três etapas: observação, associação e expressão.

________________________ - caracteriza-se pelo estudo dos múltiplos problemas que se apresentam na realidade, cuja resolução se dá por meio de hipóteses de trabalho que deverão ser verificadas com dados e informações previamente coletados.

________________________ - cria situações de trabalho nas quais os estudantes se iniciem na aprendizagem de certos procedimentos que os ajudam a organizar, compreender e assimilar uma informação.


A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

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Q2680622 Nutrição

Associe corretamente as funções das proteínas que aumentam ou diminuem na fase aguda da resposta inflamatória aos respectivos tipos de proteínas.


FUNÇÕES DA PROTEÍNA


1 - Aumenta

2 - Diminui


TIPOS DE PROTEÍNA


( ) C-reativa.

( ) albumina.

( ) transferrina.

( ) fibrinogênio.

( ) ferritina.


A sequência correta da associação é

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Q2680621 Nutrição

Numere a sequência das dietas orais hospitalares a serem servidas para um paciente com dificuldades de deglutição, levando-se em consideração a evolução da modificação das consistências.


DIETA


( ) Geral

( ) Líquida

( ) Pastosa

( ) Branda


A sequência correta dessa numeração é

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Q2680620 Nutrição

As edificações e as instalações das Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) devem ser projetadas seguindo-se as recomendações da RDC 216/2004, conforme descrito em seguida.


I - O fluxo de trabalho deve ser ordenado e sem cruzamentos em todas as etapas da preparação de alimentos, facilitando as operações de manutenção, limpeza e desinfecção.

II - O acesso dos clientes às instalações físicas deve ser controlado e independente, não comum a outros usos.

III - O dimensionamento da edificação e das instalações deve ser compatível com todas as operações.

IV - A separação entre as diferentes atividades somente poderá ser realizada por meios físicos a fim de evitar a contaminação cruzada.


Está correto apenas o que se afirma em

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Q2680619 Nutrição

Os índices antropométricos mais amplamente usados e recomendados pela Organização Mundial da Saúde, com as respectivas faixas etárias, são descritos em seguida.


I - Peso para idade: crianças de 0 a 5 anos incompletos.

II - Peso para estatura: crianças de 0 a 5 anos incompletos.

III - Massa corporal para idade: crianças de 0 a 5 anos incompletos e crianças de 5 a 10 anos incompletos, adolescentes de 10 a 19 anos.

IV - Estatura para idade: crianças de 0 a 5 anos incompletos e crianças de 5 a 10 anos incompletos.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Respostas
3941: C
3942: E
3943: D
3944: E
3945: D
3946: A
3947: D
3948: D
3949: D
3950: D
3951: D
3952: D
3953: B
3954: D
3955: C
3956: A
3957: A
3958: C
3959: A
3960: C