Questões de Concurso Comentadas para adm&tec

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Q3293769 Medicina
Uma mãe apresenta bebê de 6 meses com provável displasia do quadril. O exame clínico sugere instabilidade e o pediatra requisita ultrassonografia específica para confirmar. Marque a ação competente ao serviço municipal.
Alternativas
Q3293768 Medicina

Avalie as afirmativas sobre saúde e segurança no ambiente de trabalho em ultrassonografia:


I. Manter ergonomia do operador evita distúrbios musculoesqueléticos, como tendinites e dorsalgias.


II. O ruído do equipamento pode acumular efeitos, exigindo boa manutenção e proteção, embora seja leve em geral.


III. A limpeza frequente dos transdutores e gel previne infecções cruzadas e garante biossegurança.


IV. Pausas e rodízio reduzem cansaço, melhorando qualidade de vida e produtividade.


Estão CORRETAS as afirmativas: 

Alternativas
Q3293767 Medicina
Um paciente de 58 anos, hipertenso e com dor torácica, é submetido ao exame de doppler de aorta abdominal e renais para investigar hipertensão renovascular. O estudo evidencia redução significativa do diâmetro luminal em artéria renal direita, com fluxo turbulento e gradiente de alta velocidade. No serviço municipal, o médico responsável precisa correlacionar esses achados. Assinale a providência plausível.
Alternativas
Q3293766 Medicina
Uma paciente de 32 anos, durante ultrassonografia em emergência por dor abdominal, revela suspeita de perfuração intestinal. O exame FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma) encontra líquido livre na cavidade. Ela apresenta hipotensão e taquicardia. Como encaminhar o caso no serviço municipal?
Alternativas
Q3293765 Medicina
O planejamento e a organização das atividades de trabalho são fundamentais ao serviço de imagem. Identifique a opção adequada nesse contexto: 
Alternativas
Q3293764 Medicina
A piezoeletricidade sustenta o funcionamento dos transdutores no ultrassom. Marque a proposição CORRETA sobre essa propriedade. 
Alternativas
Q3293763 Medicina
Uma gestante de 28 semanas necessita de rastreamento para possíveis malformações cardíacas fetais. A ultrassonografia obstétrica inicial não definiu a anatomia vascular. Ela expressa ansiedade pela ausência de diagnóstico. Nesse sentido, cabe ao serviço municipal:
Alternativas
Q3293762 Medicina
A neurossonografia fetal e transfontanelar oferece avaliação do sistema nervoso central em fetos e recémnascidos. Marque a afirmativa CORRETA acerca de sua utilidade:
Alternativas
Q3293761 Medicina
Laudos e equipamentos em ultrassonografia obedecem aos padrões de qualidade e segurança em ambiente municipal. Assinale a alternativa condizente com boas práticas:
Alternativas
Q3293760 Medicina
Um homem de 65 anos portador de FAVT (fístula arteriovenosa terapêutica) para hemodiálise percebe edema de membro superior e redução do sopro palpável. O doppler detecta provável estenose na anastomose. Ele deseja manter a fístula funcional. Marque a estratégia viável para esse caso no serviço municipal.
Alternativas
Q3293759 Saúde Pública
A estratégia de saúde da família reorganiza a atenção básica, aproximando equipes de seus territórios. Assinale a alternativa que contém de que forma esse modelo influencia a ultrassonografia no serviço municipal.
Alternativas
Q3293758 Medicina
Uma mulher de 38 anos, com dor pélvica crônica e suspeita de endometriose, apresenta no ultrassom transvaginal lesões em fundos de saco e ovários. Há dúvida sobre possível invasão intestinal. Ela deseja aprofundar a investigação. Marque a conduta apropriada no serviço municipal.
Alternativas
Q3293757 Medicina
A educação em saúde no contexto do SUS busca engajar usuários e promover cuidados preventivos. Identifique a alternativa CORRETA sobre esse processo aplicado na rotina ultrassonográfica. 
Alternativas
Q3293756 Medicina
Considerando aspectos sobre o ecodoppler vascular, leia as afirmativas abaixo:
I. Permite avaliar fluxo arterial e venoso, detectando estenoses e refluxos.
II. Não visualiza placas ateromatosas em carótidas, restringindo-se a calibres maiores, como aorta abdominal.
III. Fornece dados hemodinâmicos relevantes para decisões terapêuticas, como angioplastia ou cirurgia vascular.
IV. Substitui obrigatoriamente a angiotomografia em todas as circunstâncias, mesmo em situações de aneurismas complexos.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3293755 Enfermagem
O acolhimento e a comunicação são determinantes na relação entre usuários e equipe de ultrassonografia em âmbito municipal. Assinale a opção que descreve adequadamente o atendimento ao público:
Alternativas
Q3293754 Medicina
Um homem de 62 anos, diagnosticado com carcinoma de próstata, inicia avaliação ultrassonográfica para acompanhamento oncológico. Ele informa discreto aumento do PSA e receio de progressão tumoral. Diante desse quadro, assinale a melhor postura na assistência ao paciente com câncer no serviço municipal de ultrassonografia:
Alternativas
Q3293753 Medicina
A propagação do ultrassom em tecidos biológicos envolve fenômenos físicos que reduzem a intensidade do feixe sonoro ao longo do percurso. Assinale a alternativa CORRETA sobre a absorção e a atenuação acústica nos tecidos:
Alternativas
Q3293735 Português

    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena. (Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/)

De acordo com o autor do texto, qual é a relação entre felicidade e relações humanas?
Alternativas
Q3293734 Português

    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena. (Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/)

De acordo com o texto, o que permite a percepção da felicidade?
Alternativas
Q3293733 Português

    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena. (Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/)

Qual é a principal característica da felicidade, segundo o autor?
Alternativas
Respostas
981: A
982: D
983: B
984: C
985: B
986: D
987: B
988: B
989: D
990: C
991: B
992: A
993: D
994: B
995: C
996: B
997: A
998: C
999: D
1000: B