Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de campinas - sp

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Q2736446 Legislação Estadual

O Conselho Escolar, de acordo com a Lei no 6.662/1991, tem como objetivo, dentre outros,

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Q2730241 Legislação Estadual

A Lei Municipal no 9.953/1998 dispõe sobre a instalação e o funcionamento de elevadores de passageiros e escadas rolantes.


De acordo com esta Lei,


I. elevadores de passageiros ou de cargas e escadas rolantes somente poderão funcionar com o correspondente Alvará de Funcionamento.

II. o proprietário do equipamento de transporte deverá manter cópia dos diagramas elétricos à disposição na casa de máquinas.

III. o Engenheiro responsável pela instalação ou conservação de elevadores de passageiros deverá estar inscrito na Prefeitura Municipal de Campinas.

IV. caso haja mudança de Engenheiro responsável pela instalação ou conservação de elevadores de passageiros, a empresa devidamente habilitada (para a instalação ou conservação dos elevadores) deverá comunicar o fato ao Departamento de Urbanismo da Prefeitura Municipal de Campinas no prazo de 60 dias.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2730233 Legislação Federal

De acordo com a NBR NM 207/99, que trata dos requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores de passageiros:


I. na casa de máquinas ou casa de polias não deve haver dutos ou cabos que não estejam relacionados com elevadores.

II. na casa de máquinas deve haver iluminação elétrica de instalação fixa que assegure no mínimo 200 lux ao nível do piso.

III. a força para impedir o fechamento de uma porta corrediça horizontal de um elevador deve ser no máximo 300 N.


Está correto o que se afirma em

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Q2730215 Legislação Federal

A NBR-NM 195 − Projeto, Fabricação e Instalação de Escadas Rolantes e Esteiras Rolantes estabelece que a velocidade nominal de escadas rolantes, cujo ângulo de inclinação seja menor ou igual a 30°, NÃO deve exceder, em m/s, a

Alternativas
Q2730214 Legislação Federal

A NBR 9050 − Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos − estabelece que a sinalização tátil de alerta junto às portas dos elevadores deve ser em cor contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 e 0,60 m e afastada com relação à alvenaria de, no máximo, uma distância d, em metros, igual à



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Alternativas
Q2730212 Legislação Estadual

O artigo 5o do parágrafo 3o da Lei Municipal no 9.953/98 Instalação e Funcionamento dos Elevadores e Escadas Rolantes, estabelece que o recolhimento da Taxa de Licença Anual será feita por meio do

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Q2730190 Português

Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, considere o texto abaixo.


[Um leopardo no Kilimanjaro]


O Kilimanjaro é aquela montanha na África onde, segundo Hemingway disse num conto*, um dia encontraram a carcaça congelada de um leopardo perto do cume, e nunca ficaram sabendo o que o leopardo fazia por lá. O leopardo de Hemingway já foi considerado símbolo de muitas coisas: espírito de aventura, a busca solitária do inalcançável, a imprevisibilidade do comportamento humano, a pretensão ou a simples inquietação que move bichos e artistas.

Num mundo ameaçado de afogamento pelo degelo causado pelo aquecimento global, o leopardo de Hemingway também pode simbolizar o instinto suicida que nos trouxe a este ponto. O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali. O pico do monte já perdeu mais de 80 por cento de sua cobertura de neve nos últimos noventa anos e o cálculo é que a neve desaparecerá por completo nos próximos vinte.

* “As neves do Kilimanjaro”, conto do escritor norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961)


(Verissimo, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 121)

Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:

Alternativas
Q2730189 Português

Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, considere o texto abaixo.


[Um leopardo no Kilimanjaro]


O Kilimanjaro é aquela montanha na África onde, segundo Hemingway disse num conto*, um dia encontraram a carcaça congelada de um leopardo perto do cume, e nunca ficaram sabendo o que o leopardo fazia por lá. O leopardo de Hemingway já foi considerado símbolo de muitas coisas: espírito de aventura, a busca solitária do inalcançável, a imprevisibilidade do comportamento humano, a pretensão ou a simples inquietação que move bichos e artistas.

Num mundo ameaçado de afogamento pelo degelo causado pelo aquecimento global, o leopardo de Hemingway também pode simbolizar o instinto suicida que nos trouxe a este ponto. O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali. O pico do monte já perdeu mais de 80 por cento de sua cobertura de neve nos últimos noventa anos e o cálculo é que a neve desaparecerá por completo nos próximos vinte.

* “As neves do Kilimanjaro”, conto do escritor norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961)


(Verissimo, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 121)

O segmento O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali ganha nova e correta redação, preservando-se ainda seu sentido original, na seguinte construção: Na Conferência de Bali,

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Q2730186 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.


Criadores e legados


Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.

Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.

O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.

(Justino de Azevedo, inédito)

Está correto o emprego de ambos os segmentos sublinhados na frase:

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Q2730185 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.


Criadores e legados


Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.

Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.

O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.

(Justino de Azevedo, inédito)

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

Alternativas
Q2730182 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.


Criadores e legados


Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.

Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.

O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.

(Justino de Azevedo, inédito)

No 1o parágrafo, ao considerar que a morte parece ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores, o autor justifica-se admitindo que

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Q1379747 Fonoaudiologia
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.

    Alice tem 9 anos e foi encaminhada pela coordenadora pedagógica da escola para terapia fonoaudiológica por apresentar erros ortográficos e texto sem muito desenvolvimento. A mãe, antes de procurar o serviço de saúde, procurou informações em sites da internet e, respondendo a um conjunto de perguntas num e noutro site, entendeu que sua filha era disléxica e tinha TDAH. Apavorada com a possibilidade de Alice ter patologias neurológicas permanentes, a mãe procurou um fonoaudiólogo. 
Ao ouvir o relato da mãe, o fonoaudiólogo deve:
Alternativas
Q1379746 Fonoaudiologia
A definição para a Perda Auditiva Neurossensorial ou Sensório-neural é:
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Q1379745 Fonoaudiologia
O uso da fala espontânea para o diagnóstico dos distúrbios de fluência tem sido um instrumento comum e recomendado na literatura. A avaliação fonoaudiológica de um paciente com queixas de disfluência encontrou as seguintes características: hesitação, excesso de interjeições, repetição de palavras − inclusive monossilábicas e repetição de sílabas em uma mesma palavra. Esses dados são mais compatíveis com um quadro de
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Q1379744 Fonoaudiologia
O Código de Ética em Fonoaudiologia e a Resolução no 309/2005 do Conselho Federal de Fonoaudiologia, que dispõem sobre a atuação escolar do fonoaudiólogo, consideram que
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Q1379743 Fonoaudiologia
Segundo Massi e Berberian, a aquisição da escrita não segue uma linearidade e seus desvios não são manifestações sintomáticas. Aprender a escrever significa cometer, de início, muitos erros resultantes de diferentes hipótese lançadas sobre a escrita.
(MASSI e BERBERIAN, 2011, p. 408)
A partir dessa perspectiva, sobre o diagnóstico de dislexia é correto afirmar
Alternativas
Q1379742 Fonoaudiologia
Nos casos de disfagia em adultos, quando se trata da reabilitação de deglutição pós-cirurgia, as manobras postural, de proteção e de limpeza correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q1379741 Fonoaudiologia
Pacientes acometidos por câncer de cabeça e pescoço são, muitas vezes, submetidos a tratamentos e procedimentos cirúrgicos que podem, de forma transitória ou permanente, trazer comprometimentos para as funções da motricidade orofacial. Esses casos requerem não só uma atuação multidisciplinar, mas também o envolvimento da família que, via de regra, contribui para a reabilitação do sujeito diante das dificuldades funcionais por ele vividas.
A atuação fonoaudiológica, nesses casos, é a de:
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Q1379740 Fonoaudiologia
Na atuação fonoaudiológica com bebês pré-termo e de risco é imperativo que o profissional esteja preparado para identificar, compreender e lidar com sinais e sintomas de disfagia, uma vez que o impacto desse quadro na vida de um neonato é de grande magnitude. Diversos recursos, evidenciados na literatura, podem ser utilizados para tornar a prática do fonoaudiólogo mais eficiente e embasada cientificamente. Entre os recursos que o tratamento fonoaudiológico pode lançar mão na atuação com neonatos pré-termo e de risco estão: I. Participação da família no processo terapêutico, buscando uma interação mãe-bebê, bebê-pais, que prepare para a alta hospitalar. II. Acompanhamento de possíveis sequelas e prevenção de complicações para evitar programas de follow-up. III. Estimulação tátil e gustativa, evitando a região perioral, com dedo enluvado. IV. Sucção no seio materno com esgotamento de leite prévio para garantir o prazer e o contato mãe e bebê. V. Trabalho em equipe, considerando os diversos profissionais que atuam, para proporcionar o melhor tratamento ao paciente neonato e sua família.
Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q1379739 Fonoaudiologia
Ao nascer, o ser humano possui diferentes reflexos presentes que tendem a desaparecer ou se modificar com o desenvolvimento. O reflexo do vômito, a partir dos 6 meses, tende a ficar posteriorizado. Entretanto, é comum que em pacientes com Paralisia Cerebral esse reflexo permaneça anteriorizado. Em função disso,
Alternativas
Respostas
221: C
222: A
223: A
224: C
225: B
226: B
227: A
228: B
229: A
230: D
231: D
232: D
233: A
234: D
235: E
236: C
237: B
238: A
239: B
240: D