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Q3686108 Raciocínio Lógico
Quatorze alunos de uma escola de Iturama venderam 100 ingressos para a festa junina que ocorreu neste ano.
Sabe-se que cada um desses alunos vendeu pelo menos um ingresso.

Como base nessas informações, é INCORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3686107 Português
Observe o par de orações:

O vento abriu a porta. / A porta abriu.

O único par que NÃO obedece ao mesmo padrão é:
Alternativas
Q3686103 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
Do texto de Marcos Bagno, pode-se depreender que 
Alternativas
Q3686102 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
A partir da leitura do texto de Marcos Bagno, analise as assertivas a seguir:

I. Muitas comunidades acreditam que língua é um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais.
II. O modelo de língua de determinadas sociedades, denominado tesouro nacional, é baseado em uma cultura arraigada na tradição escrita e literária.
III. A escrita, a literatura e a escola devem influenciar a maneira como os cidadãos de uma comunidade devem falar, determinando as regras predominantes do “bem falar”.
IV. Apesar de quase todas as sociedades do mundo serem letradas, as comunidades são muito artificiais e são excluídas da escrita e da leitura.

Estão CORRETAS apenas as assertivas
Alternativas
Q3686101 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
Atente para os excertos, em que foram destacados alguns vocábulos e propostos sinônimos para eles:

I. ... a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, ... > ... a escrita, a literatura e a escola são instituições urgentemente sociais, ...
II. A realidade heterogênea das línguas > A realidade variada das línguas
III. ... um produto homogêneo ... > ... um produto complicado ...
IV. ... afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. > ... afogar na correnteza descontrolada que corre lá embaixo.

Estão CORRETOS apenas os sinônimos apresentados em
Alternativas
Q3686099 Português
Tens Problemas?

A solução está em suas mãos. Caro leitor, estás desiludido, desanimado, desorientado, tens caso íntimo à resolver, muita inveja, mal olhado no amor, nos negócios, no seu trabalho, tens amor não correspondido ou rompido, fazer voltar alguém à sua companhia ou qualquer assunto lhe preocupe. Pode ser um mal espiritual e você não sabe. Tire um tempo para você mesmo, faça agora mesmo uma consulta com a PROFª BEATRIZ (a mais célebre da América do Sul), em apenas uma consulta de poucos minutos a PROFª BEATRIZ, através de Búzios e Tarô (cientista em grafologia e astrologia) ela, lhe dará a solução dos seus problemas, e depois você verá a vida de outra maneira porque a vida é boa, mas às vezes pessoas atrapalham a nossa vida.
Joga-se Búzios e Tarô

PROFª BEATRIZ atende diariamente em sua residência das 8:00h da manhã às 9:00 da noite, todos os dias. Inclusive Sábados, Domingos e Feriados.
Fonte: Folheto distribuído em via pública.
No texto anterior, há alguns problemas de redação. A seguir, há algumas correções. Analise-as como sendo adequadas ou não.

I) à resolver > a resolver
II) você não sabe > tu não sabes
III) Tire um tempo para você > Tira um tempo para ti
IV) Joga-se Búzios e Tarô > Jogam-se búzios e tarô.

Estão CORRETAS as propostas 
Alternativas
Q3685415 Direito Constitucional
No que se refere à competência dos Municípios, nos termos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, assinale a afirmativa CORRETA
Alternativas
Q3685414 Direito Administrativo
No que se refere às disposições sobre a posse e o exercício, previstas no Estatuto dos Servidores Públicos do Município, das Autarquias e das Fundações Municipais de Iturama/MG, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3685413 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
São disposições que constam do Estatuto dos Servidores Públicos do Município, das Autarquias e das Fundações Municipais de Iturama/MG, EXCETO
Alternativas
Q3685412 Legislação Municipal
Relativamente à concessão de licença à gestante, conforme os preceitos estabelecidos no Estatuto dos Servidores Públicos do Município, das Autarquias e das Fundações Municipais de Iturama/MG, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO
Alternativas
Q3685411 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Vencimento é o nome dado à retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. No que se refere às disposições sobre vencimento e remuneração contidas no Estatuto dos Servidores Públicos do Município, das Autarquias e das Fundações Municipais de Iturama/MG, assinale a afirmativa CORRETA
Alternativas
Q3685410 Direito Urbanístico
O Plano Diretor do Município demarcará as áreas urbanas e rurais. Para a fixação das áreas urbanas, serão observados, dentre outros, os seguintes elementos, conforme a Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, EXCETO:
Alternativas
Q3685409 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
No que se refere às atribuições do Prefeito, relacionadas na Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, julgue os itens a seguir. Compete ao Prefeito:

I. Vedar o uso de bens municipais por terceiros, sem autorização da Câmara Municipal nesse sentido.
II. Convocar, de forma rotineira e ordinária, a Câmara quando o interesse da administração o exigir.
III. Solicitar, obrigatoriamente, autorização à Câmara para se ausentar do Município por tempo superior a 5 (cinco) dias.
IV. Contrair empréstimos e realizar operações de créditos, independentemente de autorização da Câmara.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3685408 Geografia
O Município de Iturama/MG divide-se, administrativamente, em distritos e possui, atualmente, as seguintes confrontações, EXCETO
Alternativas
Q3685407 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
De acordo com os preceitos contidos no Capítulo IV, do Título “Da Ordem Econômica e Social”, da Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, inerentes à família, à educação à cultura e ao desporto, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3685406 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Lei Orgânica do Município de Iturama/MG relaciona disposições gerais, dentre as quais seguem destacadas, EXCETO
Alternativas
Q3685405 Segurança da Informação
Um usuário deseja aumentar a segurança durante a navegação na internet utilizando o Chrome. Ele configura o navegador para avisar sobre páginas perigosas e bloqueia downloads maliciosos.
Considerando as afirmativas a seguir, analise-as:

Asserção: O Google Chrome possui recursos integrados para proteger o usuário contra sites e downloads maliciosos.
Razão: O Navegador utiliza uma ferramenta chamada "Navegação Segura" (Safe Browsing), que verifica URLs e arquivos baixados, alertando ou bloqueando conteúdos suspeitos. 
Alternativas
Q3685404 Noções de Informática
O recurso "Acesso Rápido" do Explorador de Arquivos no Windows 10 é utilizado para facilitar o acesso a pastas frequentemente usadas e melhorar a organização dos arquivos. Muitos usuários buscam compreender melhor suas funcionalidades para otimizar a navegação e o gerenciamento de documentos no sistema.

Sobre o recurso "Acesso Rápido" no Explorador de Arquivos do Windows 10, todas as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO
Alternativas
Q3685403 Noções de Informática
Sofia adora personalizar seu computador com Windows 10 para deixá-lo mais organizado e fácil de usar. Um dia, ela percebeu que o Explorador de Arquivos mostrava várias unidades de disco vazias, como leitores de CD/DVD ou cartões de memória desconectados, o que deixava a tela cheia de ícones que ela não queria ver. Para deixar sua área de trabalho mais limpa e evitar distrações, Sofia resolveu buscar uma forma de ocultar essas unidades vazias diretamente nas configurações do sistema.

Considerando as opções do Explorador de Arquivos do Windows 10, qual das alternativas abaixo está CORRETA sobre a configuração para ocultar unidades vazias? 
Alternativas
Q3685402 Noções de Informática
Bentinho adora explorar diferentes dispositivos, seja no computador, no celular ou no tablet, e quer garantir que suas senhas, favoritos e histórico estejam sempre atualizados onde quer que ele esteja navegando, mesmo que seja em um dispositivo usado por Capitu.

Sobre a sincronização de dados no Google Chrome, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
781: C
782: A
783: B
784: A
785: C
786: D
787: B
788: B
789: D
790: C
791: C
792: D
793: C
794: A
795: A
796: C
797: C
798: B
799: A
800: C