Questões de Concurso Para itame

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Q3057106 Pedagogia
A teorização da atividade-guia concebida no âmbito da psicologia histórico-cultural representa uma orientação consistente para ser tomada a serviço de um trabalho pedagógico voltado para a conquista do salto ontológico em cada indivíduo singular. Uma dessas atividades-guia, quando dominante, deve estar a serviço da apropriação da cultura e do desenvolvimento psíquico, cabendo ao professor não só ampliar o conhecimento de mundo da criança de modo que forneça matéria-prima para o faz de conta, mas enriquecer a atividade lúdica e promover sua complexificação. A atividade-guia em questão “relaciona-se com a literatura fundamentalmente pela cultura oral. O livro infantil como objetivo social que socializa a linguagem literária para a criança se apresenta inicialmente como relação da criança com a cultura escrita, a qual passa necessariamente pela mediação do adulto. A criança lê o texto com a voz emprestada do adulto e, portanto, os conteúdos literários a que a criança tem acesso ocorrem inicialmente em decorrência da relação do adulto com o livro infantil” (ABRANTES, 2013, p. 163-164). Esta atividade-guia é denominada:
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Q3057105 Pedagogia
De acordo com o pensamento vigotskiano quando duas linhas completamente independentes de desenvolvimento se convergem é que se consagra “o momento de maior significado no curso do desenvolvimento intelectual, que dá origem às formas puramente humanas de inteligência prática e abstrata” (Vigotski, 2007, p. 11). Essas duas linhas de desenvolvimento são:
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Q3057104 Medicina
Ao executar protocolo de reanimação cardiopulmonar (RCP) em bebês e crianças com via aérea avançada estabelecida, é aconselhável alcançar um intervalo de frequência respiratória de 1 ventilação
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Q3057103 Noções de Primeiros Socorros
Em casos de Obstrução de Vias Aéreas por Corpo Estranho (OVACE), quando da necessidade da realização de procedimentos de primeiros socorros, a melhor forma de auxiliar alguém é realizando a Manobra de Heimlich. A aplicação dessa manobra é variável de acordo com a idade, altura e estado de consciência da pessoa. Em casos que envolvem bebês (crianças com menos de um ano de idade), ainda conscientes, quais passos são recomendados para realização da Manobra de Heimlich?
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Q3057102 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O Art. 28 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei nº 13.146/2015, contêm dezoito incisos referente às incumbências do poder público de assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar ações referentes à garantia de direitos. Todavia, o § 1º deste mesmo Art. 28 trata das mesmas obrigações aplicadas às instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino. Segundo este Parágrafo, aplica-se obrigatoriamente o disposto nos incisos I, II, III, V, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV, XVI, XVII e XVIII do Art. 28, sendo vedada a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas no cumprimento dessas determinações. Nota-se, portanto, que foram preteridas deste § 1º, o cumprimento do que está previsto nos incisos IV e VI do Art. 28. Qual o conteúdo destes incisos que não foram aplicados às instituições privadas?
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Q3057101 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Como prevê o Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei nº 13.146/2015, embora seja opcional, e sua ausência não prejudique o exercício de direitos e garantias previstos em lei, o símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas é o cordão de fita com:
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Q3057061 Pedagogia
Segundo Silva (2012, p. 95) o verbete “pedagogia da infância” remete aos “princípios baseados na teoria construtivista que, portanto, se assemelham ao discurso contido nos projetos pedagógicos das instituições e nos documentos oficiais” da educação brasileira. Sob o ponto de vista da “pedagogia da infância”, a educação infantil é vista como
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Q3057060 Pedagogia
Cabe à escola o papel de mediador no acesso aos múltiplos elementos culturais. Em uma perspectiva sócio-histórica, sob o ponto de vista vigotskiano, isso significa atuar na relação entre o que a criança consegue fazer sozinha e aquilo que só pode fazer com a ajuda de pessoas mais experientes. Em outras palavras, esta atividade mediadora implica em incidir sobre 
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Q3057059 Pedagogia
Do ponto de vista da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC), o currículo é sempre relacionado ao conteúdo do ensino e diz respeito ao conjunto de atividades desenvolvidas na escola. Não quaisquer atividades, mas aquelas que são:
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Q3057058 Pedagogia
Um clássico do pensamento pedagógico da educação infantil, cujos ensinamentos extrapolaram o seu tempo e são sentidos na atualidade é Frederich Froebel. Para este pedagogo alemão, havia um instrumento principal capaz de realizar, junto com os brinquedos, o autoconhecimento com liberdade, através do exercício da exteriorização e interiorização da essência divina presente e cada criança. O referido instrumento principal, sob o ponto de vista froebeliano é 
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Q3057057 Pedagogia
À luz da teoria construtivista, uma abordagem apropriada para atender ao objetivo de orientar as crianças a desenvolver a capacidade de quantificar é
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Q3057056 Pedagogia
Na teoria de Jean Piaget, os símbolos diferem dos signos. Essa diferença pode ser explicada da seguinte maneira:
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Q3056846 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


AS POMBAS


Raimundo Correia



Vai-se a primeira pomba despertada...

Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas

De pombas vão-se dos pombais, apenas

Raia sanguínea e fresca a madrugada...


E à tarde, quando a rígida nortada

Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,

Ruflando as asas, sacudindo as penas,

Voltam todas em bando e em revoada...



Também dos corações onde abotoam,

Os sonhos, um por um, céleres voam,

Como voam as pombas dos pombais;



No azul da adolescência as asas soltam,

Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,

E eles aos corações não voltam mais...


Disponível em: https://www.culturagenial.com/as-pombas-de-raimundo-correia/. Acesso em 15 set. 2024.



O poema “As pombas” de Raimundo Correia pertence a qual movimento literário brasileiro?

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Q3056845 Português

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


A beleza total Carlos


Drummond de Andrade



    A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.

    A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

    O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

    Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.


Disponível em: <http://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf>. Acesso em: 12 set. 2024.

No trecho, “Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas.”, na expressão “os espelhos pasmavam” pode ser reconhecida qual figura de linguagem?
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Q3056844 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


A beleza total Carlos


Drummond de Andrade



    A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.

    A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

    O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

    Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.


Disponível em: <http://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13274.pdf>. Acesso em: 12 set. 2024.

Este texto foi escrito por Carlos Drummond de Andrade que é considerado um dos maiores escritores do Brasil. Esse escritor faz parte de qual movimento literário brasileiro?
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Q3056843 Português

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


Por que tanta má vontade com livros que fazem sucesso?


Danilo Venticinque



    Escrever um texto criticando o chavão "o brasileiro não lê" teve um efeito imediato: nunca mais ouvi essa frase. Não que as pessoas tenham parado de dizê-la, evidentemente. Só pararam de repeti-la para mim – o que não muda o país, mas ao menos me dá um pouco de sossego.

    Digo "um pouco" porque tenho deparado, frequentemente, com outro comentário pessimista. Em vez de reclamar de quem não lê, reclamam do que as pessoas têm lido. Romances de fantasia, literatura erótica, autoajuda, séries juvenis. As pessoas até leem, mas só leem bobagens.

     A minha resposta é quase sempre a mesma: que bom. Que bom que as pessoas leem Cinquenta tons de cinza, Crepúsculo, Dan Brown e afins. O prazer da leitura começa pela liberdade para que cada um leia o que quiser.

    Nas prateleiras das livrarias, a divisão é nítida. Há os livros que disputam a atenção dos leitores habituais. Esses livros, em geral, ficam escondidos – o que não é um problema, pois seus leitores costumam saber onde achá-los. E nas posições de destaque, nas vitrines e na entrada das lojas, estão aqueles raros títulos que são capazes de trazer um novo público à livraria. Uma boa parte desse púbico é formada por pessoas que não têm o hábito de ler, mas estão dispostas a mudar de ideia graças ao apelo de uma história ou de um autor. Elas decidem dedicar aos livros parte do tempo que gastariam indo ao cinema, assistindo à televisão ou fazendo qualquer outra coisa. Quase todos os leitores vorazes já estiveram nesse lugar. Antes de ser disputado por uma infinidade de livros, o tempo de leitura precisa ser conquistado.

    Pense no primeiro livro que você leu com prazer. Provavelmente é um best-seller. Alguns têm dificuldade para admitir, mas a grande maioria dos leitores começa por eles.

    Os críticos desses livros de sucesso costumam dizer que eles ocupam um espaço que poderia ser dado a outros títulos, mais refinados. Não é preciso sequer entrar no mérito literário da obra para provar que essa ideia está errada. Não existe, convenhamos, a figura do leitor que vai à livraria para comprar Em busca do tempo perdido e acaba deixando Proust de lado para se entregar a Cinquenta tons de cinza. Mas existe, sim, o contrário: o leitor que começou com Cinquenta tons de cinza e que, um dia, poderá ser apresentado à obra de Proust. E, se não fossem as algemas de E. L. James, talvez ele jamais tivesse pisado numa livraria.

    É comum a crença de que os leitores de bestsellers só lerão outros best-sellers. Mas, o caminho de cada leitor é imprevisível. Conheço adolescentes que emendaram a leitura de Crepúsculo em O morro dos ventos uivantes (o livro favorito da personagem Bella), seguiram para a obra de Jane Austen e, a partir daí, perderam-se nos clássicos da literatura inglesa. O mundo de Sofia, um belo best-seller da minha adolescência, convenceu muitos estudantes a ler Platão e Aristóteles. Há leitores de O alquimista que se debruçaram sobre a obra do Nobel de Literatura Hermann Hesse – incentivados pelo próprio Paulo Coelho, que escreveu uma introdução a uma edição de Sidarta. Leitores de Dan Brown não precisam nem sair das prateleiras de best-sellers para encontrar Umberto Eco e, em seguida, se render a Italo Calvino e a outros autores do século XX. Leitores de Paulo Leminski, um best-seller improvável, se sentirão à vontade nas prateleiras de poesia. Fãs de E. L. James podem se aventurar na obra de Anaïs Nin, D. H. Lawrence ou do Marquês de Sade. Tudo por causa de um livro numa vitrine.

[...]


Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque//2013/07/bamor-e-odiob-aos-best-sellers.html. Acesso em 15 set. 2024.

No trecho “Esses livros, em geral, ficam escondidos – o que não é um problema, pois seus leitores costumam saber onde achá-los.”, o termo “los”, atua como um mecanismo de coesão
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Q3056842 Português

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


Por que tanta má vontade com livros que fazem sucesso?


Danilo Venticinque



    Escrever um texto criticando o chavão "o brasileiro não lê" teve um efeito imediato: nunca mais ouvi essa frase. Não que as pessoas tenham parado de dizê-la, evidentemente. Só pararam de repeti-la para mim – o que não muda o país, mas ao menos me dá um pouco de sossego.

    Digo "um pouco" porque tenho deparado, frequentemente, com outro comentário pessimista. Em vez de reclamar de quem não lê, reclamam do que as pessoas têm lido. Romances de fantasia, literatura erótica, autoajuda, séries juvenis. As pessoas até leem, mas só leem bobagens.

     A minha resposta é quase sempre a mesma: que bom. Que bom que as pessoas leem Cinquenta tons de cinza, Crepúsculo, Dan Brown e afins. O prazer da leitura começa pela liberdade para que cada um leia o que quiser.

    Nas prateleiras das livrarias, a divisão é nítida. Há os livros que disputam a atenção dos leitores habituais. Esses livros, em geral, ficam escondidos – o que não é um problema, pois seus leitores costumam saber onde achá-los. E nas posições de destaque, nas vitrines e na entrada das lojas, estão aqueles raros títulos que são capazes de trazer um novo público à livraria. Uma boa parte desse púbico é formada por pessoas que não têm o hábito de ler, mas estão dispostas a mudar de ideia graças ao apelo de uma história ou de um autor. Elas decidem dedicar aos livros parte do tempo que gastariam indo ao cinema, assistindo à televisão ou fazendo qualquer outra coisa. Quase todos os leitores vorazes já estiveram nesse lugar. Antes de ser disputado por uma infinidade de livros, o tempo de leitura precisa ser conquistado.

    Pense no primeiro livro que você leu com prazer. Provavelmente é um best-seller. Alguns têm dificuldade para admitir, mas a grande maioria dos leitores começa por eles.

    Os críticos desses livros de sucesso costumam dizer que eles ocupam um espaço que poderia ser dado a outros títulos, mais refinados. Não é preciso sequer entrar no mérito literário da obra para provar que essa ideia está errada. Não existe, convenhamos, a figura do leitor que vai à livraria para comprar Em busca do tempo perdido e acaba deixando Proust de lado para se entregar a Cinquenta tons de cinza. Mas existe, sim, o contrário: o leitor que começou com Cinquenta tons de cinza e que, um dia, poderá ser apresentado à obra de Proust. E, se não fossem as algemas de E. L. James, talvez ele jamais tivesse pisado numa livraria.

    É comum a crença de que os leitores de bestsellers só lerão outros best-sellers. Mas, o caminho de cada leitor é imprevisível. Conheço adolescentes que emendaram a leitura de Crepúsculo em O morro dos ventos uivantes (o livro favorito da personagem Bella), seguiram para a obra de Jane Austen e, a partir daí, perderam-se nos clássicos da literatura inglesa. O mundo de Sofia, um belo best-seller da minha adolescência, convenceu muitos estudantes a ler Platão e Aristóteles. Há leitores de O alquimista que se debruçaram sobre a obra do Nobel de Literatura Hermann Hesse – incentivados pelo próprio Paulo Coelho, que escreveu uma introdução a uma edição de Sidarta. Leitores de Dan Brown não precisam nem sair das prateleiras de best-sellers para encontrar Umberto Eco e, em seguida, se render a Italo Calvino e a outros autores do século XX. Leitores de Paulo Leminski, um best-seller improvável, se sentirão à vontade nas prateleiras de poesia. Fãs de E. L. James podem se aventurar na obra de Anaïs Nin, D. H. Lawrence ou do Marquês de Sade. Tudo por causa de um livro numa vitrine.

[...]


Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque//2013/07/bamor-e-odiob-aos-best-sellers.html. Acesso em 15 set. 2024.

Com relação às opiniões dos críticos de livros de sucessos, os Best-sellers, é possível afirmar que o autor do texto
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Q3056841 Português

Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


Q26.png (422×132)

Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/67951484818/hagar-o-horr%C3%ADvel-por-dik-browne-echris-browne. Acesso em 12 set. 2024.


Os elementos verbais e não verbais constituem o humor do texto por serem

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Q3056731 Inglês

Read the song lyrics below and answer the question.


Hand In My Pocket

Alanis Morissette



I'm broke, but I'm happy

I'm poor, but

I'm kind I'm short, but

I'm healthy, yeah

I'm high, but

I'm grounded

I'm sane, but

I'm overwhelmed

I'm lost, bu

t I'm hopeful, baby



And what it all comes down to

Is that everything's gonna be fine, fine, fine

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is giving a: High five



I feel drunk, but

I'm sober I'm young and

I'm underpaid

I'm tired, but

I'm working, yeah I care, but

I'm restless

I'm here, but

I'm really gone

I'm wrong and

I'm sorry, baby



And what it all comes down to

Is that everything's gonna be quite alright

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other is flicking a cigarette



And what is all comes down to

Is that I haven't got it all figured out just yet

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is giving the peace sign



I'm free, but

I'm focused

I'm green, but

I'm wise

I'm hard, but

I'm friendly, baby

I'm sad, but

I'm laughing

I'm brave, but

I'm chicken shit

I'm sick, but

I'm pretty, baby



And what it all boils down to

Is that no one's really got it figured out just yet

Well, I've got one hand in my pocket

And the other one is playing a piano

What it all comes down to, my friends, yeah

Is that everything's just fine, fine, fine

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is hailing a taxi cab

In the song lyrics, which grammatical function does the word "but" serve in the sentences?
Alternativas
Q3056730 Inglês

Read the song lyrics below and answer the question.


Hand In My Pocket

Alanis Morissette



I'm broke, but I'm happy

I'm poor, but

I'm kind I'm short, but

I'm healthy, yeah

I'm high, but

I'm grounded

I'm sane, but

I'm overwhelmed

I'm lost, bu

t I'm hopeful, baby



And what it all comes down to

Is that everything's gonna be fine, fine, fine

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is giving a: High five



I feel drunk, but

I'm sober I'm young and

I'm underpaid

I'm tired, but

I'm working, yeah I care, but

I'm restless

I'm here, but

I'm really gone

I'm wrong and

I'm sorry, baby



And what it all comes down to

Is that everything's gonna be quite alright

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other is flicking a cigarette



And what is all comes down to

Is that I haven't got it all figured out just yet

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is giving the peace sign



I'm free, but

I'm focused

I'm green, but

I'm wise

I'm hard, but

I'm friendly, baby

I'm sad, but

I'm laughing

I'm brave, but

I'm chicken shit

I'm sick, but

I'm pretty, baby



And what it all boils down to

Is that no one's really got it figured out just yet

Well, I've got one hand in my pocket

And the other one is playing a piano

What it all comes down to, my friends, yeah

Is that everything's just fine, fine, fine

'Cause I've got one hand in my pocket

And the other one is hailing a taxi cab

In the lyrics, the phrase "What it all comes down to" is an example of a phrasal verb. What is the meaning of this phrasal verb in the context of the song? 
Alternativas
Respostas
2281: B
2282: C
2283: A
2284: D
2285: D
2286: B
2287: C
2288: D
2289: B
2290: A
2291: A
2292: A
2293: A
2294: A
2295: D
2296: B
2297: B
2298: C
2299: C
2300: A